CONTEÚDO ANDA Beagles resgatados de laboratório sentem a luz do sol pela primeira vez

Infelizmente, os testes em animais ainda ocorrem em nossa sociedade

Embora muitas empresas de cosméticos tenham acabado com a prática, que são ineficientes em mostrar os efeitos dos produtos nos seres humanos, cães ainda são abusados em laboratórios farmacêuticos nos Estados Unidos.

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A maioria dos 70 mil a 75 mil cães usados em laboratórios é da raça beagle. Eles são obrigados a viver em gaiolas por toda a vida, nunca brincam ou sentem a grama.

Um vídeo retrata um grupo de beagles em seu primeiro dia de liberdade depois de serem resgatados de um laboratório no Centro-Oeste dos Estados Unidos, informa o One Green Planet.

Os cãezinhos nunca mais olharão para as paredes estéreis e para seres humanos frios em busca de conforto. A partir de agora, eles terão uma vida de amor, carinho e brinquedos.

Suas expressões mostram que alguns filhotes não conseguem sequer processar o que está acontecendo com eles e estão deslumbrados em finalmente poder sentir a luz do sol e conhecer humanos que os levarão para seus novos lares.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Beagle inspira ativista a lutar pela liberdade de animais abusados em laboratórios

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Só não mate aqueles cães e gatos … isso é tudo o que estamos pedindo. Vamos levá-los e encontrar novos lares para eles. Não nos importamos se eles têm uma alergia, se são tímidos, não são treinados ou qualquer outra coisa, eles são bons para nós.

Esta é a essência da carta aberta enviada para todos os laboratórios e criadores que lhes fornecem animais nos Estados Unidos pela organização nacional de resgate e defesa de animais Beagle Freedom Project.

A cada ano, 65 mil cães (beagles são a raça mais escolhida devido à sua natureza dócil) e 20 mil gatos sofrem em laboratórios do país e apenas uma pequena porcentagem possui a chance de viver fora do laboratório e ser o companheiro de uma família amada.

Tragicamente, a maioria dos laboratórios mata esses animais, mesmo se o experimento não exigir isso e eles estiverem saudáveis.
Esta é uma indústria que se refere a estes animais como inventários e cães muito tímidos, que têm um defeito genético ou já foram muito torturados em experimentos são descartados como propriedades danificadas. Particularmente flagrante é a política de morte usada pelos centros de reprodução para qualquer cão que exibe uma qualidade indesejada.

Durante cinco anos, o Beagle Freedom Project tem liderado um esforço internacional para libertar animais de laboratórios e despertar a consciência pública sobre a sua situação, contando as histórias dos sobreviventes. Cerca de 600 animais, a maioria beagles, foi resgatada de instalações de pesquisa e realocada em 36 estados e sete países. Um deles foi Raymond.

Ele passou os primeiros três anos de sua vida em uma gaiola de aço inoxidável em um laboratório dentro de um porão. Seu mundo era formado pelos pisos de concreto, paredes de cimento, luzes fluorescentes, ecos de barulhos de metal e cães choramingando. Além disso, havia o cheiro esmagador de urina, amônia e medo.

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O cão foi usado em vários testes de toxicologia, exposto a altas concentrações de certos ingredientes químicos, normalmente via gavagem oral (um tubo era empurrado em sua garganta e despejava a toxina em seu sistema).

O Beagle Freedom Project negociou a libertação de Raymond e nove outros beagles do laboratório. Durante o dia do resgate, todos os cães saíram das gaiolas para correr, cheirar, brincar e urinar, exceto Raymond. Sua psique frágil tinha sido submetida a muita violência e ele tremia quando percebia qualquer movimento humano ao seu redor. Durante as duas primeiras semanas de sua liberdade, Kevin Chase, membro do grupo, teve que mantê-lo em uma coleira em todos os momentos, mesmo em casa, pois era a única maneira de pegá-lo.

“Ver Raymond tentando enfrentar seu tormento interno causado pelo laboratório era doloroso. Ele queria afeto, diversão e boa comida, mas não conseguia confiar plenamente nas intenções da equipe. Quem poderia culpá-lo?”, questiona Chase, que foi inspirado pelo beagle a continuar seu trabalho de resgate de outros animais explorados em laboratórios.

Raymond precisou de várias semanas, paciência e carinho para perceber que agora estava seguro. Ajudando-o ao longo do caminho, estava outro beagle salvo de uma laboratório, Junior, que já estava livre há dois anos.

Junior mostrou a Raymond como ser um cão, que passear é divertido, o sofá é muito confortável e que pedir funciona com pessoas muito sensíveis.

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A jornada de Raymond para a liberdade exemplifica a resistência desses animais especiais para perdoar e abraçar novas oportunidades na vida. Raymond é um sobrevivente e um dos poucos sortudos que obteve uma segunda chance.

A carta aberta enviada a cada laboratório e seus criadores nos EUA apenas pede mais chances para outros cães como Raymond. O Beagle Freedom Project envia esta carta todos os anos e geralmente só alguns laboratórios respondem afirmativamente.

Essa falta de participação voluntária ressalta o empenho da organização em aprovar a Lei de Liberdade dos Beagles, que exige que os laboratórios pelo menos contatem os grupos de resgate locais antes de matar os animais. A Califórnia, Nevada, Minnesota e Connecticut já transformaram isso em lei e a medida está pendente em Nova York e Illinois atualmente.

O documento é um esforço de boa fé por parte do Beagle Freedom Project em relação a uma indústria que é moralmente e cientificamente repreensível. Se a indústria optar por fazer o que é certo, a organização irá oferecer uma variedade de formas atraentes para o público participar da campanha para libertar mais animais e acabar com esses testes cruéis por meio de esforços de divulgação, lobby legislativo e o financiamento do futuro da medicina moderna, segundo o One Green Planet.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Mais de 150 beagles são resgatados de laboratório e veem o sol pela primeira vez

Reprodução/CaterNewsAgency

Em um momento emocionante, 156 beagles foram expostos pela primeira vez à luz solar após terem sido libertados de uma instalação de testes em animais na Índia.

Os cães, a maioria com idades entre dois e cinco, nasceram e foram criados em um laboratório onde eram mantidos em pequenas gaiolas e quase não eram alimentados, informa o Daily Mail.

Ativistas pelos direitos animais da ONG indiana  Ação e Compaixão Ilimitada, que cuida de animais maltratados, asseguraram a libertação dos animais que viviam na cidade de Bangalore.

Reprodução/CaterNewsAgency

A ONG rapidamente entrou em ação para ajudar a realocar os cães em sua nova instalação chamada “Hotel para Cães”, que fica na mesma cidade.

Com a ajuda de sete voluntários, os cães assustados estão aprendendo novas habilidades para se adaptarem a suas novas vidas.

“Eles ainda hesitam em conhecer pessoas. Quando saíram do laboratório, estavam visivelmente aterrorizados. Eles eram sempre mantidos no escuro e não conheciam o mundo exterior “, disse a voluntária da ONG Chinthana Gopinath.

“Alguns não conseguiam nem andar corretamente e cambaleavam. Eles procuravam cantos escuros e hesitavam quando nossos voluntários se aproximavam. Mas, felizmente, nenhum deles estava doente”.

Reprodução/CaterNewsAgency

A ONG ainda não revelou se os cães foram utilizados para fins de reprodução, porém já começou a esterelizá-los enquanto avalia cuidadosamente a adoção dos animais.

Mais de mil pessoas de todo o país se candidataram online para adotar os cães. Até agora, 26 deles foram adotados e, segundo Gopinath, todos devem conseguir um novo lar e uma nova família.

“Estes cães precisam receber uma quantidade extra de amor, cuidado e atenção e nós estamos procurando lugares onde eles terão a melhor vida possível. Eles precisam ser tratados com paciência”.

“Começamos a vacinação e a esterilização dos animais porque não queremos que qualquer outra pessoa os utilize para reprodução e reacenda seus traumas”, acrescentou ela.

Em marco deste ano, a ONG ajudou a resgatar outros 64 cães do mesmo laboratório.

Em 2015, o governo indiano proibiu a realização de testes em animais para vários produtos domésticos, incluindo sabões e detergentes.

No entanto, o proprietário do laboratório não foi preso e, de acordo com Gopinath e outros grupos de ativistas, o funcionamento do local ainda não foi proibido.

Fonte: ANDA

Conteúdo anda Beagles são explorados em pesquisas no mundo todo

Foto: Divulgação

O uso de animais em pesquisas biomédicas foi amplamente praticado nos séculos 19 e 20, com muitos desses experimentos desempenhando um importante papel na descoberta da insulina, da penicilina e da vacina contra a poliomielite. Hoje, a comunidade científica continua a fazer avanços que nos trazem esperanças para o futuro. Devido à medicina moderna, milhões de pessoas em todo o mundo têm conseguido lidar melhor com uma série de patologias. Com essas conquistas, no entanto, também tem crescido a compreensão sobre a complexidade da exploração dos animais nessas pesquisas.

Conforme o sentimento público continua a mudar, laboratórios de todo o mundo estão começando a perceber que precisam encontrar alternativas mais seguras e eficazes aos testes em animais. Em Março de 2013, uma lei europeia passou a tornar ilegal vender produtos cosméticos testados em animais em todo o continente. Enquanto isso, laboratórios ao redor do mundo continuam a descontinuar pesquisas com chimpanzés – ou fazem planos para isso.

Infelizmente, com todo esse progresso na direção certa, existem aqueles que parecem ter ficado presos ao passado.

Melhores amigos do homem e objetos de testes
Além da luta pública pelo fim das pesquisas médicas em chimpanzés, as pessoas associam testes e laboratórios a animais como camundongos e outros roedores, que são altamente inteligentes e sociais; mas o que dizer quanto a outras espécies animais?

É seguro dizer que as pessoas não costumam associar esses testes com o animal considerado o melhor amigo do homem. Uma vez que os cães são animais de companhia, a grande maioria do público se opõe ao uso dos mesmos em pesquisas médicas. Infelizmente eles, especificamente os da raça Beagle, são comumente usados como objetos de testes na indústria farmacêutica. De acordo com a Sociedade Americana Anti-Vivissecção, uma organização que advoga pelo fim do uso de animais em pesquisas, entre 70 mil e 75 mil cães são utilizados em testes nos Estados Unidos a cada ano e incontáveis outros são usados pelo mundo afora.

Foto: The Sun

Nesses testes, os beagles são sujeitos a condições horríveis que a maioria das pessoas iria desaprovar veementemente se soubesse mais sobre elas. A Harlan Breeding é uma das empresas que o público deveria conhecer.

Harlan Breeding
Após seus planos terem sido rejeitados duas vezes devido a forte oposição, a Yorkshire Evergreen (B&K Universal) ganhou recentemente a aprovação para criar uma unidade em East Yorkshire que irá confinar beagles e furões para serem reproduzidos para experimentos em laboratórios. Esta empresa será a segunda do tipo em Cambridgeshir, onde cerca de 3.000 beagles são procriados e vendidos para laboratórios a cada ano, e nascem com o único propósito de se tornarem objetos de teste para diversos laboratórios.

Os que apoiam essas instituições insistem na ideia de que reproduzir os cães no local é mais fácil e permite uma melhor qualidade de cuidados que se eles tivessem que ser “importados” do exterior.

De acordo com um porta-voz da nova unidade, “Nossos animais não são criados para uma vida de sofrimento. A vasta maioria dos procedimentos de nossos clientes envolve nada mais que uma injeção ou aditivos alimentares. Nenhuma dor é envolvida”.

Obviamente, esta declaração difere inteiramente de uma declaração emitida pela organização Abolition of Vivisection, que alertou: “Beagles podem ser forçados a ingerir produtos químicos e drogas em cápsulas ou via tubos plásticos inseridos em suas bocas, diretamente em seus estômagos ou amarrados em uma série de fios durante horas, enquanto substâncias são bombeadas direto em suas correntes sanguíneas. Animais podem sofrer efeitos adversos que resultam em vômito, diarreia, perda de peso e letargia. Alguns cães podem ficar tão doentes que, se não morrem, são induzidos à morte”.

O Conselho de Pesquisa Médica insiste que, pela lei, esses cães são essenciais para o processo de experimentação antes que sejam feitos os testes em humanos, e que é o “melhor que se tem hoje”. A verdade é que muitas empresas usam atualmente uma enorme variedade de alternativas aos testes em animais que incluem métodos “in vitro” (culturas celulares e de tecidos), células-tronco, micro-dosagem (testes em humanos), modelos computadorizados e simulações.

Essas companhias teimam em argumentar que oferecem aos seus animais a melhor qualidade de tratamento, algumas indo tão longe ao insinuar que os animais em seus laboratórios são mais felizes que os cães que vivem em lares amorosos. Contudo, essas instituições raramente comentam ou expõem o modo como os animais sob seus cuidados são tratados, ou de que forma os testes são realizados. Havemos de nos preocupar, pois se eles não querem que vejamos o que acontece por trás de suas portas, como isso pode ser algo bom?

Conscientização
O que há de mais perturbador é o fato de que esses beagles são, por natureza, criaturas dóceis e companheiros leais, virtudes que são exploradas pelos laboratórios no sentido de facilitar suas pesquisas.

Como podemos justificar a continuidade da cruel experimentação animal quando já alcançamos inúmeros progressos científicos que nos permitem uma infinidade de alternativas?

Apesar da abolição total do uso de beagles em laboratórios estar longe de ser uma realidade, pelo menos no futuro próximo, há muitas organizações trabalhando para criar uma vida melhor para os animais submetidos a viver em laboratórios. A Beagle Freedom Project é uma maravilhosa organização que ajuda a assegurar um futuro melhor para animais explorados em laboratórios.

Essa incrível organização trabalha junto a laboratórios para realocar cães e outros animais que são liberados após serem usados em testes. O grupo vem até mesmo trabalhando para fazer aprovar uma lei que determine a obrigatoriedade da aposentadoria desses animais após as pesquisas terem sido concluídas – e já ajudou a aprovar uma lei desse tipo na Califórnia.

Fonte: ANDA

Estados unidos ONG processa universidade por ocultar dados sobre cão usado em pesquisas

Foto: Identity Campaign

A ONG Animal Rescue, Media & Education entrou com uma ação contra a Universidade Stony Brook, para forçá-la a liberar imagens de um cão que foi usado em seu laboratório de pesquisas.

Segundo o SB Statesman, a organização, também conhecida como “Beagle Freedom Project” e baseada na Califórnia, levou o caso à Suprema Corte do condado de Suffolk no início de Setembro, declarando que a universidade forneceu uma resposta “deficiente” para uma solicitação de abertura de registros sobre um cão conhecido como Quinn.

Conforme publicado anteriormente pela ANDA , a Beagle Freedom Project lançou uma ferramenta online chamada Animal Finder, em Março desse ano, para permitir que as pessoas adotassem “virtualmente” cães e gatos que são usados em instalações de pesquisas.

Esses adotantes virtuais não podem de fato levar os animais para casa, mas a organização envia aos participantes documentos em forma de cartas para que eles possam solicitar relatórios detalhados sobre a saúde desses animais e todos os protocolos utilizados. Os quatro cães que são usados pela Stony Brook estão listados no Animal Finder, e todos foram “adotados”.

A Lei de Liberdade de Acesso à Informação de Nova York ( “FOIL”), permite ao público solicitar acesso a registros de agências governamentais, incluindo universidades públicas como a Stony Brook. A universidade também tem o dever de reportar o seu uso de animais em pesquisas ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

O pedido pelos registros de Quinn foi preenchido por Melissa Andrews, residente do Maine, no dia 25 de Março. Ela nomeou o cão, cujo código de identificação foi o “CEEMCF”.

A queixa que foi ao tribunal diz que no dia 8 de Abril, a Stony Brook forneceu somente cinco páginas dos registros de Quinn em resposta à solicitação de Andrew.

“De fato, em resposta a pedidos similares, outras universidades públicas do estado, que são governadas pelas mesmas leis federais, produzem relatórios muito mais completos que o que foi disponibilizado pela Stony Brook nesse caso”, diz a denúncia. “Em muitos casos, essas instituições forneceram relatórios com centenas de páginas para um só animal”

A petição também diz que a Stony Brook redigiu impropriamente, ou apagou, partes dessas cinco páginas.

Andrews interpôs recurso em 23 de Abril no escritório oficial de apelações da Universidade de Nova York que trata da lei de acesso à informação, que negou o rescurso no dia 8 de Maio.

Lauren Sheprow, porta-voz da Universidade Stony Brook, disse em um e-mail que a universidade não pode comentar sobre o litígio.

Fonte: ANDA