Pedido de proibição da atribuição de dinheiros públicos à tauromaquia

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Caras/os,
Foi agendada para o próximo dia 20 de Julho a partir das 15h a apreciação da nossa Petição n.º 510/XII/4ª (Pedido de proibição da atribuição de dinheiros públicos à tauromaquia) em reunião plenária na Assembleia da República.
Como saberão, o dinheiro público é uma das colunas que ainda mantém a indústria tauromáquica, e, como é de dinheiro de todas/os vós, vimos pedir-vos para que não deixem de participar neste importante envio de e-mails.
Abaixo poderão encontrar a nossa mensagem sugerida, sendo que, caso assim o entendam, poderão enviar a vossa própria mensagem. Apenas vos pedimos para que esta seja respeitosa e positiva.
Por favor, enviem sempre todas as mensagens com conhecimento (Cc) a info@animal.org.pt  , de modo a que a ANIMAL possa saber o número de mensagens enviadas:
 
Contactos dos Grupos Parlamentares:
Representação Parlamentar do PAN:
 
Aqui poderão encontrar os contactos individuais de todas/os as/os deputadas/os. Basta clicar em nome e depois em enviar e-mail:
E-mail sugerido:
Exmas.  Senhoras Deputadas,
Exmos. Senhores Deputados,
 
De acordo com o publicado em Diário da República em 21/03/2012 – e, apenas a título de exemplo -, só no ano de 2011 o IFAP atribuiu subsídios no valor de € 9.823.004,34 às empresas e membros de famílias ligadas à tauromaquia. De acordo com a mesma fonte, os valores entre os anos de 2006 e 2010 ascenderam a 31.243.390,52 € em subsídios do IFAP. V. Exas poderão ainda encontrar outros exemplos similares emhttps://www.facebook.com/enterrartouradas/photos/pcb.1114947725234414/1114947401901113/?type=3&theater (são 6 páginas que V.Exas. poderão consultar).  Estes são apenas alguns números que trago a V. Exas. mas que se multiplicam a cada ano que passa, independentemente do cenário de forte crise económica que o país atravessa.
 

É ainda, com profunda indignação, que verifico que, anualmente, muitas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia do meu país oferecem subsídios para eventos tauromáquicos, quando, infelizmente, muitos dos meus concidadãos estão numa situação de desemprego, precariedade e até mesmo fome, incluindo crianças e idosos que não têm apoios sequer para as necessidades básicas. Se uma parte dos meus impostos fosse utilizada para apoiar estas pessoas carenciadas seria muito bem aplicada, mas, o que não posso aceitar é que parte do meu dinheiro seja aplicada numa actividade que apenas satisfaz uma decadente minoria do povo português, e que consiste em seviciar animais. Essa é uma actividade cruel contra a qual me oponho veementemente e para a qual não quero contribuir de forma alguma.

Compreendo que a tauromaquia seja uma actividade ainda legal em Portugal (e apenas em mais 7 países do mundo) e que está regulamentada, contudo, enquanto assim for, exijo que quem a organiza e dela retira proveito, a pague! Não é justo nem ético que todas/os paguemos algo que não é – de todo –  consensual.

 
Assim, e enquanto contribuinte deste país, venho pedir a V. Exa. se digne diligenciar no sentido de que o Parlamento legisle pelo fim dos subsídios e apoios públicos (directos ou indirectos) a qualquer actividade tauromáquica, levando em consideração o requerido na petiçãohttp://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72070 .
Confiante de que V. Exas. levarão em consideração o meu pedido, despeço-me,
Muito respeitosamente,
Com os melhores cumprimentos,
De V. Exas,
Nome:
Localidade:
E-mail:
Fonte: Marinhenses Anti-touradas
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Marcha Animal (Sábado 9 de Abril)

Traga a sua voz para as ruas e mostre que somos cada vez mais pelos animais!

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A Marcha da ANIMAL será a 9 de Abril.

Este ano terá co-organização da LA TORTURA NO ES CULTURA // TORTURE IS NOT CULTURE e virão várias ONG’s internacionais.

O mote deste ano será “A tortura não é cultura“. Este é um ano importantíssimo, vão discutir-se em breve as nossas petições da campanha Enterrar Touradas e todo o apoio será pouco.

Claro que a Marcha será – como sempre – por todos os animais e contra qualquer tipo de exploração e abuso, mas, numa altura como esta, não podemos esquecer este importante ângulo.

Se a vossa ONG, grupo formal ou informal, plataforma, partido político, etc. quer apoiar a Marcha e estar presente, enviem-nos o vosso logotipo para info@animal.org.pt ara que possamos incluí-lo num cartaz a divulgar mais à frente. Contamos convosco, sejam cidadãs/os independentes ou façam parte de um colectivo, seja ele de defesa dos animais ou de qualquer outra luta pela justiça e direitos fundamentais.

A Marcha é de todas/os. Juntem-se!

Cerca de 300 pessoas juntam-se em Lisboa pela defesa dos animais

Deputado do PAN quer conferir direitos mínimos aos animais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cerca de 300 pessoas juntaram-se neste sábado, em Lisboa, pela defesa dos direitos dos animais, numa iniciativa organizada pela associação Animal, que quer o termo do financiamento das touradas pelo Estado e o fim dos animais nos circos.

Em declarações à agência Lusa, a presidente da associação Animal, Rita Silva, explicou que esta é uma iniciativa organizada anualmente, que tem como grande objectivo mostrar que a defesa dos direitos dos animais não é uma causa menor.

O mau tempo não demoveu quem hoje quis manifestar-se pelos direitos dos animais, e foi debaixo de chuva que Rita Silva apontou que aquelas centenas de pessoas estavam ali para reivindicar os direitos dos que não se podem representar a si próprios.

De acordo com a responsável, um dos propósitos da Animal é conseguir que o Estado deixe de financiar os espectáculos de tauromaquia, com os quais gasta cerca de 16 milhões de euros anualmente.

“É um símbolo tão forte, tão forte, da forma como nós ainda mal tratamos e ainda por cima pagamos esse mau trato a animais e de forma completamente legal, que no dia em que essa indústria caia, muitas outras formas de maus tratos cairão atrás, como efeito dominó”, defendeu Rita Silva.

Opinião partilhada pelo deputado do partido PAN (Pessoas–Animais-Natureza) eleito por Lisboa para a Assembleia da República, André Silva, para quem as pessoas têm o direito cultural de se divertirem, mas não à custa do sofrimento dos animais.

“Nós estamos na linha da frente pela abolição da tauromaquia, que ainda só não terminou porque está a ser alimentada pelo Estado, pelo Governo e pelas autarquias com muitos milhões de euros”, apontou André Silva.

Acrescentou que os portugueses têm que perceber que as touradas não são apenas uma questão cultural, são também “uma questão que lhes mexe nos bolsos, que mexe com o dinheiro dos contribuintes”.

Em declarações à Lusa, André Silva aproveitou para salientar que o principal problema em relação aos animais é o facto de eles não terem direitos e de serem vistos pelo direito português como coisas, algo que o PAN pretende ver alterado.

“Queremos promover os animais a um outro género, a um ‘tertium genus’ [terceiro tipo], no fundo para trazer os animais para o guarda-chuva da lei e conferir-lhes assim direitos mínimos, dignidade mínima, bem-estar e felicidade e poderem expressar os seus comportamentos naturais e poder-se criminalizar todos os que perpetram crimes contra os animais”, defendeu, acrescentando que um dos problemas da actual lei tem a ver com o abandono e com o facto de ele só ser criminalizado se desse abandono resultar maus tratos para o animal.

A iniciativa de hoje da Animal, que juntou algumas centenas de pessoas junto à Praça de Touros do Campo Pequeno, trouxe defensores dos animais de várias idades e de vários pontos do país, como é o caso de João Ferreira, vindo de Portimão, no Algarve, e para quem os principais problemas são os circos ou as touradas.

Já para Catarina Nascimento, também de Portimão, o mau tempo não foi argumento para faltar: “Acho que ainda vamos fazer uma afirmação maior e dizer que as pessoas não vão deixar de lutar por aquilo em que acreditam”.

Luís Ribeiro, voluntário da SOS Animal, também entende que as várias pessoas que foram à manifestação, apesar do dia de chuva, mostram que a sociedade está cada vez mais sensível para o tema dos direitos dos animais.

As várias pessoas partiram depois, a pé, em direcção à Assembleia da República.

Entre outras iniciativas, a Animal vai aproveitar para apresentar uma campanha de sensibilização, que pretende levar às escolas do primeiro ciclo da Grande Lisboa e do Grande Porto, chamada “Tu e os outros animais”.

Fonte: Publico

 

ONG ANIMAL realiza marcha pela conscientização dos direitos animais

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As pessoas que se dedicam à proteção dos animais queixam-se frequentemente de que se sentem sós na sua “luta”, de que ninguém as compreende. Em geral, sentem-se frustradas pela falta de apoio que a causa tem e sentem que a classe política dá pouca importância às suas preocupações.

A Marcha de dia 10 de outubro é um evento onde não só podem protestar e reivindicar mais proteção legislativa e “social” para os animais não-humanos, mas também conhecer ao vivo gente que partilha as suas inquietações. Além disso, quem faz parte de grupos, sejam eles formais ou informais, pode apresentá-los, apresentando-se ao resto da Comunidade. A ANIMAL oferece essa oportunidade a toda a gente que o queira fazer através do “tempo de antena” que disponibiliza.

Dar cara e voz a um Movimento e aparecer nas ruas é vital para despertar quem ainda está adormecido relativamente aos problemas que afetam os animais. O trabalho de bastidores tem uma importância extrema, bem como o trabalho diário de apoio a animais individuais. Sair à rua é um complemento fundamental para todo esse trabalho; é a face mais pública de uma preocupação que queremos que se estenda a toda a sociedade.

Se acredita que alguém irá por si e que o Movimento terá mais visibilidade por milagre, então as suas queixas de nada servem, e em vez de fazer parte da solução, está a fazer parte do problema. Por outro lado, se tem a possibilidade de tirar algumas horas do seu dia 10 de outubro para sair à rua em defesa daquilo em que acredita, estará a fazer parte ativa da mudança que quer.

* Este texto foi escrito em Português de Portugal e sem recurso ao Novo Acordo Ortográfico.

Fonte: ANDA

( ͡° ͜ʖ ͡°) Grande vitória para todos aqueles que lutam contra as touradas em Portugal! Tradição cruel Organização anti-touradas prevê fim da tauromaquia em Portugal em 2016

Reação da ANIMAL surge um dia depois de o movimento “Vianenses pela Liberdade” ter anunciado o cancelamento da tourada prevista para este domingo em Viana do Castelo.

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Na semana passada, um protesto pediu em Viana do Castelo o fim das touradas

A organização anti-touradas ANIMAL manifestou hoje a sua satisfação com a decisão do tribunal de Braga em não autorizar evento em Viana e adianta que em 2016 se assistirá à queda da indústria tauromáquica em Portugal.

“A ANIMAL garante que 2016 será um ano marcante na queda da indústria tauromáquica em Portugal, tal como 2015 está a ser no resto do mundo”, afiança a organização em comunicado onde acrescenta que “o trabalho de lobbying político (nacional e internacional) está a dar frutos um pouco por todos os países em que a atividade tauromáquica ainda existe”.

A reação da ANIMAL surge um dia depois de o movimento “Vianenses pela Liberdade” ter anunciado o cancelamento da tourada prevista para hoje em Viana do Castelo, cidade que em 2009 se declarou como “antitouradas”.

O grupo de aficionados acabou por cancelar o evento depois de, na sexta-feira, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) ter declarado “totalmente improcedente” a ação para proteção de direitos e garantias movida por um movimento pró-tourada contra o indeferimento da autarquia para a montagem da arena em terrenos privados.

“É com um sentimento de ‘justiça feita’ que vemos agora esta decisão do TAFB em não autorizar a tourada naquele local. Temos bem presente que as razões não são de caráter moral, mas como sabemos esta é ainda uma atividade legal, portanto, neste caso, a não autorização baseia-se no incumprimento dos regimes da REN, RAN, PDM, entre outros”, assinala o vice-presidente da ANIMAL no comunicado.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

 

Fonte: ANDA

Mensagem para o Presidente da Republica

O Grupo de Forcados Amadores de Santarém receberá, por ocasião do seu centenário, uma condecoração do Presidente da República; a Medalha da Ordem de Mérito. Isto acontecerá no próximo dia 23 de Julho, no Campo Pequeno.
A ANIMAL vê este gesto como ultrajante e pede a todas/os as/os suas/seus apoiantes para que demonstrem o seu descontentamento.
Por favor copie e cole a mensagem abaixo sugerida ou escreva a sua (sempre respeitosa, por favor) aqui: http://www.presidencia.pt/?action=3
Pedimos-lhe ainda que envie um e-mail
Para: belem@presidencia.pt
Com cc a: info@animal.org.pt

Exmo. Senhor Presidente da República,
Sr. Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva,
Excelência,
Tomo a liberdade de escrever a V. Exa. depois de ter tomado conhecimento de que no próximo dia 23 de Julho será entregue a Medalha de Mérito ao Grupo de Forcados Amadores de Santarém. Segundo tomei conhecimento, na sua origem a Ordem do Mérito tinha, entre outros, o objectivo de laurear actos de benemerência pública que influíssem no progresso e prosperidade do País.
Dito isto, foi com surpresa que soube da notícia de que V. Exa. ia premiar um grupo de homens que se dedica unicamente a seviciar um animal. Para cúmulo, quando este grupo de homens faz a “pega”, o referido animal já está completamente enfraquecido, não só pelas hemorragias causadas pelas farpas que lhe foram espetadas, mas também por todo o stress que o processo anterior à intervenção dos forcados lhe provocou. Não consigo compreender que mérito pode tal actividade ter nem que benefício traz à República de Portugal. Esta condecoração é, na minha opinião, uma afronta a quem realmente se dedica ao serviço comunitário, ao avanço do país, à sua boa imagem. A indústria tauromáquica já só existe em 8 países do Mundo e está, cada vez mais, a ser condenada pela opinião pública. O Comité de Direitos das Crianças da ONU recomendou em 2014 a Portugal para que tomasse medidas que afastassem as crianças da violência física e psíquica que tal espectáculo representa. Os próprios países de tradição tauromáquica estão, aos poucos, a aboli-la, seja estatalmente ou declarando algumas das suas cidades e vilas livres desses exercícios de violência.

Gostaria de pedir a V. Exa. que reconsiderasse esta condecoração e que tomasse em consideração que Portugal, como país da chamada Europa civilizada deveria dar um bom exemplo e premiar quem dá um contributo educativo e positivo, em vez de passar a mensagem de que a violência e o derramamento de sangue devem ser recompensados.

Confiando que V. Exa. tomará a decisão mais pedagógica para o país, especialmente para os mais jovens, que devem aprender desde já a respeitar todos os seres,
Despeço-me,
Muito respeitosamente,
De V. Exa.
Nome:
Cidade/País
E-mail:

Fonte: https://www.facebook.com/ONGANIMAL/posts/10153381234517954

ENTERRAR TOURADAS

É tempo de enterrar as touradas. É tempo de esta actividade vil e arcaica ficar enterrada no passado, tal como tantas outras actividades cruéis e obscuras que a Humanidade praticou ao longo dos tempos ficaram. Aquilo que sabemos hoje acerca das características dos outros animais é mais do que suficiente para que abandonemos tradições, hábitos e costumes que os prejudicam gravemente. Felizmente os tempos mudaram e a cultura da crueldade também deve mudar.
Por uma sociedade mais civilizada, justa e eticamente avançada, dizemos: vamos enterrar as touradas!

http://enterrartouradas.org/index.html