Em Algemesí (Espanha): Touro, que só pretendia escapar à tortura, foi barbaramente abatido pela polícia local, com 27 tiros

O animal esteve mais de uma hora tentando fugir pelas ruas de Algemesí (…)

O touro, que fugiu da praça foi abatido com 27 disparos da arma de um polícia local. Uma atrás da outra: 27 balas, em todas as partes do corpo

Foram várias as pessoas que rodearam e encurralaram o animal, que somente estava assustado e exausto, depois de uma hora a fugir dos seus carrascos.

O vídeo, filmado por um vizinho, mostra a polícia local encurralando o animal com o veículo oficial, o que levou o novilho a fugir para o rio, fora da cidade, onde foi finalmente cercado por agentes e abatido com mais de 20 tiros. A execução do animal foi filmada num outro vídeo que incendiou as redes sociais pela dureza e pelos aplausos de celebração que são ouvidos ao fundo, enquanto o animal é cravado de balas.

Que selvajaria é esta? Que tipo de políticos o consentem? Em que sociedade doentia vivemos?

http://www.youtube.com/watch?v=JxjA9dOW6e0
Vinte e sete tiros no corpo do animal, provocou-lhe 27 espasmos de dores atrozes. O que me apetece dizer é que quem isto fez sofra as mesmas dores que este indefeso, inofensivo, inocente e infeliz novilho

(Isabel A. Ferreira)

O PACMA já denunciou estes factos à polícia.

A polícia local, em duas ocasiões, cedeu a arma a outra pessoa, que disparou também. Uma terceira, que tinha uma arma branca, esfaqueou o touro, na medula repetidamente, até deixá-lo imobilizado.

Que selvajaria é esta? Que tipo d políticos o consentem? Em que sociedade doentia vivemos?

Denunciámos o sucedido, esperamos que as pessoas que intervieram na agonizante morte do animal sejam condenadas, e continuaremos a trabalhar para todos os festejos taurinos sejam proibidos.

O touro, que fugiu da praça foi abatido com 27 disparos da arma de um polícia local. Uma atrás da outra: 27 balas, em todas as partes do corpo.

Foram várias as pessoas que rodearam e encurralaram o animal, que somente estava assustado e exausto, depois de uma hora a fugir dos seus carrascos.

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Fonte: Arco de Almedina