ERC dá parecer negativo a projeto de lei do BE sobre transmissão televisiva de touradas

Parte integrante da herança cultural lusa? – Mas a ERC está doida, ou quê?!
Nesta frase está sub-entendido que todos os portugueses gostam de touradas. E tal não é verdade.
Sou português, e odeio touradas. E como eu, a maioria dos portugueses.
Em segundo lugar. Se a tourada fosse cultura, toda a violência do homem contra o próprio homem, seria igualmente cultura.
Cultura são todas as manifestações que respeitam o bem-estar, a vida de qualquer ser sensível; humano e não-humano.
Cultura, são todas as manifestações que ensinam a empatia, a bondade, a amizade, o amor, a compaixão e o altruísmo. E não a violência, a selvajaria, a psicopatia, como é o caso das touradas!

ERC tenha vergonha.
Não se preste ao papel de estar ao lado de uma actividade ignóbil; violenta; barbará; assassina; psicopata e macabra!

Mário Amorim


A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) emitiu um parecer desfavorável ao projeto de lei do BE para que a transmissão televisiva das touradas seja em horário tardio, considerando que estas são “parte integrante da herança cultural lusa”.

ERC dá parecer negativo a projeto de lei do BE sobre transmissão televisiva de touradas

Agora; atentem a esta passassem: No parecer, a que a agência Lusa teve hoje acesso (e que está datado de quarta-feira), a ERC considera ainda que os espetáculos tauromáquicos “não são sequer suscetíveis de influir negativamente na formação da personalidade das crianças e de adolescentes”, não havendo por isso “quaisquer impedimentos legais à sua transmissão”.


Sinceramente!

O papel que a ERC está a fazer mete nojo.

Qualquer prática violênta, seja contra animais-humanos, ou contra animais não-humanos, tem graves consequências psíquicas nas crianças e jovens que a vêm. A violência, no caso, a violência da tauromaquia tem graves consequências psíquicas nas crianças e jovens que a vêm, e nas crianças e jovens que a praticam.

Que vergonha, ERC, ter uma afirmação como esta, que não corresponde à realidade!


Em declarações à agência Lusa, a deputada do BE Maria Manuel Rola criticou este parecer por considerar que “é bastante parcial, abusando até na interpretação da própria Constituição”.

Para a deputada bloquista, a ERC, ao dizer que as “corridas de toiros à portuguesa constituem uma parte integrante da herança cultural lusa, que o Estado tem a incumbência de promover e proteger”, está a “adotar uma posição ideológica relativamente às touradas”.

A ERC foi chamada a pronunciar-se sobre o projeto de lei bloquista que pretende designar “espetáculos tauromáquicos como suscetíveis de influírem negativamente na formação da personalidade de crianças e adolescentes”, devendo ser acompanhados “da difusão permanente de um identificativo visual apropriado” e só podendo ser transmitidos entre as 22:30 e as 06:00.

A entrada em vigor desta proposta do BE, segundo a entidade, “representaria uma compressão injustificada da liberdade de programação dos operadores televisivos”.

No parecer, a entidade considera que, apesar de a atual iniciativa se mostrar “bem menos ambiciosa” do que aquela que o BE apresentou em 2015 sobre touradas, nem por isso justifica, “quer em razão da sua substância, quer de todos os motivos que a enformam”.

Na opinião de Maria Manuel Rola, o BE “não está a querer condicionar a exibição de touradas, mas apenas a fazer com que estas sejam transmitidas em horários que protejam as crianças”, considerando que a “ERC parece irremediavelmente capaz de ser satisfeita”.

Na exposição de motivos do projeto de lei do BE é referido que “são vários os estudos académicos que têm, de forma sustentada, demostrado os efeitos negativos das crianças e adolescentes assistirem a touradas na formação da sua personalidade”, dando o exemplo de um estudo do Departamento de Psicologia Clínica de Madrid.

Fonte: SAPO24

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«SANTA MARIA DA FEIRA ESTÁ LIVRE DE TOURADAS»

«A Assembleia Municipal aprovou, por unanimidade, uma moção do Bloco de Esquerda que declara o concelho como livre de touradas»

Eis uma medida inteligente, que deveria ser seguida pelos autarcas que ainda mantém a selvajaria activa nos municípios civilizacionalmente ainda muito atrasados.

E se pensam que BANIR a barbárie não dá votos, estão redondamente enganados. O povo está farto de selvajaria tauromáquica.

Existem divertimentos muito mais condizentes com a essência humana.

img_797x448$2017_06_27_13_42_59_238355.jpg  Foto: Rafaela Cadilhe

«A Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira aprovou por unanimidade, esta segunda-feira, uma moção do Bloco de Esquerda (BE) que declara o concelho como livre de touradas, garantiu fonte partidária, segundo avançou a agência Lusa.

A proposta surgiu depois da polémica referente a um anúncio de uma corrida de touros – prevista para terrenos privados – que não ocorreu devido a um processo judicial da autarquia, que não licenciou o evento.

A moção do Bloco de Esquerda representa uma evolução em relação a um documento idêntico chumbado há cinco anos pelo PSD – também do BE.

O concelho tem que ser firme e declarar-se município livre de touradas, para passar a mensagem clara de que em Santa Maria da Feira não será permitida a realização desses eventos ou outros que explorem a violência e o sofrimento animal“, pode ler-se no documento avançado pela referida fonte.

Este é o momento de escolher a cultura contra a violência, o entretenimento contra o sofrimento. Por isso entendemos que a realização de espectáculos que impliquem o sofrimento físico ou psíquico de animais não pode ser alvo de apoio institucional, ou seja, nenhum recurso ou apoio público pode contribuir para este tipo de práticas“, sublinha a moção do partido.

Moisés Ferreira, deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal da Feira, explica que poucas coisas irão mudar em termos práticos, porque “a Lei Portuguesa continua a não proibir as touradas e a Câmara não pode actuar contra a legislação nacional”.

Contudo, o deputado acredita que a medida poderá surtir um efeito desencorajador nos promotores privados. “O reconhecimento público do concelho como município livre de touradas terá um efeito desmotivador, levando os promotores a evitarem a organização de eventos do género no território“, defende o Moisés Ferreira.

Fonte:
(SÁBADO online,,onde se escreve em BOM PORTUGUÊS)

 http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/santa-maria-da-feira-esta-livre-de-touradas

Fonte: Arco de Almedina

«MINISTÉRIO PÚBLICO ABRE INQUÉRITO A “TOUROS DE FOGO” NAS FESTAS DE BENAVENTE»

«Autarquia lamenta o sucedido e diz que o animal não ficou ferido. Bloco de Esquerda e PAN exigem esclarecimentos.»

A autarquia de Benavente justifica a barbárie dizendo que o touro não ficou ferido?

Dizer isso demonstra uma ignorância crassa. Apetece-me dizer, porque isto tira-me do sério, que se ateassem fogo às HASTES (e estou a ser educada usando um vocábulo civilizado) dos autarcas que disseram esta barbaridade, eles também não ficariam feridos, muito pelo contrário, até agradeciam, porque ter as HASTES a arder é divertidíssimo!!!!

Tenham paciência, que sejam parvos, nada contra, mas não queiram fazer os outros de parvos.

E atenção! As “picarias” também se realizaram, e também são ILEGAIS.

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Foto: Facebook IRA

«O Ministério Público abriu um inquérito crime sobre os “touros de fogo“, actividade que se realizou nos dias 22 e 23 durante a Festa da Amizade, em Benavente.

Numa resposta enviada à agência Lusa, a secção de Benavente do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) – comarca de Santarém – anuncia que foi determinada a “abertura de inquérito para efeitos de investigação da eventual prática de crime relacionada com a actividade “touros de fogo“.

Na investigação, o Ministério Público é coadjuvado pela GNR.

BE e PAN exigem esclarecimentos

O Bloco de Esquerda (BE) questionou o Governo sobre os “touros de fogo” nas festas de Benavente, uma prática “evidentemente ilícita e alvo de justa indignação”.

O BE quer saber, através do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, se estavam presentes forças policiais no evento, se tentaram impedir o acto ilícito e que medidas estão as entidades competentes a desenvolver para identificar os responsáveis pelo acto e para a sua responsabilização.

O PAN – Partido dos Animais e Natureza dos Animais e da Natureza já questionou a ministra da Administração Interna sobre o sucedido nas festas de Benavente.

“Apesar das várias interpelações do partido e de outras entidades aos órgãos de polícia criminal, estes alegadamente estiveram presentes no local das festividades e nada fizeram para impedir a tentativa ou consumação desta prática ilícita e atentatória do bem-estar e da integridade física do animal”, pode ler-se na página no Facebook do partido.

Um grupo de populares colocou fogo nos chifres de um touro, na madrugada do último sábado, denunciou o PAN e vários populares nas redes sociais, vendo-se imagens do animal com os chifres em chamas.

Autarquia lamenta o sucedido e diz que o touro não ficou ferido

A actividade “touros de fogo” consta do programa da Festa da Amizade, na página na Internet da autarquia, mas o presidente da Câmara disse à agência Lusa que foi retirada depois de um parecer desfavorável da Direcção-Geral de Veterinária.

Carlos Coutinho explica que a actividade havia sido colocada no programa sem conhecimento prévio do município, que apoia a festa organizada pelas comissões da Sardinha Assada e da Picaria, tendo quinta-feira sido decidido cancelá-la, depois de ser reconhecido que esta não é uma tradição do concelho e de ser recebido o parecer da Direcção-Geral de Veterinária, pedido pelos organizadores.

O autarca argumenta que o incidente ocorrido na madrugada de sábado, durante a festa que decorreu no final da semana na vila, não se enquadra no chamado “touros de fogo” que se pratica em Espanha, em que são colocados nos cornos do touro panos embebidos num líquido inflamável posto a arder enquanto o animal corre num espaço aberto, provocando queimaduras e ferimentos.

“O que aconteceu não foi ’touros de fogo’. Algumas pessoas decidiram colocar uma pequena estrutura em ferro acoplada aos cornos de um touro, onde colocaram pequenos foguetes usados nos bolos de aniversário que arderam durante 30 ou 40 segundos. Não provocou qualquer ferimento no animal, ao contrário do que sucede em Espanha”, disse Carlos Coutinho, que lamentou o sucedido.»

Fonte:

http://rr.sapo.pt/noticia/87282/ministerio_publico_abre_inquerito_a_touros_de_fogo_nas_festas_de_benavente

***

 Senhor Carlos Coutinho, mais valia ter ficado CALADO.

Justificar um crime deste modo tão básico, não lembraria nem ao mais analfabeto cidadão de Benavente.

Sabemos que estamos em ano de eleições autárquicas, mas isso não deve servir para o “vale tudo” com o objectivo de angariar votos de um povo muito dado à selvajaria tauromáquica, que permanece inculto, graças ao apoio da autarquia.

Além disso, ainda há o crime das “picarias” que se realizaram, apesar de serem uma actividade também ilícita.

Mas aqui nem sequer está em causa a ilicitude da barbárie. Está em causa acções próprias de um povo primitivo e encruado, desadequadas ao século XXI da era cristã.

Benavente está no rol das localidades mais atrasadas civilizacionalmente.

Uma autêntica vergonha!

Touradas vão continuar a receber dinheiro nos Açores

Socialistas lembram que as touradas à corda e de praça são uma tradição secular em algumas ilhas do arquipélago.

A Assembleia Legislativa dos Açores chumbou uma proposta do Bloco de Esquerda que pretendia acabar com os apoios públicos às touradas realizadas no arquipélago.

A proposta, apresentada pela deputada Zuraida Soares, suscitou dúvidas aos restantes partidos, uma vez que o diploma falava apenas em “condicionar o apoio institucional à realização de espectáculos que infrinjam sofrimento físico ou psíquico ou provoquem a morte de animais”.

Nuno Menezes, da bancada socialista, lembrou que as touradas à corda e de praça são uma tradição secular em algumas ilhas do Açores, como é o caso da Terceira, de São Jorge e da Graciosa.

“Pergunto, por isso, senhora deputada, o que acha que nós não devemos então apoiar, se as touradas de praça, se as touradas à corda, se os bolos de leite, se as cavalhadas”, questionou o parlamentar socialista.

Artur Lima, líder parlamentar do CDS, considerou a proposta do BE “eleitoralista” e “populista” e de pretender “acabar” com as tradições de tourada à corda nos Açores.

“O que fica claro é que o Bloco de Esquerda é contra a tourada à corda e é contra as tradições populares e a cultura de um povo”, apontou o parlamentar centrista em tom exaltado.

Perante as insistências, Zuraida Soares acabou por esclarecer que a intenção do seu partido não é “acabar com as touradas” mas apenas com os apoios públicos a espectáculos “com fins comerciais”, fazendo-se acompanhar de fotografias, em tamanho A3, com touros a sangrar, utilizados em espectáculos tauromáquicos.

A proponente garantiu que as touradas à corda estão excluídas deste diploma, mas Aníbal Pires, do PCP, considerou que esse objectivo não está claro no articulado.

“Se, de facto, aquilo que pretende é excluir as touradas à corda do âmbito deste diploma, devia ser mais explícita”, sugeriu o deputado comunista.

Mas Judite Parreira, da bancada do PSD, lembrou que acabar com os apoios às touradas, como propõe o BE, não significa acabar com as touradas.

“A senhora vem aqui, como Pilatos, lavar as mãos, como se o problema fosse os apoios institucionais, ou seja, se não há apoios, não faz mal haver touradas. Faz mal é se houver apoios”, ironizou a deputada social-democrata.

Paulo Estevão, do PPM, acusou, por seu lado, a proposta do Bloco de ser “eleitoralista” e “absolutamente hipócrita”, e de estar a tentar fazer um aproveitamento de uma matéria considerada “sensível” para muita gente no arquipélago.

O secretário regional da Educação e Cultura, Avelino Meneses, garantiu em plenário, que o executivo socialista não atribuiu apoios públicos a espectáculos tauromáquicos nos últimos anos, concluindo que a proposta acaba por não fazer sentido.

Mas a depurada do BE fez entregar na Mesa da Assembleia, uma listagem de portarias, publicadas entre 2004 e 2014 no Jornal Oficial da Região, com “dezenas e dezenas de milhares de euros” de subsídios atribuídos a entidades ligadas à tauromaquia nos Açores.

A proposta do BE acabou chumbada por quase todos os partidos com assento parlamentar, à excepção de cinco deputados do PS, que votaram a favor (quebrando a disciplina de voto) e dois que se abstiveram.

Só na ilha Terceira, realizam-se anualmente, cerca de uma dezena de touradas de praça e perto de 250 touradas à corda” em todas as freguesias.

Fonte: Renascença

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Simplesmente uma vergonha!
A tauromaquia só existe em Portugal, graças aos 16.20.000.000 de € anuais que recebe, do Estado, das Câmaras Municipais e da União Europeia.
No dia que a torneira dos subsídios fechar, a tauromaquia termina, pois ela, sem esses subsídios, não se aguenta. Aliás; a tauromaquia ainda existe, em Portugal, em pleno século 21, para isso mesmo. Para anualmente sacar muitos milhões de € subsídios, para encher as contas bancárias de Psicopatas!

Mário Amorim

BE: Ir ao congresso do MPLA revela “transigência” com governação angolana

BE: Ir ao congresso do MPLA revela “transigência” com governação angolana

José Manuel Pureza, dirigente do Bloco de Esquerda, diz que os partidos que vão ao congresso do MPLA “assumem a responsabilidade dessa escolha”. E não podem vir, depois, pedir liberdade de expressão em Angola.

(Nota: esta foto do José Manuel Pureza, não é a original do artigo. Tive de a colocar, porque a do artigo não aparece)

Por Bruno Simões – Jornal de Negócios

O Bloco de Esquerda não vai estar representado no congresso do MPLA, que começa esta quarta-feira em Luanda e decorre até ao próximo sábado. O dirigente José Manuel Pureza (na foto) diz ao Negócios que se trata de uma questão de “coerência”. E defende que a presença dos quatro partidos portugueses em Luanda, entre os quais o PS e o PCP, “parceiros” da geringonça, é um gesto que revela “transigência” com a governação angolana.

“Temos vindo a criticar de uma maneira aberta, clara e frontal a opressão que existe em Angola, e manifestado solidariedade por quem tem sido preso por ler livros e outras coisas perigosas desse tipo”, afirma, descrevendo Angola como um “Estado ditatorial” onde existe “falta de liberdade”. Por isso, “não faria qualquer tipo de sentido” que o Bloco de Esquerda marcasse presença no congresso – aliás, nem houve convite nesse sentido.

E os quatro partidos que vão lá estar – nomeadamente PS e PCP, mas também PSD e CDS? “Cada partido escolhe as alianças internacionais que quer fazer, mas depois não pode vir com o discurso da defesa da liberdade de expressão em casos como o do Luaty Beirão. Esse gesto revela transigência com a governação em Angola”, assinala Pureza. “Quem faz estas escolhas, quem prefere ter uma relação amiga com o MPLA é responsável por essa escolha”, nota.O ex-vice-primeiro-ministro Paulo Portas também vai ao congresso, tendo recebido um convite a título pessoal.

O congresso do MPLA terá lugar no Centro de Conferências de Belas, nos arredores da capital angolana, e terá como principal objectivo analisar os “desafios que se colocam aos angolanos e ao partido nos próximos tempos”, dedicando também “uma atenção muito particular ao momento que o país está a viver”, nomeadamente a nível económico, com a crise provocada pela queda dos preços do petróleo.

O presidente de Angola anunciou que vai deixar a liderança do país em 2018, pelo que este congresso poderá ser importante para perfilar o seu sucessor.

Fonte: Sabado.pt

PS, PSD, CDS/PP E PCP CONTINUARÃO A USAR OS IMPOSTOS DOS PORTUGUESES PARA FINANCIAR A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

O BE, o PEV e o PAN consideram que os dinheiros públicos não deveriam financiar a violência e a crueldade destas actividades.

Mas os restantes partidos, com os pés fincados na Idade da Pedra, voltaram as costas à vontade do povo, e uma vez mais perderam a oportunidade de apanhar o comboio da Evolução.

«Não queremos financiamentos públicos para a Tauromaquia!

A tauromaquia transformou-se num sorvedouro de dinheiro público, que retira oportunidades a áreas bem mais determinantes na nossa sociedade como a saúde, a educação ou a investigação.

Devemos ser equidistantes o suficiente para saber que não deve ser o dinheiro público a suportar uma actividade que é controversa, que implica violência e sofrimento gratuitos sobre animais apenas por entretenimento, que contraria a mais recente legislação europeia e o desenvolvimento uma sociedade sadia e que, de resto, a maioria dos portugueses não aceita e não apoia.» (André Silva in Facebook.)

Hoje, pudemos constatar que Portugal não vive num regime democrático, pois se vivesse, a vontade de mais de 30 mil Portugueses, expressa numa petição, onde se pedia o fim de subsídios, desviados dos impostos que todos pagamos, para a tauromaquia, tinha sido levada em conta. Pois numa democracia, o que conta é a vontade do povo, e não a vontade de uma minoria inculta e inútil, que comanda esses partidos.

Prevaleceu a ditadura do lobby tauromáquico instalado num órgão do governo. Um lobby, representado pelo PS (salvo uma e outra excepção), PSD, CDS/PP e PCP.

O lobby tauromáquico esteve no melhor do seu pior, ao mostrar ao mundo o seu especismo, a sua falta de sensibilidade e bom senso, a sua assustadora e terrífica vocação para a violência e crueldade gratuitas.

Perdeu-se uma batalha mas não a guerra.

Esses partidos estão a ficar cada vez mais isolados.

As vozes de protesto crescem, e cresce também o apoio aos partidos evolucionistas BE, PEV e PAN.

O PS, PSD, CDS/PP e PCP estão a fazer a cama onde irão deitar-se desconfortavelmente, mais dia, menos dia.

E isto não é uma profecia.

É uma certeza.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

 

BE contra tourada em Oliveira do Bairro

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O Bloco de Esquerda vem a público tomar posição contra a realização de uma tourada em Oliveira do Bairro e mostra-se solidário com a manifestação que está a ser agendada para as imediações da praça desmontável.

Para o BE, a Câmara Municipal de Oliveira do Bairro ao investir 13 mil euros na realização de uma tourada na ExpoBairrada está a derperdiçar dinheiro público. Mas a raiz do protesto está no no “apoio público a um ato de barbárie”.

“Os 13 mil euros que a autarquia entregou por ajuste direto à empresa tauromáquica demonstram que a tourada apenas é possível com recursos a financiamento público. O Bloco considera que a população ficaria mais bem servida se essa verba fosse atribuída aos serviços públicos em Oliveira do Bairro”.

Fonte: terranova.pt


Deu há pouco na SIC, no jornal da noite, uma reportagem sobre protestos contra a tourada, hoje realizada, em frente à praça de touros desmontável, em Oliveira do Bairro. Já a procurei para postar aqui, mas não encontrei.

É repugnante uma autarquia, gastar 13.000 euros para financiar um espectáculo hediondo, brutal, cruel e assassino, que é criado e praticado, por assassinos, torturadores, psicopatas, sociopatas, quando deveriam era utilizar esses 13.000 euros, para ajudar pessoas que precisam, para financiar, por exemplo, lares da terceira idade.

É uma vergonha!

Mário Amorim