CONTEÚDO ANDA Nova crueldade: caçadores matam leões resgatados de circos

Parecia um final feliz quando 33 leões resgatados de circos no Peru e na Colômbia foram transportados para um santuário na África do Sul em Maio de 2016. Ao pisarem no solo arenoso após anos de abuso, eles devem ter acreditado que estavam no paraíso.


José e Liso

Dois dos leões, José e Liso, mantidos na área de necessidades especiais do Emoya Big Cat Sanctuary, fizeram amizade rapidamente. Liso procurava por José, que sofreu danos cerebrais causados por golpes na cabeça enquanto era explorado por um circo, e o guiava pelo seu recinto.

Com um tratamento bondoso em seu novo lar, os leões logo se tranquilizaram. Entretanto, nas primeiras horas do dia 29 de Maio deste ano, ocorreu uma tragédia: caçadores entraram no santuário, envenenaram José e Liso e arrancaram suas cabeças, rabos, patas e peles.

Os assassinatos parecem ser uma nova tendência: caçadores perseguem leões em santuários, reservas naturais privadas e fazendas para obter as partes dos corpos dos animais. Os ossos de leão são procurados na Ásia para serem utilizados na medicina tradicional – como tônicos e vinhos para a saúde – e cada vez mais como substitutos de remédios produzidos com os ossos dos tigres, cujo número na natureza é de aproximadamente 3900 indivíduos.

Dentes e garras de leão também possuem uma alta demanda na China e em outros lugares da Ásia são usados como colares e outros objetos. Em alguns países africanos, as cabeças, os rabos e as patas são preferidos pela medicina tradicional, conhecida como muti.

“Isso realmente nos chocou. Vivemos com eles por um longo período. Fizemos muita reabilitação individual com eles”, afirmou Tim Phillips, co-fundador da Animal Defender, sobre as mortes de José e Liso. Ele diz que a principal prioridade agora é encontrar os assassinos dos leões: “Eles mexeram com as piores pessoas possíveis, mataram dois membros da família ADI e não iremos esquecer isso”.

A Animal Defenders International tem trabalhado com policiais na África do Sul e reunido informações sobre outros ataques contra leões em cativeiro em propriedades privadas. Em 2015, não havia nenhum. “Em 2016, os ataques começaram e continuaram crescendo. São parte de um padrão terrível”, disse Phillips.

José e Liso deitados ao lado um do outro

De acordo com o grupo, pelo menos 20 leões confinados, incluindo José e Liso, foram mortos ou alvos na província de Limpopo, no Nordeste do país, nos primeiros oito meses de 2017. Durante 2016, 18 ataques foram reportados e a maioria das vítimas foi envenenada e mutilada e teve a cabeça, as patas e outras partes arrancadas.

Paul Funston, diretor sênior do programa de leões da Panthera, uma organização de proteção dedicada aos felinos selvagens, observa que também houve um grande pico nos assassinatos de leões na natureza durante os últimos anos. “Os caçadores cortaram a cabeça e os pés e deixaram o cadáver mutilado. Eles extraem os dentes e garras posteriormente. É muito mais raro que os caçadores processem o leão pelos ossos porque demora mais tempo”, esclareceu.

Funston sugere que algumas das mesmas pessoas envolvidas nos assassinatos de leões também podem caçar rinocerontes. Há ocasiões em que partes de leões são encontradas em carregamentos de chifres de rinoceronte traficados. Quando as autoridades moçambicanas descobriram 23 chifres de rinoceronte no aeroporto de Maputo em Março de 2016, por exemplo, elas encontraram 19 dentes e 57 garras de leões.

Em Maio deste ano, a prisão de traficante de chifres de rinoceronte no Vietnã também envolveu partes dos corpos de leões. Na África do Sul, sete suspeitos foram presos em Fevereiro deste ano por tráfico de chifres de rinoceronte, marfim de elefantes e garras e dentes de leões. Uma operação em Junho também descobriu diversos chifres de rinoceronte e ossos de leão.

O papel do comércio legalizado

Retrato de um leão
Segundo a ONG Panthera, um grande pico nas mortes de leões tem ocorrido nos últimos anos

Phillips acredita que a legalização do comércio internacional de ossos e de outras partes de leões criados em cativeiro tem contribuído para os assassinatos ao abastecer a demanda pelos animais. A decisão de manter um comércio legalizado de partes de leões mantidos em cativeiro foi estabelecida em 2016, na reunião de 182 países membros da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (CITES).

Uma proposta para interromper todo o comércio de leões foi rejeitada e foi proibido o comércio internacional de ossos, dentes e garras de leões selvagens e permitida a criação de leões em cativeiro.

No passado, diz Funston, do Panthera, os ambientalistas não pensavam que o comércio de partes de leões fosse uma ameaça grave. Eles acreditavam que a perda de habitat, a caça das presas dos animais, o conflito com os humanos devido à predação e a caça de “troféus” eram mais graves. Entre 2008 e 2011, a África do Sul exportou legalmente 1160 esqueletos de leões cativos (quase 11 toneladas) e, em Junho, anunciou uma cota de 800 esqueletos para este ano.

As vendas asiáticas dos ossos, dentes e garras dos animais têm crescido e Funston acredita que isso ocorre em parte porque a legalização do comércio impulsionou novos mercados. “No passado, existia vinho de osso de tigre. Agora você pode comprar vinho de osso de leão, é um produto completamente novo”, afirmou.

Colman O’Criodain, gerente de práticas políticas da vida selvagem do World Wildlife Fund, concorda. Ele disse ao The Guardian que, “como no comércio de partes de tigres criados em cativeiro, o comércio de ossos de leões criados em cativeiro mantém viva a demanda pelo osso do grande felino e dificulta os esforços de aplicação da lei”.

Proteger os 31 leões restantes salvos pela Animals Defenders International que vivem no santuário de Emoya é caro. Atualmente, a organização possui uma despesa mensal de US$ 7 mil com guardas armados, além de outras melhorias de segurança necessárias.

Para ajudar com os custos, o grupo, juntamente com o músico Moby, lançou o Fundo José e Liso Contra a Caça. O fundo, que visa arrecadar US$ 100 mil, apoiará os oficiais da polícia sul-africana que combatem a caça com suas investigações, ajudará na coleta e na análise de informações e na identificação de padrões de caça para que os assassinos de José e Liso sejam levados à justiça. Ele também será usado para investigar e coletar provas sobre outros assassinatos de leões e outros grandes felinos confinados e para saber mais sobre os crimes.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA África do Sul: grupo de rinocerontes é completamente exterminado

Eles foram assassinados na reserva Wildschutsberg, na cordilheira de Stormberg, no centro do país.

Um grupo inteiro de rinocerontes foi assassinado em uma reserva na província de Cabo Oriental, na África do Sul.

Todos eles foram brutalmente mortos em apenas um mês. O último ataque tirou a vida de três rinocerontes: uma fêmea de 15 anos, um macho de quatro anos e um de oito anos.

Crédito: Herald Live
Todos os animais foram brutalmente mortos em apenas um mês.

Eles foram assassinados na reserva Wildschutsberg, na cordilheira de Stormberg, no centro do país.

O que torna o caso ainda mais devastador é o fato de que dois dos rinocerontes tinham os chifres cortados para diminuir as chances de serem caçados.

A polícia da reserva foi acionada, e, por meio de rastreadores, tentaram localizar os caçadores.

As autoridades suspeitam que os assassinos destes rinocerontes são os mesmo que mataram dois outros na mesma reserva há cerca de três semanas.

Os ataques – que exterminaram a população de rinocerontes da área – deixaram o dono da reserva, Greg Harvey, indignado.

Desde o começo do ano, 11 rinocerontes foram assassinados na província. Ano passado, foram 19 mortos.

Segundo o veterinário William Fowlds, é necessário proteger os animais selvagens para que eles não sejam extintos, independente do custo.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Bebês mortos: orfanato de rinocerontes fecha após ser brutalmente atacado por caçadores

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O Fundimvhelo Thula Thula Rhino Orphanage é reconhecido pelos inúmeros bebês rinocerontes que salvou na África do Sul. Em fevereiro, o orfanato foi vítima de um ataque de caçadores que claramente provocou grandes impactos sobre a equipe do local.

O orfanato decidiu fechar e publicou uma declaração em sua página no Facebook, no qual explica a decisão: “O FTTRO experimentou um brutal ataque de caçadores em fevereiro que atentou contra a equipe e resultou na trágica perda de dois bebês rinocerontes que foram baleados e tiveram seus chifres removidos. Desde o ataque, a organização Lawrence Anthony Earth, que administra a instalação, se concentrou na segurança imediata do pessoal, dos voluntários e dos animais restantes no local, além de prestar apoio à polícia e aos especialistas em segurança que investigam o incidente”.

“Em uma declaração recente que explicou o próximo caminho, os diretores do LAEO detalharam um plano para transferir os animais e a equipe para fora do local a fim de dar à equipe a oportunidade de se recuperar do trauma e permitir a realização de avaliações de segurança independentes e de conclusões da investigação criminal. É responsabilidade do LAEO assegurar que avaliemos meticulosamente todos os fatores dos relatórios de investigação e segurança. Nosso foco é garantir que a instalação seja segura para as pessoas e animais, gerenciada de acordo com os melhores protocolos de reabilitação de animais, e seja sustentável”, completou o orfanato.

De acordo com o The South African, o Thula Thula também explicou que sua análise de segurança encontrou problemas que deixariam sua equipe e os voluntários em risco e que o custo de ter seguranças 24 horas por dia, sete dias por semana, seria muito alto e afetaria a continuidade da organização.

As doações restantes serão transferidas para “as instalações que assumiram o cuidado dos bebês rinocerontes”. Embora este seja um dia muito triste para os esforços locais de proteção de rinocerontes, o Thula Thula adotou todas as medidas necessárias para transferir os animais para um novo lar.

“Todos os animais foram transferidos juntamente com seus cuidadores para garantir a continuidade do trabalho e todos os bebês rinocerontes, assim como Charlie, o hipopótamo, estão indo bem e se estabeleceram em seu novo ambiente”, disse o orfanato.

Fonte: ANDA

Vergonha vinda da África do Sul! CONTEÚDO ANDA África do Sul legaliza comércio de chifres de rinocerontes e coloca espécie no caminho da extinção

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Depois que os caçadores invadiram um orfanato de rinocerontes na África do Sul e mataram dois deles por seus pequenos chifres, lamentavelmente o país legalizou o comércio interno de chifres da espécie.

Isso ocorreu porque John Hume, proprietário da maior fazenda de rinocerontes do mundo (com mais de mil rinocerontes que ele criou) processou o governo para obter a moratória de 2009 sobre o comércio proibido e ele venceu.

Os chifres de rinocerontes valem mais do que o peso dos animais em ouro e são feitos de queratina, que é o mesmo material que há nas unhas dos seres humanos. Porém, os grupos do crime organizado lucram com o tráfico de queratina dos chifres por meio das fronteiras para a Ásia devido à superstição equivocada de que a queratina é capaz de curar tudo, desde ressaca até o câncer.

Hume alega que a única maneira de manter seus rinocerontes é vender seus chifres para pagar o custo de protegê-los. “Para mim, as pessoas que me impedem de vender meu chifre de rinoceronte e proteger meu rinoceronte podem também se unir aos caçadores”, declarou ao The Dodo.

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O comércio de chifres de rinoceronte tem sido proibido internacionalmente desde 1977 porque a alta demanda pelos chifres estimula a caça e ameaça os animais de extinção.

Agora que a moratória sobre o comércio interno foi aprovada, os sul- africanos podem obter uma licença para vender os mesmos chifres que impulsionam a matança dos animais. Algumas pessoas dizem que  o comércio interno poderia facilitar o tráfico dos chifres para fora do país.

“Legalizar o tráfico doméstico de chifres de rinoceronte na África do Sul abre a porta para mais exportações. Não existe demanda doméstica por produtos feitos com chifres de rinoceronte e, como o lobby pró-comércio sabe muito bem, a razão pela qual a moratória foi implantada em primeiro lugar era impedir que o comércio doméstico fosse usado como cobertura para o tráfico”, disse Susie Watts, do Programa África da WildAid, em um comunicado.

Em 2016, em torno de 1.100 rinocerontes foram mortos na África do Sul, que contém 70% da população mundial de rinocerontes. O ano anterior foi ainda pior: 1.175 rinocerontes foram assassinados pelos seus chifres na África do Sul – uma média de três rinocerontes exterminados diariamente. Estima-se que existam apenas 29.500 rinocerontes no mundo.

“Não há uma maneira realista de manter a custódia sobre chifres de rinocerontes e impedi-los de serem traficados no exterior. Não deve haver um mercado de chifres legalizado, já que a caça de rinocerontes, o comércio e a demanda dos consumidores estão fora de controle”, concluiu Watts.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Reserva sul-africana concede licença para caçadores matarem elefante de presas gigantes

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Uma licença para caçar um suposto elefante de presas gigantes foi concedida pela Timbavati Private Nature Reserve, que faz fronteira com o Kruger National Park, na África do Sul.

A caça é uma séria ameaça ao futuro dos elefantes africanos. Dezenas de milhares de elefantes são assassinadas anualmente para abastecer a demanda por marfim.  Mais de 80 elefantes foram mortos no Kruger National Park desde setembro de 2015 sugerindo que a caça epidêmica está se espalhando em direção ao sul, conforme apontado pela organização de proteção animal Born Free.

Os elefantes chamados “super tuskers” são aqueles cujas presas são grandes o suficiente para chegar ao chão. Cada uma de suas enormes presas pode pesar tanto quanto uma pessoa comum e elas são valorizadas por caçadores de “troféus”. Estes animais mais velhos são altamente ativos do ponto de vista reprodutivo e os elefantes que possuem entre 40 e 55 anos são considerados mais propensos a ter filhotes semelhantes.

Podem existir apenas 20 elefantes de presas gigantes vivos em toda a África. O Kruger National Park e as reservas privadas circundantes são um dos últimos lugares a abrigar a espécie no continente.

O diretor associado da Born Free, Mark Jones, disse: “A Born Free se opõe à matança de qualquer animal por esporte ou prazer. Entretanto, vender uma licença para que um caçador de ‘troféus’ possa alvejar um elefante de presas gigantes é particularmente prejudicial, numa época em que os elefantes em todo o continente africano estão sob enorme pressão devido à caça de marfim”.

“Há muito poucos [elefantes] de presas gigantes deixados em África e sua proteção é vital para que seu conhecimento e seus genes possam ser passados para futuras populações de elefantes. Esta decisão cínica é claramente focada no lucro em curto prazo e só pode prejudicar a reputação de Timbavati e da África do Sul e o futuro dos elefantes restantes. Isso deve ser revertido”, acrescentou.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Foca e tartarugas são torturadas e mortas em rituais de curandeiros da medicina africana

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Ativistas pelos direitos animais e inspetores da SPCA do Cabo da Boa Esperança (África do Sul) estão preocupados com o aumento do número de animais mortos para serem usados pela medicina tradicional africana (muti).

Inspetores da vida selvagem observaram vários casos de abuso de animais, incluindo o caso de uma foca capturada na região nos últimos dias. A SPCA suspeita de um curandeiro tradicional – que atua na residência onde a foca foi encontrada – e deve acusá-lo de crueldade contra animais.

Os inspetores foram alertados sobre a foca mantida ilegalmente na propriedade, possivelmente com a finalidade de ser usada na medicina tradicional. “Quando chegamos à cena, ela estava deitada na areia quente sob a luz solar. Ela teve um grave trauma na cabeça que causou inchaço em um olho e estava tendo convulsões”, disse a inspetora Janet van der Vywer.

O tratamento veterinário falhou e a equipe não teve escolha a não ser induzir a morte da foca. Belinda Abraham, porta-voz da SPCA, afirmou que a organização estava confusa sobre como o animal foi transportado ou sedado.

Foi a primeira vez em que ela viu uma foca usada na medicina tradicional africana. No entanto, ela disse que eles estavam cientes de que a medicina tradicional oriental faz o mesmo com a espécie.

Segundo Abraham,  há leis específicas que podem ser usadas contra os suspeitos deste caso. A Lei de Proteção de Aves Marinhas e de Focas de 1973 estabelece que “ninguém deve perseguir ou atirar ou perturbar deliberadamente, matar ou capturar qualquer ave marinha ou foca”.

Se a foca foi removida de uma área protegida marinha, então os suspeitos também poderiam ser acusados por violação da Lei de Recursos Marinhos  Vivos de 1988. Eles também poderiam igualmente ser acusados pela infração da Lei de Proteção dos Animais nº 71 de 1962.

Em outro caso em Phumlani, perto de Grassy Park, um morador foi pego vendendo uma serpente ferida. “Ao examinar a cobra, descobrimos que ela parecia ter uma parte traseira quebrada – provavelmente como resultado de ser golpeada em toda a sua espinha, a fim de ser subjugada”, disse a instrutora de vida silvestre da SPCA, Minette Pieterse.

A organização de resgate de animais Tin Can Town também resgatou duas tartarugas em Blikkiesdorp. Clarina Hanekom, desenvolvedora de recursos da Tin Can Town, disse que uma das tartarugas, de uma espécie em perigo, foi encontrada morta. Já a outra estava fraca e com sangue sob seus escudos.

“Acredita-se que estas duas tartarugas deveriam ser usadas para muti”, explicou Town. Os residentes disseram às organizações que as tartarugas tinham a habilidade de protegê-los de espíritos maus e que gostaram de mantê-los como animais domésticos.

Hanekom disse que uma tartaruga seria liberada de volta ao seu habitat natural, uma vez que se recuperou. Abraham relatou que as tartarugas eram às vezes usadas como um afrodisíaco. Segundo ela, muitas tartarugas foram encontradas com suas conchas perfuradas.

Abraham pediu para as pessoas não apoiarem os curandeiros que prejudicam animais e a SPCA também receia que os burros se tornaram as últimas vítimas do comércio de partes de animais para uso médico no Extremo Oriente.

A organização contou que houve um aumento no sequestro de burros devido ao aumento da demanda dos animais  usados como subprodutos na Ásia, reportou o IOL.

Fonte: ANDA