CONTEÚDO ANDA Pescadores se vangloriam de assassinatos de tubarões em reservas

As autoridades estão alarmadas com registros e evidências de crueldade nas áreas de refúgio de tubarões em Mercury (Austrália)

Cada vez mais pescadores postam fotos dos tubarões capturados enquanto se vangloriam nas mídias sociais.

O Departamento de Indústrias Primárias, Parques, Água e Meio Ambiente alertou que a caça de “troféus marinhos” não será tolerada e poderá resultar em processos judiciais.

“Há registros crescentes de pescadores que pegam um tubarão com o objetivo de tirar fotos e se vangloriar nas mídias sociais. Algumas fotos são, obviamente, em áreas de refúgio de tubarões”, destacou o DPIPWE.

A polícia emitiu 27 multas relacionadas à prática para inúmeras infrações cometidas desde meados de 2015, incluindo a captura de tubarões em uma área de refúgio e de animais sem barbatanas dos animais em águas estaduais.

De acordo com o Mercury, os 10 refúgios de tubarões da Tasmânia estão principalmente no Sul do estado e na Costa Leste, sendo que dois ficam no Norte e no Noroeste.

Eles incluem partes de Blackman Bay, River Derwent, Fredrick Henry Bay e Norfolk Bay, D’Entrecasteaux Channel, Georges Bay, Great Oyster Bay, East Coast Waters, Mercury Passage, Port Sorell e Tamar River / kanamaluka.

O porta-voz da Tasmanian Conservation Trust, Jon Bryan, afirmou saber sobre as preocupações do DPIPWE, acrescentando que esse comportamento prejudicou a proteção dos tubarões e de habitats seguros para a espécie.

“É realmente preocupante se as pessoas estão deliberadamente atingindo essas áreas. As áreas de refúgio para tubarões estão ali para um propósito. Se isso for prejudicado por pescadores que fazem a coisa errada, eu ficaria muito preocupado. A ignorância não é uma justificativa para infringir a lei”, afirmou Bryan.

Um porta-voz do departamento informou que os oficiais têm observado atentamente os crimes relacionados aos tubarões.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Wallabies são cruelmente mortos e bebês são encontrados agarrados aos corpos das mães

Até 100 wallabies foram mortos nos terrenos do Mareeba Turf Club, no extremo Norte de Queensland (Austrália), e cuidadores de animais selvagens acreditam que eles foram atingidos com flechas

Em alguns casos, os filhotes ficaram presos nas bolsas das mães mortas após o extermínio em massa. A RSPCA começou a investigar o crime depois de, inicialmente, descobrir mais de 50 wallabies mortos na região.

Beth Stern, vice-presidente da Tablelands Wildlife Rescue, alertou a RSPCA depois de receber uma ligação de um especialista em animais selvagens que estava angustiado por encontrar os animais assassinados. “Isso tem acontecido há algumas semanas. Há cerca de 100 animais que foram mortos”, revelou.

Inicialmente, as autoridades pensaram que os animais tinham sido baleados, mas Stern afirmou que uma autópsia revelou uma realidade mais brutal.

“Descobrimos que não são tiros de armas, o veterinário acreditava que era de uma flecha. Um animal em particular foi atingido nas costas, suas costas estavam quebradas e foi espancado na cabeça. Foi uma cena horrível para as pessoas que se preocupam com animais selvagens”, enfatizou.

Cadáver encontrado na região

De acordo com a ABC, o secretário do clube Mareeba Turf, John Thurlow, confirmou a ocorrência dos assassinatos. Ele disse que uma cerca de canguru foi instalada no local há cerca de um mês.

“Estávamos permitindo que os wallabies se acostumassem com [a cerca] antes de expulsá-los. Alguém fechou esses portões e utilizou nossa nova cerca para levá-los para uma área onde poderiam atirar neles”, disse ele.

O porta-voz da RSPCA Queensland, Michael Beatty, disse que um inspetor local estava investigando os assassinatos. “Havia filhotes deixados em bolsas e alguns dos wallabies morreram nas cercas. Infelizmente, os animais não podem falar, instamos que alguém com informações se apresente”, declarou.

A polícia de Queensland e o Departamento de Proteção Ambiental e do Patrimônio também foram informados sobre os assassinatos.

Fonte: ANDA

Austrália: Encontrados vestígios de medicamentos e inseticidas em sangue de tartarugas

Vestígios de medicamentos e inseticidas foram encontrados no sangue de tartarugas-verdes da Grande Barreira de Coral, na Austrália, indicaram hoje cientistas.

Os investigadores analisaram o sangue de tartarugas que vivem ao largo de Cleveland Bay e Upstart Bay, no estado de Queensland, e nas redondezas do grupo de ilhas Howick.

A equipa de cientistas, inclusive da Universidade de Queensland, descobriu vestígios de produtos químicos usados na indústria, de medicamentos para a gota e a insuficiência cardíaca e de um inseticida.

Algumas destas substâncias podem afetar as tartarugas, em particular o funcionamento do seu fígado.

Património mundial que se estende por 2.300 quilómetros, a Grande Barreira de Coral está ameaçada pela poluição causada por dejetos agrícolas, pela proliferação de estrelas do mar que destroem os corais e pelo aumento da temperatura da água.

Fonte: 24.sapo.pt

CONTEÚDO ANDA Adolescente faz respiração boca a boca para salvar vida de cisne na Austrália

Um jovem cisne encontrado à beira da morte está se recuperando graças a um adolescente cujas ações salvaram sua vida.

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Um jovem cisne encontrado à beira da morte está se recuperando graças a um adolescente cujas ações salvaram sua vida.

Joshy Martin, de 15 anos, mora em Melbourne, na Austrália, onde sua tia Carla Penn lidera o grupo de recuperação e reabilitação de animais, Warriors 4 Wildlife.

Após receberem uma denúncia sobre um cisne preso em uma linha de pesca em um lago próximo, Joshy se ofereceu para participar do esforço de resgate.

 

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Quando chegaram ao local, a situação parecia sem solução. “O corpo sem vida, frio e rígido do cisne estava diante de nós”, escreveu o grupo online.

Porém, o movimento nos olhos da ave indicava que havia uma chance de que ela pudesse ser salva e a equipe levou-a às pressas para sua clínica.

Foi durante a viagem que Joshy fez tudo o que pôde para ajudar o companheiro. Ele realizou respiração boca a boca, trazendo o cisne de volta à vida.

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Graças às ações de Joshy, o cisne começou a respirar sozinho, segundo o The Dodo.

Ao chegar à clínica, ele recebeu oxigênio e um gotejamento intravenoso e começou sua jornada rumo à recuperação.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Austrália pode proibir realização de testes em animais pela indústria de cosméticos

O governo australiano reservou uma parcela do orçamento federal para proibir testes de cosméticos em animais no país.

Mulher passa creme no rosto. Diversos animais são vítimas da indústria de cosméticos.

O governo australiano reservou uma parcela do orçamento federal para proibir testes de cosméticos em animais no país.

A Coligação fornecerá US$ 2,1 milhões ao longo de dois anos para introduzir a proibição e fazer com que a Austrália siga a medida adotada pela União Europeia e cerca de 30 outros países.

De acordo com a ABC, atualmente nenhum laboratório de pesquisas na Austrália testa cosméticos em animais, portanto, a proibição afetará principalmente os produtos importados.

No entanto, falta definir o futuro de empresas australianas que desejam vender produtos em países que autorizam a realização de procedimentos cruéis em animais, como a China.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Galgos explorados em corridas são assassinados com a conivência de veterinários

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Seis cães jovens e saudáveis foram mortos por um explorador de galgos em Nova Gales do Sul (NSW), na Austrália.
Segundo registros internos, os assassinatos ocorrem apenas três semanas depois de o abusador obter os animais forçados a participar de corridas.

Infelizmente, este caso não é uma exceção. A ocorrência de situações semelhantes tem pressionado o NSW Greens a estabelecer penalidades mais rígidas contra veterinários e exploradores que matam galgos saudáveis.

Em 2016, a Câmara Alta de NSW votou a favor da divulgação de milhares de páginas de documentos detidos pela Greyhound Racing NSW (Corrida de Galgos de Nova Gales do Sul), o órgão responsável por governar e regulamentar a indústria.

De acordo com o The Guardian, o primeiro conjunto de documentos foi entregue no final do ano passado e um segundo volume deve ser divulgado ainda este mês, apesar das tentativas da Greyhound Racing de evitar a divulgação.

Os documentos iniciais revelaram uma série de situações em que os instrutores tentaram matar os cães.

Um deles é o do ex-treinador que matou seis animais saudáveis no nordeste do Estado. O homem cometeu o crime mesmo após receber uma oferta dos tutores anteriores para levar os cães de volta, de acordo com registros.

A equipe de inteligência do Estado foi contatada pela esposa do tutor original, que ficou “profundamente angustiada” pelas ações do ex-treinador. “A inteligência foi contatada pela tutora em 23 de junho de 2016, que estava profundamente angustiada pelo fato de que os galgos saudáveis e jovens haviam sido mortos”, registram os documentos.

Porém, os registros revelam que o casal deu os cães para o amigo que “queria entrar na indústria [de corridas]”.

A Greyhound Racing não tomou nenhuma ação contra o homem porque ele não era mais um instrutor registado e não o denunciou a outras autoridades. Um inquérito especial sobre corridas de galgos em Nova Gales do Sul descobriu que até 68 mil cães foram mortos “desnecessariamente” nos últimos 12 anos.

Relatórios mostraram que os cães são frequentemente assassinados imediatamente após as corridas no Estado.

Neste ano, 21 galgos foram mortos em pistas de corrida até o momento. Um número muito maior de cães foi ferido durante a corrida, mas não imediatamente morto. Seus destinos depois que deixaram a pista permanecem desconhecidos.

Mehreen Faruqi , da NSW Greens MLC, acredita que galgos são mortos por lesões menores, performance considerada inadequada ou porque os exploradores não querem mais arcar com os custos de manter os animais. “Todo o seu modelo de negócio depende da elevada criação de galgos e da morte de cães que não são suficientemente rápidos ou não são mais rentáveis”, disse Faruqi.

Os documentos internos revelaram outro caso no ano passado, no qual um procurador foi forçado a intervir para impedir um veterinário de matar um galgo que tinha uma perna inchada.

O treinador do cão aproximou-se do veterinário depois de uma corrida dizendo que seu cão havia quebrado o jarrete e precisava ser morto.

“Na época [o treinador] parecia bastante irritado com a minha recusa de permitir que o galgo fosse assassinado na pista. Acho perturbador que, se eu não estivesse ali, um galgo teria sido morto desnecessariamente”, escreveu o procurador em seu relatório para a Greyhound Racing NSW.

O cão foi tratado e depois foi forçado a voltar a correr.Esta terrível indústria se prepara para uma série de reformas após uma dramática reviravolta sobre a proibição de corridas de galgos no ano passado.

Uma das principais recomendações é a criação de uma nova comissão de integridade para supervisionar a indústria e a introdução de penas mais severas para o combate do uso de iscas vivas. Também foram recomendados controles mais rígidos sobre as mortes dos animais.

Faruqi quer penas específicas para os veterinários que permitem que cães saudáveis sejam mortos ou para quem tenta intimidar ou assediar os veterinários a matá-los.

“Precisamos quebrar essa cultura de crueldade e garantir que os veterinários, que sob as recomendações propostas são o único caminho para a eliminação de cães indesejados, não matem cães saudáveis ou sejam pressionados a fazê-lo pelos participantes da indústria”, diz.

Em 2016, foram introduzidas medidas para forçar os exploradores a buscar o consentimento por escrito da Greyhound Racing antes de assassinar galgos saudáveis.

Os documentos também sugerem que a Greyhound Racing manteve uma “lista de vigilância” de veterinários com altas taxas de mortes, mas a organização negou a existência desse registro.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Conheça o casal que tem oferecido um recomeço para bebês cangurus

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Apesar de cangurus serem representantes da vida selvagem na Austrália há muito tempo, eles têm enfrentado vários obstáculos. Uma grande parte da população de cangurus tem sido assassinada para dar espaço a fazendas e explorações de ovelhas. Além disso, muitos australianos enxergam esses animais como pragas.

Entretanto, na região de Golden Beach, no estado de Victoria, mora um casal que pensa diferente. Mesmo que eles não soubessem na época, o abrigo para animais selvagens Our Haven Wildlife Shelter foi fundado por Theresa e Tony Matthews em 2010 quando um estranho jogou um filhote de canguru cinza nos braços de Tony e saiu dirigindo sem dar explicações.

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O casal tentou contatar os abrigos locais e agências de proteção à vida selvagem sem muito sucesso. Quando Theresa finalmente conseguiu falar com alguém, foi informada de que, “há pouquíssimos cuidadores, e todos estão impossibilitados de cuidar desse lindo animal porque já estão com capacidade máxima.” A pessoa no outro lado da linha recomendou que o filhote tivesse sua morte induzida.

Essa não era uma opção para Theresa e Tony. A partir do momento em que desligaram o telefone, eles se encontraram em uma mudança de carreiras – eles trabalhavam com resgates e reabilitação. Eles batizaram o filhote de Bobby e tentaram criar o órfão da melhor forma possível.

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Cangurus cinza são muito difíceis de cuidar, mas Theresa e Tony obtiveram muito sucesso. Hoje, Bobby não é mais filho único. Houve algumas adições ao seu lar.

Spud, Lucy e a pequena Summer são algumas. Pode ser um pouco cheio, mas todos parecem se dar muito bem um com o outro são muito educados, de acordo com o One Green Planet.

Our Haven Wildlife Shelter

É sempre bom ter amigos perto. Todos precisamos de mais amor e carinho em nossas vidas. Theresa e Tony fundaram o Our Haven Wildlife Shelter porque não havia mais ninguém que o fizesse. Eles fizeram tudo com o próprio dinheiro.

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Entretanto, eles possuem um crescente número de cangurus e estão à procura de um espaço maior e que seja mais distante. Visite seu blog para se atualizar sobre essa crescente família de cangurus.

Fonte: ANDA