A realidade da selvajaria tauromáquica para os quatro cantos do mundo.

SELVAJARIA (2)

Dizem os defensores da tauromaquia, que a tauromaquia dá bom nome a Portugal, e que a tauromaquia atrai milhares de turistas.
Mas isto que eles dizem, é totalmente falso.
A realidade, é que a tauromaquia, suja o nome de Portugal, pelos quatro cantos do mundo.
Por exemplo; a Cidade de Barcelona, logo depois do fim da tauromaquia em 2010, triplicou o numero de turistas.
Por muito que os defensores da tauromaquia, não o aceitem, a tauromaquia, na realidade, dá, pelos quatro do mundo, a imagem de um Portugal, que convive bem com a barbárie para com seres sensíveis.
Ao contrário do que eles dizem, a tauromaquia, não atrai milhares de turistas. A tauromaquia, afasta milhares de turistas.
Um país, que não tenha tauromaquia, que não tenha circo com animais, que não tenha espectáculos com cetáceos e focas, que não tenha caça, aí sim, atrai milhares e milhares de turistas.

Só a Abolição da tauromaquia dá e dará bom nome a Portugal pelos quatro cantos do mundo.
Só a Abolição da tauromaquia, irá atrair para Portugal, milhares e milhares de turistas!

Mário Amorim

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Esta é a realidade

Imagem Imagem 35º

Tiram o touro do seu habitat natural. Levam-no para a tortura, física e psicológica da tauromaquia. E como ele não tem voz, não pode opor-se. É obrigado a ir.
Já quem o enfrenta, está lá porque quer. Ninguém o obriga a enfrentar o touro. E como disse anteriormente, o touro tem todo o direito a reagir à tortura de que é vítima na tauromaquia. E quem defende essa tortura, porquê que não se põe no lugar dele? Será que se estivessem no lugar dele, não iriam reagir? — Pimenta no cu dos outros é refresco!

Depois quem defende a tauromaquia afirma; “eu tenho todo o direito de ir as touradas”. Então pergunto: e o direito que o touro tem de não ser torturado, física e psicologicamente para seu gaudio, e o direito que ele tem de viver em paz e sossego, desde o seu nascimento à sua morte, no seu habitat natural; onde fica?

Há cada vez mais pessoas, mesmo entre quem defende a tauromaquia, a chegar a esta conclusão. E essa é uma das razões do nervosismo dos pró-tourada, que é por demais evidente. É que eles vêm que há cada vez mais portugueses, mesmo entre quem defende a tauromaquia, a abominar a tauromaquia!

A tauromaquia em Portugal, está cada vez mais perto do fim. Por muito que os pró-tourada, afirmem o contrário, a realidade é a realidade. E a realidade mostra que a tauromaquia, em Portugal, está cada vez mais perto do fim. E a prova disso está, por exemplo nas praças de touros, cada vez mais vazias se público. E que nem com bilhetes de graça, as praças de touros se enchem de público.

A realidade é que a tauromaquia, só ainda existe em Portugal, devido aos subsídios que ela anualmente recebe. 16.20.000.000 de € anuais, do Estado, das Câmaras Municipais e da União Europeia.
A realidade, é que se fosse como os pró-tourada afirmam, que a tauromaquia, se subsidia, a tauromaquia já não existiria em Portugal. É que para que a tauromaquia se subsidiasse, teria de ter público suficiente para isso. E a realidade, é que a tauromaquia em Portugal, tem cada vez menos público.

A tauromaquia, em Portugal, está cada vez mais perto da Abolição. Esta é a realidade, por muito que os pró-tourada a neguem!

Mário Amorim

Tauromaquia em Portugal, SIM ou NÃO II – Sondagem(Vídeo 2º)

Este 2º vídeo da sondagem mostra com clareza, a ignomínia, a monstruosidade, a brutalidade, a selvajaria do mundo da tauromaquia em Portugal.
Só uma pessoa que tem a indiferença no coração, olha para estas imagens e não sente revolta.
Só uma pessoa que não tem bondade, empatia, e compaixão no coração, pode defender esta prática.
Uma pessoa com valores, uma pessoa que tem um bom coração, não defende e jamais defenderá esta prática.
Uma pessoa com valores, uma pessoa que tem um bom coração, está do lado do touro e do cavalo. É pelo bem-estar do touro e do cavalo. Por isso, luta contra a tauromaquia.
Por tudo isto, não deixem de responder e de partilhar esta sondagem. Nela fazemos ouvir a nossa voz. Com ela dizemos que BASTA de tauromaquia dem Portugal. Que não queremos que Portugal continue a ser mal visto pelos quatro cantos do mundo, por causa desta venal e hedionda prática!

http://app.evalandgo.com/s/?id=JTk1aiU5MWklOUIlQUU=&a=JTlDcCU5NGolOUI=

AFICIONADOS DE LUXO OU LIXO SOCIAL?

Francamente, esta “gente” acha que ser aficionado dá estatuto social a “individualidades” que se divertem à custa do sofrimento de seres sencientes. Só isto demonstra a falta de lucidez e de carácter dos intervenientes.

E, obviamente, não é lá por uns quantos colunáveis serem aficionados, que a selvajaria tauromáquica vá ser considerada algo moralmente, culturalmente e socialmente admissível.

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Esquecem-se de que o divertimento à custa da tortura de seres vivos  pertence ao foro dos sádicos. Está mais do que provado.

Também está mais do que provado que um curso superior, um cargo político superior ou uma profissão superior não faz ninguém ser moralmente e mentalemente superior.

 

Recorde-se que os mais bárbaros e cruéis assassinos, sádicos, ditadores, usurpadores, torturadores, psicopatas, empaladores da História da Humanidade, desde tempos remotos, saíram das classes altas, de imperadores, de políticos, de governantes, de monarcas, de indivíduos que frequentaram cursos superiores e exerceram os mais altos cargos políticos e sociais.

É que só existe uma superioridade: a superioridade mental, e esta não se aprende nas universidades, nem se ganha ocupando cargos de relevo.

E definitivamente, estas personagens, que vão para uma arena aplaudir a tortura de um ser vivo, são moralmente, socialmente, culturalmente, intelectualmente e mentalmente de muito baixo nível e com graves desvios comportamentais e de carácter. Está mais do que provado cientificamente.

Portanto, não venham falar em aficionados de luxo, porque não passam de lixo social, assim como lixo é a tauromaquia.

«A tauromaquia é a terrível e venal arte de torturar e matar animais em público, segundo determinadas regras. Traumatiza as crianças e adultos sensíveis. A tourada agrava o estado dos neuróticos atraídos por estes espectáculos. Desnaturaliza a relacção entre o Homem e o animal, afronta a moral, a educação, a ciência e a cultura.» Esta é uma verdade universal, seja lá quem a proferiu. Uma verdade irrefutável.

E quem não percebe isto, rasteja na lama da ignomínia, achando que a selvajaria tauromáquica é um diploma que se tira numa qualquer universidade.

Nenhum escritor, político, artista plástico, governante, presidente da república, professor universitário, seja lá quem for, fugirá ao estigma de sádico, quando vai a uma arena aplaudir a tortura de um ser senciente indefeso.

Estas “individualidades” esquecem-se de que ficarão no caixote de lixo da História. Não nos pedestais. Não perpetuados em estátuas de pedra ou de bronze para toda a eternidade.

E mais… terão de enfrentar, inevitavelmente, a infalível Lei do Retorno. Mais tarde, ou mais cedo.

O jornal i pôs a nu as fraquezas mentais de alguns aficionados a que chamou de “luxo”

No próximo dia 1 de Junho o tema da selvajaria tauromáquica será levado (uma vez mais) à Assembleia da Republica, onde se encontram de atalaia bastantes aficionados a ganhar salários pagos com o nosso dinheiro, para, quase exclusivamente, defenderem a tortura de seres vivos, desprestigiando, de um modo aviltante, aquele órgão do Poder.

Diz o “i” que Jorge Sampaio e Vera Jardim, dois aficionados assumidos, nados e criados entre a barbárie, viajavam até Madrid para assistir a touros de morte. Não esqueçamos que Jorge Sampaio, enquanto presidente da República, levou os “touros de morte” para Barrancos, uma das mais atrasadas localidades portuguesas, talvez para não ter de ir tão longe satisfazer os seus mais mórbidos instintos.

Moita Flores, Elísio Summavielle, Maria Alzira Seixo, Marcelo Rebelo de Sousa, Gabriela Canavilhas, Alice Vieira, Miguel Sousa Tavares, João Soares, Daniel Oliveira, entre outros “colunáveis”, desde pequenos assistem à tortura de Touros. E quando tal desgraça acontece na vida de uma criança, enraizasse nela os maus instintos, a apetência para a crueldade e, quando crescem, tornam-se sádicos, ávidos de ver sangue e sofrimento, sem o menor escrúpulo, sem a menor compaixão. Típico da síndrome da apetência para a crueldade que neles se desenvolve.

Todos eles, uns mais, outros menos, perdendo o sentido crítico e a noção do ridículo, do bom senso e da auto-estima, devido à patologia de que sofrem, assumem que gostam da “festa brava”, com a mesma naturalidade que dizem adorar ir ver um concerto da Maria João Pires, estando-se nas tintas para o prestígio que perdem, para as críticas de que são alvo, para o epíteto de sádicos que recebem e para a exposição pública da patologia deles.

E isso é já uma demonstração da total alienação mental que uma infância vivida em antros tauromáquicos (como Vila Franca de Xira, Moita, Santarém entre outros) lhes provocou. É inevitável.

Todos aqueles que cresceram a ver torturar Touros e Cavalos criaram uma carapaça de insensibilidade e incompaixão pelo outro, transformando a crueldade em algo normal, plausível e praticável, não concebendo outra alternativa, e esses, mais do que outros, são os mais arreigados aficionados de selvajaria tauromáquica.

Contudo, há uns que nascem com genes evolutivos e evoluem, independentemente do meio onde foram criados. Outros, nascem esvaziados desses genes e não conseguem ultrapassar a linha do horizonte que lhes é mostrada.

Ainda recorrendo ao jornal “i”, este referiu que andando Jorge Sampaio em campanha eleitoral para a Presidência da República, em Vila Franca de Xira (um outro antro de selvajaria tauromáquica) um jornalista perguntou-lhe se gostava de touradas. Os que o rodeavam esperaram dele uma resposta politicamente correcta, mas Sampaio deixou falar mais alto a sua carga genética involutiva e os seus instintos mais mórbidos e disse “Gosto muito e só tenho pena de não poder assistir mais vezes.” Esta resposta realmente diz bastante da fragilidade mental de alguém que, por incrível que pareça, já ocupou o mais alto cargo político da Nação.

O “i” acrescenta ainda que João Gabriel, assessor de imprensa, confessou que, naquele momento ficou “gelado” e correu atrás dos jornalistas para tentar desvalorizar a revelação feita pelo futuro presidente da República. Não haverá aqui algo incongruente? Então a tourada, para eles, não é considerada “arte”?

Se a tourada fosse “arte” e “cultura” estudá-la-íamos nas disciplinas de História de Arte e Cultura Portuguesa, nas Universidades. Fiz estas duas disciplinas e jamais, nem de passagem a tourada nelas foi abordada.

Quanto a Elísio Summavielle, actualmente presidente do Centro Cultural de Belém (para vergonha de Portugal) e ex-secretário de Estado da (in)cultura, como o avô era da Moita, um dos maiores antros tauromáquicos portugueses (e estaria tudo dito), ele “desde muito cedo” começou a frequentar as arenas de tortura na Moita e em Vila Franca de Xira, e diz sem pejo algum: “Toda a vida vi corridas e toda a vida vivi com as pessoas ligadas à festa brava.”

Pois… O contacto com a violência e a crueldade praticada contra indefesos Touros moldou-lhe um carácter totalmente desprovido de sensibilidade e compaixão, desvirtuando-lhe a noção dos valores humanos, ao ponto de se embevecer com o combate (desigual) de vida e morte entre um cobarde torturador (vulgo toureiro) e um Touro indefeso, e considerar esta barbárie como “património cultural”, não podendo ser abolido por decreto.

Se não for por decreto, esse impatrimónio incultural será abolido pela evolução.

Fará este aficionado a ideia do descomunal disparate que diz? Pensará este ex-governante que todos os Portugueses são idiotas?

O mesmo acontece com Moita Flores que desde “puto” está enfronhado na prática da violência e da crueldade, e o seu carácter também foi moldado pela selvajaria tauromáquica, ao ponto de, enquanto presidente da Câmara de Santarém, ter esbanjado mais dinheiros públicos com a tortura de seres vivos, do que com as infra-estruturas necessárias à terra.

É que, para estes aficionados, pode faltar tudo, excepto o cheiro a sangue, a urina, a bosta e a álcool que uma tourada proporciona, para satisfazer o prazer mórbido deles, através da masturbação mental.

Refere ainda o jornal “i” que Daniel Oliveira, comentador e ex-dirigente do BE, confessou que a grande maioria das pessoas com quem convive acha “inacreditável” que ele goste de ir a corridas de touros.

Será “inacreditável” para alguns, porque para a maioria dos portugueses não é, pois esta patologia aberrante da selvajaria tauromáquica apanha indivíduos de todo o género, enfronhados nas trevas, desde os ditos de direita e esquerda, aos monárquicos, a professores catedráticos, escritores, pintores, enfim… e o que os torna iguais é o terem tido uma infância perversa e vivida a louvar a crueldade e a violência como ladainhas a santos. Sim, porque a igreja dita católica tem aqui uma culpa indesculpável.

Diz ainda o “i” que todos recusam o rótulo de “agressores” dos animais. Moita Flores diz, sem ajuizar o alcance do que diz: “Eu tenho animais. Tenho a maior estima pelos animais. Não reconheço a ninguém autoridade para me dizer que gosta mais de cavalos ou touros do que eu”.

Esta afirmação já diz da alienação mental de quem a profere. Ninguém mais do que ele gosta de Touros e de Cavalos e, no entanto, aplaude vê-los ser torturados barbaramente numa arena? O que seria se não gostasse deles!…

Aliás, para os aficionados, os Cavalos e os Touros nem animais são. São apenas coisas que se podem espetar como se fossem almofadas de alfinetes.

São tão alienados que perdem totalmente a noção da realidade e acabam por não saber o tamanho das parvoíces que proferem.

Só nos resta que este governo, dito de esquerda, esteja à altura de políticas evolutivas, retire o pé que tem especado num passado que vem desde a monarquia, dê um salto para o futuro e coloque Portugal no caminho da evolução.

Isabel A. Ferreira

Fonte:

http://www.ionline.pt/509784

Fonte: Arco de Almedina

 

Este vídeo começa a irritar os pró-tourada!

Aproposito deste vídeo que ontem criei para a segunda sondagem aqui do meu blog, recebi hoje, aqui no meu blog, um insulto de um pró-tourada. É lógico que não o aceitei. Apaguei-o logo, sem responder ao insulto do pró-tourada.

Que conclusão cheguei, então? – Cheguei á conclusão que este vídeo começa a irritar os pró-tourada, pois em pouco mais de dois minutos, ele mostra uma realidade brutal, uma realidade cruel, uma realidade sádica, uma realidade que não respeita minimamente o bem-estar, a felicidade, do touro e do cavalo, de crianças a jovens.

A reacção ao vídeo que recebi hoje, aqui no meu blog, é um exemplo de falta de argumentos que os pró-tourada têm. Quando confrontados com a realidade, quando confrontados com a verdade, como não têm argumentos válidos para rebater a realidade, para rebater a verdade, partem para o insulto.

Ao longo dos anos, sempre dissemos aos pró-tourada, que queremos debater com eles cientificamente a tauromaquia, num programa televisivo, desafiando-os a nos provarem cientifica e eticamente, que o touro nasceu para ser toureado, que o touro gosta de ser toureado, que o touro não sofre, e que com a abolição da tauromaquia, o touro vai extinguir-se. Mas os pró-tourada, sempre se recusaram e recusam-se a ter este debate connosco. E essa recusa deve-se ao facto que simplesmente, não podem provar cientifica e eticamente as suas alegações. Então, como ficam sem argumentos válidos, partem para o insulto!

Mário Amorim

Deve haver dinheiros públicos na actividade tauromáquica?

http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://pro.videos.sapo.pt/HbiuUDyM7ZozOFGE0cZG/mov/1

As duas figuras pró-tourada, enfim. É uma tristeza. É confrangedor ouvi-los! 

Os 16 Milhões de euros, de subsídios anuais que a tauromaquia recebe, são do Estado, das Câmaras Municipais, e da União Europeia.


Sondagem II

Tauromaquia em Portugal, SIM ou NÃO II

Este é o estado actual dos defensores da tauromaquia em Portugal.

O que estamos neste momento a assistir, é um pavor, cada vez mais crescente, por parte dos defensores da tauromaquia. Eles estão a ver a vida a andar para traz.
Eles estão a assistir ao cada vez maior movimento, contra a tauromaquia. 

Um pouco por todo o mundo, cada vez mais vozes se levantam, contra esta prática abjecta e selvática.

Na nossa vizinha Espanha, município pós município, declarasse anti-tourada. A nossa vizinha Espanha, mais cedo do que se pensa, será anti-tourada. O mesmo está a acontecer nos países da América latina, que ainda têm tauromaquia.

Todo este processo que está a acontecer na nossa vizinha Espanha, e nos países da América latina que ainda têm tauromaquia, vai chegar Portugal e a França.

Os portugueses não toleram mais, que 16.000.000 de Euros, de subsídios anuais, do Estado e da União Europeia, vá para as contas bancárias de umas quantas famílias, para brutalizarem física e psicologicamente o touro e o cavalo. E para destruírem psicologicamente crianças.

Em Portugal, a realidade brutal da tauromaquia, para com o touro, para com o cavalo e para com crianças, está a afastar cada vez mais gente dos antros onde tão vil brutalidade acontece. E a prova, é que esses antros, estão cada vez mais vazios de gente. E nem quando junto ás bilheteiras, se anuncia que tão vis espetáculos são de borla; nem assim esses antros se enchem de gente.

A realidade em Portugal, é que são cada vez mais as pessoas que antes defendiam a tauromaquia, e que agora, lutam do nosso lado, contra ela.

E todo isto junto, provoca um cada vez maior pavor, no cada vez mais reduzido grupo de pessoas que defendem a tauromaquia, em Portugal, pois têm noção de que a abolição da tauromaquia, em Portugal, está para breve. Pois têm noção que em breve, a torneira dos 16.000.000 de Euros de subsídios anuais, do Estado e da União Europeia, vai-se fechar. E que quando essa torneira se fechar, a tauromaquia vai ser abolida.

As causas do pavor, por parte do reduzido grupo de pessoas que defendem a tauromaquia, e que é por demais visível, são todas estas.

A abolição da tauromaquia em Portugal, está para breve!

Mário Amorim