Apenas o link. Não posso ir mais longe, aqui no meu blog!

Logo ao abrir o site da ANDA, deparei-me com uma notícia que me enojou e revoltou profundamente.
Bastou-me o titulo.
Não fui capaz de ler a notícia, de uma aberração, de uma monstruosidade.
E por considerar que se trata de um limite, o qual não posso ultrapassar, não vou partilha-la, aqui no meu blog. Vou partilhar apenas o link.

Aqui fica então o link: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Google Fotos passa a reconhecer rosto de cães e gatos

O aplicativo agora permite que nomes de cães e gatos sejam marcados nas fotos, facilitando as buscas internas.

O Google anunciou a nova possibilidade de leitura do rosto de cães e gatos, por meio da inteligência artificial, no aplicativo Google Fotos. Até o momento, só era possível marcar as fotos dos animais com palavras como “cachorro”, “gato”, pela raça ou até mesmo utilizando um emoji que os representasse. Agora o aplicativo permite marcar as fotos com os nomes dos cães e gatos. O recurso está sendo liberado aos poucos para usuários de diversos países.

Quem tutela mais de um cão, por exemplo, poderá distingui-los nas fotos marcando os nomes de cada um deles, o que irá facilitar a busca interna pelos arquivos e possibilitará a criação mais fácil de vídeos e animações feitas pelo Assistente Virtual do aplicativo.

O Google Fotos ganhou fama ao usar a inteligência artificial para escanear, segundo informações do Estadão, fotos do usuário e as classificar. Dessa forma, é possível encontrar, por meio do aplicativo ou do site, fotos específicas pesquisando por palavras-chave. Nomear rostos, possibilitando a busca por nomes de amigos, por exemplo, também é uma característica possível do aplicativo, que agora aceita também nomes de animais.

Em publicação feita no blog do Google, a engenheira de software do Google Fotos, Lily Kharevych, escreveu que a equipe da empresa “espera que a nova função ajude os usuários a celebrarem seus familiares de quatro patas”.

Fonte: ANDA

 

CONTEÚDO ANDA Wallabies são cruelmente mortos e bebês são encontrados agarrados aos corpos das mães

Até 100 wallabies foram mortos nos terrenos do Mareeba Turf Club, no extremo Norte de Queensland (Austrália), e cuidadores de animais selvagens acreditam que eles foram atingidos com flechas

Em alguns casos, os filhotes ficaram presos nas bolsas das mães mortas após o extermínio em massa. A RSPCA começou a investigar o crime depois de, inicialmente, descobrir mais de 50 wallabies mortos na região.

Beth Stern, vice-presidente da Tablelands Wildlife Rescue, alertou a RSPCA depois de receber uma ligação de um especialista em animais selvagens que estava angustiado por encontrar os animais assassinados. “Isso tem acontecido há algumas semanas. Há cerca de 100 animais que foram mortos”, revelou.

Inicialmente, as autoridades pensaram que os animais tinham sido baleados, mas Stern afirmou que uma autópsia revelou uma realidade mais brutal.

“Descobrimos que não são tiros de armas, o veterinário acreditava que era de uma flecha. Um animal em particular foi atingido nas costas, suas costas estavam quebradas e foi espancado na cabeça. Foi uma cena horrível para as pessoas que se preocupam com animais selvagens”, enfatizou.

Cadáver encontrado na região

De acordo com a ABC, o secretário do clube Mareeba Turf, John Thurlow, confirmou a ocorrência dos assassinatos. Ele disse que uma cerca de canguru foi instalada no local há cerca de um mês.

“Estávamos permitindo que os wallabies se acostumassem com [a cerca] antes de expulsá-los. Alguém fechou esses portões e utilizou nossa nova cerca para levá-los para uma área onde poderiam atirar neles”, disse ele.

O porta-voz da RSPCA Queensland, Michael Beatty, disse que um inspetor local estava investigando os assassinatos. “Havia filhotes deixados em bolsas e alguns dos wallabies morreram nas cercas. Infelizmente, os animais não podem falar, instamos que alguém com informações se apresente”, declarou.

A polícia de Queensland e o Departamento de Proteção Ambiental e do Patrimônio também foram informados sobre os assassinatos.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Urso explorado para a caça é liberto depois de viver 16 anos em cativeiro

Um urso explorado desde filhote para caçar cães foi libertado após viver 16 anos trancado em uma jaula na Ucrânia

Tyson era mantido em cativeiro na floresta, perto da cidade de Ivano Frankivsk, no Oeste do país, desde 2001, quando testemunhou o assassinato de sua mãe por caçadores. O urso pardo de 250 quilos sofreu terrivelmente nas mãos de seus guardas e foi muitas vezes arrastado pelas correntes do cárcere e forçado perseguir cães selvagens, dizem os ativistas.

Ninguém sabe ao certo o quanto o animal sofreu porque sua pele grossa cresceu sobre suas cicatrizes. Os seus salvadores, uma equipe do grupo internacional de proteção animal Four Paws, afirmam que há centenas como ele, escondidos pelos caçadores na Ucrânia e na Rússia.

Tyson é um dos afortunados. Um jornalista ucraniano soube sobre seu encarceramento e denunciou o caso. Os caçadores, muitos deles veteranos endurecidos pela guerra, estavam entre aqueles que agiam como seus sequestradores na clareira que servia como um covil, churrasco e um local para matar cães.

A Ucrânia atualmente debate uma lei, que deverá passar em breve no parlamento, com o objetivo de proibir a criação desses animais.

Seus captores finalmente fizeram a coisa certa por ele e concordaram com uma operação de resgate da Four Paws. Porém, na hora do resgate, os caçadores de repente decidiram que queriam mantê-lo. Depois de conversarem com emissários ucranianos da da organização de proteção animal, aparentemente eles mudaram de opinião.

Eles estavam preocupados, entre outras coisas, de serem retratados como cruéis ou de perder o respeito na comunidade local onde seu serviço no combate contra a Rússia os tornou heróis perante os olhos de muitas pessoas. “Podemos cuidar dele, podemos construir nosso próprio santuário aqui”, disse um deles.

As negociações continuaram durante uma hora. Finalmente, um acordo foi feito: o urso poderia ser libertado se os filhos de seus exploradores pudessem viajar gratuitamente para vê-lo e a Four Paws prometeu pensar na possibilidade de abrir outro santuário de ursos no local do seu cativeiro. Tyson recebeu narcóticos e foram necessários oito homens para levá-lo para a liberdade que ele tanto merecia.

Frank Goeritz, um veterano de animais resgatados em todo o mundo, estava equipado com instrumentos de alta tecnologia que possibilitam um rápido check-up médico no local, segundo o Daily Mail.

“Seus dentes estão desgastados como resultado das mordidas nas barras ao longo dos anos. Ele tentou fugir, mas nunca conseguiria. Além disso, ele está um pouco abaixo do peso por causa de sua dieta – ele parece ter vivido com uma dieta de pão e milho, mas seus órgãos internos e sua visão são bons. Ele ainda é, essencialmente, um urso saudável”, disse.

Tyson foi colocado em uma jaula na parte traseira de um pequeno caminhão para ser transportado para seu novo lar: o santuário de ursos Domazhyr, perto da cidade de Lviv, onde ele viverá com outros ursos resgatados para passar seus dias em paz e com dignidade.

Ioana Dungler, responsável geral pela missão de resgate, declarou: “Nós salvamos o Tyson, mas há tantos mais como ele. Temos que mudar as atitudes em relação a animais como ele para que o sofrimento das criaturas inocentes acabe”.

Fonte: ANDA

 

RESPOSTA DO PROVEDOR DO TELESPECTADOR À CARTA ABERTA QUE DIRIGI AO PRESIDENTE DO CA DA RTP

RTP.jpg

Na sequência da CARTA ABERTA A GONÇALO REIS, PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP a propósito das lamentáveis declarações públicas que este fez, referentes à intenção de continuar a parceria com o campo pequeno, para transmissão de touradas na estação pública de televisão, recebi do Provedor do Telespectador a seguinte mensagem:

(Nota: os erros ortográficos são da responsabilidade de quem escreveu a mensagem)

RTP – Provedor do Telespectador                                                16:35 (há 1 hora)

para mim

Exmo(a) Senhor(a) Encarrega-me o Senhor Provedor do Telespetador de lhe transmitir a seguinte resposta: Agradeço a sua mensagem. O Presidente do Conselho de Administração da RTP, Gonçalo Reis, exprimiu a sua opinião favorável às touradas, congratulou-se com a sua transmissão televisiva e sublinhou que a parceria Campo Pequeno-RTP “é para continuar”. Mas também referiu com clareza que a decisão de transmitir touradas é da responsabilidade do Diretor de Programas. Este já exprimiu publicamente que, pessoalmente, é contra as touradas. A intervenção do presidente da RTP não é decisiva, mas vem colocar mais pressão sobre o Diretor de Programas da RTP1 para que continue a transmitir touradas. Darei conhecimento da sua queixa a quem de direito e penso tratar esta questão em próximo programa Voz do Cidadão.

m/ cumprimentos,

Jorge Wemans

Provedor do telespetador”

Susana de Faria

Gabinete de Apoio aos Provedores

***

Eu agradeço a gentileza da resposta.

Contudo quero acrescentar o seguinte: este jogo de pingue-pongue, este empurrar a responsabilidade para o DireCtor de Programas, que já disse ser contra a transmissão de touradas, é algo que não fica bem a um administrador.

Se existe na RTP um DireCtor de Programas, em princípio, ao DireCtor de Programas deveria ser dada a liberdade de seleCcionar os programas de acordo com os interesses dos telespeCtadores, e sabemos como é esmagador o número de telespeCtadores que se indignam com a transmissão se selvajaria tauromáquica na estação pública de televisão, até porque torturar seres vivos e transmitir essa tortura em direCto não é do interesse público, nem no mais remoto e atrasado país do mundo, quanto mais num país integrado numa Europa culta.

Ora se o senhor Gonçalo Reis referiu com clareza que a decisão de transmitir touradas é da responsabilidade do DireCtor de Programas, e se o DireCtor de Programas já exprimiu publicamente que, pessoalmente, é contra as touradas, e se a intervenção do presidente da RTP não é decisiva, qual o motivo desta pressão sobre o DireCtor de Programas da RTP 1 para que continue a transmitir touradas, senão o da subserviência ao lobby tauromáquico instalado no poder?

Sabemos que o anterior Provedor do TelespeCtador, Jaime Fernandes, que era assumidamente contra as touradas, já havia recomendado à RTP a não transmissão de touradas (não é para isso que servem os provedores dos telespeCtadores?) devido ao elevado número de queixas contra a transmissão dessa selvajaria numa televisão pública, paga com os impostos dos portugueses que, maioritariamente (mas muito maioritariamente), abominam a selvática prática de torturar bovinos, para divertir sádicos, algo que nada tem a ver com cultura, nem com arte, nem com tradição, nem com coisa nenhuma que pertença à condição e aos valores humanos.

Um destes dias, estive a ouvir a Voz do Cidadão (suponho que no sábado passado, em “repescagem”, porque não vejo, nem verei a RTP, enquanto esta não evoluir), porque me chamaram a atenção para o assunto da não transmissão dos Mundiais de Atletismo de Londres, nos quais estavam a participar atletas portugueses de alto nível, e seria do interesse público transmiti-los, até porque a lei recomenda, por limitações de carácter financeiro.

Bem sei que transmitir os Mundiais de Atletismo de Londres, que interessava a todo o país, não é a mesma coisa que transmitir a selvajaria do campo pequeno, que só interessa a uma minoria, muito minorca, sádica, inculta e encruada. Não é. Mas será que transmitir touradas para essa minoria sádica, “coisa” que até baixa significativamente as audiências da RTP, dá mais lucro do que os Mundiais de Atletismo?

Senhor Provedor do TelespeCtador, fico a aguardar com bastante curiosidade, a abordagem desta questão num próximo programa Voz do Cidadão.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

CONTEÚDO ANDA Investigação expõe a crueldade de grupo de caçadores responsável pela morte de dezenas de animais

Um urso cai de uma árvore e inúmeros homens correm até o local. Cães são explorados para atacá-los violentamente. “Você pegou isso em vídeo?”, pergunta alguém

Mais de uma dúzia de cenas como esta, gravadas em celulares, são evidências em uma investigação sobre uma rede de caçadores no Sudoeste de Washington (EUA).

Cão ao lado de urso morto

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem de Washington (WDFW) acredita que os vídeos, que foram feitos pelos sujeitos investigados, mostram dezenas de mortes de animais selvagens. Desde Agosto, o promotor do condado de Skamania apresentou 191 acusações criminais contra oito pessoas.

Neste caso, 80 eram relacionadas à caça. O número de acusações é o equivalente ao que os investigadores da WDFW recebem em um ano típico, segundo os dados da agência. As autoridades dizem que nunca viram um caso tão grande e perturbador.”É [um caso] revelador sobre o que está acontecendo nessas florestas”, disse o oficial Denis Budai.

O uso de cães em caças recreativas é ilegal, assim como deixar os cadáveres para apodrecer. Neste caso, ursos e linces foram inicialmente encurralados antes de serem baleados e abandonados.

Evidências coletadas pela polícia mostram que grande parte da caça foi realizada durante o dia na Gifford Pinchot National Forest in Southwest Washington, no Sudoeste de Washington. Os oficiais nunca receberam uma denúncia sobre os criminosos que provavelmente utilizaram vigias e rádios para evitar a detecção.

O que motivou esses suspeitos a matar os animais será debatido no tribunal. Não foi pela carne ou pelas peles, que muitas vezes foram deixadas no local. Os oficiais questionam se a cultura de selfies e das mídias sociais os incentivou. Se isso não ocorreu, o impulso de compartilhar as cenas dos crimes certamente ajudou a desvendá-los.

Durante quase nove meses, os investigadores coletaram centenas de mensagens de texto, vídeos, fotos e postagens nas mídias sociais para construir o caso.

Caçadores posam com animais mortos

Um suspeito, William J. Haynes, supostamente mandou uma mensagem para a mãe com uma selfie de si mesmo coberto pelo sangue de um urso. Outro, Joseph Dills, que se declarou culpado de acusações de caça em 2008, publicou fotos no Facebook que o mostravam posando ao lado de duas cabeças de cervo mortos no Oregon e levados para Washington.

Em outra foto, Dills e Haynes estavam na frente de uma caminhonete com cães explorados para a caça e dois linces mortos no capô. Os membros do grupo também compartilhavam vídeos de cães mastigando ursos em mensagens privadas do Facebook. Eles planejavam as caças por meio de mensagens de texto.

Coordenadas de GPS e as fotos e vídeos encontrados nos telefones revelaram dezenas de locais de caça que devem ter evidências físicas para corroborar as acusações, segundo a polícia. As mensagens de texto também expuseram uma rede mais ampla de caçadores. Os telefones de quatro novos suspeitos mostraram mais de 50 casos de caça, de acordo com os registros.

Os oficiais comparecerem a cerca de 20 locais de matança na Gifford Pinchot National Forest. A caça é uma prática bárbara e antiga. Atualmente, caçadores matam por “uma variedade de razões”, diz Steve Eliason, professor de sociologia da Montana State University.

Cães explorados por caçadores

Trata-se de uma oportunidade para cometer um crime. “Um grande cervo corre e um caçador não consegue resistir”, ressaltou Eliason.

Alguns fazem isso em nome do lucro. Bahrenburg disse que uma vesícula de urso pode valer centenas no mercado negro.

Neste caso, as mensagens de texto descrevem o planejamento e não há provas de que quaisquer partes dos animais foram vendidas, de acordo com investigadores da WDFW.

Segundo o The Seattle Times, em muitas ocasiões, os caçadores deixaram animais inteiros para apodrecer e nem sempre buscavam a carne ou um “troféu” físico. Na era digital, porém, os troféus não são sempre físicos. Para esses suspeitos, as fotos e vídeos bárbaros podem ter sido o prêmio final.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Mães e bebês elefantes são massacrados para a produção de joias

Um elefante deitado em uma floresta desmatada e com parte da pele arrancada é um dos 20 animais mortos que foram encontrados em apenas um dia.  Muitos deles eram mães e bebês e todos foram assassinados por dardos envenenados

Os elefantes não foram exterminados por suas presas de marfim, mas por suas peles, arrancadas enquanto os corpos ainda estão aquecidos. O restante dos cadáveres são deixados para apodrecer.

Corpo de elefante

Recentemente, Michael Grove, secretário do Meio Ambiente do Reino Unido, anunciou planos para proibir a venda de marfim do país em uma tentativa de salvar os animais em todo o mundo. Porém, um número recorde de elefantes asiáticos enfrenta uma nova caça epidêmica de suas peles que são transformadas em joias.

Monica Wrobel, presidente de proteção da Elephant Family, declarou: “A manada foi rastreada, morta e cada pedaço de pele foi levado”. A pele é usada para a produção de miçangas vermelhas, que são vendidas como braceletes e colares que custam até £75.

A demanda pelas joias ilegais já é tão alta na China que os traficantes têm exigido que os caçadores forneçam mais peles de elefantes. Em 2016, guardas-florestais encontraram mais de 60 animais retalhados por suas peles em Myanmar, que é agora o epicentro dessa extrema crueldade.

Este ano tem sido pior. Investigadores localizaram 66 trombas em apenas uma operação. Duas manadas foram mortas e mais seis elefantes esfolados foram descobertos em apenas seis semanas.

Oficiais encontram os restos de um elefante morto

Se a demanda continuar crescendo nesse ritmo, os animais ameaçados podem ser caçados até serem extintos em apenas dois anos.

Christy Williams, diretora da WWF de Myanmmar, disse: “Esta é a última chance para os elefantes de Myanmmar. A caça e o esfolamento estão em níveis sem precedentes. Se isso continuar, pode provocar a extinção dos elefantes selvagens daqui”.

Há apenas 20 anos, as florestas do país eram consideradas um refúgio seguro para os elefantes asiáticos, mas o aumento da caça dizimou 10 mil animais. As tentativas de protegê-los podem ser minadas pelo agravamento da crise humanitária no país.

Os especialistas receiam que existem menos de 1400 elefantes selvagens na região. A proibição do comércio de marfim no Reino Unido pode ajudar os elefantes, porém os especialistas apontam que a demanda pelas peles pode fazer com que desapareçam de Myanmar até 2019. As mães e bebês eram imunes à caça de marfim, mas agora são alvos, o que impede a reprodução das espécies.

Como os caçadores utilizam dardos envenenados para não danificar as peles, os animais enfrentam uma morte agonizante. “Pode levar até três dias para um elefante morrer. Eles suportam uma dor terrível. Como alguém que já viu muitas mortes de elefantes, estou chocada com a brutalidade desses caçadores”, disse Williams.

No passado, a medicina chinesa utilizava pele de elefante para aliviar dores estomacais e como ingrediente de uma pasta usada para dores causadas pela artrite e para doenças de pele. Até agora, os médicos usavam as peles de animais encontrados por aldeões ou que eram mortos para a alimentação.

Elefantes em momento de cumplicidade

Isso mudou em 2014, quando miçangas feitas com elefantes começaram a ser vendidas em mercados, tanto em Myanmar como na China. Segundo o Mirror, a ocorrência coincidiu com o aumento dramático do número de cadáveres retalhados que tiveram as peles arrancadas.

Em 2016, a Elephant Family descobriu que a maior parte da pele é traficada por Mong La, uma cidade de fronteira sobre a qual o governo de Myanmar não possui nenhum controle. O local era notavelmente um ponto para o tráfico da vida selvagem e também para a prostituição infantil.

Com sua população de 1,4 bilhões de pessoas, a obsessão chinesa pode exterminar os elefantes de todo o mundo em apenas algumas décadas. Se a demanda crescer, os paquidermes africanos podem ser os próximos. O Vietnã e a Tailândia são locais usados pelos traficantes para transportar produtos derivados de animais.

O ex-policial John diz: “Temos que nos concentrar na demanda pela pele de elefante. Se falharmos, as consequências serão catastróficas”.

Fonte: ANDA