Tauromaquia em Portugal, SIM ou NÃO II – Sondagem(Vídeo 2º)

Este 2º vídeo da sondagem mostra com clareza, a ignomínia, a monstruosidade, a brutalidade, a selvajaria do mundo da tauromaquia em Portugal.
Só uma pessoa que tem a indiferença no coração, olha para estas imagens e não sente revolta.
Só uma pessoa que não tem bondade, empatia, e compaixão no coração, pode defender esta prática.
Uma pessoa com valores, uma pessoa que tem um bom coração, não defende e jamais defenderá esta prática.
Uma pessoa com valores, uma pessoa que tem um bom coração, está do lado do touro e do cavalo. É pelo bem-estar do touro e do cavalo. Por isso, luta contra a tauromaquia.
Por tudo isto, não deixem de responder e de partilhar esta sondagem. Nela fazemos ouvir a nossa voz. Com ela dizemos que BASTA de tauromaquia dem Portugal. Que não queremos que Portugal continue a ser mal visto pelos quatro cantos do mundo, por causa desta venal e hedionda prática!

http://app.evalandgo.com/s/?id=JTk1aiU5MWklOUIlQUU=&a=JTlDcCU5NGolOUI=

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TOURADAS – A VERGONHA DE PORTUGAL

VIOLÊNCIA, CRUELDADE, IGNORÂNCIA, FUTILIDADE

O touro “bravo” ou de “lide” não é agressivo. Estes animais são, por natureza, tão ou mais afáveis do que os cães. O Fadjen, um mediático touro “bravo”, salvo de um ganadeiro Espanhol, é neste momento, um excelente exemplo de que a agressividade genética do touro se encerra num mito propagandeado pela tauromaquia.

A etologia, como ramo da zoologia, explica que o comportamento não é determinado pela genética, mas pelo ambiente e interacções do animal. Ou seja, independentemente das características genéticas, o seu comportamento será sempre condicionado, em última análise, pelo propósito e personalidade de quem os cria, tal como acontece com os cães.

Para os tornarem, não agressivos, mas mais reactivos de modo a que seja possível toureá-los (ou lidá-los), os ganadeiros criam-nos em sistema extensivo, com pouco contacto com humanos, sujeitando-os a duros “treinos” a todos os níveis, sendo os físicos, dignos de um atleta de alta competição e, de vez em quando, alguns morrem subitamente devido ao exagerado esforço a que são sujeitos.

Por vezes, os touros são drogados com Rompum e Calmivet, duas substâncias anestésicas que administradas em pequenas quantidades, causam um efeito calmante. Mas nem sempre a dose “certa” é bem calculada, levando a que alguns sucumbam à dose excessiva, mesmo antes de entrar na arena.

Há muito que a ciência provou o sofrimento do touro. Todos os seres sencientes, ou seja, os que possuem um sistema nervoso central, grupo do qual faz parte o ser humano, têm a capacidade de experimentar sofrimento físico e psicológico, tal como stress, medo, pânico, angústia e tristeza. Sofrem ainda traumas psicológicos e desenvolvem depressões, bem como afectos. e constroem ainda relações com outros seres, incluindo o Homem.

Na capacidade de sentir, os animais não são diferentes do ser humano.

O touro dito “bravo” tem direito à sua integridade física e psicológica e principalmente tem direito a não ser utilizado como objecto de tortura para gáudio de uma minoria que nem sequer é representativa do povo português. À semelhança de tantas outras espécies, o touro poderá perfeitamente viver em liberdade e em paz no seu habitat, nem que seja em zonas protegidas, não sendo também por isso, aceitável o “argumento” da sua preservação como justificação da tauromaquia.

Não é portanto admissível que no século XXI, um país civilizado como Portugal, acolha ainda uma tradição que viola 90% (!) dos pontos considerados na

Declaração Universal dos Direitos dos Animais da UNESCO:

1 – Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

2 – Todos os animais têm direito ao respeito e à protecção do homem.

3 – Nenhum animal deve ser maltratado.

4 – Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

5 – O animal que o homem escolher para companheiro não deve nunca ser abandonado.

6 – Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

7 – Todo o acto que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

8 – A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas crimes contra os animais.

9 – Os direitos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 – O Homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Mas não são apenas os direitos dos animais que são violados pela tauromaquia.

A psicologia, a psiquiatria e a neurociência provaram que assistir a touradas provoca traumas psicológicos nas crianças, tornando-as tolerantes à violência gratuita e contribuindo para que se tornem adultos agressivos. Este foi um dos argumentos que levou à abolição das touradas na Catalunha, em Espanha, país onde a tradição é muito mais forte do que em Portugal, pela sua origem.

Fonte: Arco de Almedina

“Só lá vai quem quer!”

O culto da barbárie

ABOLIÇÃO

Umas das frases que mais ouvimos e que mais lemos dos defensores da Barbárie Tauromáquica, é “Só lá vai quem quer!”

Não é “Só lá vai quer quer!” -É só lá vai quem mentalmente não evoluiu. Só lá vai quem não pensa pela sua própria cabeça. Pois ninguém que mentalmente seja evoluído. Ninguém que pense pela sua própria cabeça e que por via disso, tenha plena consciência que ninguém tem o direito de barbaramente torturar física e psicologicamente, o touro e o cavalo, para que uma cada vez mais reduzida minoria se divirta, vai à tourada!

Ninguém que seja uma pessoa com valores, como a compaixão e a empatia vai a uma praça de touros. Antes, é absolutamente contra a barbárie da tauromaquia, e luta contra a ela!

Mário Amorim

«A TAUROMAQUIA É UMA ACTIVIDADE ECONÓMICA RELEVANTE (?)»

«O eventual carácter económico de uma actividade destrutiva não a legitima. Pelo contrário, demonstra como valores fundamentais se subvertem em função do dinheiro.

Mas o que é mais grave é que a tauromaquia, como actividade económica, prejudica o país. Suga subsídios europeus, estatais e municipais que podiam e deviam ser aplicados em actividades construtivas, em vez de serem esbanjados em rituais que nada criam e que exortam a violência e o embrutecimento.

Será justo continuar a subsidiar uma indústria de mero entretenimento, que promove a violência, em nome dos postos de trabalho que garante? Nós temos a agricultura de rastos, não seria antes de aplicar o esforço nessa área, transferindo essa mão de obra para onde ela é mais necessária? Essas tais pessoas que tanto amam o mundo rural não seriam bem mais úteis na produção agrícola do que na área dos espectáculos?

O tráfico de droga, as lutas de cães e de galos são também setores económicos a considerar e no entanto nenhum de nós pensaria sequer em reabilitar e regulamentar uma prática que passou a ser proscrita por razões de ordem ética.

A tauromaquia prejudica o turismo. Várias sondagens e estudos elaborados no âmbito deste tema corroboram esse prejuízo. No estudo “Valores e Atitudes face à Protecção dos Animais em Portugal”, de 2007 – levado a cabo pela Metris GfK, em associação com o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) – foi feita a pergunta, “Em que medida pensa que, em Portugal, os animais são protegidos por lei?”, os resultados foram:

Um total de 87,1% dos consultados considera que a protecção legal dada aos animais é deficiente.

À pergunta, “Considera que a tourada deveria ser proibida por lei em Portugal?”:

50,5% dos entrevistados respondeu “Sim”

39,5% respondeu “Não”.

À pergunta, “Gostaria que o Município da cidade onde reside a declarasse uma cidade onde as actividades relacionadas com tourada não são autorizadas?”

52,4% dos entrevistados respondeu “Sim”.

36,8% respondeu “Não”

(HOJE SOMOS MAIS DE (80%)

Em Março de 2007, a Associação Animal encomendou uma sondagem à CIES/ISCTE/ MetrisGfk, que foi levada a cabo no norte do país. Essa sondagem foi utilizada pelas Câmaras Municipais de Braga, Viana do Castelo, Cascais e Sintra para conhecerem a posição actual dos portugueses em relação às actividades tauromáquicas.

Os respectivos autarcas procederam ao cancelamento de vários eventos tauromáquicos em função dos resultados dessa sondagem. Nela, 61,1% dos habitantes do norte do país declaram querer que as touradas sejam proibidas por lei em todo o país e 64,5% declaram querer que as cidades e vilas em que residem sejam declaradas cidades e vilas anti-touradas.

Pela Europa, num estudo realizado em 2003 em diversos países europeus, 93% dos alemães, 81% dos belgas e 82% dos suíços afirmaram ser contra a tourada.

89% dos britânicos afirma que nunca visitaria uma tourada quando estivesse em férias. (TNS Sofres, sondagem encarregada pela Franz Weber Foundation).

76% dos europeus inquiridos afirma que é errado a indústria do turismo promover uma tourada de qualquer forma. (sondagem ComRes, de Abril de 2007).

Estes dados revelam de forma objectiva que a tourada não beneficia o turismo nacional, nem a imagem de Portugal no estrangeiro. Pelo contrário, desperta o antagonismo de povos evoluídos que não desejam visitar países promotores de rituais macabros.»

http://abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt/2012/03/a-tauromaquia-e-uma-atividade-economica.html

Fonte:

***

O QUE É PRECISO MAIS PARA QUE OS GOVERNANTES PORTUGUESES USEM A INTELIGÊNCIA (SE É QUE A TÊM) PARA ACABAR COM ESTE RITUAL PRÉ-HISTÓRICO, QUE COLOCA PORTUGAL NO ROL DOS PAÍSES ATRASADINHOS?

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/277785.html

A Tourada em Portugal

A Tourada, é um espectáculo degradante, cruel, bárbaro. A tourada, é um espectáculo, em que um bando de Psicopatas, Sociopatas, Dutopas, se entretém a maltratar, a torturar, física e psicologicamente, seres sensíveis, para que um outro bando de Psicopatas, Sociopatas, Dutopatas, se divirtam, nas bancadas das praças de touros, aplaudindo, gritando vivas e olés, para a bárbara, e cruel tortura que acontece nas arenas das praças de touros, com uma visível indiferença, para com o bem-estar, para com a felicidade do touro e do cavalo.

Portugal, pretende ser um país progressista e civilizado. Mas enquanto os legisladores portugueses continuarem a permitir que os Psicopatas, Sociopatas, Dutopatas tauromáquicos, continuem a agir impunemente nas praças de touros, desrespeitando por completo, o direito que os seres sensíveis que eles brutalmente torturam, física e psicologicamente, têm, de nascer, viver e morrer em paz e sossego, no campo, na Natureza, Portugal, nunca será um país progressista e civilizado.

A Tourada em Portugal, dá uma péssima imagem de Portugal, pelos quatro cantos do mundo. Pelos quatro cantos do mundo, a imagem que têm de Portugal, é de um país, que no que concerne ao direito do touro e do cavalo, não saiu da idade média.

Exigimos a ABOLIÇÃO de Portugal, desta prática horrenda. Exigimos a ABOLIÇÃO de Portugal, desta prática hedionda e abjecta, chamada tauromaquia, para que Portugal, se torne, finalmente um país progressista e civilizado!

Mário Amorim