AMOR INCONDICIONAL Cão espera durante semanas na frente de hospital por tutor que morreu

Seja entre um animal não-humano e entre um animal-humano, ou entre duas pessoas, o amor incondicional, ou amor verdadeiro, é mesmo assim. É dar amor, sem esperar nada em troca!


Após sofrer pela ausência do tutor, a história de Branquinho foi divulgada nas redes sociais e ele foi resgatado.

Foi tudo por amor e lealdade. O pequeno Branquinho, um cachorro de aparentemente dois anos, cumpriu sua missão: tentou estar ao lado do tutor quando ele mais precisou, retribuindo tudo aquilo que um dia lhe foi dado. Por ele, o cachorro enfrentou sol forte, sede e fome na porta de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro da San Martin, em Salvador, na Bahia.


Logo após ser resgatado, Branquinho foi levado pela cabeleleira Roberta Araújo para lar temporário

Lá, penou durante duas semanas sem saber se um dia poderia revê-lo. Não sabia que seu companheiro morreu dias depois de dar entrada na unidade, de acordo com relatos de funcionários do local.

Não se sabe ao certo quando Branquinho chegou por lá. Alguns servidores da UPA dizem que ele estava montando campana desde o mês passado, mas ninguém tem certeza disso. Também pouco se sabe sobre o seu tutor. São centenas de pessoas que dão entrada lá todos os dias. Alguns sem identificação e em estado grave. É o que pode ter acontecido com o companheiro do animal.

Era madrugada do dia 1° de dezembro quando o agente regulador da UPA, Guilherme Carneiro, 33 anos, chegou para mais um dia de trabalho. Nessa data, o cachorrinho já estava lá, em frente à entrada, com olhos atentos para os pacientes que entravam e saíam.

Guilherme ficou sabendo, por colegas de trabalho do turno oposto, que Branquinho chegou dias antes, acompanhando um carro de família que transportava um paciente, aparentemente em estado grave.

Comovido com a história de fidelidade do pequeno cachorro, ele tentou se aproximar de Branquinho, que, a princípio, se mostrou resistente a qualquer tipo de contato. Puro medo.

“Toda vez que alguém chegava perto, ele tentava se afastar. Eu comecei a colocar água e comida com outros colegas e fomos ganhando a confiança dele”, conta Guilherme.

Inclusive, foi o próprio Guilherme que apelidou o cão assim. Não se sabe o verdadeiro nome do animal, já que durante todo esse tempo nenhum familiar do suposto tutor foi procurá-lo. Aos poucos, Guilherme foi se apegando a ele, mas descartou qualquer possibilidade de adoção. “Ele veio e ficou aqui por duas semanas por causa do tutor. Isso é uma das maiores provas de amor que eu já vi”, completa.

A enfermeira Michelle Pereira da Hora conta que viu o cachorro no local no dia 7 de dezembro e buscou ajuda pelas redes sociais. Compartilhou a história do cão, que logo sensibilizou dezenas de pessoas.

“Eu normalmente adoto. Sou adepta da causa animal. Há oito dias vi o cachorro perambulando na UPA. As pessoas estavam alimentando ele. Ele estava com lepra e sarna. Vi que estava dentro da unidade como se estivesse procurando por alguém”, relata a enfermeira.

Ela conta ainda que a equipe da unidade acredita que o tutor de Branquinho tenha dado entrada na sala vermelha – local destinado a pacientes que chegam com alto risco de morte. “Ele estava na entrada dessa sala. Quem viu, percebeu que o estado dele era de procura”, completa.

Resgate

A publicação foi compartilhada por várias pessoas e foi assim que a cabeleireira Roberta Silva, 38, ficou sabendo da existência do cachorro. Ela foi a responsável por tirar Branquinho da porta da UPA, lhe oferecer um lar temporário, castrar e cuidar das suas feridas, mas não de acabar com a sua espera.

“O olhar dele? Ave Maria! É de fazer chorar. Só consegue beber água, não come nada. É de cortar o coração”, relata Roberta.

O primeiro contato entre os dois foi tranquilo. Branquinho já estava menos arredio, descansando em um bar que fica a cerca de 50 metros da unidade de saúde. Roberta até que tentou buscar informações sobre seu tutor, mas ninguém sabia de nada. Não hesitou em levá-lo para casa.

Agora, o lar temporário do cão fica no bairro da Caixa D’Água, onde a cabeleireira mora com mais outros 11 cães. “Branquinho é um cachorro muito tranquilo e foi criado em casa. Ele estava muito maltratado e não conseguiria sobreviver por muito tempo nas ruas”, acredita.

Novo lar

Roberta também compartilhou em suas redes sociais a saga do animal, na expectativa de encontrar um novo lar para ele. Conseguiu. Não demorou muito para alguém mostrar interesse.

A nova tutora passou por uma entrevista com a própria Roberta, para que ela tivesse certeza de que o animal não estivesse indo para qualquer lugar. Caso tudo dê certo, Branquinho conhecerá a nova tutora na próxima segunda-feira (18).

“Eu tenho que ter as garantias de que ele será bem tratado e que a pessoa tenha condições tanto financeiras quanto psicológicas para cuidar de um animal. A nova tutora é vegana e costuma até fazer aniversário para seus outros cachorros”, detalha Roberta.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Esquilo visita diariamente família que o salvou há sete anos

Quando Bella tinha apenas quatro semanas, ela foi atacada por uma coruja e ficou gravemente ferida. Ela não conseguiria sobreviver na natureza com essas lesões, e, felizmente, um grupo de resgate de animais selvagens a encontrou

O grupo a deixou com Brantley Harrison e sua família, que ajudam a reabilitar animais e eles não faziam ideia de como o pequeno esquilo estava prestes a mudar suas vidas.

Bella foi cuidada por Brantley Harrison em Outubro de 2009 e como não tinha idade suficiente para ser libertada na natureza antes do inverno, ela ficou com Harrison até a primavera e foi criada com outros três esquilos: Larry, Moe e Curly. Os quatro pequenos esquilos viveram juntos em uma gaiola ao ar livre e eram alimentados com fórmulas, frutas, vegetais e muitas nozes.

Bella agia como qualquer outro esquilo ajudado por Harrison tinha cuidado. “Sua personalidade não era diferente da de qualquer outro esquilo que já criei enquanto ela estava sob meus cuidados. O principal objetivo é devolver todos eles de volta à natureza, então eu nunca a tratava como um animal doméstico. Ela não agiu de maneira diferente dos outros”, relata Harrison ao The Dodo.

Naquele mês de abril, Bella e os outros três esquilos estavam finalmente preparados para retornar ao seu habitat. Eles correram pelas árvores porque estavam ansiosos para explorar seus novos entornos. Os quatro retornaram à natureza em segurança, mas Bella não estava preparada para se despedir da família que cuidara dela.

“Ela começou a retornar para um ou dois petiscos dias após ser libertada. Os outros também voltaram por alguns dias, o que é muito típico e, depois de uma semana, eles costumam parar de se aproximar. Bella permanece na porta da frente esperando que alguém perceba que ela veio para uma visita. Ela até pulou na janela da sala de jantar para que alguém a visse”, disse Harrison.

Faz mais de sete anos que Bella foi libertada e ela ainda visita a família que a salvou quase todos os dias. Em todas as ocasiões em que aparece, ela caminha, senta nos colos dos membros da família e aceita muitas nozes. Ela realmente não gosta de ser um animal doméstico, mas ama estar perto da família, que adora suas visitas.

Há alguns anos, sua família humana conheceu seus familiares esquilos pela primeira vez. Bella feriu o pé e seus antigos tutores cuidaram dela novamente, dando-lhe antibióticos e colocando-a em uma das gaiolas de reabilitação para que ela se recuperasse.

Ela estava quase pronta para ser liberada novamente quando deu à luz três bebês minúsculos, o que fez a família humana cuidar dos filhotes até que eles crescessem o suficiente para serem libertados. “Foi realmente incrível observar o bebê que criei criar seus próprios bebês”, finaliza Harrison.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Venda de produtos com pele de animais é proibida em São Francisco (EUA)

 

A decisão segue uma orientação semelhante a da cidade de Berkeley, na Califórnia

Crédito: SFWEEKLY

A decisão segue uma orientação semelhante a da cidade de Berkeley, na Califórnia.

 

A cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, irá proibir a venda de produtos com pele de animais.

A decisão segue uma orientação semelhante a da cidade de Berkeley, na Califórnia, que foi instituída em abril deste ano.

“Muitos associam roupas de pele com a ideia de luxo, mas a realidade está longe de ser luxuosa – milhões de animais ao redor do mundo são criados de forma cruel e mortos todos os anos por suas peles”, afirmou Katy Tang, do Conselho de Supervisores da Califórnia.

Algumas lojas estarão isentas da nova lei, como brechós, a menos que vendam peles de animais ameaçados.

Se aprovada, a legislação entrará em vigor em 1º de julho de 2018, e será mais uma conquista para os direitos animais no país.

Em 2015, uma medida proibindo que animais selvagens fossem forçados a se apresentarem foi aprovada no estado.

No início deste ano, São Francisco também aprovou com sucesso uma legislação que tornava ilegal a venda de animais domésticos em lojas de toda a cidade.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Pescadores se vangloriam de assassinatos de tubarões em reservas

As autoridades estão alarmadas com registros e evidências de crueldade nas áreas de refúgio de tubarões em Mercury (Austrália)

Cada vez mais pescadores postam fotos dos tubarões capturados enquanto se vangloriam nas mídias sociais.

O Departamento de Indústrias Primárias, Parques, Água e Meio Ambiente alertou que a caça de “troféus marinhos” não será tolerada e poderá resultar em processos judiciais.

“Há registros crescentes de pescadores que pegam um tubarão com o objetivo de tirar fotos e se vangloriar nas mídias sociais. Algumas fotos são, obviamente, em áreas de refúgio de tubarões”, destacou o DPIPWE.

A polícia emitiu 27 multas relacionadas à prática para inúmeras infrações cometidas desde meados de 2015, incluindo a captura de tubarões em uma área de refúgio e de animais sem barbatanas dos animais em águas estaduais.

De acordo com o Mercury, os 10 refúgios de tubarões da Tasmânia estão principalmente no Sul do estado e na Costa Leste, sendo que dois ficam no Norte e no Noroeste.

Eles incluem partes de Blackman Bay, River Derwent, Fredrick Henry Bay e Norfolk Bay, D’Entrecasteaux Channel, Georges Bay, Great Oyster Bay, East Coast Waters, Mercury Passage, Port Sorell e Tamar River / kanamaluka.

O porta-voz da Tasmanian Conservation Trust, Jon Bryan, afirmou saber sobre as preocupações do DPIPWE, acrescentando que esse comportamento prejudicou a proteção dos tubarões e de habitats seguros para a espécie.

“É realmente preocupante se as pessoas estão deliberadamente atingindo essas áreas. As áreas de refúgio para tubarões estão ali para um propósito. Se isso for prejudicado por pescadores que fazem a coisa errada, eu ficaria muito preocupado. A ignorância não é uma justificativa para infringir a lei”, afirmou Bryan.

Um porta-voz do departamento informou que os oficiais têm observado atentamente os crimes relacionados aos tubarões.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Touro explorado em rodeio tem a perna quebrada e agoniza de dor

Um vídeo perturbador mostra o momento em que um touro quebra a perna traseira após tentar tirar um toureiro de suas costas em um rodeio

Nas imagens, capturadas por um expectador chocado, é possível ver o touro ficando seriamente ferido depois que ele e seu agressor caem no chão no meio da arena de Adelaide, na Austrália.

Enquanto o toureiro parece sair ileso da queda, o touro se contorce em agonia enquanto os organizadores da crueldade tentam contê-lo.

Acredita-se que o touro quebrou a perna traseira enquanto tentava se livrar do homem.

Os espectadores ficaram claramente angustiados e suspiros podem ser ouvidos no vídeo, já que o touro manco foi retirado da arena.

Quando o animal saiu do local, ele tentou se libertar novamente do aperto do adestrador e começou a pular freneticamente com a perna quebrada.

Um homem disse em um alto-falante que o animal ferido receberia o “melhor atendimento médico”.

De acordo com o Daily Mail, a RSPCA Australia condenou o incidente terrível depois de lutar arduamente para impedir a continuidade do rodeio.

“Nossos piores temores foram confirmados quando um touro sofreu um ferimento terrível na perna durante o evento Professional Bullriders Australia sediado no Adelaide Entertainment Center – um evento que lutamos para que fosse cancelado devido ao potencial de sofrimento animal. Estamos chocados e consternados com este incidente e nossos inspetores farão uma investigação”, declarou um porta-voz da RSPCA South Australia.

“O ferimento deste touro era desnecessário e poderia ser evitado. A RSPCA South Australi reunirá um time de consultores jurídicos para investigar o que pode ser feito para mudar as leis e tornar os rodeios ilegais em todo o estado”, acrescentou.

A organização também iniciou uma petição para proibir o Adelaide Entertainment Center de sediar um evento como esse, descrevendo-o como “desumano, antiético e arcaico”. A condição atual do touro é desconhecida.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Caça de elefantes e girafas financia ação de grupos militares africanos

A República Democrática do Congo (RDC) é um dos países mais pobres do mundo, onde um número sem precedentes de animais é vítima de caçadores

Um novo relatório da TRAFFIC, a rede global de monitoramento do comércio de animais selvagens, documenta os maiores problemas enfrentados pela vida selvagem da RDC. Entre eles estão os caçadores locais, os pastores e o grupo militar e cristão Exército de Resistência do Senhor.

Infelizmente, isso não impediu a crueldade de Joseph Kony, líder do Exército de Resistência do Senhor, que visa “limpar” a população e instalar uma teocracia.

O grupo tem usado estratégias avançadas para caçar elefantes, como, por exemplo, atirar nos animais de helicópteros. Eles transportam e comercializam marfim para comprar armas. Diversos outros grupos militarizados perseguem os animais para também lucrar com o tráfico.

De acordo com a Newsweek, outra ameaça observada no relatório são os pastores de animais que também caçam, pois o comércio de partes dos corpos de animais selvagens é muitas vezes mais lucrativo do que o pastoreio.

Há também os caçadores africanos, que matam animais legalmente protegidos por uma série de razões. Alguns fazem isso sob o pretexto de proteger suas plantações ou pela carne.

Surpreendentemente, algumas pessoas até matam girafas raras apenas para arrancar seus rabos, que são vendidos para serem utilizados para dotes. O problema ficou tão sério que, em 2016, a National Geographic informou que apenas 40 de 350 restavam no Garamba National Park.

No entanto, Liz Williamson, bióloga que participou do relatório da TRAFFIC, observou que a população girafa teve um pequeno aumento. Desde então, houve sete nascimentos de girafa e não ocorreram assassinatos recentes. Williamson atribui isso ao fato de que muitas delas têm usado coleiras de rastreamento.

Fonte: ANDA

 

Crueldade Ativistas franceses pedem proibição da caça de raposas

Uma coalizão de mais de 20 grupos franceses de direitos animais, incluindo uma liderada pela ex-estrela de cinema Brigitte Bardot, realizaram uma ação para proibir a caça com cães.

Uma coalizão de mais de 20 grupos franceses de direitos animais, incluindo uma liderada pela ex-estrela de cinema Brigitte Bardot, realizaram uma ação para proibir a caça com cães.

“Vários países europeus (incluindo a Alemanha, a Grã-Bretanha e a Bélgica) já proibiram esse esporte cruel”, escreveram em uma carta ao ministro do meio ambiente, Nicolas Hulot.

“O que a França está esperando para se juntar a esses países que teve a coragem de proibir a caça com cães?”, disse.

A caça de cervos e raposas com cães são legais na França, onde javali e lebres também são tradicionalmente caçados com cães de caça.

A chamada vem depois que Hulot, o ecologista mais famoso de França, indicou no mês passado que queria repensar as leis que regem a caça.

“Algumas práticas como a caça com cães prolongam a agonia e o estresse do animal. Isso me perturba profundamente”, disse Hulot em uma entrevista à revista francesa L’Obs.

“Isso não é o que eu chamo de civilizado”, disse ele, acrescentando que ele queria iniciar um “grande repensar” da maneira como os animais foram tratados com o ministro da agricultura.

Mais de 20 grupos de direito animais apoiaram o pedido de proibição, incluindo PETA, Sea Shepherd e o Fundo Internacional para o Bem-estar dos Animais.

Fonte: ANDA