ZIMBÁBUE Dois filhotes de elefantes órfãos e gravemente feridos são resgatados da morte certa

Kadiki havia sido atacada por um leão quando tinha apenas um dia de idade e Bumi, que tem um mês de vida, ficou preso entre pedras e sofreu queimaduras solares graves

Kadiki que foi atacada por um leão quando tinha apenas um dia de idade, sofrendo profundas feridas na tromba e no rabo | Foto: Roger Allen
Kadiki que foi atacada por um leão quando tinha apenas um dia de idade, sofrendo profundas feridas na tromba e no rabo

Perdidos, sozinhos, sofrendo de dores atrozes resultado de ferimentos fatais e no meio da savana africana devastada pela seca, o futuro parecia sombrio para esses dois filhotes de elefante órfãos.

Kadiki havia sido atacada por um leão quando tinha apenas um dia de idade, sofrendo profundas feridas deixadas pelas garras do felino na tromba e danos terríveis no rabo. Ela era tão jovem que ainda não havia sido alimentada por sua mãe.

Em um incidente separado no calor escaldante do Zimbábue, Bumi, de um mês, ficou preso de alguma forma estranha entre as rochas e sofreu queimaduras solares graves. Geralmente, os filhotes de elefante são protegidos do sol pela sombra de suas mães.

Bumi, de um mês de vida, ficou preso entre as rochas e sofreu queimaduras solares graves antes de ser resgatado | Foto: Roger Allen
Bumi, de um mês de vida, ficou preso entre as rochas e sofreu queimaduras solares graves antes de ser resgatado

Felizmente, os socorristas os encontraram a tempo e agora sua sobrevivência já pode ser anunciada, mesmo contra as todas as probabilidades, e foi registada nessas imagens encantadoras.

Kadiki e Bumi foram acolhidos pela resgatadora de animais veterana Roxy Danckwerts, 53, fundadora da ONG de Protecção animal Wild Is Life (Selvagem é a Vida) e do Zimbabwe Elephant Nursery (Orfanato de Elefantes do Zimbábue) conhecido como ZEN, o único santuário de elefantes bebês do país.

Desde que os filhotes foram transportados de avião para o orfanato apoiado pelo Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (IFAW, na sigla em inglês), perto de Harare, ela e sua equipe ficaram ao lado deles.

Kadik já consegue caminhar, ela segue ao lado de seu cuidador que segura seu acesso | Foto: Roger Allen
Kadik já consegue caminhar, ela segue ao lado de seu cuidador que segura seu acesso 

Kadiki, cujo nome significa “o pequeno” no idioma local de Shona, passou por uma cirurgia para amputar parte de sua cauda e tratamento para sua tromba. Agora com cerca de dez dias, ela está bem o suficiente para andar de novo, apesar de estar recebendo soro e medicação endovenosa ainda.

Quanto a Bumi, a equipe do berçário diz que agora ele está “quase irreconhecível” desde a sua chegada, desenvolveu uma personalidade travessa e adora brincar com pneus.

Não se sabe o que aconteceu com suas mães. Assim como por causa da seca, os filhotes podem acabar sozinhos ou feridos devido à caça, cair em valas, separar-se de seus rebanhos ou sofrer ataques de predadores, diz a IFAW.

Roxy Danckwerts com Kadik | Foto: Roger Allen
Roxy Danckwerts com Kadik 

Graças a um projeto inovador entre a ONG Wild é Life e a IFAW, com a criação do orfanato ZEN, o primeiro do género no Zimbábue, eles e outros elefantes resgatados têm a chance de um futuro totalmente novo, de volta à natureza, onde podem andar em segurança com outros rebanhos em uma vasta reserva florestal, protegida contra caça.

À medida que o restante do rebanho do santuário continua aprendendo as habilidades necessárias para sobreviver na natureza, nove dos elefantes residentes originais já estão parcialmente realocados, tendo sido transportados 17 horas via terrestre no ano passado para Panda-Masuie, uma reserva florestal de 86 mil acres perto da cidade de Victoria Falls. As entidades IFAW e ZEN garantiram juntas um belo futuro para esta antiga terra de caça.

Bumi medicado das queimaduras brinca com pneus | Foto: Roger Allen
Bumi medicado das queimaduras, brinca com pneus 

Danckwerts, que resgatou mais de 20 elefantes nos últimos cinco anos, disse: “Os elefantes são altamente inteligentes, com necessidades físicas e emocionais incomparáveis em outros mamíferos”.

“A conservação do quadro geral de populações da espécie é extremamente importante. Ao trabalhar com a IFAW, estamos fazendo isso acontecer e estou feliz por podermos criar juntos um legado de protecção a longo prazo”, concluiu a conservacionista. As informações são do Daily Mail.

Bumi medicado das queimaduras brinca com pneus | Foto: Roger Allen
Bumi medicado das queimaduras brinca com pneusFonte: ANDA

INDONÉSIA Fetos de tigre ameaçado de extinção dentro de jarro são encontrados com caçadores

Uma equipe formada por policiais e funcionários do Ministério do Meio Ambiente e Florestas da Indonésia foi informada sobre suspeita de caça por moradores da região e prendeu os suspeitos no sábado (7)
Foto: Antara News
Cinco pessoas foram presas por caçar um tigre-de-sumatra (Panthera tigris sumatrae), espécie protegida na Indonésia, após as autoridades terem descoberto um tigre morto e mais quatro fetos em uma jarra na ilha de Sumatra.

Uma equipe formada por policiais e funcionários do Ministério do Meio Ambiente e Florestas do país foi informada sobre suspeita de caça por moradores da vila de Teluk Binjai, no distrito de Pelalawan, na ilha de Sumatra, disse o ministério à agência de notícias estatal Antara.

Os oficiais prenderam três suspeitos no sábado (7) e encontraram os quatro fetos mantidos em um frasco de plástico. Mais tarde, mais dois suspeitos foram presos por policiais.

Um pedaço de pele de tigre adulto também foi encontrado na vila de Pangkalan Lesung como parte da operação.

Foto: CNN/Reprodução
Os suspeitos enfrentam no máximo cinco anos de prisão e uma multa de 100 milhões de rupias (cerca de 7.100 dólares ou 30 mil reais).

Os tigres-de-sumatra estão criticamente ameaçados de extinção. Em 1978, mais de 1.000 viviam em Sumatra, mas graças ao rápido desmatamento e à caça, seus números caíram para cerca de 400, segundo dados de ONGs de defesa dos direitos animais, incluindo a estimativa da WWF. A ilha outrora exuberante e verde perdeu mais da metade de sua cobertura florestal desde 1985.

De acordo com o TRAFFIC, a agência de monitoramento do tráfico de animais selvagens da WWF e da IUCN, os caçadores matam pelo menos 40 tigres-de-Sumatra por ano, e a matança é facilitada à medida que seu habitat diminui.

Fonte: ANDA

LAÇO AFETIVO Cachorro e filhote de girafa se tornam amigos inseparáveis em abrigo

A girafa foi resgatada com a saúde frágil e passou a contar com a amizade do cachorro durante sua recuperação


Um filhote de girafa e um cachorro se tornaram melhores amigos após se conhecerem no The Rhino Orphanage, um abrigo para rinocerontes na província de Limpopo, na África do Sul.

Imagens da relação de amizade entre os animais são divulgadas nas redes sociais do abrigo e encantam os internautas. As informações são do portal RIC Mais.

Hunter, um pastor-belga-malinois, e Jazz, o filhote de girafa resgatado pelo abrigo, são inseparáveis.

“Logo quando achamos que não poderia ficar mais fofo, doce e emocionante, isso aconteceu. O laço e compreensão entre Jazz, a girafa, e Hunter, nosso pastor-belga malinois, é surpreendente”, escreveu o abrigo em rede social.

A girafa foi resgatada recentemente e, segundo os membros do abrigo, está se recuperando e ficando cada vez mais saudável.

“Seus olhos estão melhorando, o que significa que ele logo vai poder sair lá fora. As fotos falam por si mesmas. (…). Queremos agradecer a todos pelo amor, orações e mensagens de suporte para a nossa girafa bebé”, publicou o abrigo.

Logo que a girafa chegou ao abrigo, Hunter não desgrudava dela. Com a melhora no quadro de saúde de Jazz, Hunter percebeu as necessidades da girafa e passou a dar mais espaço para ela.

“Hunter agora está mais tranquilo e até deixa Jazz sozinha por um curto período para brincar com seu irmão Duke e se aventurar na sua actividade favorita: nadar nas poças dos bebedouros. De qualquer maneira, não demora muito até que Hunter volte ao quarto para checar Jazz. Ele continua dormindo no mesmo quarto, inclusive”, concluiu o abrigo.

Fonte: ANDA

AQUECIMENTO GLOBAL Estudo revela o impacto das mudanças climáticas nos pinguins da Antárctica

Uma nova pesquisa revela como os pinguins estão lidando com mais de um século de impactos humanos na Antártica e porque algumas espécies são vencedoras ou perdedoras neste ecossistema em rápida mudança

Pinguim da espécie gentoo salta de um bloco de gelo no porto de Mikkelsen, na Península Antártica. | Foto: Kelton McMahon

Os pinguins antárcticos estão entre os animais mais atingidos pelas mudanças climáticas, sofrendo grandes transformações em seu habitat natural à medida que as temperaturas e a actividade humana na região aumentam. Uma nova pesquisa revela como os pinguins estão lidando com mais de um século de impactos humanos na Antárctica e porque algumas espécies são vencedoras ou perdedoras neste ecossistema em rápida mudança.

Pesquisadores da Universidade de Oxford, Universidade Estadual da Louisiana, Universidade de Rhode Island, Universidade da Califórnia de Santa Cruz e Universidade de Saskatchewan estudaram populações de pinguins com o objectivo de entender como a interferência humana nos ecossistemas antárctico, durante o último século, levou a explosões e interrupções na disponibilidade de uma importante fonte de alimento para os pinguins: o krill antárctico.

“O krill antárctico é um crustáceo semelhante ao camarão, que é uma importante fonte de alimento para pinguins, focas e baleias. Quando as populações de focas e baleias diminuíram devido à caça, acredita-se que isso tenha causado um excedente de krill durante o início até meados de 1900. Em tempos mais recentes, acredita-se que os efeitos combinados da pesca comercial de krill, mudança climática antropogênica e recuperação de populações de focas e baleias tenham diminuído drasticamente a abundância de krill”, diz Michael Polito, coautor principal do estudo e professor assistente no Departamento de Oceanografia e Ciências Costeiras da Universidade Estadual da Louisiana.

Neste estudo, a equipe se concentrou nas dietas dos pingüins das espécies chinstrap (Pygoscelis antarcticus) e gentoo (Pygoscelis papua), analisando os valores isotópicos estáveis de nitrogênio dos aminoácidos, que atuam como um sinal químico do que o pinguim comeu, nas penas de pinguim coletadas durante explorações da Península Antártica durante o século passado. Os resultados foram publicados em 4 de dezembro no periódico Anais da Academia Nacional de Ciências.

“Dado que os pingüins gentoo são comumente vistos como vencedores da mudança climática e pinguins chinstrap como perdedores sob o mesmo ponto de vista, queríamos investigar como as diferenças em suas dietas podem permitir que uma espécie lide com uma mudança na oferta de alimentos enquanto a outra não”, disse Tom. Hart, coautor e penguinologista do Departamento de Zoologia da Universidade de Oxford. “Queríamos entender por que os pinguins chinstrap tiveram um declínio populacional grave, enquanto as populações de pinguins gentoo aumentaram na Península Antártica no último meio século”.

A equipe descobriu que ambas as espécies de pinguins se alimentavam principalmente de krill durante o excedente de krill no início e meados de 1900, causado pela caça de focas e baleias. Por outro lado, durante a segunda metade do século passado, os pinguins gentoo mostraram cada vez mais uma mudança adaptativa no ato de comer estritamente krill passando a incluir peixes e lulas em suas dietas, ao contrário dos pinguins chinstrap que continuavam a se alimentar exclusivamente de krill.

 

“Nossos resultados indicam que a caça de mamíferos marinhos e as mudanças climáticas recentes alteraram a rede alimentar marinha antártica ao longo do século passado. Além disso, as diferentes dietas e respostas populacionais observadas nos pinguins indicam que espécies como os pinguins chinstrap, com dietas especializadas e a forte dependência do krill provavelmente continuarão em declínio à medida que as mudanças climáticas e outros impactos humanos se intensificarem”, diz Kelton McMahon, coautor principal e professor assistente da Universidade de Rhode Island.

Os autores preveem que a região da Península Antárctica continuará sendo um ponto importante para as mudanças climáticas e os impactos humanos durante o próximo século, e acreditam que suas pesquisas serão benéficas na previsão de quais espécies provavelmente se sairão mal e quais irão resistir – ou até se beneficiar – com as mudanças futuras.

McMahon diz: “Ao entender como os ecossistemas do passado respondem às mudanças ambientais, podemos prever melhor as respostas futuras para gerenciar as interacções homem-ambiente na Antárctica”. As informações são do Science Daily.

Fonte: ANDA

AMIZADE Gato se torna guia de cachorro cego e quase surdo

Tervel, um labrador, e o gato Pudditat se tornaram amigos inseparáveis


A vida de um cachorro cego e quase surdo foi completamente transformada com a chegada de um gato que passou a ser seu guia. Tervel, um labrador, tem 14 anos de idade e vivia restrito ao local onde dorme até conhecer seu novo amigo.

Pudditat é um gato que não costuma se dar bem com outros animais da sua espécie. Com Tervel, no entanto, a amizade se formou de forma instantânea. As informações são do site It Pet Blog.

O labrador teve uma vida difícil e ficou cego ainda na infância, por conta de uma agressão. Com o passar dos anos, a velhice se aproximou e sua audição também foi bastante afetada.

A companhia de Pudditat, no entanto, revolucionou a vida do cachorro. O animal que antes pouco se locomovia, agora passeia pelos lugares com facilidade, graças à ajuda de seu guia: o gato.

Fonte: ANDA

SOBREVIVÊNCIA Tigre viaja mais de 1000 km em uma odisseia em busca de comida e habitat

Em uma migração de 5 meses, que se iniciou no final de junho de 2019, o animal saiu do Santuário da Vida Selvagem de Tipeshwar e parou na reserva de Dnyanganga, ambos localizados no estado indiano de Maharashtra

O tigre, conhecido como T1-C1, foi rastreado em uma jornada épica de 1300 km | Foto: Maharashtra Forest Department O tigre, conhecido como T1-C1, foi rastreado em uma jornada épica de 1300 km

Um tigre na Índia viajou mais de 1.300 quilómetros em busca alimento, uma companheira e um lar – a maior caminhada já registada por um felino de grande porte na Índia, segundo pesquisadores.

A odisseia de cinco meses do tigre, apelidado de T1-C1 por cientistas, foi feita em meio a diversas florestas e áreas urbanas até que o animal se estabeleceu em uma reserva natural, disse Ravikiran Govekar, diretor do Departamento Florestal do Estado de Maharashtra, na Índia.

Os tigres do sexo masculino migram como parte de um processo natural de marcar seu território, a fim de encontrar um habitat onde possam afirmar seu domínio, afastando-se de seu local de origem, que já é densamente povoado por tigres.

T1-C1, que tem dois anos e meio de idade, foi um dos três filhotes nascidos de uma tigre chamada de TWLS-T1 em 2016. Um colar de rádio por satélite foi colocado nos três em Fevereiro de 2019, como parte de um estudo para monitor-ar o padrão de dispersão dos jovens tigres.

O tigre começou sua migração no final de Junho de 2019 do Santuário de Vida Selvagem de Tipeshwar, no estado ocidental de Maharashtra. Govekar disse que um tigre adulto dominava o santuário e o T1-C1 foi em busca de comida e uma parceira em potencial.

“A principal preocupação é uma próspera base de alimento, no entanto, também é importante encontrar uma companheira e não havia tigres do sexo feminino com quem ele pudesse ter relações sexuais no santuário de Tipeshwar”, disse Govekar.

O tigre atravessou o estado de Telangana, no sul, e voltou a Maharashtra várias vezes, alimentando-se de bois que encontrou pelo caminho e animais selvagens, como antílopes durante o percurso. Em seguida, foi para o Santuário da Vida Selvagem Dnyanganga no estado indiano de Maharashtra, que fica aproximadamente 300 quilómetros a noroeste de onde sua jornada começou.

O colar de rastreamento está ativo há nove meses e será removido do tigre quando a bateria estiver completamente descarregada. Actualmente, o animal está sendo monitorado por funcionários do santuário de Dnyanganga.

Foto: Maharashtra Forest Department
“O comportamento de um tigre é imprevisível, mas estamos monitorando isso”, disse Vishal Mali, um oficial da divisão florestal do santuário. “A região tem recursos naturais e alimento suficientes para o tigre se sustentar e ele pode decidir se estabelecer ali permanentemente se assim desejar”.Números crescentes

Os tigres são uma espécie em extinção e menos de 4 mil deles permanecem na Terra. De acordo com o World Wildlife Fund, milhares de tigres vivem em reservas na Índia, onde matar um felino da espécie pode resultar em prisão.

O departamento florestal espera que o estudo da jornada de T1-C1  ajude a gerenciar melhor as rotas de migração de tigres e evitar conflitos entre pessoas e grandes felinos.

O departamento começou a rastrear rotas de migração em 2016, mas é a primeira vez que mais da metade da jornada de um tigre passa por áreas povoadas – o T1-C1 passou por 11 aldeias.

Foto: WWF
“Uma vez que entrou na região agrícola, não pode sair e, vendo que poderia se sustentar matando bois (dos criadores) e se movendo ao longo de um riacho, ele continuou avançando”, disse Govekar.

O atrito entre um homem e tigre foi claramente ilustrado quando um morador da região tentou se aproximar do tigre e conseguiu escapar por pouco.

“Houve apenas um incidente em que o animal deu uma patada em um humano que se aproximou dele para tirar uma selfie ou algo assim. O morador ferido se recuperou completamente”, disse Govekar.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Departamento Florestal da Índia, do Ministério do Meio Ambiente, Florestas e Mudanças Climáticas, o país ganhou 6.778 quilómetros quadrados de cobertura florestal entre 2015 e 2017, quando ocorreu a última avaliação florestal.

Enquanto isso, a população de tigres da Índia aumentou quase um terço nos últimos quatro anos, para quase 3 mil animais, de acordo com uma pesquisa nacional divulgada em Julho.

Havia 2.967 tigres no país em 2018, de acordo com a Autoridade Nacional de Conservação de Tigres (NTCA), que realiza a pesquisa.

Isso representa um aumento de 33% em comparação com a última pesquisa de 2014, de acordo com uma declaração da NTCA, e continua o crescimento da população que vem sendo observado desde 2006. As informações são do Daily Mail.

Fonte: ANDA

PROTECÇÃO E AMPARO Cachorrinha abandonada e seus 15 filhotes encontram a pessoa ideal para ajudá-los

Mais conhecido por seus resgates de gatos durante a guerra da Síria, Mohammad Alaa Jaleel, encontrou a mãe cachorra e os bebes próximos de seu santuário e os acolheu prontamente

Foto: Il Gattaro D'Aleppo

Um homem de bom coração que ficou famoso por salvar animais durante a guerra civil na Síria resgatou também uma cachorrinha abandonada – e toda a sua ninhada de filhotes.

Mohammad Alaa Jaleel, um motorista de ambulância conhecido como Alaa ou “o homem-gato de Alepo”, abriu um santuário para gatos no leste de Alepo, na Síria. Como milhares de famílias fogem para salvar suas vidas, muitos gatos e cachorros acabam se perdendo no caos e o santuário de Alaa os acolhe.

Mas quando o santuário foi bombardeado, episódio em que as forças do governo invadiram as partes leste da cidade em 2016, Alaa ficou até os últimos momentos possíveis, movendo os animais, até que ele também teve que fugir para salvar sua vida.

Foto: Il Gattaro D'Aleppo

Depois de alguns meses na Turquia, ele voltou à Síria e reconstruiu o santuário. O santuário está se enchendo de animais carentes novamente. Alaa já recebeu vários gatos em situação de rua e famintos.

Mas sua maior surpresa foi encontrada em um campo aberto a apenas 10 minutos de seu santuário, foi lá que Alaa encontrou uma cachorrinha faminta, que estava lutando para sobreviver e protegendo seus 15 filhotes.

Acredita-se que a mãe e seus filhotes foram abandonados ali.

Foto: Il Gattaro D'Aleppo

Então Alaa decidiu adotar toda a família.

Enquanto o santuário está tomando as providências para construir um lugar para a família canina, ele visita a mãe e seus filhotes todos os dias – com o jantar.

Depois de apenas algumas semanas, os cachorrinhos já são maiores e mais fortes, graças à mãe, que encontrou a pessoa certa para ajudá-los.

“Queremos construir uma casa para eles”, disse Alessandra Abidin, amiga de Alaa, que dirige o grupo privado do Facebook para Il Gattaro d’Aleppo (“o homem-gato de Aleppo”) de sua casa na Itália, ao The Dodo.

Foto: Il Gattaro D'Aleppo

Para ajudar Alaa e todos os animais que ele salva, você pode pedir para ingressar neste grupo do Facebook. Se você conhece um veterinário na Síria disposto a ajudar os animais em situação de rua e resgatados pelo santuário, entre em contato com Abidin.

Para saber mais sobre a missão de anos de Alaa para salvar animais vadios e abandonados na Síria, leia a matéria exclusiva da ANDA sobre o assunto aqui.

Fonte: ANDA