Centro de Paralisia Cerebral de Beja alia-se à crueldade de uma tourada para angariar fundos

Este infeliz cartaz onde estão duas vítimas da violência das touradas – o touro e a criança – e que liga o Centro de Paralisia Cerebral de Beja e da Associação Acreditar a esta prática medievalesca é simplesmente abjecto.

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(Retirei deste cartaz os nomes dos trogloditas que participarão nesta vergonha, porque não faço propaganda a torturadores de Touros.)

Como é possível isto acontecer em Portugal, depois de o 25 de Abril de 1974? De que valeu uma Revolução se não se cortou todos os maus laços com o passado?

Não, não recomendo o Centro de Paralisia Cerebral de Beja, nem a Associação Acreditar, enquanto o Centro de Paralisia Cerebral de Beja e a Associação Acreditar não se desligarem desta prática cruel, violenta e sanguinária que é a tortura de Touros, para divertimento de sádicos e psicopatas.

Aceitar dinheiro sujo do sangue e sofrimento de um ser vivo, é indigno de seres humanos, e as crianças não merecem tal ignomínia.

É muito triste ver que em Portugal ainda são permitidas estas práticas sanguinárias, violentas e cruéis para fazer caridadezinha hipócrita, com a angariação de fundos para instituições de solidariedade social.

E mais triste ainda é ver que estas instituições alinham com a crueldade exercida sobre seres vivos tão inofensivos, inocentes e indefesos, como as crianças que acolhem.

Inadmissível. Vergonhoso. Inacreditável. Indigno. Ignominioso. 

Isabel A. Ferreira

Fonte da notícia:

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Fonte: Arco de Almedina