Quem respeita o touro e o cavalo, não vai ao Campo Pequeno!

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No principal antro da crueldade, em Portugal, o Campo Pequeno, realizam-se concertos; festa do lego; festas das televisões, e outros espectáculos, para além do espectáculo bárbaro e cruel, chamado tourada.

E quem lá vai ver um desses espectáculos, não quer saber que lá acontece barbaridade, crueldade, tortura. Não quer saber que o Campo Pequeno, está impregnado de sangue e de sofrimento de seres sensíveis.

No que me diz respeito, jamais entrei no Campo Pequeno, e jamais lá entrarei.
Aliás; seja do Campo Pequeno, ou não. Não quero, se quer aproximar-me de uma praça de touros, ainda em actividade tauromáquica. Não sou e não serei, jamais, capaz disso.

Por isso; até me arrepia, só em pensar, que existem pessoas que no Campo Pequeno, aplaudem, num qualquer espectáculo de musica, ou com musica. Pois essas pessoas, ao aplaudirem, num desses espectáculos, sem pensar nisso, não estão a aplaudir o espectáculo que estão a ver. Mas sim a crueldade, a tortura, física e psicológica que lá acontece, para com o touro e o cavalo.

BASTA DE CRUELDADE, DE TORTURA, DE SOFRIMENTO, NAS PRAÇAS DE TOUROS PORTUGUESAS!
BASTA DE TOURADAS EM PORTUGAL!

Mário Amorim

 

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A VERDADEIRA ESSÊNCIA DA TAUROMAQUIA

Apenas os sádicos aplaudem o sofrimento ao vivo de um ser vivo, de um animal como eles…

Como eles?

Não, não como eles….

O Touro, este Touro que vemos em agonia, neste vídeo, para divertimento de monstros, é muito mais DIGNO, muito mais RACIONAL, muito mais HUMANO do que todos os tauricidas juntos.

E é a isto que chamam “arte” e “cultura”…

Nem no mais atrasado planeta do Universo, isto será arte ou cultura…

Nem o mais primitivo homem das cavernas era tão cruel e irracional quanto estes trogloditas do terceiro milénio depois de Cristo.

Fonte: Arco de Almedina

A tauromaquia em Portugal e nos restantes sete países onde ainda existe

Sondagem A favor ou contra a tauromaquia

Sondagem Abolição da tauroma em Portugal, sim ou não

Por muito que os Pró-touradas não o aceitem, a verdade é que a tauromaquia em Portugal e nos restantes países onde ainda existe, está em claro declínio, está a caminho da abolição!

Os Pró-touradas não o querem aceitar. Mas quer em Portugal, quer nos restantes sete países, cada vez são mais as pessoas, que vêm a tauromaquia, por aquilo que ela é, um espetáculo de horror, um espetáculo bárbaro.

Nos oito países onde a tauromaquia ainda existe, cada vez são mais as pessoas, que não aceitam que dois seres sensíveis sejam barbaramente torturados, física e psicologicamente, para que uma cada vez mais reduzida minoria se possa divertir.

A barbaridade não é diversão.

Por outro lado, ao contrário do que os pró-touradas afirmam, a tauromaquia não é uma tradição, pois a violência não é tradição, a barbaridade não é tradição. O que é tradição, é uma prática que transmite bons sentimentos ás pessoas. A tradição é uma prática que transmite ás pessoas sentimentos como bondade; compaixão e altruísmo. Por tanto; nenhuma prática que não transmita sentimentos como bondade; compaixão e altruísmo, e que transmita violência, é tradição.

A consciência de tudo isto, vai sendo cada vez mais crescente nos oito países onde a tauromaquia ainda existe. A consciência de tudo isto vai afastando cada vez mais pessoas, da barbárie que acontece nas praças de touros.

Devido à cada vez maior tomada de consciência de tudo isto, a tauromaquia está cada vez mais perto de abolição, em Portugal, e nos restantes sete países, onde ainda existe!

Mário Amorim

«SANGUE NA AREIA» – A TOURADA VISTA COM OLHOS DE VER

UMA ACTIVIDADE SANGUINÁRIA, MACABRA, CRUEL, VIOLENTA, MONSTRUOSA…

É ISTO QUE OS GOVERNANTES PORTUGUESES PROMOVEM

Isto é Espanha? É. Mas nós cá temos Barrancos, Monsaraz e mais 40 municípios carniceiros

UMA VERGONHA!

https://www.facebook.com/europaagainsttorodelavega/videos/1100041910007690/

Bulls Defenders United

“BLOOD IN THE SAND” An excellent new documentary against bullfights, by the American photographers Charlie Mahoney and Axel Cipollini ! Contact: axelcipollini.com charliemahoney.net

REALIDADE…

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As pessoas que desde muito novas são educadas no ceio familiar para a tauromaquia, são educadas para a violência. São educadas para a barbárie. São educadas para ver o touro e o cavalo, como objectos. Transformam-se em pessoas insensíveis. Transformam-se em pessoas sem piedade. Transformam-se em pessoas que não são capazes de perceber que o touro e o cavalo, têm o mesmo direito que eles, de serem felizes. Transformam-se em pessoas que não são capazes de perceber que o touro e o cavalo, têm todo o direito à liberdade, na natureza, no campo; em paz e sossego, desde o seu nascimento à sua morte.

Mas ainda assim, há casos de pessoas, que embora tenham sido educadas pela família para a tauromaquia, vêm mais tarde a perceber que a tauromaquia não é nada daquilo que desde muito novas lhes incutiram e afastam-se totalmente da tauromaquia. O António Moreno é um desses exemplos.

Antonio Moreno – Presidente do Cacma – No Parlamento da Catalunha, em 2010

O António Moreno é o exemplo de uma pessoa que nasceu e cresceu no mundo da tauromaquia, mas que mais tarde, aos 35 anos, se apercebeu da barbaridade da tauromaquia e se afastou completamente da tauromaquia, passando a ser um dos principais activistas contra a tauromaquia de Espanha. Aliás, ele foi o fundador do Partido Animalista CACMA.

A realidade da tauromaquia, é uma realidade violenta. É uma realidade bárbara!

Tourada. Realidade Cruel e Bárbara em Portugal

Mário Amorim

EM 1926 JÁ ÉRAMOS O «REINO CADAVEROSO, O REINO DA ESTUPIDEZ»

Em 1926, António Sérgio já dizia: «Não nos iluda a existência de portugueses excepcionais, que se educaram nos laboratórios e nas leituras dos estrangeiros. A cultura crítica não impera ainda em Portugal. Somos o Reino Cadaveroso; somos o Reino da Estupidez.

Em 2015, a cultura crítica ainda continua a não imperar em Portugal. Continuamos a ser o Reino Cadaveroso, o Reino da Estupidez tal como o classificou António Sérgio, um iluminado pensador, pedagogo e político português (1883-1969).

A cultura crítica dá-nos legitimidade de utilizar as palavras certas de acordo com as circunstâncias. Por isso, António Sérgio aplicou os vocábulos “cadaveroso” e “estupidez” para designar o “reino” de Portugal da época em que viveu…

Não se admirem, pois, os leitores do Arco de Almedina, que a sua autora utilize palavras rudes para dizer da imbecilidade que é a selvajaria tauromáquica

Isto aconteceu em Portugal, durante a Feira de Maio 2011, na Azambuja: a violenta colhida de uma criança. Apesar da gravidade do acidente, a festa prosseguiu normalmente e o caso foi abafado. Em 2015 já ninguém se lembra da criança gravemente ferida, e continuam a divertir-se do mesmo modo imbecil

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Isto acontece em Azambuja, mas também em outros municípios portugueses (felizmente uma minoria, num universo de 308) que têm um atraso civilizacional acentuadíssimo, e acoitam uma dita “festa” que durante séculos foi “brava” e hoje é simplesmente parva, e nos quais vagueia uma parcela de população ainda muito primitiva e bronca, marcada por uma ignorância arreigada, e a qual se recusa a evoluir.

Esses municípios são os seguintes: Alandroal, Albufeira, Alcácer do Sal, Alcochete, Almeirim, Alter do Chão, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Barrancos, Beja, Benavente, Cartaxo, Coruche, Cuba, Estarreja, Fronteira, Golegã, Lagoa, Lisboa, Moita, Monforte, Montijo, Moura, Pombal, Portalegre, Ponte de Lima, Póvoa de Varzim, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Sabugal, Salvaterra de Magos, Santarém, Setúbal, Sousel, Tomar, Vagos, Velas, Viana do Alentejo, Viana do Castelo, Vila Franca de Xira, Vila Nova da Barquinha, Vila Nova de Poiares.

 

Isto em Portugal continental.

A Ilha da Madeira está limpa.

O Arquipélago dos Açores é a vergonha das Ilhas do Atlântico, com vários municípios ainda bastante atrasados, e que recusam a civilização: Angra do Heroísmo (Ilha Terceira), Calheta, Praia da Vitória e Santa Cruz da Graciosa.

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As “pessoas” que nestes municípios defendem a TORTURA de um animal para se divertirem, não podem ser consideradas GENTE. Se fossem GENTE não se divertiriam com a tortura de um animal. Obviamente.

E a tortura de uma animal começa logo com a retirada dele dos pastos. Ponto final. Tudo o resto que se segue é do foro da insanidade mental.

Essas “pessoas” não passam de fósseis, que nasceram com cérebros mirrados, onde nada do que pertence á modernidade jamais entrará.

Não se dão conta da figura de IDIOTAS que fazem.

Vivem na Idade do CALHAU, e acham que a Festa Parva, a que eles chamam ”brava” (designações do meu amigo Arsénio Pires, com as quais concordo), é “cultura”, e nesse estado primitivo e insano morrerão.

O que não sabem é que terão de pagar muito cara a crueldade que cobardemente derramam pelas ruas e nas arenas, contra seres vivos totalmente indefesos.

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/em-1926-ja-eramos-o-reino-cadaveroso-o-556577

Esta é a realidade nos circos com animais

Esta é a realidade nos circos com animais. 

Denuncia de um ex funcionário de um circo, da realidade nos circos com animais.

STOP CIRCUSES WITH ANIMALS

“No meu primeiro dia com o circo, eu testemunhei a crueldade animal. Eu vi um elefante sendo espancado no que parecia ser uma ação disciplinar. A batida foi tão grave que o elefante gritou.”

-Kelly Tansy (ex-funcionário Ringling Bros Circus)

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Por isso, quem é conivente com o Circo com animais, levando crianças ao circo, é conivente com tortura, física e psicológica. É conivente com a barbaridade que acontece, a traz da cortina.

NÃO AOS CIRCOS COM ANIMAIS!

BASTA DE CIRCOS COM ANIMAIS EM PORTUGAL E NO MUNDO!