De olho no planeta Alemanha pode oferecer transporte público gratuito para combater a poluição

“Estamos considerando o transporte público gratuito para diminuir o número de carros particulares. A luta contra a poluição do ar sem mais atraso é a maior prioridade da Alemanha”, escreveram três ministros em uma carta ao comissário ambiental da União Europeia (UE), Karmenu Vella, em Bruxelas.

Um julgamento da proposta está previsto para as cidades de Bonn, Essen, Herrenberg, Reutlingen e Mannheim até o final deste ano.

A carta foi assinada pela ministra alemã do meio ambiente, Barbara Hendricks, pelo ministro da Agricultura, Christian Schmidt e pelo chefe de gabinete da Chancelaria Federal, Peter Altmaier.

Segundo a AFP, que informou sobre a carta, outras ações propostas são restrições sobre as emissões de frotas de veículos, como ónibus e táxis, zonas de baixas emissões e apoio para compartilhamento de automóveis.

A DW disse que algumas das cidades escolhidas para os testes de transporte público gratuito não foram esclarecidas quanto aos detalhes da proposta, segundo o Ecowatch.

A proposta ocorre pouco mais de dois anos após o escândalo das emissões de diesel da Volkswagen. A empresa alemã teve que pagar biliões em multas e acelerar seus planos para electrificar grande parte da sua frota. Outros fabricantes de automóveis, incluindo a marca alemã Daimler, já foram envolvidos em escândalos de emissões.

Em 2017, a Volkswagen, a Daimler e a BMW anunciaram um plano de € 500 milhões (US$ 593 milhões) para actualizar mais de cinco milhões de carros diesel na Alemanha e oferecer descontos comerciais em modelos mais antigos. Eles também concordaram em contribuir com um fundo de tráfego público para diminuir a poluição causada pelo diesel.

Fonte: ANDA

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Notícias Puma do leste é declarado extinto após oito décadas sem ser visto

Infelizmente a notícia confirmou-se.
Mais um ser senciente que desaparece, por causa da acção do homem.
Os homens que levaram o Puma do Leste à extinção são uns monstros.
Deveriam ser levados à justiça e condenados!
Nestas alturas tenho vergonha de ser ser-humano!

Mário Amorim


No passado, os pumas do leste ou cougars — uma subespécie das onças pardas — habitavam uma extensa região da América do Norte, do Michigan à Carolina do Sul. Este grande felino era visto em praticamente todos os estados americanos a leste do Rio Mississippi, mas foi dizimado por ser visto como uma ameaça aos rebanhos. Na semana passada, o animal foi removido da lista de espécies ameaçadas e declarado oficialmente extinto.

Os pumas do leste eram primos dos leões da montanha, que habitam estados da costa oeste americana, e das panteras da Flórida, encontradas apenas nos Everglades. Em 2011, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA iniciou uma revisão extensa no status do puma e, em 2015, concluiu que a espécie estava além das possibilidades de recuperação. Na última segunda-feira, a decisão foi oficializada.

A espécie foi declarada ameaçada em 1973, mas o último registro do animal aconteceu em 1938, de um espécime morto, feito por um caçador no Maine. Desde então, houve alguns avistamentos, mas de leões da montanha vindos do oeste. Em 2011, por exemplo, um grande felino foi morto atropelado numa rodovia em Connecticut, mas era um leão da montanha perdido.

Alvo de campanhas de extermínio

O cougar media até 2,5 metros, da ponta do rabo à cabeça, e pesava até 65 quilos. Era o mamífero com maior abrangência territorial do Hemisfério Ocidental, mas foi alvo de campanhas de extermínio e teve seu habitat destruído pelo avanço humano. Sua alimentação era basicamente de veados, mas fazendeiros temiam pela segurança de seus rebanhos.

A declaração oficial da extinção do puma do leste é uma triste consequência da atividade do homem, mas pode ser uma boa notícia para a recuperação dos ecossistemas do leste dos EUA. A partir de agora, reservas ambientais poderão importar leões da montanha do oeste para restabelecer populações de grande felinos que historicamente habitaram a região.

“Nós precisamos de grandes carnívoros como os pumas, para conter a superpopulação de cervos e as doenças transmitidas por carrapatos que ameaçam a saúde humana”, afirmou Michael Robinson, da ONG Centro para Diversidade Biológica, em comunicado. “Por isso, esperamos que estados do leste os reintroduzam”.

Fonte: ANDA

ARMADILHAS VENENOSAS EUA voltam a autorizar uso de bombas de cianureto para matar animais silvestres

O uso de bombas de cianureto para matar animais silvestres voltou a ser autorizado pelo governo do presidente norte-americano Donald Trump. As armadilhas venenosas são usadas para exterminar raposas, coiotes e cães selvagens. Grupos de conservação criticam a decisão cruel do governo.

Conhecidos como M-44, os dispositivos são colocados no solo e parecem irrigadores de gramado. Um ejector de molas libera o cianureto de sódio quando um animal atraído por uma isca puxa um suporte do compartimento da cápsula.

Estas bombas tinham sido vetadas pelo governo em 2018 após uma dessas armadilhas ferir uma criança e matar o cachorro dela no estado de Idaho. A família da criança entrou com uma acção na Justiça contra o governo federal.

A decisão de voltar a autorizar o uso das bombas revoltou ambientalistas, que enviaram mais de 20 mil cartas de protesto à Agência de Protecção Ambiental (EPA, na sigla em inglês). As informações são da agência AFP.

“São incrivelmente perigosas para as pessoas, seus animais e animais selvagens ameaçados, elas são muito perigosas para serem usadas”, disse à AFP Collette Adkins, diretora de conservação de carnívoros do Centro para a Diversidade Biológica. “A indústria pecuária quer isso”, acrescentou. Segundo ela, grupos da indústria agrícola enviaram à EPA aproximadamente 10 comentários favoráveis à liberação das bombas.

Dados do governo indicam que 6.579 animais foram mortos pelas armadilhas venenosas em 2018, sendo 200 deles animais que não eram o foco das bombas, como guaxinins, gambás e um urso.

O foco da organização dirigida por Adkins é, segundo ela, continuar pressionando por proibições a nível estadual, como aconteceu em Oregon no mês de maio.

Fonte: ANDA

SEM CRUELDADE Indústria de couro da Austrália perde lugar para o couro sintético

A indústria de couro da Austrália sofreu um impacto depois que muitas pessoas começaram a optar pelas alternativas sintéticas. A imitação começou a ser fabricada com materiais sustentáveis, como folhas de abacaxi e cascas de maçã.

Bois pastando em uma fazenda de criação

“Conversando com pessoas que estão na indústria do couro há 40, 50 anos, elas nunca viram a indústria em uma situação tão ruim quanto essa”, declarou Denis King, diretor executivo da Associação Australiana de Pele e Couro, em entrevista à ABC Austrália.

O país exporta peles de animais para outras nações, onde o processo para a fabricação do couro é realizado. Então as peles são enviadas de volta à Austrália e transformadas em bolsas, sapatos e jaquetas.

Muitos optam pelas alternativas sintéticas por razões éticas, se recusando a usar produtos feitos através da exploração dos animais. Mas além da morte dos animais, a indústria de couro também tem impacto negativo no meio ambiente. Além das emissões de gás carbónico, as peles são tratadas com produtos químicos que evitam a podridão, mas prejudicam a natureza.

As sobras das substâncias são despejadas em regiões com pouca regulamentação (como Índia, China e Bangladesh). O cromo, um dos produtos utilizados no tratamento do couro, muitas vezes contamina a água e apresenta um grave risco para a saúde daqueles que a ingerirem.

Os couros veganos mais sustentáveis ascenderam nos últimos anos. “Os consumidores querem opções que sejam melhores para o meio ambiente, melhores para o futuro”, afirmou Jocelyn Thornton, vice-presidente da área de serviços criativos da consultoria de moda Doneger Group.

Fonte: ANDA

FILME Diretor de “O Rei Leão” diz que não havia razão para usar animais reais

Diretor da nova versão do clássico “O Rei Leão”, que estreou no Brasil no dia 18 de julho, Jon Favreau explicou à revista Vanity Fair que não havia razão para usar animais reais no filme, e que hoje com toda a tecnologia disponível se torna injustificável colocar animais em perigo para fazer uma obra cinematográfica.


“Espero que com essas imagens tão realistas, que as crianças verão pela primeira vez, elas possam desenvolver um senso de responsabilidade em ajudar a proteger isto [a natureza]”

“Você tem bibliotecas e bibliotecas de filmagens de animais e com toda a referência que você poderia querer”, acrescentou. Favreau explicou também que a aparição do rinoceronte-branco do norte no filme é uma homenagem ao animal já extinto na natureza.

O filme ambientado na África Subsaariana, e que já arrecadou mais de um bilião de dólares nas bilheteiras, contou com uma equipe de designers gráficos na idealização e concepção dos personagens:

“Espero que com essas imagens tão realistas, que as crianças verão pela primeira vez, elas possam desenvolver um senso de responsabilidade em ajudar a proteger isto [a natureza].”

Fonte: ANDA

TORTURA E ABUSO Elefante é acorrentado por três meses por ser considerado “agressivo”

Foto: Mathrubhumi

Um elefante tem sido torturado por três meses na Índia, mantido acorrentado em uma plantação, exposto ao sol e à chuva, mal conseguindo se mover, o animal chora o dia todo, segundo os vizinhos da propriedade onde o abuso acontece.

O elefante, conhecido pelos nomes Kochu Ganeshan e Bharathi Balanarayanan, foi acorrentado em uma plantação de coco em Mundakkara, na cidade de Balussery, na Índia desde Abril, segundo relatos do jornal Mathrubhumi.

De acordo com o responsável pelo elefante, Dileep Kumar, ele estaria passando pelo período de “musth” (alta dos níveis de hormonios reprodutivos em elefantes do sexo masculino, que causa agressividade) e por isso teria sido acorrentado e torturado.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Priya Davidar

Infelizmente na Índia é permitido manter elefantes em cativeiro porém, existem normas para esse tipo de procedimento. De acordo com o regulamento vigente, para se manter um elefante – no período de “musth” – cativo no país, ele deve ser colocado em acampamentos cobertos, protegido e ser alimentado ter acesso a água.

Lembrando que cativeiros, sejam eles em alojamentos cobertos, zoos ou qualquer tipo de privação da liberdade, causam sempre sofrimento a qualquer espécie, além de ser uma crueldade com animais selvagens, acostumados a viver livremente na natureza e em grupos ao invés de cerceados por interesses humanos.

A forma como Kochu Ganeshan vem sendo mantido viola todas as regras relativas aos cuidados com elefantes durante o período do “musth”. Segundo os especialistas nesta fase os níveis hormonais de testosterona se elevem tanto nos animais que cheguem a ficar 60 vezes mais altos que o normal. Para animais que vivem livres, o período é utilizado para reprodução e eles passam por essa fase de forma natural em seus habitats. Já os cativos se tornam agressivos e violentos por não poderem manifestar sua natureza ou seguir seus instintos.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation
Elefantes na Índia

Estar afastado de seu grupo e de seu ambiente natural é uma agressão anti-natural e cruel para com os elefantes por si só.

Ainda segundo relatos do jornal Mathrubhumi foram identificadas feridas profundas na pele do elefante causadas pelas de correntes que prendem suas pernas.

Vítima da humanidade

O elefante de 25 anos foi acorrentado a um coqueiro. O animal havia sido trazido para a terra de Vadakkedathu Sankaran (fazendeiro) para ficar por 10 dias. Ao final desse tempo, quando ele pediu para que os responsáveis levassem o elefante embora, Dileep Kumar disse que o animal estava em “musth” e não poderia ser transportado por três meses.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Quando um grupo de homens começou a acampar e se embebedar nas terras do fazendeiro alegando estar ali para cuidar do elefante, o proprietário demoliu o galpão construído no local.

O grupo entrou com uma queixa policial contra o proprietário da terra por destruir o galpão. Com isso, Sivasankaran teve que pedir ajuda da polícia para lidar com a situação.

Segundo relatos de moradores vizinhos da propriedade onde Kochu Ganeshan esta preso, o elefante chora sem parar, dia e noite, “num murmúrio de cortar coração”, devido às feridas profundas nas pernas e ao sofrimento de ficar amarrado o tempo todo.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation
Elefantes na Índia

Sivasankaran e sua família disseram que apesar de terem feito uma queixa à polícia e ao DFO denunciando que o elefante está sendo torturado, nenhuma ação foi tomada.

Os responsáveis pelo elefante só levaram mahouts (cuidadores de elefante) até o local depois que ele apresentou uma queixa no tribunal de Koyilandi e uma comissão veio para inspecionar o animal e as condições em que ele tem sido mantido.

O tutor do elefante, Dileep Kumar, respondeu que o animal é tratado de acordo com as instruções do “Madangaleela” (livro indiano sobre elefantes que tem mais de 200 anos) e será deslocado do local quando o certificado de aptidão (fim do “musth”) for emitido.

Fonte: ANDA

BRUTALIDADE Cão em situação de rua é espancando por seguranças ao procurar abrigo da chuva em prédio

Devido ao conteúdo do artigo, em imagens muito fortes, não o vou postar o aqui no meu blog. Vou postar apenas o link do artigo, nada mais!
Podem acessar ao artigo, AQUI