Conteúdo ANDA Alerta: eclipse solar pode confundir animais

Diversas espécies de animais poderão ser afetadas e ter comportamentos estranhos na segunda-feira (21), durante o eclipse solar, mesmo nos lugares em que o fenômeno for parcial. O primeiro registro de confusão em ocasiões similares foi feito em 1932, quando pesquisadores descobriram que as abelhas retornavam para as suas colmeias na Inglaterra.

Em julho de 1991, um eclipse total fez com que aranhas destruíssem suas teias para recomeçá-las com a chegada da luz do Sol, segundo a National Wildlife Federation. Desta vez, o maior risco será para os animais selvagens, que começarão suas rotinas noturnas mais cedo.

Para os animais domésticos, como cães e gatos, o fenômeno deve ser menos prejudicial do que fogos de artifício e tempestades, que perturbam esses animais e podem causar acidentes. As informações são da emissora USA Today.

Enquanto os humanos contemplarão o espetáculo, alguns animais poderão ficar confusos mesmo em lugares com apenas um eclipse parcial.

Os primeiros relatos de comportamento animal estranho durante os eclipses envolvem pássaros. Talvez o mais antigo seja de um eclipse total em 1544 quando “as aves deixaram de cantar”, enquanto outro relatório de um eclipse em 1560 afirmou que “as aves caíram no chão”, de acordo com a Science News.

Na segunda-feira (21), a maioria dos animais selvagens provavelmente iniciará sua rotina noturna quando o eclipse começar, disse Bruce Stein da National Wildlife Federation.

Durante os eclipses anteriores, os elefantes na África foram vistos voltando para suas áreas de dormir, enquanto chimpanzés olhavam para o céu “confusos com o que estava acontecendo”, disse Stein.

Animais domésticos como cães e gatos devem ser menos afetados pelo eclipse do que os de vida selvagem, de acordo com a Rede Mãe Natureza.

“A totalidade só dura alguns minutos no máximo e o eclipse em si é silencioso e não produz ruídos que normalmente assustam animais domésticos como tempestades e fogos de artifício”, disse o editor de ciências da rede Russell McLendon.

Cientistas em todo o país também podem observar e registrar o comportamento animal para organizações como a Academia de Ciências da Califórnia.

“Quanto às flores e plantas, há pouca informação relacionada ao que acontece com elas durante um eclipse total”, disse Douglas Bielenberg, um fisiologista da planta da Universidade de Clemson.

“As pessoas que têm jardins podem olhar as folhas caindo das plantas, ou observá-las ao entrarem em suas posições noturnas”, disse ele. “Esta será uma ótima oportunidade para as pessoas fazerem observações”.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Milhares de produtos de marfim são vendidos semanalmente em sites japoneses

Milhares de joias, selos, pergaminhos e outros itens feitos de marfim de elefante continuam sendo comercializados online semanalmente no Japão, revelou um novo relatório da TRAFFIC, a rede de monitoramento do comércio de animais selvagens

Em apenas quatro semanas, entre Maio e Junho de 2017, cerca de 10 mil itens de marfim foram vendidos no Yahoo Auction, uma das maiores plataformas de comércio eletrônico do país, informaram os pesquisadores.

Elefantes, vítimas do comércio de marfim

Os produtos de marfim incluíam joias, hankos (selos de impressão utilizados para a assinatura de documentos, contratos e outros papéis), pergaminhos, colheres de chá, instrumentos musicais, entre outros. Aproximadamente 22 presas de elefantes lapidadas e esculpidas também foram anunciadas e vendidas durante o período da investigação.

As transações de quatro semanas somaram mais de US $ 407 mil, diz o relatório. Centenas de produtos de marfim também foram anunciados em outros sites populares de comércio eletrônico como o Mercari, o Rakuten-Ichiba, o Rakuma e o Yahoo Shopping. Uma média de 143 novas publicidades de produtos de marfim foi inserida semanalmente no Mercari.

“Embora as vendas online de marfim sejam legalizadas no Japão, a grande escala do comércio merece escrutínio para prevenir atividades ilícitas”, escrevem os autores.

Na década de 1980, o Japão era o maior importador de marfim do mundo. Mesmo após o comércio global de presas de elefante ser proibido pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (CITES) em 1989, o Japão recebeu permissão para  importar legalmente inúmeras toneladas de marfim duas vezes: uma em 1999 e depois em 2008.

Porém, dados recentes da Environmental Investigation Agency, uma organização sem fins lucrativos sediada em Washington, DC (EUA), revelaram que as brechas e as frágeis legislações  impediram o Japão de manter o marfim ilegal fora do comércio doméstico e legalizado.

“Essas áreas nebulosas no comércio japonês de marfim devem ser tratadas adequadamente para eliminar possíveis brechas para fluxos ilegais de marfim”, escreveu a TRAFFIC.

Em Junho de 2017, o governo japonês atualizou sua Lei para a Proteção das Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (LCES). As autoridades aumentaram as penalidades pela infração da lei e ordenaram que os comerciantes registrassem todas as presas de elefantes em sua posse, de acordo com o relatório.

Os regulamentos atualizados e a monitoração aprimorada por parte das empresas de comércio eletrônico podem ter causado alguma melhoria nesse cenário. Em 2017, em torno de 88% dos vendedores do Yahoo Auction e 85% dos comerciantes do  Rakuten-Ichiba revelaram os números obrigatórios. Segundo o Mongabay, em um estudo anterior realizado pela TRAFFIC em 2014, apenas 11% dos vendedores do Yahoo  Auction e 22% do Rakuten-Ichiba informaram os dados.

Produtos de marfim à venda em sites

Porém, a falta de regulamentação para os produtos de marfim, além de presas inteiras, faz com que seja difícil identificar e prevenir a ilegalidade. No Mercari, por exemplo, alguns anúncios de joias disseram explicitamente que os produtos vieram da Ásia e da África, o que torna as vendas proibidas segundo os termos da CITES.

De acordo com os autores, a venda doméstica dos produtos no Japão permanece legalizada sob a LCES porque a legislação do país permite que os produtos de marfim – com exceção de presas inteiras – sejam negociados sem exigência de comprovante de legalidade.

Essas lacunas tornam quase impossível confirmar a origem dos produtos, dizem os pesquisadores. Os vendedores, as empresas não identificadas e as pessoas que comercializam as presas em leilões e nos sites do mercado CtoC também permanecem fora do radar regulador.

Em Julho deste ano, Rakuten-Ichiba – anteriormente descrito como o maior varejista online de marfim do mundo – anunciou que iria proibir a venda de marfim em seu site. Os vendedores receberam um período de carência de um mês para a retirada dos produtos que já estavam à venda.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Fazendeiros criam animais selvagens com mutações raras para atrair caçadores

Proprietários de terras têm lucrado com o assassinato de animais selvagens que vivem na África do Sul. Os animais podem ser caçados por suas carnes e “troféus”, além de ser explorados para o ecoturismo

Milhares de antigas fazendas de bois e vacas foram transformadas em fazendas de jogos lucrativos, reservas de caça de animais selvagens e locais de ecoturismo. Uma fazenda de animais silvestres que lucra com a caça se preocupa em ter os animais que os clientes desejam matar enquanto uma pousada turística abusa de espécies consideradas atraentes para aqueles que gostam de atividades “recreativas”.

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Inacreditavelmente, o principal argumento para a continuidade desse horror é que ele ajuda a “proteger” os animais.

Para agravar esse cenário perturbador, existe um mercado de “variações de cores” – formas excepcionalmente coloridas de espécies específicas decorrentes de mutações raras. As mutações naturais que causam variações de cor ocorrem em muitos animais.

As cores raras das espécies africanas caçadas são conhecidas há muito tempo e incluem variedades de preto e branco de impalas, grus dourados e variedades brancas de cabras-de-leque. Os caçadores de “troféus” pagam preços maiores para caçar os animais coloridos.

Durante a última década, o custo para matar os animais de cores mutantes vendidos em leilões no país tiveram um aumento extraordinário e depois uma grande diminuição. Diversas espécies com diferentes colorações, incluindo gnus, impalas, e zebras, começaram a ser intensamente criadas por alguns fazendeiros para o terrível mercado da caça.

Em 2012, estimava-se que estas variedades raras representavam apenas 1% da caça no país. A escassez e o pensamento de que os caçadores pagariam generosamente para matá-las resultaram na crença  de ocorreriam consideráveis retornos futuros. Como resultado, os preços aumentaram. O impala normal poderia ser comprado por $ 105, enquanto o impala preto era vendido por $ 45 mil. Os animais de cores variadas ainda não eram caçados e os  exploradores concentravam-se na sua criação para aumentar seus números.

Nos dois anos seguintes, o panorama foi alterado. Em 2014, a caça de animais raros representou 16% do volume de negócios em leilões e o preço médio de um impala branco era de US$ 616 mil.

Caçador com antílope

Além da extrema crueldade da caça, existem os perigos intrínsecos à reprodução intensiva de animais de estoque genético limitado, gerando problemas associados à endogamia, incluindo a viabilidade reduzida e a fertilidade, revela o Quartz.

Os criadores venderam os animais por preços elevados em 2015.  No início de 2016, os preços começaram a diminuir e a desvalorização continuou de forma considerável. Os impalas pretos custavam menos de $ 750 (1,7% do preço de 2012) e o impala branco $ 3,600, 0,5% do preço máximo de 2014.

Muitos fazendeiros se tornaram criadores de espécies raras, piorando o problema.

Os anúncios sobre a caça de animais coloridos estão em publicações relacionadas à pecuária. Nos últimos dois anos, as principais vítimas foram búfalos, zibelinas e palancas-vermelhas criados em cativeiro. Eles são normalmente coloridos, mas muitos possuem grandes chifres, uma característica que está sendo intencionalmente criada pelos exploradores.

Esses animais são considerados como as espécies de alto valor “da moda” e, com a variedade de cores, os preços para matá-los têm aumentado. Um búfalo foi vendido por US$ 12,6 milhões em 2016.

A caça dessas espécies – especialmente após o assassinato do leão Cecil no Zimbábue – desperta uma grande indignação no público e mostra a ganância dos abusadores.

Além disso, estimula práticas de ecoturismo como a venda de mergulhos com tubarões, passeios de barcos próximos a colônias de aves, entre outras.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Bebês focas são golpeados até a morte enquanto lutam em desespero para sobreviver

Bebês focas foram golpeados até a morte enquanto tentavam fugir desesperadamente para o oceano. É o que mostram imagens brutais divulgadas por ativistas pelos direitos animais

Filmagens divulgadas por ativistas registram o momento em que focas são cercadas e agredidas por caçadores que matam seus filhotes por causa de suas peles. Algumas também são atingidas com ganchos gigantes e têm o sangue drenado.

Focas são golpeadas até a morte

Os filhotes desesperados – alguns ainda muito dependentes das mães e em fase de amamentação – tentam escapar para o oceano, mas não conseguem ser rápidos o suficiente. É o que revelou a reportagem do Mirror.

As cenas foram capturadas na Namíbia, na África, onde as colônias de focas são muitas vezes caçadas em nome do lucro, de acordo com a PETA. A organização afirma que mais de oito mil focas de pelo do Cabo são massacradas na Namíbia todos os anos.

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“A maioria das vítimas é apenas bebê – ainda mamando em suas mães e desamparada para se defender sozinha ou fugir da morte bárbara. As colônias de focas são cercadas nas praias da Namíbia e contidas em grupos enquanto alguns filhotes são liberados de cada vez e violentamente atingidos quando tentam fugir para o oceano”, ressaltam os ativistas.

“Os caçadores usam tacos e ‘hakapiks’ (bastões longos com um gancho de metal na extremidade) para bater nos animais antes de esfaqueá-los ou cortá-los para drenar o sangue. Esse tormento é tão violento e aterrorizante que os filhotes de focas muitas vezes vomitam o leite de suas mães na areia”, acrescentam.

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A Namíbia é o único país do Hemisfério Sul aonde o massacre de focas é permitido. A África do Sul proibiu a horrível prática há quase 30 anos e a PETA quer que a Namíbia faça o mesmo.

O grupo afirma que “a força motriz por trás de toda essa carnificina é a ganância, já que um punhado de pessoas se beneficia massivamente com a exportação das peles das focas. Milhares de focas machos adultas também são mortas todos os anos para que suas genitais sejam comercializadas como afrodisíacos em partes da Ásia”.

A PETA incentiva as pessoas a se posicionarem contra esse horror enviando um e-mail ao Alto Comissário da Namíbia para o Reino Unido condenando a prática.

Fonte

CONTEÚDO ANDA Ursa tem reação emocionante ao ser liberta após 30 anos de cativeiro

Ursa é resgatada e levada a santuário após ser explorada em zoológico durante 30 anos.

A ursa Fifi foi mantida em cativeiro e explorada como entretenimento durante 30 anos em um zoológico de beira de estrada na Pensilvânia, Estados Unidos. Ela foi obrigada a realizar truques contra a sua vontade para gerar lucro aos seus exploradores. A ursa não recebeu cuidados médicos, tampouco foi alimentada adequadamente no cativeiro.

Depois de 20 anos, o zoológico fechou. Ao invés de libertarem a ursa, trancaram-na dentro de uma jaula, local no qual ela permaneceu durante os 10 anos seguintes, segundo o We Love Animals.

Veja o vídeo do resgate de Fifi:

Ativistas souberam da situação de maus-tratos em que a ursa vivia e organizaram seu resgate. Quando a PETA encontrou Fifi, ela estava desnutrida e com a saúde debilitada. A ursa estava severamente abaixo do peso e quase não se parecia com um ser vivo. Além disso, Fifi tinha artrite e nunca recebeu tratamento para a doença.

A ursa ficou emocionada e agitada ao ser liberta da jaula onde vivia, e foi levada imediatamente, pela PETA, ao The Wild Animal Sanctuary no Colorado (EUA), onde recebeu todo o tratamento necessário. Atualmente, Fifi recuperou sua saúde e vive em liberdade.

Fonte:

CONTEÚDO ANDA Japão aprova legislação que defende a liberação da caça às baleias

O Governo do Japão aprovou novas leis que podem resultar na liberação da caça de baleias pela primeira vez, desde a promulgação global em 1985.

Apesar do Japão defender a morte de baleias somente para pesquisas científicas, grande parte da carne desses animais é vendida no comércio local. Somente em 2016, a caça às baleias, segundo o governo motivada por pesquisas, matou 333 baleias minke, sendo que dessas, 200 estavam grávidas.

Baleias sendo caçadas por navios japoneses

Contudo, agora o Parlamento do país aprovou uma legislação que pode abrir caminho para liberação da prática cruel no país. A caça para consumo desses mamíferos marinhos pode acarretar diversos problemas para a conservação global das baleias.

Uma das medidas garantidas pela legislação aceita é o financiamento de “pesquisas de caça às baleias”, garantidas no orçamento nacional japonês.

O governo da Austrália já se posicionou contra a criação dessas novas medidas, que podem permitir que o Japão proteja suas frotas de caça contra ONGs de proteção as baleias, como a Sea Shepherd.

Todavia, grupos de defesa da causa animal tem surgido no Japão em oposição às novas leis. Uma coalização de grupos de bem-estar animal, como o Greenpeace Japão e o Centro de Direitos dos Animais, emitiu uma declaração criticando a legislação que permite a caça às baleias.

“O projeto de lei foi criado apenas para continuar pesquisando a caça às baleias, não importa o custo – seja para as baleias, para a reputação internacional do Japão ou para o contribuinte japonês”, afirmou no texto. “Os nossos impostos serão revestidos em programas desperdiçados todos os anos, prejudicando nosso relacionamento com outras nações de forma amigável ​​e acabando com a nossa reputação a nível internacional”, criticou.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Crueldade na TV: emissora transmite caça de leões e elefantes

O acionista maioritário do clube de futebol Arsenal, Stan Kroenke, foi criticado após lançar de uma nova emissora de tele

visão no Reino Unido que transmitirá programas regulares de caça que incluem o assassinato de elefantes, leões e outras espécies africanas vulneráveis

My Outdoor TV [MOTV] foi revelado no Reino Unido na Game Fair e descrito como a “Netflix do mundo da caça “.

Um dos canais mostra um elefante sendo baleado

Serão exibidos programas que seguem caçadores em todo o mundo, principalmente na África, onde há viagens de caça que geram uma grande lucratividade, nas quais são usadas várias maneiras para matar animais selvagens, como arco e flechas e armas.

A emissora é propriedade do Outdoor Sportsman Group, parte do Kroenke Sport Entertainment, e já foi exibido ao vivo nos Estados Unidos. O lançamento do Reino Unido visa difundir a audiência do extremo horror em países de língua inglesa.

Um dos programas mostra um apresentador atirando em um elefante africano criticamente ameaçado antes que o animal avance sobre ele. Mais dois tiros são ouvidos antes que o elefante caia no chão e morra.

Outro show, chamado Dark Continent Quest, retrata a caçadora Jana Waller matando animais com arco e flecha em viagens ao redor do mundo. Um episódio mostra Waller assassinando um antílope na África do Sul e a flecha atinge o animal antes que ele possa escapar. Waller e seu guia, John Faul, esperam que ele sangre até morrer antes de se aproximarem.

“É um bom tiro. Definitivamente, alguns fígados e alguns pulmões atingidos “, diz Faul em uma declaração completamente cruel e covarde enquanto o animal ainda está vivo. Em seguida, ele segura os chifres do animal.

O canal ficará disponível por US$ 9,99 ao mês e despertou intensa revolta devido ao seu conteúdo. Ativistas pelos direitos animais têm pressionado por sua proibição.

Vários animais são vitimas dos caçadores

Um porta-voz da MOTV defendeu os programas argumentando que eles só mostrarão “caças éticas”, como se houvesse alguma ética em exterminar vidas inocentes.

Muitos dos apresentadores que participam das caças também se descrevem como “conservacionistas”, apesar dos métodos brutais e gráficos de assassinar os animais. Os críticos classificaram as transmissões iniciais como doentias. Ainda assim, Barr afirmou que não ocorrerá censura, conforme informa o Independent.

Philippa King, diretora de operações da League Against Cruel Sports, explicou que o dinheiro gerado pela caça de “troféus” não é para a proteção de espécies ameaçadas de extinção.

“Estamos vivendo em um mundo aonde a maioria das pessoas pode ver o quão brutal e vergonhosa é a caça de ‘troféu’, mas o líder do Arsenal escolhe lançar seu canal de TV doentio no Reino Unido”, disse King ao The Times.

“A maioria das pessoas não concorda que a caça de ‘troféu’ é ética de alguma forma e os estudos desconsideraram as alegações de que a maior parte do dinheiro sangrento se destina a apoiar a proteção. Não tenho certeza de como um idiota com uma arma contra um elefante é uma perseguição justa. O Sr. Kroenke poderia fazer um grande favor ao mundo ao parar de vender esse tipo de TV doentia e concentrar-se em ajudar os animais que ele aparentemente gosta de ver mortos”, concluiu.

Para agravar o horror, o canal terá vários programas de tutoriais de caça e tiroteio e programas de culinária com receitas com os animal mortos, assim como programas de pesca e armas.

Fonte: ANDA