“Isto é morrer à fome”. A imagem chocante que mostra o impacto das alterações climáticas

Habituado a ver ursos desde a infância, passada no Canadá, o fotógrafo e biólogo do grupo Sea Legacy Paul Nicklen não conseguia acrediar no que via: durante a sua expedição às ilhas de Baffin, no Ártico do Canadá, deparou-se com um urso polar a morrer à fome.

“Toda a minha equipa do Sea Legacy estava a conter as lágrimas e as emoções enquanto filmávamos este urso polar moribundo. É uma cena que ainda me atormenta mas sei que precisamos de partilhar tanto o bonito como o doloroso se queremos quebrar as barreiras da apatia”, escreveu na legenda do vídeo que publicou no Instagram.

“Isto é morrer à fome. A atrofia dos músculos. Sem energia. É uma morte lenta e dolorosa. Quando os cientistas dizem que os ursos polares vão estar extintos nos próximos 100 anos, eu penso nos 25 mil ursos que morrem desta forma”, acrescentou.

Nicklen aproveitou estas imagens para deixar um alerta: “A simples verdade é esta – se a Terra continuar a aquecer, vamos perder ursos e todo o ecossistema polar. Este urso não era velho e certamente morreu nas seguintes horas ou dias depois deste momento. Mas há soluções. Temos que reduzir a nossa pegada de carbono, comer a comida certa, parar de cortar as nossas florestas e começar a colocar a Terra – a nossa casa – em primeiro lugar”.

Fonte: Ionline (contém video)

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Alterações climáticas: as imagens de um mundo que está a desaparecer (este artigo do publico contem 18 imagens )

https://imagens.publicocdn.com/imagens.aspx/573066?tp=KM&db=IMAGENS

A 22.ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP22), que decorre até dia 18 de Novembro em Marraquexe, Marrocos, recebe duas exposições fotográficas numa só – Climate Change – In Focus. São 75 imagens captadas por crianças ou adolescentes e 25 imagens seleccionadas pela National Geographic, tudo para alertar para o mesmo problema: as alterações climáticas. “Temos líderes globais, imprensa, organizações, tudo aqui [ na conferência], mas os mais jovens não têm voz”, disse o fotógrafo Henry Dallal, curador da exposição em entrevista à CNN. “E eu lembrei-me que no mundo de hoje todas as pessoas têm uma câmara no seu telemóvel e que qualquer uma pode tirar uma fotografia, não é preciso ser profissional”.

Nesta quinta-feira, um relatório das Nações Unidas voltou a lembrar a urgência de agir rapidamente para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa (GEE), de modo a evitar “uma tragédia”. Mais um alerta com palavras duras num momento de raro consenso político no combate contra o aquecimento global e as agressões ao ambiente, mas que pede medidas concretas.

As fotografias foram enviadas para competição através da Your Shot, uma comunidade de fotografias online da National Geographic

Fonte: Publico

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Entendo que algumas das imagens deste artigo, são também uma resposta ás palavras do Donald Trump!

Mário Amorim

Há pessoas, a começar por cientistas que não acreditam nesta realidade! Mudanças climáticas A humanidade é responsável pela trágica situação dos ursos-polares

ursopolar

Turistas e fotógrafos de vida selvagem costumam visitar Svalbard, um território ártico norueguês, especialmente para ver os ursos-polares. E sim, geralmente, vamos encontrá-los: ursos belos e fotogênicos brincando ou até mesmo durante a caça. À primeira vista, tudo é como sempre foi em uma das populações mais facilmente acessíveis de ursos-polares do mundo, fortemente protegidos e indo bem, pelo menos é o que alguns cientistas dizem.

Mas os ursos aqui estão realmente bem? Eu sou uma pessoa crítica e observo. Eu vejo os verões sendo tão agradáveis (e quentes) como nunca. Eu vejo as geleiras quebrarem e reduzirem dezenas a centenas de metros a cada ano. Eu vejo a calota polar desaparecer em velocidade recorde. Sim, eu tenho visto ursos em boa forma – mas também tenho visto ursos-polares mortos e passando fome . Ursos andando nas margens, à procura de comida, tentando caçar renas e comendo ovos do pássaro, musgos e algas. E percebi que os ursos fortes, que permanecem na calota polar durante todo o ano, são quase todos machos. As fêmeas, por outro lado, que vêm para a terra para dar à luz seus filhotes, muitas vezes são franzinas. Com a calota polar diminuindo mais e mais a cada ano, eles tendem a ficar presos na terra, onde não há muita comida. No primeiro ano, eles perdem seu primeiro filhote. No segundo ano, eles perdem o segundo (e último) filhote. Apenas uma vez vi uma mãe com um filhote quase independente. Apenas poucas vezes vi mães lindas e fortes com pequenos ursos bonitos e fortes. Muitas vezes, eu vi ursas terrivelmente franzinas – como esta aqui retratada. Um mero esqueleto, com a perna ferida, possivelmente por uma tentativa desesperada de caçar uma morsa enquanto ela estava em terra.

Especialistas afirmam que a população Svalbard é estável e, até mesmo, crescente. Bem, aqui eu pergunto: como uma população pode ser estável se ela consiste de cada vez menos fêmeas e filhotes? Como uma população pode estar indo bem, se a maioria dos ursos tem um índice de massa corpórea baixo? Em uma escala de 1 a 5, apenas uma vez eu vi um urso grande e gordo que poderia receber um 5, mas várias vezes eu já vi ursos mortos e ursos como esta: condenada à morte, um mero 1 nessa escala. Eu não tenho dados científicos para provar minhas observações, mas eu tenho olhos para ver – e um cérebro para tirar conclusões. A mudança climática está afetando muito o Ártico. E é nossa decisão se queremos tentar mudar isso. Então: vamos fazer algo sobre a maior ameaça do nosso tempo. Talvez a gente não possa salvar esta ursa. Mas cada pequena ação que fazemos para mudar os nossos caminhos é um passo na direção certa. Nós apenas temos que começar e seguir em frente!

Fonte: ANDA

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O Al Gore, foi e é uma das vozes que mais alertou e alerta, para as alterações climáticas. Mas pouco depois de ter começado a sua jornada de alerta para as alterações climáticas, imensos cientistas de todo o mundo, atiraram-se contra ele, com unhas e dentes. Para eles, o Al Gore estava totalmente errado. Eles é que estavam certos. Só que o tempo tem-se encarregado de mostrar que a razão estava e está totalmente do lado do Al Gore.

Este artigo da ANDA fala por si.
Ele mostra de forma clara o quanto os cientistas que depois do documentário do Al Gore, vieram a publico afirmar que as alterações climáticas são uma fantasia, estavam e estão completamente errados!

Al Gore – Uma verdade inconveniente – lição # 1