SENHOR VEREADOR DA CM DE AZAMBUJA, ACHA QUE OS PORTUGUESES SÃO ASSIM TÃO PARVOS?

Eles não têm a noção do ridículo. Não é que tenhamos alguma coisa contra os parvos, até porquê parvos sempre os teremos entre nós, enquanto o mundo não chegar a uma etapa de evolução mais elevada.

Mas somos absolutamente contra a mania dos políticos quererem fazer de nós parvos.

O Município de Azambuja pretende “elevar” a selvajaria que vemos neste vídeo, a património imaterial, obviamente, só se for a património imaterial da mais colossal estupidez, que é uma praga urbana que se desenvolve a partir da classe política e se alastra descontroladamente por todo o País, abrangendo a população menos esclarecida.


Depois ficam muito ofendidos se dizemos que o indivíduo que ficou gravemente ferido, quando tentava puxar o rabo ao Touro, estava mesmo a pedi-las…

E como é que o município de Azambuja justifica a candidatura desta selvajaria?

Justifica-a de um modo inacreditável, apresentando um argumento socialista: a ancestralidade taurina, como se a ancestralidade de uma prática bárbara pudesse pertencer à categoria de argumento válido.

Mas o mais espantoso foi o que o vereador do pelouro da cultura (será mais a pender para a coltura) da Câmara Municipal de Azambuja, António José Matos, do muito monarquista PS (algo deveras inconcebível num partido que se diz socialista) disse em declarações à Lusa: «Foi feito um levantamento intenso e percebeu-se que já vem de há muito a nossa génese no que diz respeito à tauromaquia, no que diz respeito ao adorar o touro, à diversão com o touro, à divindade do touro. Há uma trilogia touro, cavalo e campino que representam muito daquilo que somos».

Pois senhor vereador, não duvidamos que tivessem feito um levantamento intenso, e que tivessem chegado à conclusão de que a vossa génese selvática tem uma certa ancianidade, que remonta aos finais do século XVI, quando o Rei Filipe II de Espanha, I de Portugal, introduziu este costume bárbaro monárquico no nosso País. Quanto ao resto: adorar o Touro (o que dizer se não adorassem!) divertirem-se com o sofrimento atroz do Touro, divindade ao Touro (e adora-se uma divindade atacando-a barbaramente), e trilogia de Touro, Cavalo e carrasco (de Touro e Cavalo), na verdade, isto diz muito do monumental atraso civilizacional, não só de Azambuja, como de todos os municípios alentejanos que, unicamente por interesses económicos e absolutamente nada culturais mantêm esta prática selvática.

Mas o autarca foi ainda mais longe na sua estultícia, como se todos fôssemos muito estúpidos. Disse ele que uma das particularidades do município, relativamente a outros com ligações taurinas, é que os seus habitantes “mesmo que não sejam dos mais aficionados às corridas de touros são em relação à figura do touro“.

Então não são? Eles gostam tanto, mas tanto, dos Touros, que se divertem a torturá-los com toda a brutalidade dos que não têm um pingo de bom senso e sensibilidade civilizacionais.

E o vereador da coltura de Azambuja disse mais: «Ninguém no actual executivo municipal é anti-touradas, o que também facilita a elaboração do processo de candidatura», que será submetido à Direcção-Geral do Património Cultural.

No executivo camarário de Azambuja não existe senso comum? Nem civilidade? Nem bom senso? Logo, o município de Azambuja diz que vai avançar sozinho nesta candidatura (pasmemo-nos) reivindicando particularidades e uma ancestralidade taurina, e que não sendo um concelho taurino de agora, mas de há muito tempo, está na génese dos azambujenses divertirem-se a torturar Touros, em pleno século XXI D.C.

Isto não é de mentes socialistas brilhantes!

Bem podem candidatar-se ao que quiserem, ao prémio Nobel da Estupidez, bem podem até elevar a selvajaria que se vê no vídeo a património, porque essa elevação valerá zero aos olhos do mundo civilizado, contribuirá para o empobrecimento cultural do nosso País, e deixará muito mal na fotografia o Partido Socialista, o governo português e o ancestral povo de Azambuja, os quais não acompanharam o evoluir dos tempos!

Isabel A. Ferreira


Fonte: 

https://www.publico.pt/2018/07/27/local/noticia/camara-quer-candidatar-tauromaquia-a-patrimonio-imaterial-1839345

Fonte: Arco de Almedina

Tourada Azambuja prepara candidatura para tauromaquia passar a património imaterial

Este texto contem uma pérola de hipocrisia..
Este senhor quer fazer das pessoas da Azambuja que não gostam de tauromaquia, estúpidas!


O vereador, António José Matos, espera concluir o processo até ao final do ano. O autarca reconheceu que a sua materialização “não será fácil, mas não impossível”.

Capturar-publico
O município de Azambuja justifica esta candidatura, reivindicando particularidades e uma “ancestralidade taurina”

A Câmara de Azambuja, no distrito de Lisboa, reivindica uma “ancestralidade taurina” e pretende ver a tauromaquia reconhecida como património imaterial, estando a preparar uma candidatura, disse esta sexta-feira fonte da autarquia à agência Lusa.

Em declarações à Lusa, o vereador com o pelouro da Cultura na Câmara Municipal de Azambuja, António José Matos (PS), explicou que a autarquia ribatejana espera concluir até ao final do ano o processo de candidatura da tauromaquia a património imaterial. “Foi feito um levantamento intenso e percebeu-se que já vem de há muito a nossa génese no que diz respeito à tauromaquia, no que diz respeito ao adorar o touro, à diversão com o touro, à divindade do touro. Há uma trilogia touro, cavalo e campino que representam muito daquilo que somos”, justificou.

Nesse sentido, o autarca sublinhou que uma das particularidades do município, relativamente a outros com ligações taurinas, é que os seus habitantes “mesmo que não sejam dos mais aficionados às corridas de touros são em relação à figura do touro”. “Não somos fundamentalistas, embora haja um grande sentimento de pertença ao touro”, apontou. António José Matos destacou ainda o facto de “ninguém no actual executivo municipal ser anti-touradas, o que também facilita a elaboração do processo de candidatura”.

Relativamente ao processo de candidatura, que será submetido à Direcção-Geral do Património Cultural, o autarca reconheceu que a sua materialização “não será fácil, mas não impossível”. O município de Azambuja vai avançar sozinho nesta candidatura, reivindicando particularidades e uma “ancestralidade taurina”. “Não somos um concelho taurino de agora, mas de há muito tempo. Está na nossa génese”, atestou.

Fonte: Publico

Nota: O negrito e sublinhado é da minha responsabilidade!

Um morto nas largadas de touros de Azambuja

Que tristeza 😦

Um homem, com cerca de 60 anos, faleceu na madrugada de sábado durante uma das largadas de touros da Feira de Maio, que termina esta segunda-feira, 1 de junho, em Azambuja.

Contactado pela Rede Regional, o presidente da autarquia, Luís Sousa, confirmou a morte que ocorreu quando a vítima sofreu uma forte cabeçada de um dos touros da noite na zona do coração. O impacto provocou um derrame interno na artéria aorta, um ferimento fatal para o sexagenário.

Luís Sousa lamenta esta morte, a que se juntam mais 6 feridos, 2 deles em estado grave, mas recorda que o perigo está sempre subjacente à festa brava e, nesse aspeto, diz este ano os touros têm merecido fortes elogios pela sua bravura.

A Feira de Maio de Azambuja iniciou-se na quinta-feira, dia 28 de maio, e tem sido uma das mais concorridas dos últimos anos. O presidente da autarquia fala mesmo “numa enorme adesão” a todas as iniciativas e acredita que na tarde deste domingo o cenário se vai repetir.

O momento alto deste penúltimo dia de feira (último dia de maio) vai ser a tradicional corrida de toiros à portuguesa na praça Ortigão Costa, marcada para as 17h00.

Fonte: http://www.rederegional.com/index.php/sociedades/12681-um-morto-nas-largadas-de-touros-de-azambuja

Via Marinhenses Anti-Touradas