NÃO EXISTE UM ORGANISMO DE PROTECÇÃO DE MENORES EXPOSTOS À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA NOS AÇORES?

A mal dita “arte” sem capote (e também sem tino) é uma prática tosca que, em má hora, regressa à Ilha Graciosa (Açores).

Com uma “novidade” repugnante: elementos de pequena estatura (ou seja ANÕES) segundo a organização desta aberração, “prometem dar “espectáculo” a todos aqueles que se deslocarem ao Monte de Nossa Senhora d’Ajuda”.

Nem a Nossa Senhora d’Ajuda consegue fazer o milagre de dar um pouco de bom senso aos governantes locais que apoiam o regresso de uma prática aberrante e extremamente degradante, sob todos os pontos de vista.

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Mas existe ainda outro detalhe que deixo à consideração das AUTORIDADES (sem autoridade?): as crianças até aos 6 anos têm acesso livre, dos 7 anos aos 12 anos o valor a aplicar é de 5 €…

E assim se expõe menores de idade a uma estupidez ilimitada, não só pela EXPLORAÇÃO DE ANÕES (acto degradante e aviltante para esses seres humanos, tal como o era na Idade Média), como pela TORTURA DE BOVINOS.

Não existe AUTORIDADE na Ilha Graciosa que possa travar tamanha demonstração de IRRACIONALIDADE?

O ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES É A VERGONHA DAS ILHAS ATLÂNTICAS

Fonte:

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/nao-existe-um-organismo-de-proteccao-de-557942

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Quem apoia a aberração, chamada Tauromaquia…

Quem apoia a aberração, chamada Tauromaquia, é uma pessoa, sem um pingo de sentimentos, como empatia, como bondade, como compaixão. Quem apoia a aberração, chamada Tauromaquia, é uma pessoa, que no lugar do coração, tem a mais dura pedra.

É uma vergonha, em pleno Século 21, existirem pessoas, que apoiam esta aberração. É uma vergonha, em pleno Século 21, existirem pessoas, que não querem perceber, que tal prática, não é própria de países progressistas e civilizados!

UMA VEZ MAIS A CIDADE DE LISBOA FOI PALCO DA EXIBIÇÃO DE “ESCOLAS” (LEIA-SE ANTROS) ONDE SE FORMAM PSICOPATAS TAUROMÁQUICOS COM A CUMPLICIDADE DO GOVERNO PORTUGUÊS

Numa cidade que se diz e se quer turística, capital de um País que caiu em desgraça, mal visto no estrangeiro pelas suas desgovernanças, e filho bastardo de uma União Europeia xenófoba, acolheu um “acontecimento” onde a selvajaria contra seres indefesos foi protagonizada pelos habituais cobardes de serviço.

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Origem da foto: http://farpasblogue.blogspot.pt/2013/02/as-fotos-da-final-do-encontro.html

Esta aberração aconteceu em 2013 (de 2014 não se encontrou notícia) naquele que é considerado o símbolo de uma Lisboa medieval, com laivos nazistas – o campo pequeno – um antro de tortura, violência, crueldade e maldade puras, onde uma imbecilidade entranhada se esparrama como o vómito de uma “humanidade” apodrecida.

E a empáfia dos indivíduos que promovem tal anormalidade é de tal modo desmedida que não têm a noção do ridículo, quando abrem a bocarra para chamarem “academia” ao antro de toureio do campo pequeno, que promoveu esta iniciativa de tão baixo nível.

E foi um aprendiz da crueldade, pertencente ao antro lisboeta, que ganhou o prémio – capote de brega – oferecido pelo real (virá da realeza que se dedicava a divertimentos indignos de gente “fina”?) clube tauromáquico português.

Para quem não sabe, o termo brega, como aliás tudo o que se refere à selvajaria tauromáquica tem origem em Espanha (o que significa que este costume bárbaro de português nada tem), e diz respeito à lide dos cobardes carrascos nas arenas.

Mas o termo brega” tem também uma origem obscura, e que se adapta adequadamente aos indivíduos que se dedicam à prática da tortura de bovinos.

Brega significa aquele que não tem maneiras refinadas; aquele que se considera de mau gosto ou não tem refinamento; aquilo que é de qualidade inferior, ou seja, reles; e existe ainda uma outra significação que tem a ver com zona de prostituição, o que se de certa maneira encaixa na tauromaquia, cujos praticantes se dedicam a uma abjecta prostituição mental.

Outros cobardes de Espanha também se distinguiram pelo requinte de crueldade com que provocam sofrimento em seres indefesos.

E no final deste cobarde acto patético (de pateta), onde um punhado de indivíduos premeia a imbecilidade legitimada por uma lei parva, torturaram bovinos bebés, oferecidos por ganadeiros que recebem chorudos subsídios para este negócio da tortura e da morte, quando se corta verbas para a saúde, para a educação, para o apoio a deficientes, para alimentar crianças, para a cultura culta,   enfim… dá-se para o enxurro o que se tira ao essencial.

A esta vergonhosa e imbecil iniciativa esteve ligado o município de Arruda dos Vinhos, uma terreola que sofre de um desmedido atraso civilizacional.

Tudo a condizer com um ritual primitivo, que conspurca a cidade de Lisboa, dirigida pelo aficionado socialista António Costa, que não se resolve a banir da capital portuguesa esta nódoa negra que a enxovalha.

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/uma-vez-mais-a-cidade-de-lisboa-foi-492787

Touradas com novo regulamento a meio da época

Touradas com novo regulamento a meio da época

Conheça as atualizações, mudanças de pormenor e as reações ao novo diploma, que atualiza o anterior, com mais de 20 anos, mas que continua a dividir os movimentos pró e antitouradas.

A Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida tentou que o novo diploma só entrasse em vigor em fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada e não alterasse as regras a meio da presente época, que se encontra por estes dias no seu pico máximo

A Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida tentou que o novo diploma só entrasse em vigor em fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada e não alterasse as regras a meio da presente época, que se encontra por estes dias no seu pico máximo / António Pedro Ferreira

Que as touradas são um assunto que divide a opinião pública toda a gente sabe. A discussão sobre a regulamentação desses eventos também é antiga. A novidade recente é o novo Regulamento do Espetáculo Tauromáquico (RET), que entra em vigor esta terça-feira mas, na verdade, não introduz grandes alterações ao diploma anterior, com mais de 20 anos.

O Decreto-Lei n.º 89/2014 reconhece a atividade como “parte integrante do património da cultura popular portuguesa”. Uma atividade cuja “importância (…) está traduzida no número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos”, pode ler-se na introdução ao diploma.

O novo regulamento prevê pequenas alterações na legislação, que são de carácter prático. Entre as alterações mais significativas está o facto de as reses que tenham como destino o consumo humano terem de ser abatidas num período máximo de cinco horas após o final de cada evento. Uma questão importante e que não estava considerada na regulamentação anterior.

A frase “o espetáculo pode ferir a suscetibilidade dos espectadores” vai passar também a compor o cartaz publicitário das touradas, a par de “outras informações obrigatórias previstas no regime de funcionamento dos espetáculos de natureza artística”. Os proprietários de praças ambulantes devem proceder à introdução de curros (compartimentos onde se guardam os touros na praça) num prazo de dois anos a parir de hoje.

A maioria das alterações são atualizações ou pormenorizações da regulamentação anterior.

O novo diploma está em vigor desde esta terça-feira, depois de ter sido aprovado em Conselho de Ministros de 27 de fevereiro e publicado em “Diário da República” no dia 11 de junho.

Pró-tauromáquicos criticam mau timing e excessiva pormenorização

A entrada em vigor do RET é contestada pela Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida, aos quais também foram impostas novas regras no que respeita às cores dos lenços a exibir para a autorização da volta à arena (branco aos toureiros, castanho aos forcados e azul aos ganadeiros).

Aquele organismo tentou atrasar, sem sucesso, a entrada em vigor do diploma para fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada. Para Hélder Milheiro, dirigente da Federação Portuguesa das Associações Taurinas – Prótoiro, esta recusa superior configura uma falta de “bom senso prático”, uma vez que a mudança de regras ocorre a meio de uma temporada que se encontra por estes dias no seu “pico máximo” de atividade.

A excessiva regulamentação é outro dos pontos criticados pelos amantes da festa brava. Para a Prótoiro, o documento “espelha uma ânsia regulatória do Estado que se traduz num exagero legislativo”. Hélder Milheiro usa, a título de exemplo, o tamanho das letras que compõem a informação do toiro a lidar. “Não seria mais simples decidir apenas que a informação deve ser claramente visível aos espectadores da praça?”, questiona.

A Prótoiro considera ainda um “atentado ao sector” o facto dos decisores terem ouvido movimentos antitaurinos durante a elaboração da legislação. “Uma irresponsabilidade completa e inadmissível, que ofende milhões de portugueses”, acusa Hélder Milheiro.

“Uma tentativa de nos calar”, contestam os antitaurinos

Do lado oposto, a Associação Animal diz que as “alterações foram feitas numa tentativa de calar os antitauromáquicos”. A presidente da Animal, Rita Silva, considera a prática das touradas “igualmente má, independentemente da regulamentação”.

A dirigente acrescenta que “em rigor, os animais continuam a ser torturados”, apesar de o diploma referir que o interesse público passa pela “defesa do bem-estar animal”.

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“O Decreto-Lei n.º 89/2014 reconhece a atividade como “parte integrante do património da cultura popular portuguesa”. Uma atividade cuja “importância (…) está traduzida no número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos”, pode ler-se na introdução ao diploma.” – ” …número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos…??? – Que falácia monumental. As corridas de touros em Portugal, cada vez têm menos gente. As praças de touros estão cada vez mais vazias, em Portugal, mesmo com entradas de borla.

Mas quanto ao resto deste parágrafo, vou deixar duas perguntas: Desde quando a dor, o sofrimento, o sangue, e a morte, de seres sensíveis é cultura?
Será que pela mesma lógica a guerra, também é cultura?

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Somos Anti-tourada

Os Anti-taurinos são...

Para terminar, direi que este novo regulamento tauromáquico é como disse a Rita Silva e muito bem, uma tentativa de nos calar. Mas enganam-se. Não nos calaremos, até que a BARBARIDADE da Tauromaquia seja abolida para sempre, de Portugal!

Este novo novo regulamento tauromáquico é uma aberração, por continuar a permitir que uma actividade Criminosa e Assassina persista em existir em Portugal!

Mário Amorim