Austrália: Encontrados vestígios de medicamentos e inseticidas em sangue de tartarugas

Vestígios de medicamentos e inseticidas foram encontrados no sangue de tartarugas-verdes da Grande Barreira de Coral, na Austrália, indicaram hoje cientistas.

Os investigadores analisaram o sangue de tartarugas que vivem ao largo de Cleveland Bay e Upstart Bay, no estado de Queensland, e nas redondezas do grupo de ilhas Howick.

A equipa de cientistas, inclusive da Universidade de Queensland, descobriu vestígios de produtos químicos usados na indústria, de medicamentos para a gota e a insuficiência cardíaca e de um inseticida.

Algumas destas substâncias podem afetar as tartarugas, em particular o funcionamento do seu fígado.

Património mundial que se estende por 2.300 quilómetros, a Grande Barreira de Coral está ameaçada pela poluição causada por dejetos agrícolas, pela proliferação de estrelas do mar que destroem os corais e pelo aumento da temperatura da água.

Fonte: 24.sapo.pt

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CONTEÚDO ANDA Adolescente faz respiração boca a boca para salvar vida de cisne na Austrália

Um jovem cisne encontrado à beira da morte está se recuperando graças a um adolescente cujas ações salvaram sua vida.

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Um jovem cisne encontrado à beira da morte está se recuperando graças a um adolescente cujas ações salvaram sua vida.

Joshy Martin, de 15 anos, mora em Melbourne, na Austrália, onde sua tia Carla Penn lidera o grupo de recuperação e reabilitação de animais, Warriors 4 Wildlife.

Após receberem uma denúncia sobre um cisne preso em uma linha de pesca em um lago próximo, Joshy se ofereceu para participar do esforço de resgate.

 

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Quando chegaram ao local, a situação parecia sem solução. “O corpo sem vida, frio e rígido do cisne estava diante de nós”, escreveu o grupo online.

Porém, o movimento nos olhos da ave indicava que havia uma chance de que ela pudesse ser salva e a equipe levou-a às pressas para sua clínica.

Foi durante a viagem que Joshy fez tudo o que pôde para ajudar o companheiro. Ele realizou respiração boca a boca, trazendo o cisne de volta à vida.

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Graças às ações de Joshy, o cisne começou a respirar sozinho, segundo o The Dodo.

Ao chegar à clínica, ele recebeu oxigênio e um gotejamento intravenoso e começou sua jornada rumo à recuperação.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Austrália pode proibir realização de testes em animais pela indústria de cosméticos

O governo australiano reservou uma parcela do orçamento federal para proibir testes de cosméticos em animais no país.

Mulher passa creme no rosto. Diversos animais são vítimas da indústria de cosméticos.

O governo australiano reservou uma parcela do orçamento federal para proibir testes de cosméticos em animais no país.

A Coligação fornecerá US$ 2,1 milhões ao longo de dois anos para introduzir a proibição e fazer com que a Austrália siga a medida adotada pela União Europeia e cerca de 30 outros países.

De acordo com a ABC, atualmente nenhum laboratório de pesquisas na Austrália testa cosméticos em animais, portanto, a proibição afetará principalmente os produtos importados.

No entanto, falta definir o futuro de empresas australianas que desejam vender produtos em países que autorizam a realização de procedimentos cruéis em animais, como a China.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Galgos explorados em corridas são assassinados com a conivência de veterinários

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Seis cães jovens e saudáveis foram mortos por um explorador de galgos em Nova Gales do Sul (NSW), na Austrália.
Segundo registros internos, os assassinatos ocorrem apenas três semanas depois de o abusador obter os animais forçados a participar de corridas.

Infelizmente, este caso não é uma exceção. A ocorrência de situações semelhantes tem pressionado o NSW Greens a estabelecer penalidades mais rígidas contra veterinários e exploradores que matam galgos saudáveis.

Em 2016, a Câmara Alta de NSW votou a favor da divulgação de milhares de páginas de documentos detidos pela Greyhound Racing NSW (Corrida de Galgos de Nova Gales do Sul), o órgão responsável por governar e regulamentar a indústria.

De acordo com o The Guardian, o primeiro conjunto de documentos foi entregue no final do ano passado e um segundo volume deve ser divulgado ainda este mês, apesar das tentativas da Greyhound Racing de evitar a divulgação.

Os documentos iniciais revelaram uma série de situações em que os instrutores tentaram matar os cães.

Um deles é o do ex-treinador que matou seis animais saudáveis no nordeste do Estado. O homem cometeu o crime mesmo após receber uma oferta dos tutores anteriores para levar os cães de volta, de acordo com registros.

A equipe de inteligência do Estado foi contatada pela esposa do tutor original, que ficou “profundamente angustiada” pelas ações do ex-treinador. “A inteligência foi contatada pela tutora em 23 de junho de 2016, que estava profundamente angustiada pelo fato de que os galgos saudáveis e jovens haviam sido mortos”, registram os documentos.

Porém, os registros revelam que o casal deu os cães para o amigo que “queria entrar na indústria [de corridas]”.

A Greyhound Racing não tomou nenhuma ação contra o homem porque ele não era mais um instrutor registado e não o denunciou a outras autoridades. Um inquérito especial sobre corridas de galgos em Nova Gales do Sul descobriu que até 68 mil cães foram mortos “desnecessariamente” nos últimos 12 anos.

Relatórios mostraram que os cães são frequentemente assassinados imediatamente após as corridas no Estado.

Neste ano, 21 galgos foram mortos em pistas de corrida até o momento. Um número muito maior de cães foi ferido durante a corrida, mas não imediatamente morto. Seus destinos depois que deixaram a pista permanecem desconhecidos.

Mehreen Faruqi , da NSW Greens MLC, acredita que galgos são mortos por lesões menores, performance considerada inadequada ou porque os exploradores não querem mais arcar com os custos de manter os animais. “Todo o seu modelo de negócio depende da elevada criação de galgos e da morte de cães que não são suficientemente rápidos ou não são mais rentáveis”, disse Faruqi.

Os documentos internos revelaram outro caso no ano passado, no qual um procurador foi forçado a intervir para impedir um veterinário de matar um galgo que tinha uma perna inchada.

O treinador do cão aproximou-se do veterinário depois de uma corrida dizendo que seu cão havia quebrado o jarrete e precisava ser morto.

“Na época [o treinador] parecia bastante irritado com a minha recusa de permitir que o galgo fosse assassinado na pista. Acho perturbador que, se eu não estivesse ali, um galgo teria sido morto desnecessariamente”, escreveu o procurador em seu relatório para a Greyhound Racing NSW.

O cão foi tratado e depois foi forçado a voltar a correr.Esta terrível indústria se prepara para uma série de reformas após uma dramática reviravolta sobre a proibição de corridas de galgos no ano passado.

Uma das principais recomendações é a criação de uma nova comissão de integridade para supervisionar a indústria e a introdução de penas mais severas para o combate do uso de iscas vivas. Também foram recomendados controles mais rígidos sobre as mortes dos animais.

Faruqi quer penas específicas para os veterinários que permitem que cães saudáveis sejam mortos ou para quem tenta intimidar ou assediar os veterinários a matá-los.

“Precisamos quebrar essa cultura de crueldade e garantir que os veterinários, que sob as recomendações propostas são o único caminho para a eliminação de cães indesejados, não matem cães saudáveis ou sejam pressionados a fazê-lo pelos participantes da indústria”, diz.

Em 2016, foram introduzidas medidas para forçar os exploradores a buscar o consentimento por escrito da Greyhound Racing antes de assassinar galgos saudáveis.

Os documentos também sugerem que a Greyhound Racing manteve uma “lista de vigilância” de veterinários com altas taxas de mortes, mas a organização negou a existência desse registro.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Conheça o casal que tem oferecido um recomeço para bebês cangurus

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Apesar de cangurus serem representantes da vida selvagem na Austrália há muito tempo, eles têm enfrentado vários obstáculos. Uma grande parte da população de cangurus tem sido assassinada para dar espaço a fazendas e explorações de ovelhas. Além disso, muitos australianos enxergam esses animais como pragas.

Entretanto, na região de Golden Beach, no estado de Victoria, mora um casal que pensa diferente. Mesmo que eles não soubessem na época, o abrigo para animais selvagens Our Haven Wildlife Shelter foi fundado por Theresa e Tony Matthews em 2010 quando um estranho jogou um filhote de canguru cinza nos braços de Tony e saiu dirigindo sem dar explicações.

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O casal tentou contatar os abrigos locais e agências de proteção à vida selvagem sem muito sucesso. Quando Theresa finalmente conseguiu falar com alguém, foi informada de que, “há pouquíssimos cuidadores, e todos estão impossibilitados de cuidar desse lindo animal porque já estão com capacidade máxima.” A pessoa no outro lado da linha recomendou que o filhote tivesse sua morte induzida.

Essa não era uma opção para Theresa e Tony. A partir do momento em que desligaram o telefone, eles se encontraram em uma mudança de carreiras – eles trabalhavam com resgates e reabilitação. Eles batizaram o filhote de Bobby e tentaram criar o órfão da melhor forma possível.

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Cangurus cinza são muito difíceis de cuidar, mas Theresa e Tony obtiveram muito sucesso. Hoje, Bobby não é mais filho único. Houve algumas adições ao seu lar.

Spud, Lucy e a pequena Summer são algumas. Pode ser um pouco cheio, mas todos parecem se dar muito bem um com o outro são muito educados, de acordo com o One Green Planet.

Our Haven Wildlife Shelter

É sempre bom ter amigos perto. Todos precisamos de mais amor e carinho em nossas vidas. Theresa e Tony fundaram o Our Haven Wildlife Shelter porque não havia mais ninguém que o fizesse. Eles fizeram tudo com o próprio dinheiro.

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Entretanto, eles possuem um crescente número de cangurus e estão à procura de um espaço maior e que seja mais distante. Visite seu blog para se atualizar sobre essa crescente família de cangurus.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Desmatamento destrói habitats de coalas e ameaça sobrevivência da espéci

coala

O governo de Nova Gales do Sul, na Austrália, está prejudicando os coalas ao permitir o aumento do desmatamento e, portanto, d destruição de seus habitats, de acordo com um documento escrito pela Associação de Parques Nacionais.

A espécie tem sido ameaçada por três políticas que serão colocadas em prática. Por isso, o documento pressiona pela proteção dos lares dos coalas.

“O governo está falhando completamente ao conservar e proteger os habitats dos coalas. Atualmente, coalas são a espécie mais negligenciada na Austrália oriental, o que é extremamente decepcionante tendo em vista como eles são estimados”, diz o documento.

O relatório conclui que os lares dos coalas estão em declínio e sendo ameaçados por planos de renovação terras públicas em acordos que permitem o desmatamento de florestas nativas. Além disso, há leis fracas em terras privadas e uma falha de proteções do governo para identificar mais habitats para a espécie.

Entre 1990 e 2010, as populações de coalas da região registraram uma queda de 30%. Um relatório divulgado em maio pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) revelou que todas as populações de coalas de Nova Gales do Sul, com uma possível exceção, continuam a diminuir e há pelo menos uma população considerada ameaçada.

Desde 1997 e 2001, os governos estaduais e federais assinaram acordos regionais de silvicultura, que permitiram o corte de florestas nativas por 20 anos. Os acordos começam a expirar em 2017, mas a política atual do governo federal é de estendê-los.

Uma análise de maio deste ano descobriu que os acordos haviam falhado em todos os seus objetivos e foi acompanhado por uma carta de 30 organizações pelos direitos animais dizendo que sua extensão “constituirá uma decisão irracional por motivos ambientais, econômicos e sociais”.

O documento informativo diz que a EPA precisa intervir e regular a extração madeireira das florestas nativas.

“Precisamos aproveitar a oportunidade para avaliar honestamente os impactos da exploração madeireira e perguntar se vale a pena”, conclui o documento.

Segundo o documento, nos 21 anos desde que a lei foi introduzida, apenas quatro planos de proteção dos habitats de coalas foram aprovados, informou o The Guardian.

“Isso significa que o habitat central do Coala não é identificado e nem protegido na grande maioria das áreas do governo local em Nova Gales do Sul e não há proteção”, disse o relatório.

Com os acordos regionais florestais prontos para serem renovados e os Estado pronto a transpor para aprovar leis de desmatamento a Associação de Parques Nacionais diz que uma medida deve ser adotada para protegê-los.

“Isso significa que deve ser feita uma escolha: queremos proteger os coalas ou permitir que a exploração madeireira e o desmatamento os levem à extinção?”, questionou o órgão.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Cidade australiana proíbe corridas de cães

galgos

A história da justiça social é pontilhada por marcos que marcam o nosso progresso ético como espécie. Temos caminhado coletivamente para nos tornarmos mais inclusivos, tolerantes e compassivos. Por isso, o dia 24 de agosto de 2016 será lembrado como um dia histórico no movimento de proteção animal.

Após horas de debate, o governo de Nova Gales do Sul, na Austrália, aprovou uma lei que proíbe corridas de cães galgos. Os políticos que defenderam a lei argumentaram o óbvio: os lucros não podem justificar tamanha crueldade.

Provocar cães para perseguir coelhos e porcos assustados não é um “treinamento”, é obsceno. Matar milhares de cães saudáveis simplesmente porque eles não podem correr rápido o suficiente não é um “esporte”, é vergonhoso. É fundamental acabar com uma indústria que promove tanta insensibilidade e desrespeito à vida.

O trabalho da organização Animals Australia, que forneceu evidências do uso de iscas animais vivas no adestramento dos cães, resultou na investigação desta indústria terrível e em uma grande vitória para os animais.

Adestradores de cães também foram presos em Queensland e em Victoria, onde foram documentadas práticas brutais semelhantes às de Nova Gales do Sul.

“Isto é muito mais do que uma lei que proíbe um esporte cruel. Esta decisão reflete uma mudança na consciência política. É uma prova irrefutável de que os políticos não apenas reconhecem a crueldade, mas estão preparados para agir com profunda compaixão e preocupação no que se refere ao tratamento dos animais”, declarou o Animals Australia em comunicado.

Fonte: ANDA