MAUS-TRATOS Elefante cai em cima da plateia durante apresentação de circo na Alemanha

Em nota pública, porta-voz do circo Krone disse que o comportamento é “comum”, mas organizações em defesa dos animais alertam para o perigo e a crueldade da exploração para entretenimento de pessoas

Um vídeo em circulação nas redes sociais capturou o momento em que um elefante caiu do palco em cima de uma multidão durante uma apresentação do Circo Krone, na Alemanha. O animal que sofreu o acidente, Tompteusen, aparentemente saiu ileso. Mas outros dois elefantes, também explorados no espetáculo, precisaram ajudar o animal caído a se levantar – ele estava tão exausto que não conseguia se colocar de pé sozinho.

Passado o momento de pânico, os treinadores subiram no palco e controlaram a situação, relatando em entrevista a um jornal local que aquele comportamento dos elefantes era “comum”. No entanto, muitas organizações e pessoas em defesa dos direitos animais discordam dessa afirmação.

“Inúmeras vezes vimos que manter animais selvagens em cativeiros e forçá-los a realizar truques sem sentido pode fazer com que desenvolvam comportamento neurótico e depressão”, comenta Elisa Allen, diretora da People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) UK, sobre o incidente no Circo Krone.

“Evidências científicas nos dizem que suas necessidades nunca serão atendidas em um circo, por isso não é surpreendente quando eles simplesmente ‘surtam’ após anos encarcerados e abusados ​​nas mãos de treinadores cruéis armados com anzóis”, ela completa.

A ONG PETA não foi o único grupo a se pronunciar publicamente sobre o terrível acontecimento. A Animal Defenders International, do Reino Unido, e outras organizações ao redor do planeta, interessadas no bem-estar dos animais, estão exigindo que os governos em todo o mundo proíbam a exploração deles nestes atos.

De acordo com o presidente da ADI, Jan Creamer, “explorar animais selvagens em circos é uma receita para o desastre, colocando os animais e o público em perigo. A ADI apela aos governos em todo o mundo para acabar com os atos de animais selvagens urgentemente e acabar com o sofrimento”.

Os elefantes e os outros animais selvagens que geralmente são explorados por circos vivem em péssimas condições: suas acomodações são muitas vezes apertadas, eles não recebem comida ou cuidados veterinários, e os métodos usados ​​para treiná-los para realizar os truques para o entretenimento do público são, na maior parte das vezes, bárbaros e cruéis.

Animais que crescem em circos são arrancados de suas mães muito antes do que deveriam. As torturas mentais e físicas que eles sofrem, combinadas com o risco para o público – como este show em Osnabrück demonstrou – significam que precisamos lutar contra a exploração e optar por eventos livres de crueldade.


Momento em que o elefante cai, e os dois outros companheiros tentam ajudá-lo

Essa não foi a primeira vez que o circo Krone teve problemas com elefantes. Há cerca de um mês, outro animal tentou escapar durante uma apresentação e, por um tempo, conseguiu desfrutar do gosto da liberdade. “A elefante, chamada Quênia, surpreendeu os moradores de Neuwied, no oeste da Alemanha, enquanto caminhava por bairros e interrompia o trânsito em ruas movimentadas”, relatou a PETA em junho. Infelizmente, ela foi capturada em pouco tempo e levaram-na de volta para o circo, acabando com os seus poucos minutos livre.

O lugar dos animais é na natureza, agindo conforme seus instintos e, não, dentro de gaiolas ou espaços apertados, sendo obrigados a terem comportamentos que são completamente absurdos para eles. É preciso clarear a consciência para entender e respeitar os direitos animais. Eles não são objetos para serem expostos e servirem ao prazer de seres humanos. As pessoas podem obter alguns minutos de entretenimento, mas para eles é uma vida inteira de exploração e abusos condenados pelo egoísmo humano.

Fonte: ANDA

Nota: O sublinhado é da minha responsabilidade!

 

 

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Espécie protegida internacionalmente Baleia-azul é morta em temporada de caça na Islândia

O mamífero é o maior animal que já existiu na Terra e não era caçado há 40 anos.

A empresa baleeira Hvalur Hf é acusada de matar a primeira baleia-azul em 40 anos. No dia 7 de julho, a ONG focada na conservação de seres marinhos, Sea Shepherd, publicou fotos do animal morto na Islândia, país que recentemente reabriu a temporada de caça a esses mamíferos majestosos.

A empresa baleeira Hvalur Hf é acusada de matar a primeira baleia-azul em 40 anos. A ONG Sea Shepherd publicou fotos do animal morto na Islândia.

As baleias azuis são os maiores animais existentes na Terra e são protegidas internacionalmente, dessa forma, sua caça é ilegal. De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os animais não eram caçados desde 1978.

O diretor da Hvalur Hf, Kristján Loftsson, afirmou à CNN que sua empresa não capturavam baleias azuis desde que o animal tornou-se uma espécie protegida. “Nós apenas as vemos no oceano. Quando você se aproxima de uma baleia-azul, é tão diferente que você a deixa em paz”, disse Loftsson.

No entanto, a Sea Shepherd, afirmou nesta quarta-feira (11) que a empresa de Loftsson foi, de fato, a responsável pela morte da baleia na cidade de Hvalfjordur, no oeste da Islândia. Voluntários que monitoravam o local fotografaram a tripulação de um dos navios da empresa examinando a enorme carcaça.

Loftsson afirmou que o animal em questão era uma baleia-comum ou uma espécie híbrida, não protegida pela lei islandesa, e que a diferença entre as espécies é “fácil de ver”.

Porém especialistas em conservação discordam da afirmação. O pesquisador e professor de biologia na Universidade do Havaí, Adam A. Pack, disse que as fotos parecem mostrar uma baleia-azul. Ele pontuou as semelhanças entre as barbatanas dorsais e peitorais, além do tamanho do animal.

Pack também notou a falta de um lábio branco, característico das baleias-comuns, e a mancha na lateral da baleia, um identificador que funciona como impressões digitais, como evidências adicionais de que o animal em questão era provavelmente uma baleia-azul.

Autoridades islandesas realizarão testes genéticos para determinar a real espécie da baleia, porém poderá levar meses até que fiquem prontos.

Em uma declaração, o governo disse que “a questão está sendo levada a sério pelo governo, e as autoridades estão investigando a questão”.  Também afirmou que a informação inicial “sugere que o animal capturado provavelmente não fosse uma baleia-azul, mas sim um híbrido de uma baleia comum e uma baleia-azul”.

Chegando a 30 metros de comprimento e pesando até 200 toneladas, as baleias-azuis têm sido protegidas mundialmente pela Comissão Baleeira Internacional (IWC) desde a década de 1960, quando a espécie foi extremamente explorada.

Segundo a ONG World Wildlife Fund (WWF), as baleias azuis foram quase exterminadas pelas frotas baleeiras antes da criação de regulamentos. Aproximadamente 360.000 baleias azuis foram mortas no século 20 somente nas águas antárticas antes que a IWC efetivamente proibisse a pesca comercial em 1986.

A Islândia continua regularmente a caçar nos seus próprios termos, apesar de ser membro da IWC. A caça às baleias azuis, no entanto, é ilegal.

“É importante notar que as baleias azuis são protegidas pela lei islandesa, com a captura proibida”, disse Stefán Ásmundsson, comissário da Islândia à IWC, em um comunicado. “A Islândia sempre enfatizou a necessidade de conservação cuidadosa dos recursos marinhos e foi um dos primeiros países do mundo a adotar uma abordagem contrária à caça de baleias”.

A Islândia vende quase toda a sua carne de baleia para o Japão, um dos poucos países que rejeitam o acordo internacional para proteger as baleias. Porém, caso seja comprovado que o animal é uma baleia-azul, então a carne não poderá ser comercializada.

As regulamentações podem ter evitado a extinção das baleias-azuis, porém elas ainda estão longe da recuperação, com uma população mundial estimada de 10.000 a 25.000 animais. Antes do início da caça comercial no século 20, a população de baleias azuis era estimada em 200 mil.

Nota da Redação: Além de continuarem caçando e assassinando animais marinhos livres, empresas baleeiras como a Hvalur Hf, também matam animais protegidos internacionalmente. Isso configura uma atividade criminosa e aponta para a urgência do banimento desse comércio sanguinário de uma vez por todas. 

Fonte: ANDA

EDUCANDO PARA CRUELDADE Pais postam fotos dos filhos ao lado de cadáveres de leões, ursos e veados

Não é só em Portugal que os pais educam crianças para a crueldade, referindo-me à tauromaquia.
Vejam este artigo da ANDA e verão!


Pai e filho posam ao lado do cadáver de um leão após caçada na Africa | Foto: Instagram
Pai e filho posam ao lado do cadáver de um leão após caçada na Africa

Fotografias postadas online por pais orgulhosos que mostram crianças ao lado de cadáveres de animais selvagens, tem provocado indignação nas mídias sociais.

Nas fotos aparecem crianças posando ao lado de leões, ursos e veados mortos pela caça, muitas vezes pelas próprias crianças, e o mais assustador é que as legendas que acompanham as fotografias demonstram orgulho e incentivo às atitudes de extermínio aos animais.

Mãe e filha ao lado do cadáver de um Impala morto na província de Limpopo na África do Sul | Foto: Instagram
Mãe e filha ao lado do cadáver de um Impala morto na província de Limpopo na África do Sul

No mesmo dia em que a foto da caça às girafas de Tess Thompson Talley estourou, Jaco van Vuuren Safaris, na África do Sul, compartilhou uma foto do que pareciam ser pai e filho do Tajiquistão, ao lado de um leão assassinado por eles: “Parabéns por caçar esse animal majestoso”, escreveu o safari.

O caçador do Alasca Kyle Virgin também compartilhou uma foto no início desta semana de sua filha Aubrey em seu primeiro assassinato de ursos pardos.

Abrey, 9 anos, em seu primeiro assassinato de urso pardo no Alaska,
Abrey, 9 anos, em seu primeiro assassinato de urso pardo no Alaska, “Nós estamos apenas começando”, diz o pai

“Há pessoas dizendo que de jeito nenhum uma menina de nove anos poderia ter matado esse urso. Continuem assistindo, nós apenas começamos.”

Também nesta semana, Lee Murray, de Queenstown, Nova Zelândia, compartilhou uma foto de garoto com uma arma de brinquedo ao lado da cabeça decapitada de um cervo, dizendo: “A caça, está em nosso sangue. Zeb, sua pequena lenda”.

O caçador Lee Murray posta a foto do filho Zeb ao lado de um cervo morto e o chama de pequena lenda | Foto: Instagram
O caçador Lee Murray posta a foto do filho Zeb ao lado de um cervo morto e o chama de pequena lenda

Outra imagem que circula pelas redes sociais mostra um menino olhando para um tablet, encostado no cadáver de uma leoa morta.

Um caçador chamado Ryan, o Buda de Wisonsin, compartilhou orgulhoso uma foto da família tirada na entrada da casa dele com sua esposa e duas meninas ao lado de um leão da montanha empalhado.

“As garotas disseram que queriam outro gato”, ele escreveu na legenda da foto.

O caçador Ryan, de Wisconsin, posta foto de sua família ao lado de um leão da montanha empalhado com a legenda:
O caçador Ryan, de Wisconsin, posta foto de sua família ao lado de um leão da montanha empalhado com a legenda: “As meninas queriam o novo gato”

O que as crianças nas fotos não sabem, porque os pais não as ensinaram, é que aquele animal morto aos pés deles amou, sofreu, sentiu, como cada uma delas, e quando essas crianças pegam em armas para lhes tirar a vida, estão fazendo isso a um semelhante, em um corpo diferente.

Uma geração que cresce acreditando que dispor da vida de outro ser não só é permitido como é motivo de orgulho e recordação, contamina a sociedade, impacta no meio ambiente e causa sofrimento imenso aos animais.

A irresponsabilidade de pais alienados, atinge crianças indefesas que são inoculadas com uma cultura de dominação fracassada e infeliz.

A empresa de safári Thaka Safaris na África do Sul postou essa foto com a leganda:
A empresa de safári Thaka Safaris na África do Sul postou essa foto com a legenda: “Nossa filha com um belo búfalo, esse foi o feito de uma garotinha”

Tess Thompson Talley postou fotos dela mesma ao lado da girafa morta no Facebook depois de uma viagem à África do Sul, um ano atrás. Ela descreveu a viagem como uma “caçada de sonho, única na vida”.

“As orações pela minha caçada dos sonhos, de uma vez só na vida se tornaram realidade hoje! Vi essa rara girafa negra e a persegui por bastante tempo”, postou a mulher de 37 anos junto com as fotos.

“Eu sabia que era única. Era macho e tinha mais de 18 anos, pesava 4.000 libras e fui abençoada por poder extrair 2.000 libras de carne dele.

O animal que ela caçou é referido como girafa negra apenas porque os machos dominantes tendem a mudar de cor à medida que envelhecem. Suas manchas cor de mostarda vão escurecer com o tempo até ficarem pretas.

Talley, que é casada com um caçador, postou várias fotos de si mesma posando em frente ao cadáver da girafa, deitando-se ao lado dela e se apoiando no animal morto enquanto sua cabeça a envolvia.

A foto postada pela caçadora com a legenda
A foto postada pela caçadora com a legenda “caçada dos sonhos” causou polêmica e críticas ferozes na internet

As fotos nauseantes aparentemente passaram despercebidas até que a agência de notícias Africa Digest as compartilhou na semana passada.

“O selvagem americano branco, que é em parte um neandertal, vem para a África e mata uma rara girafa negra, por cortesia da estupidez da África do Sul”, dizia um tweet da Africa Digest.

“O nome dela é Tess Thompson Talley. Por favor compartilhe”.

A mulher desde então tornou seu perfil no Facebook privado após ser enxovalhada na rede social.

Fonte: ANDA

AÇÃO HUMANA Cientistas australianos acreditam que vivemos uma sexta onda de extinções no planeta

Mais de 26 mil espécies do mundo estão agora ameaçadas, de acordo com a mais recente avaliação da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN)

Pesquisas recentes, feitas particularmente por cientistas da Austrália, revelaram uma série de riscos à flora e à fauna, ampliando o escopo de um inventário anual, compilado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

De acordo com os resultados, mais de 26 mil espécies do mundo estão agora ameaçadas. Acredita-se que o planeta esteja entrando em uma sexta onda de extinções em massa.

Dezenove das espécies que já estavam na lista estão em uma situação ainda mais grave – correm ainda maior risco de extinção. Entre elas está o Bufo torrenticola – Ansonia smeagol – (em homenagem a Gollum em O Senhor dos Anéis), que está sendo dizimado pela poluição proveniente do turismo na Malásia.

Dois tipos de minhocas japonesas também estão na lista, ameaçadas principalmente pela perda de habitat, pelo uso de agroquímicos e pela precipitação radioativa do desastre nuclear de Fukushima. O “Bartle Frere cool-skink”, um réptil australiano, teve o seu habitat reduzido de tamanho – como resultado do aquecimento global. Agora, ele se resume a uma faixa de 200 metros no pico da montanha mais alta de Queensland.

Mas é importante saber que as ameaças não se limitam apenas a animais de terras distantes, ou com nomes exóticos. Os cientistas afirmam que a perda da biodiversidade é ainda mais preocupante do que a mudança climática – é a capacidade da Terra de fornecer ar limpo, água potável, comida e um sistema climático estável para todos os seres que a habitam.

“Isso reforça a teoria de que estamos seguindo em direção a um período em que as extinções ocorrem em um ritmo muito mais alto do que a taxa de fundo natural. Estamos colocando em risco os sistemas de suporte à vida de nosso planeta e o futuro de nossa própria espécie ”, disse Craig Hilton-Taylor, chefe da unidade da lista vermelha da IUCN em Cambridge, no Reino Unido, em entrevista ao jornal The Guardian.

“Esta é a nossa janela de oportunidade para agir – temos o conhecimento e as ferramentas sobre o que precisa ser feito, mas agora precisamos de todos: governos, setor privado e sociedade civil, para escalar ações para prevenir o declínio e a perda de espécies”, ele completa.

A lista vermelha da IUCN é compilada com a colaboração de milhares de especialistas em todo o mundo. Agora inclui 93.577 espécies, das quais 26.197 são classificadas como vulneráveis, críticas ou ameaçadas de extinção. Desde o ano passado, seis espécies foram declaradas extintas, elevando o total para 872. Outras 1.700 espécies estão listadas como criticamente ameaçadas, possivelmente extintas.

Entre os declínios mais evitáveis ​​estava o da raposa-voadora Maior Mascarene, que passou de vulnerável a ameaçada de extinção depois que o governo de Maurício realizou um abate a pedido de produtores de frutas que argumentavam que os morcegos estavam comendo suas colheitas. A IUCN está agora trabalhando com os dois lados para encontrar um compromisso que permita que a espécie se recupere sem ferir os meios de subsistência.

No Caribe, a pequena população do roedor hutia jamaicana foi dividiva com a expansão dos assentamentos. Isso tornou o acasalamento mais difícil para o pequeno mamífero, além de aumentar o risco de que ele seja predado por cães e gatos. Isso é um exemplo de como a ação humana pode lentamente dizimar outras espécies.

Uma pesquisa recente mostrou que dos 7,6 bilhões de pessoas do mundo representam apenas 0,01% de todos os seres vivos, mas causaram a perda de 83% de todos os mamíferos selvagens e cerca de metade das vegetações naturais, enquanto a população de animais domésticos e gado está em constante crescimento.

Um dos focos do relatório deste ano foram os répteis australianos, dos quais 7% estão ameaçados de extinção. Isso se deve principalmente à mudança climática e às espécies invasoras, particularmente o sapo venenoso e os gatos selvagens, que matam cerca de 600 milhões de répteis por ano. Entre os que sofrem declínios preocupantes na população estão o dragão sem orelhas da pastagem e o monitor de água de Mitchell.

Mas nem todas são más notícias: em uma nota mais positiva, o sapo quito de Quito estava entre as quatro espécies de anfíbios redescobertas na América do Sul, quando acreditavam que já estavam extintas. Infelizmente, de uma maneira geral, rãs e sapos foram os animais que tiveram um maior declínio nas populações, junto com corais e orquídeas.

Para que os rumos sejam modificados, a secretária executiva da Convenção sobre Diversidade Biológica, Cristiana Pașca Palmer, diz que o mundo precisa de um pacto global de biodiversidade equivalente em escala e estatura ao acordo climático de Paris. “Precisamos que reservas naturais, áreas protegidas oceânicas, projetos de restauração e regiões de uso sustentável da terra sejam expandidas em 10% a cada década para que a natureza esteja em harmonia até 2050″, ela acrescenta.

O problema principal é que a maioria das nações está em descompasso para atender até mesmo as metas de Aichi para 2020. Em uma reunião entre formuladores de políticas de conservação em Montreal, Jane Smart, diretora global do grupo de conservação da biodiversidade da IUCN, solicitou aos países a acelerar a ação.

“A atualização atual da lista vermelha da IUCN de espécies ameaçadas mostra que é necessária uma ação urgente para conservar espécies ameaçadas”, afirma.

Fonte: ANDA

 

 

 

Resgate Mulher salva elefante do trabalho escravo e é ‘adotada’ pela manada

Lek trabalha no resgate de animais e oferece aos gigantes uma nova vida dentro do santuário que criou.

A beleza da floresta ao Norte da Tailândia esconde alguns perigos. Por lá circulam elefantes selvagens, animais que podem pesar até cinco toneladas. Ninguém gostaria de cruzar com um gigante destes na mata fechada. Porém a relação de Lek, uma mulher local, com os animais é diferente.

Ela se aproxima se aproxima sem medo de um dos maiores animais do mundo.

Ela toca o animal que emite um som assustador. Porém, o encontro entre os dois é de puro carinho.

Ela não é uma domadora, muito pelo contrário. Eles são velhos conhecidos. Lek o resgatou de uma vida de muito sofrimento e exploração.

A derrubada de florestas de madeira nobre já foi uma coisa natural na Tailândia. E os elefantes eram usados como tratores.

Hoje, Lek trabalha no resgate de animais usados em acampamentos ilegais de extração de madeira ou em circos.

Ela criou um santuário onde eles podem circular sem correntes e criar novos laços, e ofereceu aos gigantes uma nova vida. Elefantes asiáticos vivem em grupos familiares, mas esses adotaram Lek como parte de sua manada.

Fonte: ANDA

SEGUNDA CHANCE Elephant Haven, o primeiro santuário europeu para elefantes deve ficar pronto em agosto

A cada ano aumenta o número de países europeus contra o uso de animais em circos. Com isso, surge um dilema. Como garantir um lugar seguro para esses animais que…

A cada ano aumenta o número de países europeus contra o uso de animais em circos. Com isso, surge um dilema. Como garantir um lugar seguro para esses animais que não podem mais ser reintroduzidos na natureza depois de anos de abuso na indústria do entretenimento? Pensando nisso, organizações em defesa dos animais estão financiando a construção do Elephant Haven, o primeiro santuário europeu para elefantes.

Situado em uma área de 30 hectares na Nova Aquitânia, na França, o santuário deve ficar pronto em agosto. De acordo com o cofundador do Elephant Haven, Tony Verhulst, além de oferecer qualidade de vida aos elefantes, a segurança deles também é fundamental. Por isso, câmeras serão instaladas dentro e fora dos celeiros para garantir que os animais estejam recebendo todos os cuidados necessários.

“Os elefantes merecem um lugar feliz para viver o resto de suas vidas”, enfatiza Verhulst. Recentemente, a organização Proteção Animal Mundial fez uma doação de R$ 653 mil para o santuário. Após a inauguração, o local vai oferecer um horário específico para visitas, mas os visitantes só poderão observar os animais à distância.

O primeiro país europeu a banir o uso de animais em circos foi a Dinamarca após uma campanha endossada por mais de 50 mil defensores dos animais. O exemplo estimulou mais 14 países a trilharem o mesmo caminho. Atualmente a Proteção Animal Mundial estima que há mais de 100 elefantes sendo usados como entretenimento em países europeus que ainda não baniram a prática.

O Elephant Haven e seus parceiros têm dialogado em favor da libertação desses animais, principalmente considerando que há espaço para eles no santuário. “Esses elefantes tiveram uma vida inteira de sofrimento, sendo mantidos em cativeiro e forçados a enfrentar um treinamento cruel e intensivo”, lamenta o CEO da PAM, Steve McIvor.

Fonte: ANDA

Lealdade Elefante demonstra fidelidade e protege cuidador de ataque

Vídeo mostra o cuidador fingindo brigar com outro homem e assim que percebe a potencial ameaça, o animal corre para defendê-lo

Imagens registradas em santuário de animais na Tailândia, onde um elefante corre para proteger seu cuidador, demonstram a fidelidade e carinho dos animais para com seus protetores. Thongsri, um elefante de 18 anos, ao ver seu cuidador “lutando” com outro homem corre até ele para garantir sua segurança.

Na realidade, o cuidador intencionalmente iniciou a “briga” para demonstrar a lealdade de seu companheiro.

O vídeo mostra o cuidador e um voluntário simulando um combate. Quando o funcionário do santuário cai no chão e o voluntário foge, Thongsri tem uma reação inesperada. Ele vai imediatamente até seu protetor e o circula diversas vezes para certificar-se de que estava fora de perigo. O elefante também aparece ajoelhando-se para verificar se o homem estava bem.

Imagens registradas em santuário de animais na Tailândia, onde um elefante corre para proteger seu cuidador, demonstram a fidelidade e carinho dos animais.

A demonstração de afeto capturada nas imagens pode ser explicada por uma descoberta feita por pesquisadores finlandeses este ano. O estudo determinou que os elefantes têm traços de personalidade diferentes, e podem ser agressivos, sociáveis ​​e atenciosos. Essas três categorias de traços de personalidade definem elefantes machos e fêmeas, disseram especialistas da Universidade de Turku, na Finlândia.

Fonte: ANDA