«Mesmo em Isolamento Continuam a Torturar Bovinos»

Lê-se a notícia no Blogue Prótouro – Pelos Touros em Liberdade.

«Mesmo em isolamento continuam a torturar bovinos»?

Não é que isto me surpreenda, dado o apetite dos tauricidas pelo macabro, pela crueldade, pela violência, e porque às escondidas do mundo, podem fazê-lo nas arenas privadas dos ganadeiros.

Mas isto será atitude de gente mentalmente sã?

Duvido, mas espero que alguém com racionalidade, ponha termo a mais esta tentativa macabra de torturar Touros, ainda que o País esteja cercado pela Morte.

Isabel A. Ferreira

«No dia 28 de Março terá (teve) lugar o primeiro festival tauromáquico digital uma iniciativa da web tauromafiosa tauronews dizem eles que é para e citamos “animar esta fase com uma ideia original através das redes sociais.” (Prótouro – Pelos Touros em Liberdade)

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«O dito cujo conta com 6 lides de seis tauricidas nas praças de touros das herdades (tentaderos) torturando uma vaca cada um deles.

A tortura e morte é algo que esta gente não prescinde porque é a única coisa que os satisfaz.

Esta gentalha é demente e sem sombra de dúvidas é nociva para um país que se quer culto e evoluído.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2020/03/26/mesmo-em-isolamento-continuam-a-torturar-bovinos/

 

 

Saudação à Mãe Natureza

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«Ouço-te, Grande Espírito,

Faço-o através dos ouvidos do meu Espírito Lobo.

Ouço-te, Grande Espírito, nas árvores, como o vento entre a tua folhagem, pela noite, ao redor do meu povo.

Ouço a Tua voz nas águas, correndo sobre as pedras.

Ao lado da minha família e da minha gente, ouço o Teu Espírito em todas as coisas…

Vejo-te, Grande Espírito.

Vejo-te através dos olhos do meu Espírito Falcão.

Encontro o teu rosto, ao olhar os olhos das crianças do meu povo.

Vejo-te quando olho as estrelas,

No manto da noite que cobre o meu lar.

Grande Espírito, vejo o teu labor nas pinceladas da paisagem, pintando no deserto que me rodeia, vejo o Teu Espírito em todas as coisas…

Encontro-te, Grande Espírito,

Saboreio-te através da língua do meu Espírito Serpente.

Experimento a tua ânsia pela minha sabedoria, deleito-me na Tua tolerância perante a minha aprendizagem.

Encontro-te, Grande Espírito,

Aprecio a Tua compaixão pela minha alma, saboreio o Teu Espírito em todas as coisas…»

Oração Hopi

(Os HOPI são uma nação nativa norte-americana que vive principalmente na Reserva Hopi no noroeste do Arizona, rodeada pela Reserva Navajo. Alguns Hopi vivem na reserva indígena do Rio Colorado, no Oeste do Arizona).

Fonte: Arco de Almedina

«Beja: Protesto Anti-tourada | 14 de Março | 14:00-16:30»

Será que pela assistência desta actividade bárbara ser apenas de uma escassa dezena de trogloditas, não é preciso cancelar a tourada, ou querem ser candidatos à infecção do Covid-19?

Na Espanha cancelam-se as touradas.

Em Portugal, em plena época de crise epidémica, continuam a realizá-las, em nome da estupidez. Só mesmo num país sem rei nem roque.

Porém, no próximo sábado (14/03), haverá uma manifestação pela abolição da tauromaquia em Beja. Decorrerá em frente à praça de touros, em dia da polémica tourada “solidária”.

Para quem está na zona de Beja ou tem a possibilidade de ir até lá, fica uma ligação para mais informações sobre este importante protesto, organizado pela Eco Roots.

Ver mais informação aqui:

https://www.facebook.com/events/3147493265282815/

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Antro tauromáquico de Beja (imagem de uma evidente decadência)

Barbárie não combina com solidariedadee nunca poderá ser justificada como caridade, porque não passa de pura crueldade.

Numa altura em que a tauromaquia começa a ver o fim dos subsídios e o aumento do imposto sobre as entradas, apelar à tortura de Touros à pala de uma hipócrita solidariedade, para justificar uma actividade bárbara, cruel, violenta, é anormal.

Como se não bastasse, tem como “atracção” o Moura Júnior, porque o sénior, ao que parece, já não vai. Isto é gente que têm dado muito que falar nos últimos tempos por conta dos maus-tratos a animais: Touros, Cavalos, Cães. Uma vergonha!

A Eco Roots junta-se assim ao movimento anti-tourada, e conta com a presença de quem puder e quiser ir,  no próximo dia 14 pelas 14 horas, em frente à Praça de Touros de Beja.

 Todas as vozes de gente senciente são contra as touradas em Portugal.

Fonte: Arco de Almedina

Audição com carácter de urgência: PAN quer que Governo esclareça o Parlamento sobre dragagens no Sado, um atentado ao ambiente e a toda a biodiversidade do estuário

Isto só é possível num país onde os interesses de uns poucos se sobrepõem aos interesses da maioria, aqui incluídos os golfinhos-roazes, daí que o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) tivesse requerido uma audição com carácter de urgência ao Ministro do Ambiente e Acção Climática (MAAC), João Pedro Matos Fernandes, e ao presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Nuno Lacasta, para que estes venham explicar os procedimentos de pós-avaliação de impacte ambiental das dragagens no rio Sado.

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Cristina Rodrigues, deputada do PAN, eleita pelo círculo de Setúbal, explica: «Segundo a legislação os documentos resultantes do procedimento de pós-avaliação deveriam estar disponíveis no site da APAmas ao arrepio do que está previsto na lei até à data não existe qualquer documento para consulta pública».

De acordo com o Decreto-Lei n.º 151-B/2013, de 31 de Outubro, compete à APA a execução do procedimento de Pós-Avaliação, que inclui a análise dos relatórios de monitorização e de outra documentação relevante, a realização de visitas ao local de implantação do projecto e a realização de auditorias, de forma a avaliar correctamente a eficácia das medidas fixadas para evitar, minimizar ou compensar os impactes negativos, e potenciar os efeitos positivos nas fases de construção, definindo, se necessário, a adopção de novas medidas.

Cristina Rodrigues esclarece que na sequência desta ausência de informação e de diversas denúncias quanto ao incumprimento da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) e dos Títulos de Utilização Privativa do Espaço Marítimo Nacional (TUPEM), nomeadamente o facto de a draga ter alegadamente trabalhado por diversas vezes fora do polígono de implantação do canal de dragagem, foram solicitados inúmeros pedidos de esclarecimento ao MAAC”, contudo, quer por parte do Ministro João Pedro Matos Fernandes, quer por parte do presidente da APA, não houve qualquer resposta num completo incumprimento do Regimento da Assembleia da República. Por isso, decidimos avançar para o requerimento desta audição, a fim de tentar obter os esclarecimentos devidos“.

É de recordar que o Projecto de Melhoria das Acessibilidades Marítimas do Porto de Setúbal (Dragagens do Sado) foi sujeito a Avaliação de Impacte Ambiental, tendo sido emitida a DIA em Junho de 2017 e iniciado a sua execução em Dezembro de 2019, não obstante os elevados impactes nomeadamente na comunidade residente de golfinhos-roazes.

Fonte: Arco de Almedina

“Se todo animal inspira ternura, o que houve, então, com os homens?”

Uma imagem que diz tudo da desumanização de certos animais (mal) ditos humanos.

Esta criança nunca será criança. E como adulto será mais um monstro a espalhar crueldade e violência pelo mundo.

Isto é normal? Não é.

Isto é humano? Não é.

Por onde andará a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens?

Que governo será este que permite tamanha violação dos Direitos das Crianças e dos Direitos dos Animais?

Enquanto isto acontecer, Portugal é um país com um pé no terceiro-mundo.

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Imagem tenebrosa. Assustadora! Surrealista! Violenta! Cruel! Inconcebível!

“É natural”, dizem os aficionados.

“É bonito ver que que o miúdo leva jeito para tourear”…

Como poderá ser natural levar uma criança a assistir a actos que infligem crueldade?

Ouvir uma criança de 3 ou 4 anos dizer que não é bom porque não tem sangue é, no mínimo, assustador!

E saber que há “escolas” para crianças “aprenderem” a torturar animais… bebés é arrepiante!

Bem perto de nós, em Vila Franca de Xira, há uma dessas “escolas” e tem até o apoio da Câmara Municipal.

É doentio promover esta barbaridade! Insensibilizar crianças pode ser considerado maus-tratos. Como podem estes pequenos seres discernir entre o certo e o errado se é para eles natural espetar farpas nas costas de animais bebés?!

“Se todo animal inspira ternura, o que houve, então, com os homens?”
(Guimarães Rosa)

Fonte:

Fonte: Arco de Almedina

Aeroporto do Montijo: a insensatez de António Costa apela ao “bom senso” antes de reunião com autarquias

O primeiro-ministro fez hoje(ontem) um apelo ao “bom senso” no conflito entre o Governo e as autarquias da região de Lisboa e Setúbal, que se opõem à construção do novo aeroporto do Montijo, e com quem irá reunir-se amanhã(hoje).

Senhor primeiro-ministro, BOM SENSO é acatar os inúmeros pareceres desfavoráveis à construção do aeroporto no Montijo.

Quando os pareceres desfavoráveis superam os favoráveis, há que parar tudo.

É a isso que se chama BOM SENSO.

Mas para o primeiro-ministro de Portugal o prioritário é zelar pelos interesses económicos de uns poucos, desprezando os pareceres da maioria. E a isso chama-se INSENSATEZ e  PREPOTÊNCIA.

  1. Fonte: Arco de Almedina

Para memória futura da tauromaquia em Portugal: quando cerca de 40 deputados socialistas perdem a noção do razoável

Como é sabido, cerca de 40 deputados do Partido Socialista foram “obrigados” (dizem eles) a votar contra a sua vontade, pelo aumento do IVA das Touradas. Mas isto não é normal?

E porque (dizem eles) a tal foram obrigados, fizeram uma declaração de voto, e foi então pior a emenda que o soneto, porquanto, nessa declaração, deixaram bem demonstrada uma tremenda falta daquele bom senso e Saber esperados de gente que se candidata a tão elevado cargo público. Uma vergonha!

Para que fique registado no Livro Negro da Tauromaquia em Portugal, que está a ser escrito, para memória futura, aqui ficam os nomes dos 38 deputados afectos à selvajaria tauromáquica, que votaram contrariados o aumento do IVA, e a vergonhosa declaração de voto que fizeram, na qual misturaram alhos com bugalhos, numa atitude deveras inaceitável, para quem ocupa o cargo de deputados da Nação.

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Que habilitações literárias terão estes deputados, para insistirem na selvajaria tauromáquica como uma “tradição cultural”, ou “cultura do gosto”, completamente insensíveis ao sofrimento atroz dos Touros e dos Cavalos; ou para que usem a ruralidade como expressão da actividade tauromáquica, insultando com esse lixo o verdadeiro mundo rural?

António Gameiro
Ascenso Simões
Carlos Pereira
Clarisse Campos
Cristina Jesus
Cristina Sousa
Eurídice Pereira
Fernando Paulo
Hugo Costa
João Castro
João Gouveia
João Miguel Nicolau
João Paulo Pedrosa
Joaquim Barreto
Jorge Gomes
José Manuel Carpinteira
José Rui Cruz
Lara Martinho
Lúcia Araújo Silva
Luís Moreira Testa
Manuel Afonso
Mara Lagriminha Coelho
Marcos Perestrello
Maria da Luz Rosinha
Norberto Patinho
Nuno Sá
Palmira Maciel
Pedro Cegonho
Pedro Coimbra
Pedro do Carmo
Raul Castro
Ricardo Leão
Ricardo Pinheiro
Santinho Pacheco
Sérgio Sousa Pinto
Sofia Araújo
Telma Guerreiro
Vera Braz

***

Declaração de Voto (*)

(Nota: os excertos a negritoentre parêntesis, são da responsabilidade da autora do Blogue, não são opiniões, mas tão-só factos, mais do que comprovados, e que fazem parte da história negra da tauromaquia em Portugal).

«Portugal é um espaço de tolerância, de respeito pela diferença e de integração da diversidade.

(Verdade: mas apenas quando não está em causa a tortura de seres vivos, para divertimento de sádicos e de psicopatas).


Portugal é feito de um conjunto de tradições, de percursos e de inovações, num quadro de memória e respeito pelas comunidades locais e pela sua cultura popular.

(Verdade: quando essas tradições, percursos, inovações, memórias e respeito pelas comunidades locais e pela sua cultura popular nada têm a ver com costumes bárbaros que não dignificam o Homem).


É, por isso, absolutamente contraditório com estas realidades a imposição de uma ‘cultura do gosto’ e é 
exactamente por isso que os deputados (**) e deputadas do Partido Socialista subscritores desta declaração assumem-se convictamente defensores da cultura portuguesa, em que se inclui a Tauromaquia, e declaram a oposição material à exclusão dos espectáculos tauromáquicos da lista de taxa reduzida do IVA, passando a estar sujeitos à aplicação da taxa normal de 23%, desde logo, quando este agravamento se aplica apenas a esta actividade cultural, tradicional e parte importante das economias locais de vários pontos do território nacional.

(Mentira: porque a tauromaquia não é uma questão de “gosto”, mas de Ética, de Civilização e de Cultura Culta, e os deputados, neste caso, NÃO defendem a cultura Portuguesa, porque a tauromaquia não faz  parte da Cultura, nem sequer é portuguesa, como se sabe, a tauromaquia é um costume bárbaro introduzido em Portugal pelos Reis Filipes de Espanha, além disso, a  tortura de touros NÃO é um espeCtáculo, ou uma aCtividade cultural, é tão-só uma prática sanguinária, não é tradição, mas costume bárbaro, e não é parte importante das economias locais, pois os ganadeiros vivem à custa dos impostos dos portugueses. Que vão plantar batatas!).  

Na verdade, o que se apresenta como uma medida fiscal é, antes, uma posição de preconceito relativamente a uma vertente da cultura popular portuguesa, particularmente enraizada em muitas comunidades.

(Mentira: como já foi referido, a tauromaquia NÃO É uma vertente da cultura popular portuguesa, mas tão-só uma prática bárbara, que de cultura só se for da BRONCA, enraizada e circunscrita a umas poucas comunidades atrasadas civilizacionalmente vários séculos). 

Observamos, em nome do compromisso e das regras, a disciplina de voto mas não é possível deixar de declarar que não temos defendido, e não defendemos, a medida legislativa apresentada.

(EVOLUAM)

De facto, o compromisso determina que a disciplina de voto tem garantia em deliberações concretas: o Programa do Governo, o Orçamento do Estado, as moções de censura e de confiança e os compromissos assumidos no programa eleitoral ou constantes de orientação expressa da Comissão Política Nacional.

Por imposição desse compromisso de disciplina de voto, votaremos favoravelmente o artigo 214o que altera a lista I anexa ao Código do IVA, da proposta de lei n.o 69/XXII/2019 que aprova o Orçamento do Estado para 2020, bem como votaremos contra as propostas de alteração ao Orçamento do Estado, nomeadamente a este mesmo artigo 214o, com os números n.o 272C, 980C, 1112C e 1216C, apresentadas por outros partidos.

(EVOLUAM)

Sublinhamos, portanto, que a posição assumida se deve exclusivamente à disciplina de voto.

Estamos na primeira sessão da legislatura e a abordagem do tema da Tauromaquia não acaba aqui.

Reafirmamos também o nosso compromisso com a defesa do Mundo Rural e com as diversas expressões da ruralidade, em linha com o enunciado de uma estratégia nacional de valorização do Interior. É no Mundo Rural e no Interior que uma grande parte da riqueza deste país é gerada, e essa riqueza valoriza os protagonistas desta festa popular, que em muito contribuem para a identidade e as economias locais.
A tauromaquia é, em suma, e também, uma expressão da ruralidade.

(Mentira: a tauromaquia NÃO é a expressão da ruralidade. A expressão da ruralidade jamais passou por uma aCtividade que vive da TORTURA de Touros e Cavalos, e isto também não é uma “festa” e muito menos popular. Será a festa de broncos, mas não de gente evoluída).

Continuaremos a defender o direito à cultura plural e diversificada e o princípio constitucional da igualdade e do direito à cultura para todos.

(Correcto: defendam tudo o que quiserem, desde que essa cultura e esse direito NÃO colida com o bem-estar de seres vivos, que também são animais, ou não saberão os senhores deputados que os Touros e os Cavalos SÃO ANIMAIS? Acham que são ervas daninhas?

Continuaremos a defender a liberdade de escolha e de acesso aos espectáculos em igualdade de circunstâncias.

(Muito bemse defenderem a liberdade de escolha e acesso a espectáculos civilizados, nada contra. É sinal de que EVOLUÍRAM).

Continuaremos a defender, tal como previsto na Lei, que a tauromaquia constitui uma actividade cultural, sendo “parte integrante do património da cultura portuguesa”, devendo merecer o respeito de quem não aprecia.

(Recordando: a tauromaquia NÃO é uma actividade cultural, embora seja tida como tal numa lei parva, mas se a lei é parva,  que culpa terá o mundo civilizado? A selvajaria tauromáquica NÃO é parte integrante do património da cultura portuguesa, nem sequer os torturadores de Touros e Cavalos merecem o menor respeito. Respeito merecem os animais que são torturados, para que uns poucos encham os bolsos e se divirtam à custa do sofrimento alheio. E isto não faz parte de nenhuma cultura civilizada, em parte alguma do Planeta e arredores).

Palácio de S. Bento, 4 de 
fevereiro de 2020.

Fonte:

https://www.facebook.com/VergonhaNacional/photos/a.1218268481549138/3616803891695573/?type=3&theater&ifg=1

Fonte: Arco de Almedina