CONTEÚDO ANDA Documentário expõe o intenso sofrimento de belugas exploradas para entretenimento

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Com cérebros maiores do que os nossos, há poucas dúvidas de que belugas são seres extremamente inteligentes. Porém, mesmo assim, a espécie é forçada a viver em cativeiro para servir como um entretenimento.

O cativeiro é torturante, vergonhoso e criminoso para estes animais que devem prosperar em grupos e explorar grandes distâncias subaquáticas. Ao invés disso, eles são presos em tanques decrépitos e extremamente pequenos.

O bebê Gia, por exemplo, foi separado de sua mãe “por acidente” e deixado isolado e sozinho em um tanque minúsculo no Marineland Canada durante meses. Como resultado, ele ficou excessivamente magro.

Segundo o One Green Planet, o caso de Gia não é nada incomum. Uma investigação realizada pela Last Chance for Animals revelou que todas as 46 belugas exploradas pelo Marineland Canada, e que vivem em pequenos recintos de concreto, sofrem mais com condições médicas, como “hipersalivação, regurgitação e vermelhidão nas gargantas, em alguns casos por longos períodos de tempo”.

O relatório observou que os bebês do grupo também estava cobertos com marcas devido aos encontros agressivos com outras baleias. Esses animais vivem em circunstâncias estressantes e são regularmente privados de alimento como uma tática de treinamento. Infelizmente, esta é a realidade para as belugas confinadas em todo o mundo.

Ter que suportar uma existência tão distante de suas naturezas faz com que esses animais sofram muito, tanto mentalmente quanto fisicamente. Muitos, como Nanuq e Qila, morrem muito jovens.

Muitos morrem antes mesmo de chegar a esses destinos desolados enquanto passam pelo cruel processo de serem arrancados da natureza e submetidos ao chamado “treinamento” para o cativeiro.

Depois de serem violentamente sequestrados das águas árticas ao norte da Rússia, os confusos cetáceos passam seis meses “aprendendo” a se adaptar a uma vida em cativeiro para que seus captores possam lucrar mais quando as baleias forem vendidas mais tarde para parques de entretenimento marinhos como o SeaWorld e o Marineland.

Este caminho traumático de serem sequestrados de seus habitats, treinados para o cativeiro e, posteriormente, confinados durante toda a vida – em nome do entretenimento humano e da ganância – é o tema do documentário intitulado “Born to Be Free”, que está disponível na Netflix.

Esses seres belos, inteligentes e muito explorados merecem uma vida muito melhor. Como a indústria certamente não mudará por conta própria, cabe ao público deixar de financiar essas instalações para esvaziar os tanques de uma vez por todas.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Vazamento de petróleo ameaça 340 belugas cuja espécie está em extinção

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Trezentas e quarenta baleias belugas gravemente ameaçadas estão em risco devido a um vazamento de petróleo de um gasoduto em Cook Inlet, no Alasca (EUA).

O incidente ocorreu no sul de Tyonek, em um habitat crítico para as belugas da área.

“No começo, eu esperava que a notícia desse último vazamento de petróleo fosse uma piada porque parecia que a Hilcorp não poderia gerar outro vazamento tão cedo. Estamos realmente preocupados com o que isso significa para as belugas de Cook Inlet, com um derramamento de petróleo e vazamento de gás na mesma temporada”, disse Miyoko Sakashita, diretor de programas oceânicos do Centro para a Diversidade Biológica.

A causa do vazamento é desconhecida e a Hilcorp disse que tem fechado a produção nas plataformas, conhecidas como Anna e Bruce. Relatórios confirmam que o derramamento cessou, mas o risco para a vida selvagem é desconhecido, de acordo com o Ecowatch.

Estas plataformas foram instaladas em 1966 e as infraestruturas envelhecidas e as marés do Cook Inlet tornam-nas vulneráveis a incidentes. A Comissão de Conservação de Petróleo e Gás do Alasca também intimou repetidamente Hilcorp por violar os regulamentos de segurança em suas operações no Estado.

“É claro que não há maneira segura de explorar petróleo no oceano, é a mesma empresa que planeja fazer isso no Oceano Ártico, um lugar que é muito mais perigoso para a perfuração de petróleo com tempestades e gelo. A Hilcorp mantém vazamentos em Cook Inlet e certamente não deve receber autorização para construir o projeto Liberty no Mar de Beaufort”, acrescentou Sakashita.

O Centro para a Diversidade Biológica enviou um aviso de 60 dias  à Hilcorp alertando sobre sua intenção de entrar com um processo em relação ao incidente e está monitorando o novo vazamento para determinar se uma ação legal é plausível.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Fotógrafa expõe realidade cruel por trás do cativeiro de belugas

Reprodução/Jo-Anne MacArthur

As baleias beluga são criaturas incríveis, tipicamente encontradas no Ártico e nas regiões sub-árcticas do nosso planeta, que geralmente vivem juntas em pequenos grupos.

Elas desempenham um papel fundamental no equilíbrio dos seus ecossistemas nativos, alimentando-se das mais comuns espécies marinhas no ecossistema, impedindo-as de se tornarem abundantes, diz o One Green Planet.

Infelizmente, a vida das belugas está sob ameaça já que a poluição sonora submarina, provocada por atividades humanas – como o movimento de navios e testes sonares – prejudica seriamente a capacidade desses animais de se comunicarem, viajarem, caçarem e se reproduzirem.

As belugas são listadas como quase ameaçadas na Lista Vermelha da IUCN, mas uma subespécie específica chamada de Cook Inlet é classificada como “criticamente em perigo”, com uma chance de 50% de ser extinta dentro dos próximos 10 anos.

Como se isso não bastasse, estes belos animais são muitas vezes capturados para serem mantidos em cativeiro, obrigados a viver em tanques extremamente pequenos e executar truques para entreter o público.

A experiência de serem arrancados de seus habitats gera grandes impactos sobre a saúde e o bem-estar das belugas.

Em 2015, uma baleia beluga branca do Ártico chamada Nanuq faleceu no SeaWorld, em Orlando, depois que foi submetido a um tratamento para cuidar de uma lesão no maxilar.

Infelizmente, essas lesões, assim como doenças e infecções são frequentes entre os animais em cativeiro ao contrário do que ocorre nos animais que vivem livres em seus habitats.

Jo-Anne MacArthur é uma fotógrafa renomada cujo trabalho pioneiro “We Animals” lança luz sobre a inteligência emocional de animais não-humanos muitas vezes invisível.

Recentemente, ela compartilhou uma fotografia que destaca o destino de belugas cativas. Esta fotografia – tirada no Aquário de Vancouver em 2009 – mostra que o cativeiro nunca pode ser comparado com o estado selvagem.

O Aquário de Vancouver é conhecido por utilizar os seus alegados “resgates” de certos animais para justificar a criação de outros animais – como as belugas – em cativeiro.

Todas as baleias e golfinhos na instalação – se “resgatados” ou não – são obrigados a seguir um rigoroso cronograma de shows diários, e há poucos sinais de que o aquário visa reabilitá-los ou libertá-los de volta na natureza.

Gary Charbonneau declara que o aquário “ considera a conservação, pesquisa e educação como suas missões principais e que, na última década, embora os lucros tenham aumentado, cerca de 50% da receita foi utilizada para essas três áreas”.

“A conservação é usada como um artifício para enganar o público e permitir que o Aquário de Vancouver continue com este circo aquático “, critica ele.

Ao compartilhar esta fotografia, MacArthur visa educar as pessoas sobre a realidade brutal por trás do cativeiro de belugas. Para conhecer mais o trabalho de MacArthur, visite seu site ou página do Facebook.

Fonte: ANDA