UM VÍDEO QUE PÕE EM EVIDÊNCIA A IRRACIONALIDADE DO “homem”

O vídeo mostra a acção do “HOMO PARVUS” no Planeta Terra, espécie à qual pertencem os políticos, os gananciosos, os que podem, os que (des)governam o mundo.

Não mostra, evidentemente, a acção do HOMO SAPIENS SAPIENS, detentor do Saber Humano, que faz avançar a Humanidade.

Fonte: Arco de Almedina

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A Era de Aquário e o Colapso das Organizações Verticais | Vibrando Alto

“Hoje começa uma nova série de vídeos aqui no canal, que chamamos de “A Era de Aquário”. No vídeo de hoje vamos abordar o tema “Colapso das Organizações Verticais”, onde traremos uma perspectiva de como é o modelo actual e como vamos avançar para o modelo da nova consciência de Aquário. O que será que nos aguarda? Vem Vibrar Alto!”

“Vitória histórica”. Convenção dá passo importante na proibição de venda de elefantes selvagens

A Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES) deu, no domingo, um passo importante para a proibição da venda de elefantes selvagens a jardins zoológicos, uma “vitória histórica” saudada pelos ecologistas.

Uma larga maioria de países decidiu limitar rigorosamente as vendas de elefantes selvagens de África a compradores que mantenham os animais no ambiente natural, sendo proibida a captura para estruturas de manutenção em cativeiro, o que inclui jardins zoológicos ou parques de diversões, prática que os defensores da causa animal consideram cruel.

A proposta, que obteve 46 votos a favor, 18 contra e 19 abstenções, foi alcançada numa das duas comissões e com a maioria de dois terços necessária para ser aprovada. A sessão plenária, marcada para 28 de Agosto, na sessão de encerramento da conferência CITES sobre espécies ameaçadas, terá que aprovar também aquela proposta.

“Esta decisão vai salvar um número importante de elefantes arrancados às manadas em natureza e obrigados a viver em cativeiro em zoos e em condições medíocres”, congratulou-se Iris Ho, do grupo de proteção animal Humane Society International (HSI), em Washington, citada em comunicado.

A venda de elefantes da África Ocidental, do Centro e do Leste, há muito entre as espécies protegidas, foi já proibida, ao contrário dos elefantes da África Austral, menos ameaçados.

O Zimbabué capturou e vendeu mais de 100 crias de elefantes a zoos chineses desde 2012, de acordo com o HSI.

“Esta decisão preliminar afirma fortemente que os elefantes não pertencem à indústria dos divertimentos”, reagiu, também em comunicado, Cassandra Koenen, responsável pela fauna selvagem na Sociedade Mundial de Protecção de Animais (WSPA, sigla em inglês).

“É um passo considerável no bom sentido”, acrescentou. O elefante africano passou de vários milhões de exemplares em meados do século XX para cerca de 400.000 em 2015.

Este é o primeiro voto da conferência CITES, da ONU, sobre espécies ameaçadas, que começou no sábado e vai decorrer até 28 de Julho, em Genebra, na Suíça.

Milhares de delegados – responsáveis políticos e peritos em conservação – oriundos de 183 países-signatários e a UE vão debater 56 propostas para alterar o grau de proteção concedido aos animais e às plantas selvagens.

Criada há mais de 40 anos, a CITES estabelece as regras do comércio internacional de mais de 35 mil espécies de fauna e de flora selvagens, através de um mecanismo que permite impor sanções aos países que não respeitem as regras.

Esta reunião acontece após a publicação, em maio, de um relatório da ONU que indicava um risco imediato de extinção para um milhão de espécies.

Fonte: SAPO24

E se trouxessem de volta as espécies extintas?

A ressurreição de uma espécie extinta já é viável. Mas será boa ideia?

Texto: Carl Zimmer

Fotografias: Robb Kendrick

No dia 30 de Julho de 2003, cientistas espanhóis e franceses trouxeram de volta um animal extinto, ainda que apenas para vê-lo voltar a extinguir-se.

O animal por eles ressurrecto era uma espécie de cabra-montesa conhecida como bucardo, ou cabra dos Pirenéus. O bucardo (Capra pyrenaica pyrenaica) era uma criatura bela e grande, que chegava a pesar 100 quilogramas e que apresentava longos chifres graciosamente encurvados. Durante milhares de anos, habitou as terras altas dos Pirenéus, a cordilheira montanhosa que separa a França de Espanha, por onde se deslocava, suportando invernos inclementes.

BUCARDO (Capra pyrenaica pyrenaica). O bucardo viveu nos Pirenéus até se extinguir no ano 2000. Três anos mais tarde, os investigadores tentaram clonar Célia, o último bucardo vivo (em cima). O clone morreu poucos minutos depois do parto.

Chegaram então as armas de fogo. Os caçadores foram reduzindo a população de bucardos ao longo de séculos. Em 1989, um levantamento realizado por cientistas espanhóis estimou que existiria apenas uma dúzia de animais. Dez anos mais tarde, restava somente um indivíduo, uma fêmea baptizada com o nome de Célia. Uma equipa do Parque Nacional de Ordesa e Monte Perdido, chefiada pelo veterinário especialista em animais selvagens Alberto Fernández-Arias, capturou a cabra numa armadilha, colocou-lhe no pescoço uma coleira com transmissor de rádio e devolveu-a à liberdade. Nove meses mais tarde, a coleira radiotransmissora emitiu um som longo e contínuo. Era o sinal de que Célia morrera. Encontraram-na esmagada debaixo de uma árvore tombada. Com a sua morte, o bucardo ficou oficialmente extinto.

No entanto, as células de Célia continuaram a existir, preservadas em laboratórios de Saragoça e de Madrid. Nos anos seguintes, uma equipa chefiada por José Folch injectou núcleos dessas células em óvulos de cabra esvaziados do seu próprio DNA e implantou esses óvulos em mães substitutas. Após 57 implantações, só sete animais tinham engravidado. Apenas uma das mães (um híbrido de Capra pyrenaica pyrenaica e de cabra-comum) conseguiu levar a termo a gravidez do clone de Célia. José Folch e os seus colegas realizaram o parto por cesariana do clone com dois quilogramas de peso. Quando Alberto Fernández-Arias segurou o bucardo recém-nascido, reparou que o animal se debatia para inspirar. Apesar dos esforços para ajudá-lo a respirar, o clone de Célia morreu depois de escassos dez minutos. A necropsia posterior revelou que um dos pulmões desenvolvera um lobo suplementar gigantesco, maciço como um pedaço de fígado. Nada poderiam ter feito.

O bucardo é apenas um numa longa lista de animais que os seres humanos conduziram à extinção, por vezes de forma propositada. Na lista, constam por exemplo o dodô e o arau-gigante, o tilacino (ou tigre-da-tasmânia) e o baiji (ou golfinho-lacustre-chinês), o pombo-passageiro e o pica-pau imperial. E com muitas mais espécies agora em risco de extinção, estes animais terão companhia nos anos vindouros. Alberto Fernández-Arias pertence a um grupo, pequeno mas aficionado, que acredita na clonagem como meio para ajudar a inverter essa tendência.

TILACINO (Thylacinus cynocephalus). Embora se parecesse com um lobo e lhe chamassem tigre-da-tasmânia, o tilacino era na realidade um marsupial, um parente do canguru e do coala. Na década de 1930, já tinha sido caçado até à extinção.

A ideia de devolver à vida espécies já desaparecidas (ou “desextinção”) paira na fronteira entre a realidade e a ficção científica há mais de duas décadas, desde que o romancista Michael Crichton libertou no mundo os dinossauros do “Parque Jurássico”. O clone de Célia é o ponto mais próximo alguma vez atingido em termos de “desextinção” verdadeira. Desde o tempo em que presenciou esses momentos fugazes da vida do clone, Alberto Fernández-Arias tem esperado pelo momento em que a ciência recupere finalmente o terreno perdido e os seres humanos consigam trazer de volta animais já extintos.

“Chegámos a esse momento”, contou-me.

 

Encontrei-me com ele no Outono passado, durante uma sessão científica à porta fechada realizada na sede da National Geographic Society em Washington. Pela primeira vez na história, um grupo de geneticistas, biólogos, conservacionistas e peritos em bioética reuniram-se para debater a “desextinção”. Poderia ser feita? Deveria ser feita? Um a um, levantaram-se e discutiram os progressos admiráveis em matéria de manipulação de células de tronco, de recuperação de DNA antigo, de reconstrução de genomas perdidos, revelando um entusiasmo crescente. E o consenso emergiu: a “desextinção” está actualmente ao nosso alcance.

“Os progressos alcançados foram maiores e muito mais rápidos do que alguém poderia ter imaginado”, resume Ross MacPhee, curador de mamalogia do Museu Americano de História Natural em Nova Iorque. “Na verdade, antes de trazermos uma espécie de volta à vida, o primeiro passo nesta discussão é definir a razão pela qual o queremos fazer.”

Em “Parque Jurássico”, os dinossauros são ressuscitados pelo seu valor de entretenimento. As consequências catastróficas daí decorrentes têm ensombrado o conceito de “desextinção”, pelo menos na cultura popular. Mas as pessoas tendem a esquecer-se de que o “Parque Jurássico” era pura fantasia. Na realidade, as únicas espécies que podemos ter esperança de fazer reviver são aquelas que se extinguiram nas últimas dezenas de milhares de anos, deixando restos mortais que contenham células intactas ou, no mínimo, quantidades de DNA antigo suficientes para reconstituir o genoma da criatura.
Devido às taxas naturais da decomposição, nunca poderemos esperar recuperar a totalidade do genoma do Tyrannosaurus rex, desaparecido há 65 milhões de anos. As espécies recuperáveis teoricamente desapareceram enquanto a humanidade rapidamente caminhava para o domínio do mundo. E, sobretudo em anos recentes, fomos nós que as fizemos desaparecer, caçando-as, destruindo os seus habitats ou propagando doenças.

“Quando falamos de espécies por cuja extinção fomos responsáveis, creio que temos a obrigação de, pelo menos, tentar”, defende o paleontólogo Michael Archer, da Universidade de Nova Gales do Sul. Há vários críticos da opção e o argumento mais comum é a comparação da ressurreição de uma espécie à tentação humana de agir como um deus. Michael Archer troça desta tese. “Acho que fizemos de conta que éramos Deus quando exterminámos estes animais.”

Outros cientistas favoráveis à “desextinção” argumentam que ela trará benefícios concretos. A maior parte dos fármacos, por exemplo, resultou de derivados de compostos naturais presentes nas plantas silvestres, que também são vulneráveis à extinção. Alguns animais extintos eram também importantes nos respectivos ecossistemas. Há 12 mil anos, por exemplo, a Sibéria era o lar de mamutes e de outros grandes herbívoros. Nessa época, a paisagem não era composta por tundra dominada por musgos mas por estepes cobertas de vegetação. Há muito que o ecologista russo Sergei Zimov afirma que isso não é coincidência: os mamutes e outros herbívoros asseguravam a manutenção das pradarias de erva mobilizando o solo e adubando-o com estrume. Uma vez desaparecidos, o musgo dominou a pradaria e transformou-a numa tundra menos produtiva.

MAMUTE-LANUDO (Mammuthus primigenius). Os mamutes-lanudos refugiaram-se no Leste da Sibéria no fim da última Idade do Gelo, há cerca de dez mil anos, antes da extinção. Peça fundamental dos dioramas de museu, são candidatos ao renascimento, se for possível usar os elefantes como progenitores de substituição.

Nos últimos anos, Sergei introduziu cavalos, bois-almiscarados e outros grandes mamíferos numa região da Sibéria que designou como Parque do Plistocénico.

 

E nada lhe daria maior prazer do que ver mamutes-lanudos a deambular por ali em liberdade. “Creio que só os meus netos é que os verão”, diz. “Um rato reproduz-se muito depressa. Os mamutes reproduzem-se muito lentamente. Preparem-se para esperar.”

Alberto Fernández-Arias tentou pela primeira vez ressuscitar o bucardo há dez anos, mas os meios então disponíveis eram, retrospectivamente, muito rudimentares. Tinham passado apenas sete anos sobre o nascimento da ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado. Nesses primeiros tempos, os cientistas clonavam um animal através da introdução do DNA de uma célula num óvulo esvaziado do seu material genético. Um choque eléctrico bastava para que o óvulo começasse a dividir-se, permitindo a implantação do embrião em desenvolvimento numa mãe de substituição.

A grande maioria dessas gestações fracassava e os poucos animais resultantes eram frequentemente afectados por problemas de saúde.

Na última década, os cientistas foram aperfeiçoando o seu sucesso na clonagem de animais e adquiriram igualmente a capacidade para induzir o regresso das células de animais adultos a um estado semelhante ao de embrião. Estas células podem ser condicionadas de maneira a transformar-se em qualquer tipo de célula, incluindo óvulos ou esperma. Os óvulos podem então ser de novo manipulados para se transformarem em embriões plenos.

Estes impressionantes truques técnicos tornaram muito mais fácil trazer à vida uma espécie extinta. Há várias décadas que os cientistas e os exploradores discutem a recuperação do mamute. A sua primeira proeza consistiu em descobrir mamutes bem preservados na tundra siberiana. Agora, com novas tecnologias de clonagem, investigadores da Fundação de Pesquisa Biotecnológica Sooam, com sede em Seul, juntaram esforços com peritos em mamutes da Universidade Federal do Nordeste, sediada na cidade siberiana de Yakutsk. No Verão passado, subiram o curso do rio Yana, abrindo túneis nas falésias geladas ao longo do rio com mangueiras de alta pressão. Num desses túneis, encontraram fragmentos de tecidos de mamute, incluindo medula, pêlo, pele e gordura. Esses tecidos estão actualmente em Seul, onde os cientistas da
Sooam os examinam.

“O ideal seria descobrirmos uma célula viável, uma célula ainda viva”, sonha Insung Hwang, da Sooam, que organizou a expedição ao rio Yana. Se os investigadores da Sooam encontrarem mesmo a tal célula, poderão manipulá-la de maneira a produzir milhões de células. Estas poderiam ser reprogramadas para se transformarem em embriões, que poderiam então ser implantados nas progenitoras de substituição –  os elefantes, os parentes vivos mais próximos do mamute. A maioria dos cientistas duvida que qualquer célula viva conseguisse sobreviver à congelação em espaço aberto da tundra. Mas Insung Hwang e os colegas têm um plano B: capturar um núcleo intacto de uma célula de mamute, cuja preservação é muito mais provável do que a da própria célula. É verdade que a clonagem de um mamute apenas a partir de um núcleo intacto será muito mais arriscada.

Os investigadores da Sooam precisarão de transferir o núcleo para um óvulo de elefante cujo próprio núcleo tenha sido retirado, o que implica recolher óvulos de um elefante – feito nunca alcançado até hoje. Se o DNA no interior do núcleo estiver suficientemente preservado para assumir o controlo do óvulo, então talvez seja possível que comece a dividir-se e a dar origem a um embrião de mamute. Se os cientistas conseguirem ultrapassar esse obstáculo, continuarão a ver-se a braços com a tarefa colossal: a de transplantar o embrião para o útero de um elefante. Então, previne Sergei Zimov, precisarão de paciência. Se tudo correr bem, demorará quase dois anos até que o elefante possa dar à luz um mamute saudável. “Mas, se não tentarmos, como poderemos saber que é impossível?”, pergunta Insung Hwang.

POMBO-PASSAGEIRO (Ectopistes migratorius). Milhares de milhões destas aves encheram outrora os céus do Leste da América do Norte. Martha, o último exemplar vivo (em cima), morreu no Jardim Zoológico de Cincinnati em 1914. Os cientistas acreditam na clonagem desta espécie.

 Em 1813, ao viajar ao longo do rio Ohio, de Hardensburgh para Louisville, John James Audubon presenciou um dos mais incríveis fenómenos naturais do seu tempo: um bando de pombos-passageiros (Ectopistes migratorius) a tapar por completo o céu. “O ar estava literalmente cheio de pombos”, escreveu ele mais tarde. “A luz do meio-dia foi obscurecida como que por um eclipse; ao caírem, as fezes formavam manchas, não muito diferentes de flocos de neve a derreter; e o zumbido contínuo das asas tendia a adormecer-me os sentidos e a levá-los ao repouso.” Quando John Audubon chegou a Louisville, antes do pôr do Sol, os pombos ainda pairavam no alto e ali permanecerem durante os três dias que se seguiram. “As margens do Ohio estavam cheias de homens e rapazes, disparando sem cessar contra os passageiros…”, escreveu. “Bandos inteiros foram assim destruídos.”

Em 1813, teria sido difícil imaginar uma espécie com menos probabilidades de tornar-se extinta. E contudo, no final do século XIX, o pombo-passageiro-de-peito-vermelho encontrava-se num declínio catastrófico: as florestas das quais dependia tinham diminuído e o seu número fora radicalmente reduzido devido à caça. Apenas um século e um ano depois de John Audubon se maravilhar com a sua abundância, o único pombo-passageiro remanescente em cativeiro, uma fêmea chamada Martha, morreu no Jardim Zoológico de Cincinnati.

Há dois anos, o escritor e ambientalista Stewart Brand, e a sua mulher, Ryan Phelan, fundadora da empresa de testes genéticos DNA Direct, começaram a pensar se seria possível devolver a espécie à vida. Certa noite durante um jantar com o biólogo George Church, especialista na manipulação de DNA, descobriram que ele partilhava as mesmas ideias.

“Os progressos alcançados pela ‘desextinção’ foram maiores e muito mais rápidos do que alguém poderia ter imaginado.” Ross MacPhee, paleontólogo

George Church sabia que os métodos de clonagem tradicionais não dariam resultado, uma vez que não seria provável que algum espécime de museu do pombo-passageiro contivesse um genoma funcional totalmente intacto. Mas os espécimes preservados contêm fragmentos de DNA. Depois de reagrupados os fragmentos, os cientistas conseguem agora ler os aproximadamente mil milhões de letras do genoma do pombo-passageiro. George ainda não consegue sintetizar o genoma completo do animal a partir de tão pouco, mas inventou uma tecnologia que lhe permite produzir pedaços de DNA com dimensão considerável de qualquer sequência que queira. Em termos teóricos, ele seria capaz de produzir genes para certas características do pombo-passageiro (por exemplo, a sua cauda longa) e introduzi-los no genoma de uma célula de tronco de um vulgar pombo-das-rochas.

As células de tronco de pombo-das-rochas contendo este genoma manipulado poderiam ser transformadas em células germinativas, precursoras dos óvulos e do esperma. Estas poderiam então ser injectadas em ovos de pombo-das-rochas, onde migrariam para os órgãos sexuais dos embriões em desenvolvimento. Os pintos obtidos a partir destes óvulos teriam a aparência de pombos-das-rochas normais, mas seriam portadores de óvulos e de esperma carregados com DNA manipulado. Quando os pintos alcançassem a maturidade e acasalassem, gerariam pintos portadores das características do pombo-passageiro. Estas aves poderiam ser cruzadas entre si, e os cientistas seleccionariam aves cada vez mais parecidas com a espécie extinta.

 “A ‘desextinção’ seria sensacional. Um tigre-dentes–de-sabre? Seria fantástico ver um desses animais.” Hank Greely, especialista em bioética

Em termos teóricos, o método de modificação do genoma criado por George Church poderia resultar em qualquer espécie com um parente próximo vivo e com um genoma susceptível de reconstituição. A comunidade científica já possui tecnologia para reconstituir a maior parte dos genes necessários à criação de um mamute, os quais poderiam ser inseridos numa célula de tronco de elefante.

Embora a recriação de um mamute ou de um pombo-passageiro já não seja mera fantasia, a realidade ainda está a anos de distância. Para outro animal extinto, o horizonte cronológico poderá ser muito mais curto. Em rigor, há pelo menos uma possibilidade de vê-lo regressar ao mundo dos vivos antes de esta reportagem ser publicada.

O animal em causa é uma obsessão para um grupo de cientistas australianos chefiado por Michael Archer, que chamam à sua iniciativa Projecto Lázaro. Cientes das enormes expectativas geradas por experiências com tanta notoriedade, Michael e os seus colaboradores do Projecto Lázaro mantiveram-se discretos quanto aos seus esforços até terem alguns resultados preliminares para mostrar.

Esse momento chegou agora. No início de Janeiro, Michael e os seus colegas revelaram que estavam a tentar ressuscitar duas espécies de rãs australianas estreitamente aparentadas entre si. Até ao seu desaparecimento em meados da década de 1980, estas duas espécies partilhavam um método de reprodução único e especta-
cular. As fêmeas libertavam uma nuvem de ovos, posteriormente fertilizados pelos machos, para depois serem engolidos, inteiros, pelas fêmeas. Uma hormona presente nos ovos desencadeava um processo pelo qual a fêmea impedia o estômago de tornar-se ácido, passando este efectivamente a funcionar como útero. Semanas mais tarde, a fêmea abria a boca e regurgitava os seus bebés totalmente formados. Esta proeza reprodutora deu às rãs os seus nomes comuns: rã-de-incubação-gástrica-setentrional (Rheobatrachus vitellinus) e meridional (Rheobatrachus silus).

Infelizmente, as rãs desapareceram, pouco depois de os investigadores começarem a estudar a espécie. “Os sapos estavam ali e, um minuto mais tarde, quando os cientistas regressaram, tinham desaparecido”, afirma Andrew French, especialista em clonagem da Universidade de Melbourne e membro do Projecto Lázaro.

Para trazerem de volta as rãs, os cientistas estão a recorrer aos mais modernos métodos de clonagem para introduzirem núcleos de rã-de-incubação-gástrica-setentrional em óvulos de outras rãs australianas, cujo material genético foi removido. “Agora dispomos de embriões de um animal extinto”, diz Michael Archer. “Estamos muito avançados neste percurso.” Os cientistas do Projecto Lázaro estão confiantes de que precisam apenas de mais óvulos de elevada qualidade para progredir. “Neste momento, é apenas um jogo de números”, afirma Andrew French.

A raridade ímpar da reprodução das rãs-de-incubação-gástrica basta para  ilustrar o que perdemos quando uma espécie se extingue. Mas significa isso que devemos ressuscitá-los? Será que o mundo ficaria assim tão mais rico por existirem umas rãs fêmeas que criam outras rãs dentro dos seus estômagos? Existem benefícios palpáveis, defende Andrew French, tais como os conhecimentos que as rãs poderiam proporcionar sobre a reprodução. Para muitos cientistas, a “desextinção” é uma distracção relativamente ao trabalho urgente necessário para travar extinções em massa.

“Existe indubitavelmente uma enorme urgência em salvar espécies e habitats ameaçados”, afirma John Wiens, especialista em biologia da evolução na Universidade de Stony Brook. “Porquê investir milhões de euros em ressuscitar algumas espécies, quando ainda há milhões para descobrir, descrever e proteger?”

Os defensores da “desextinção” contrapõem que as tecnologias de clonagem e engenharia genómica desenvolvidas em prol da “desextinção” poderiam também servir para preservar espécies ameaçadas de extinção, em especial aquelas que não se reproduzem facilmente em cativeiro.
E embora a biotecnologia de ponta possa ser dispendiosa nas etapas iniciais de desenvolvimento, tem tendência para se tornar barata depressa. “Talvez algumas pessoas pensassem que a vacina contra a poliomielite era uma distracção relativamente aos ventiladores artificiais”, afirma George Church. “É difícil afirmar antecipadamente o que é distracção e o que é salvação.”

“Digo sempre que, se não tentarmos, não poderemos saber que é impossível.” Insung Hwang, perito em clonagem

Mas mesmo que George e os seus colegas sejam capazes de remodelar o pombo-das-rochas com todas as características específicas do pombo-passageiro, a criatura gerada seria um pombo-passageiro autêntico ou uma mera curiosidade resultante de engenharia? Se Michael Archer e Andrew French produzirem efectivamente uma única rã-de-incubação-gástrica significará isso que ressuscitaram a espécie? Se essa rã não tiver um companheiro, tornar-se-á uma versão anfíbia de Célia e a sua espécie estará mesmo extinta. Seria suficiente manter uma população de rãs num laboratório ou talvez num jardim zoológico, onde as pessoas pudessem visitá-las e abrir a boca de admiração? Ou seria preciso introduzi-las de novo na natureza para que ficassem verdadeiramente “desextintos”?

“A história da ressurreição das espécies depois da extinção está repleta de dificuldades”, diz o especialista em biologia da conservação Stuart Pimm. Um esforço gigantesco foi desenvolvido para devolver o órix-da-arábia ao estado selvagem, por exemplo. No entanto, depois de os animais serem instalados num refúgio na região central de Oman, em 1982, quase todos foram abatidos por caçadores furtivos. “Tínhamos os animais, devolvemo-los à natureza e o mundo não estava preparado”, resume. “Ter a espécie resolve apenas uma pequena parte do problema.”

A caça não é a única ameaça. O golfinho-lacustre-chinês extinguiu-se devido à poluição e a outras pressões geradas pela população humana residente junto ao Yangtzé. Actualmente, a situação é tão má como antes. Em todo o mundo, há rãs dizimadas por um agente patogénico de propagação humana, o fungo quitrídio. Se os biólogos australianos libertarem rãs-de-incubação-gástrica nos seus antigos rios de montanha, elas poderão em breve extinguir-se de novo.

“Sem um ambiente onde as espécies reconstituídas possam ser introduzidas, todo este exercício será fútil”, diz Glenn Albrecht, da Universidade Murdoch, na Austrália.

Mesmo que a “desextinção” venha a revelar-se um completo êxito logístico, as perguntas não acabarão. Os pombos-passageiros talvez encontrassem nas florestas em recuperação do Leste dos Estados Unidos da América um lar acolhedor. Mas não se trataria da introdução no ambiente de um organismo geneticamente modificado? Poderiam os pombos-passageiros transformar-se em reservatório para um vírus capaz de eliminar outra espécie de ave? E o que achariam os norte-americanos da chegada de uma nova espécie de pombo às suas cidades, enchendo as ruas com nevões de dejectos?

TIGRE-DENTES-DE-SABRE (Smilodon fatalis). Este felino extinguiu-se após a última Idade do Gelo, mas os paleontólogos não sabem ao certo porquê. Este exemplar foi ressuscitado por um bonecreiro: trata-se de uma criação da Creature Shop de Jim Henson.

Os defensores da “desextinção” estão a ponderar estas questões e, na sua maioria, entendem que elas precisam de ser resolvidas antes de levar por diante qualquer projecto. Hank Greely, um destacado especialista em bioética da Universidade de Stanford, tem mostrado grande interesse em investigar as implicações éticas e jurídicas da “desextinção”. No entanto, para ele como para muitos outros, o simples facto de a ciência ter avançado até este ponto constitui razão convincente para aderir à “desextinção” e não para a rejeitar. “A ‘desextinção’ seria sensacional”, diz. “Um tigre-dentes-de-sabre? Seria fantástico ver um desses animais.

Fonte: nationalgeographic.sapo.pt/

 

De olho no planeta Alemanha pode oferecer transporte público gratuito para combater a poluição

“Estamos considerando o transporte público gratuito para diminuir o número de carros particulares. A luta contra a poluição do ar sem mais atraso é a maior prioridade da Alemanha”, escreveram três ministros em uma carta ao comissário ambiental da União Europeia (UE), Karmenu Vella, em Bruxelas.

Um julgamento da proposta está previsto para as cidades de Bonn, Essen, Herrenberg, Reutlingen e Mannheim até o final deste ano.

A carta foi assinada pela ministra alemã do meio ambiente, Barbara Hendricks, pelo ministro da Agricultura, Christian Schmidt e pelo chefe de gabinete da Chancelaria Federal, Peter Altmaier.

Segundo a AFP, que informou sobre a carta, outras ações propostas são restrições sobre as emissões de frotas de veículos, como ónibus e táxis, zonas de baixas emissões e apoio para compartilhamento de automóveis.

A DW disse que algumas das cidades escolhidas para os testes de transporte público gratuito não foram esclarecidas quanto aos detalhes da proposta, segundo o Ecowatch.

A proposta ocorre pouco mais de dois anos após o escândalo das emissões de diesel da Volkswagen. A empresa alemã teve que pagar biliões em multas e acelerar seus planos para electrificar grande parte da sua frota. Outros fabricantes de automóveis, incluindo a marca alemã Daimler, já foram envolvidos em escândalos de emissões.

Em 2017, a Volkswagen, a Daimler e a BMW anunciaram um plano de € 500 milhões (US$ 593 milhões) para actualizar mais de cinco milhões de carros diesel na Alemanha e oferecer descontos comerciais em modelos mais antigos. Eles também concordaram em contribuir com um fundo de tráfego público para diminuir a poluição causada pelo diesel.

Fonte: ANDA

Notícias Puma do leste é declarado extinto após oito décadas sem ser visto

Infelizmente a notícia confirmou-se.
Mais um ser senciente que desaparece, por causa da acção do homem.
Os homens que levaram o Puma do Leste à extinção são uns monstros.
Deveriam ser levados à justiça e condenados!
Nestas alturas tenho vergonha de ser ser-humano!

Mário Amorim


No passado, os pumas do leste ou cougars — uma subespécie das onças pardas — habitavam uma extensa região da América do Norte, do Michigan à Carolina do Sul. Este grande felino era visto em praticamente todos os estados americanos a leste do Rio Mississippi, mas foi dizimado por ser visto como uma ameaça aos rebanhos. Na semana passada, o animal foi removido da lista de espécies ameaçadas e declarado oficialmente extinto.

Os pumas do leste eram primos dos leões da montanha, que habitam estados da costa oeste americana, e das panteras da Flórida, encontradas apenas nos Everglades. Em 2011, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA iniciou uma revisão extensa no status do puma e, em 2015, concluiu que a espécie estava além das possibilidades de recuperação. Na última segunda-feira, a decisão foi oficializada.

A espécie foi declarada ameaçada em 1973, mas o último registro do animal aconteceu em 1938, de um espécime morto, feito por um caçador no Maine. Desde então, houve alguns avistamentos, mas de leões da montanha vindos do oeste. Em 2011, por exemplo, um grande felino foi morto atropelado numa rodovia em Connecticut, mas era um leão da montanha perdido.

Alvo de campanhas de extermínio

O cougar media até 2,5 metros, da ponta do rabo à cabeça, e pesava até 65 quilos. Era o mamífero com maior abrangência territorial do Hemisfério Ocidental, mas foi alvo de campanhas de extermínio e teve seu habitat destruído pelo avanço humano. Sua alimentação era basicamente de veados, mas fazendeiros temiam pela segurança de seus rebanhos.

A declaração oficial da extinção do puma do leste é uma triste consequência da atividade do homem, mas pode ser uma boa notícia para a recuperação dos ecossistemas do leste dos EUA. A partir de agora, reservas ambientais poderão importar leões da montanha do oeste para restabelecer populações de grande felinos que historicamente habitaram a região.

“Nós precisamos de grandes carnívoros como os pumas, para conter a superpopulação de cervos e as doenças transmitidas por carrapatos que ameaçam a saúde humana”, afirmou Michael Robinson, da ONG Centro para Diversidade Biológica, em comunicado. “Por isso, esperamos que estados do leste os reintroduzam”.

Fonte: ANDA

OS PRÓXIMOS TRÊS (3) ANOS…

Façam isto.
Façam-no e vão ver que no fim vão ter sensações muito boas e positivas.

Muito Amor, Paz e Luz para sempre!
Mário Amorim


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SALUSA
Por Gabriel RL (Neva)
18.07.2019

Queridos, o SaLuSa me pediu que deixasse essa canção abaixo para ser ouvida no momento da leitura. Recomendo que leiam a mensagem em voz alta enquanto a música de fundo toca.

LINK DO YOUTUBE

Enquanto as almas na Terra permanecem sob a influência energética das forças do Eclipse, as actividades galácticas continuam ainda mais activas, removendo as camadas de plasma negativo que estiveram durante tanto tempo bloqueando certos movimentos no seu Sistema Solar e especialmente na Terra.

Foi um trabalho que desempenhamos, nós, da Federação Galáctica com outras Federações de outros sistemas distantes.

Agora estamos trabalhando em conjunto para remoção definitiva dessas camadas. Toda essa acção, de certo modo, pode ou não causar alguns movimentos na Terra que, poderemos chamar de fenómenos naturais, pois fios deste plasma estão “plugados” na Terra e suas remoções causaram algumas agitações, especialmente em algumas áreas onde suas influências eram maiores.

De facto, ainda existe alguma influência dessas camadas construídas pelas forças contrárias a essa elevação, mas agora estamos mais activos do que nunca, movendo de lugar os representantes dessas velhas forças e activando novos portais que têm trazido ainda mais seres de outras galáxias para ajudarem nesta elevação, de modo que vocês possam continuar aumentando seus padrões vibratórios e alcançando estados de consciência mais elevados.

Estados de consciência que, com certeza, auxiliam de um modo geral em todo esse processo, minimizando os efeitos desses “desacoplamentos” plásmicos. É um trabalho onde precisamos actuar com bastante cautela, pois há muitas almas envolvidas e continuamos, como sempre, com o decreto do Criador “debaixo do braço”, que afirma que nenhuma alma vai passar pelo que não precisa passar.

Saibam também que todas essas movimentações galácticas, tendem a provocar em vocês muitos movimentos internos, capacitando-os ainda mais a lidarem com seus desafios e fortalecendo-os mentalmente.

Aqueles nascidos entre os anos 60 e 70 podem perceber, perfeitamente, a suavidade energética existente na Terra hoje, se comparada ao seu passado. Isso é reflexo do trabalho contínuo das Forças Galácticas, actuantes no espaço e na Terra.

Vocês têm promovido essa mudança de modo que não exista outra alternativa senão que as forças contrárias a isso se desloquem e abandonem seus campos de actuações, rendendo-se espontaneamente às Forças Galácticas Positivas ou sendo “forçadas”, de algum modo, a isso. De qualquer forma, o progresso da espécie humana da Terra não será parado.

Naturalmente, com o seu aumento de nível de consciência, realocações começarão a acontecer. Movimentos inesperados também, pois quanto mais consciência, maior a sua capacidade de enxergar o quadro de maneira mais alargada, passando a perceber o porquê de certas coisas acontecerem em suas vidas e a Luz por detrás delas, independente de que situação seja.

Tenham em mente que, toda essa experiência serviu ao seu propósito. Percebam que, de certo modo, vocês não sofrem mais tanta influência negativa como no passado, quando praticamente eram impedidos de “olharem além da Terra”. A opressão está dando lugar à expansão e, saibam, não existe mais nenhuma força na Terra e fora dela que possa impedi-los de avançar.

As gerações passadas ainda encarnadas podem reafirmar nossas colocações, pois sabem que, há pelos menos 30 anos atrás, não se poderia falar tão abertamente sobre a vida fora da Terra sem ser “massacrado” pelo sistema. Ainda que nos dias actuais isso aconteça em algumas regiões, mesmo assim não se compara.

As suas políticas gerais tomarão, cada vez mais, novos rumos elevados. Ainda que, por algum tempo, vá permanecer a tentativa de indução das forças negativas, não mais conseguirão êxito na influência directa, pois continuarão a não ter bases de sustentação.

Nos próximos três anos, vocês terão muitas surpresas no cenário mundial acerca de tamanha influência externa no seu modo de vida.

A ciência estará mais conectada com o espírito, a política terá expurgado muitos daqueles ambiciosos que visavam apenas suas particularidades, máscaras não poderão ser sustentadas por muito mais tempo, pois a Luz estará extremamente intensa e impedindo tais malícias e dissimulações. As religiões estarão unindo suas forças e compreendendo a necessidade cada vez mais palpável de união e cooperação, respeitando suas diferenças e focando no bem comum: a Paz.

Líderes jovens tomarão a dianteira em frentes específicas, ditando as novas diretrizes, enquanto a velha ordem debruçando-se sobre si mesma continuará tentando impedir os avanços imparáveis. Jovens com olhares amorosos e com ímpeto de liberdade, terão suas vozes ouvidas nos principais meios.

Na ONU, uma limpeza profunda será realizada, recebendo influência direta do Comando Ashtar e dos Pleiadianos, reorganizando suas directrizes. Mas tenham em mente que tudo isso requer muito trabalho e disciplina, confiança e dedicação. Obviamente, isso não acontece do dia para a noite, mas saibam que está nas suas mãos e não ficarão tão surpresos quando começarem a ver isso acontecendo, pois vocês, a nível interno, já sabem que isso que falamos é uma verdade.

Não se assustem quando, também, graças às influências positivas dos altos diplomatas Pleiadianos, verdades para alguns de vocês, muito graves, começarem a surgir apoiadas por almas corajosas que não terão medo de se expor, trazendo revelações acerca de muitos assuntos.

Há uma quantidade imensa de informações asseguradas por membros da família Arcturiana, prontas para serem lançadas a todos, de maneira que não restará qualquer dúvida acerca de como a opinião pública foi gravemente, por assim dizer, sequestrada e manipulada.

Mesmo assim, como tudo atende a uma lei de sintonia, seus principais meios de comunicação que, por vontade própria ou cedendo a poderes extrafísicos não positivos foram forçados a entregar informações maliciosas não alinhadas com a verdade, e muitos foram levados a crer.

Muitos destes sentir-se-ão violados e enganados, revoltando-se contra as informações e seus transmissores e vocês que estão assegurados em sua paz e Amor amenizarão tais agitações, contornando esses movimentos com sua Luz e capacidade diplomática.

Esses são tempos os quais todos esperavam e, não há mais como retornar às maneiras antigas. Como diz um velho ditado: “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original” (Albert Einstein).

Estejam preparados para tudo isso. E também haverá aqueles que, mesmo em seu meio, poderão atentar contra vocês, forçando-os a serem ainda mais amorosos e compreensivos. Em momentos de grande agitação, a Luz que vocês emitem poderá se tornar drasticamente incomoda, pois ela colocará tudo em evidência para ser liberado e curado.

É o momento de darem-se as mãos e apoiarem-se mutuamente, não importando suas crenças e opiniões sobre quaisquer assuntos. A palavra de ordem é: Diplomacia.

Vocês precisarão dela quando os representantes das forças negativas deste planeta se manifestarem, de alguma maneira, directamente com vocês, tentando negociações honrosas, ou mesmo tentando “comprar” suas saídas do planeta, sem serem rastreados pelo Comando Ashtar. Certamente que alguns de vocês já têm experimentado isso em algum nível, seja físico ou astral (onde a maior parte de tais actividades têm ocorrido, no momento).

Enquanto isso, nós continuaremos apoiando suas elevações, honrando os mestres que são.

Palmilharam por muito tempo em um ambiente escuro e pegajoso, para descobrirem uma saída para o encontro de si mesmos e aqui estão, tornando-se detentores de uma capacidade incomparável de lidar com as mais baixas frequências existentes no cosmos.

Como disse Ashtar recentemente, “A Viagem ainda não acabou…” (Vide: aqui)

E saibam que vocês não a têm feito sozinhos.
Estamos felizes em estarmos acompanhando-os por toda ela.

Eu Sou SaLuSa de Sirius e, instruído pelos Comandos Galácticos, trago-lhes essa mensagem, em profundo agradecimento pela oportunidade e pela honra dessa comunicação. Neva (Gabriel RL), nós agradecemos, como sempre, pela sua disponibilidade de transmissão, colocando-nos sempre gratos de igual modo a você e a todos os que se abrirem para isso. É sempre um imenso prazer comunicarmos-nos com vocês, seja desta maneira ou de qualquer outra.

O importante, e queremos enfatizar novamente, é que não estão sozinhos nessa viagem, e nós temos dado sinais disso há muito tempo. Esperem quando os Crop Circles passarem a também ser desenhados, não apenas nas suas plantações, mas nos asfaltos das grandes cidades, nas suas roupas e em ambientes de “difíceis” impressões…

Ainda que alguns em seu meio possam tentar usar essa informação para criação de tais impressões, saberão quando, de facto, formos nós a dar mais sinais de que estamos aqui. Alguns podem dizer que isso “é nada”, mas quando receberem ligações nossas em seus aparelhos telefónicos, “será algo?” …

Estejam em Paz,
Estejam na Luz!

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LUZ!
STELA

Fonte: De Coração a Coração