Até hoje…

CRUELDADE

Nós, que lutamos contra a tauromaquia, procuramos informação válida que sustente os nossos argumentos.
Mas não vemos o mesmo daqueles que defendem a tauromaquia. E até hoje é assim!
Por exemplo, quando debatemos num programa de televisão levamos connosco para o debate, toda uma informação cientifica válida e ética. Mas por parte de quem defende a tauromaquia, vemos, em cada debate com eles, mais do mesmo. Vemos mais dos mesmos argumentos. Vemos a repetição de argumentos, não provados cientificamente, e que para além de serem argumentos não provados cientificamente, são argumentos que não respeitam a ética profissional. Ou seja; não é possível ter um debate com quem defende a tauromaquia, pois eles fogem do debate cientifico e ético. Apenas se limitam a um chorrilho de argumentos, não sustentados pela ciência e pela ética profissional.
Por tanto, debater com quem defende a tauromaquia, não passa de um monologo.

Nem numa altura em que a tauromaquia, é cada vez mais contestada, eles mudam a postura que têm. E não mudam a postura que têm, porque sabem que os argumentos que defendem, não são sustentados pela ciência e pela ética.

Vou dar um exemplo concreto.
Sempre que debatemos na televisão com quem defende a tauromaquia, quem é que eles levam sempre para o debate, quem? –Um veterinário e ganadeiro, chamado Joaquim Grave. E assim que lhe é perguntado pelas provas cientificas e éticas que sustentem os seus argumentos, ele sente-se visivelmente atrapalhado. E se tivesse um buraco à sua frente atirava-se.
E é sempre isto que acontece, debate após debate!

Acho que está na hora dos defensores da tauromaquia, saírem do seu casulo de medo, e por uma vez, aceitarem debater connosco, cientifica e eticamente, num debate televisivo!

Mário Amorim

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