UNIDOS CONTRA A EXPLORAÇÃO Um milhão de pessoas assinam petição contra o comércio de carne de cachorro na Coreia do Sul

Ativistas pelos direitos animais em Seul entregaram pessoalmente a petição, assinada por pessoas em todo o mundo, na residência do presidente Moon Jae-In

O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-In, foi instado a acabar com o brutal comércio de carne de cachorro em seu país. Ativistas de diferentes organizações, como a Humane Society International (Coreia), Coreia Animal Rights Advocates (KARA, da sigla em inglês), se uniram e começaram uma petição no site Care2, que foi assinada por cerca de um milhão de pessoas ao redor do globo.

 

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NEGLIGÊNCIA Administração Trump é processada por não proteger habitat das orcas da Costa Oeste

“O tempo está se esgotando rapidamente para essas magníficas orcas inteligentes”, disse Catherine Kilduff, advogada do Centro de Diversidade Biológica, responsável pelo processo

O Centro de Diversidade Biológica processou a administração Trump por não proteger o habitat oceânico da Costa Oeste das últimas baleias assassinas Residentes no Sul. A espécie criticamente ameaçada está reduzida a apenas 75 orcas, o menor número em mais de 30 anos.

De acordo com um comunicado, o Serviço Nacional de Pesca Marinha não atendeu à petição do Centro de 2014 pedindo uma expansão das proteções contra habitats fora de Washington, Oregon e Califórnia que poderiam ajudar as baleias assassinas do Sul do país. Infelizmente, eles estão morrendo de fome por falta de salmão, além de serem prejudicados pelo tráfego de barcos e poluição da água.

“O tempo está se esgotando rapidamente para essas magníficas orcas inteligentes”, disse Catherine Kilduff, advogada do Centro. É doloroso vê-los morrer de fome e lamentar seus bezerros mortos. Todos os dias que as pessoas de Trump atrasam a ação é um passo em direção à extinção dessas baleias”.

Em 2015, o Serviço de Pesca decidiu que eram necessárias proteções amplas de habitats para salvaguardar as principais áreas de forrageamento e migração da Costa Oeste, mas a administração Trump não conseguiu implementar proteções, apesar do amplo apoio público a elas.

Ao passar os verões em Puget Sound e no Salish Sea (áreas protegidas como habitat crítico em 2006), estas orcas viajam extensivamente ao longo da costa oeste durante o inverno e início da primavera, reunindo rios costeiros para descansar e se alimentar de salmões migratórios.

A Lei de Espécies em Perigo de Extinção proíbe as agências federais de autorizar atividades que destruam ou danifiquem o habitat crítico de uma espécie listada. Animais com habitats críticos protegidos pelo governo têm duas vezes mais chances de se recuperar do que espécies sem ele, segundo um estudo do Centro.

“A lei federal exige proteção do habitat das espécies ameaçadas de extinção. Nossa humanidade básica deve nos levar a ajudar a evitar que essas orcas amadas morram bem diante de nossos olhos ”, disse Kilduff. “Então, agora estamos recorrendo aos tribunais para obrigar a administração Trump a fazer a coisa certa”.

Fonte: ANDA

Fim das Touradas

Fim das Touradas

A tourada em si é uma barbárie, o touro é sacrificado para gozo de alguns que só compreendo porque desconhecem a vida do touro até á sua morte anunciada. O touro não é animal agressivo se não se meterem com ele tal como acontece com os humanos, é defesa pura e simples, lês são separados das fêmeas, alimentados de forma especial para os tornar agressivos, picados antes de entrar na arena, até serem corridos (farpeados), farpas estas que entram no corpo do animal cerca de  8cm, e depois se não são mortos. Selo ao depois, que as pessoas que apreciam esse espetáculo de deveriam assistir aos urros de dor depois de arrefecidos.

Que é preciso mais para se apelidar este (dito) espetáculo degradante, pré-histórico. Aos que falam de tradição, estamos cheios de histórias de tradições eliminadas pela evolução mental da sociedade, exemplo: Escravatura, Inquisição.

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Comentário que transcrevo para aqui: “JULIO PINTO
São José Do Rio Prêto, Sao Paulo, Brasil

FICO PENSANDO QUE TIPO DE SER HUMANO É ESSE, QUE SE DIVERTE ASSISTINDO AO SOFRIMENTO DE OUTRO SER VIVO, QUE COMO ELE, TEM OS MESMOS DIREITOS DE EXISTIR NESSE PLANETA. NINGUEM AINDA QIESTIONOU ESSA INSANIDADE? NÃO SERIAM ESSES SERES, QUE ADORAM VER O SOFRIMENTO ALHEIO, PESSOAS VOLTADAS A SEREM ASSASSINOS EM SÉRIE? LOUCOS É O QUE SÃO, E SE EXISTIR UMA JUSTIÇA DIVINA (A QUAL EU CREIO QUE EXISTA), ESSES LOUCOS VÃO PAGAR NA MESMA MOEDA!!! PAREM JÁ COM ESSA BARBÁRIE!!!”

ASSIM SE DIVERTEM AS BESTAS HUMANAS EM FRANÇA…

…com uma desventurada bezerra incapaz de se levantar e que arrastam sem escrúpulos. Cruelmente.

Só grandes monstros são capazes de praticar tamanha crueldade.

E ainda pretendem ser “gente”?

 

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Fonte: Arco de Almedina

TOURADAS: QUANDO OS PINCÉIS SÃO LÂMINAS

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This is part of the “art” of a bullfight. Where the brushes are blades, the canvas is live flesh, organs, muscles and nerves and the ink is shed blood. The masterpiece is the shredding of a being until it turns him into a dying mass.

Until when?

Isto faz parte da “arte” de uma tourada. Onde os pincéis são lâminas, a tela é carne viva, os órgãos, músculos e nervos e a tinta é sangue derramado. A obra-prima é a destruição de um ser até ser transformado numa massa moribunda.

Até quando?

Até quando? Até que o povo decida não votar em trogloditas.

Fonte: Arco de Almedina

 

António Moreno – Catalunha, em 2010. Para o Doutor Doutor Elísio Summavielle!

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 Doutor Elísio Summavielle oiça você mesmo e tire as suas conclusões!

Este senhor, António Moreno, outrora ia as touradas, como ele próprio o disse.
E depois tornou-se um dos fortes opositores da tauromaquia, de Espanha, tendo fundado o Partido Animalista, CACMA.
Depois de o ouvir, não venham afirmar que quando se gosta de tauromaquia, gosta-se para sempre, pois tal não é verdade, como o António Moreno, é disso testemunha!

Mário Amorim

JOÃO SOARES E ELÍSIO SUMMAVIELLE DOIS MARIALVAS COM OS PÉS FINCADOS NO PASSADO

Quero dizer ao Doutor Elísio Summavielle que o que disse, não é verdade.
O fundador do CACMA, partido animalista espanhol, que ia desde bebé as touradas com a família, que é filho e neto de pessoas que gostam de tauromaquia, a partir dos 35 anos nunca mais foi capaz de entrar numa praça de touros. Tendo-se tornado depois, um dos principais opositores das touradas, de Espanha.
Como vê, Doutor Elísio Summavielle, está bem enganado!

Mário Amorim


Dois espíritos fechados à evolução.

Os dois foram ao campo pequeno ver uma tourada. E deram uma entrevista à Revista Sábado, e falaram sobre a paixão (que só pode ser mórbida) pelos Touros, e disto saiu esta frase curiosa: «Os adversários da tourada são ignorantes atrevidos», desconhecendo que esta declaração demonstra bem de que lado está a ignorância, porque o mundo civilizado sabe que a tourada é uma actividade medievalesca que assenta na mais profunda estupidez, que por sua vez provém da mais monumental ignorância, o que nos leva a questionar se os senhores doutores disseram o que disseram, quando estavam a ver-se ao espelho.

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 Os senhores doutores João Soares, ex-ministro da “cultura” e Elísio Summavielle, presidente do Centro Cultural de Belém, foram à tourada…

E a revista Sábado estava lá, e entrevistou-os.

João Soares costuma dizer que não é aficionado, então o que será?

Diz ele: «Não, nem de longe, sou um tipo que gosta de vir, há já muitos anos que venho. Até gosto muito do termo aficionado, acho é que seria pretensioso da minha parte dizer que sou. Porque eu não distingo uma verónica de uma chicuelina! Sei que há verónicas, que há chicuelinas, que há capotazos [passes de toureio]… vou aprendendo com o Elísio, com o Vera Jardim e com outros amigos

E Elísio Summavielle acrescentou logo: «Hoje aprendeu o que é uma revolera.

Mas que bem! Isto é que é “cultura”! E dizem isto com o orgulho dos pobres de espírito (não confundir com pobres em espírito, que é outra coisa).

Por aqui já temos uma amostra desta que eles dizem ser uma “tradiçãoportuguesa, com estes termos muito portugueses, e estas chicuelinas, e capotazos e revoleras fazem parte naturalmente daquela “coltura” enraizada em Portugal, desde o tempo dos beleguins medievais, e não há meio de isto evoluir.

Se lhes perguntarmos o que é uma cabaletta, um gruppetto, uma cavatina, um chariot, saberiam eles responder? Aqui sim, mostrariam conhecimentos e Cultura Culta. Mas ponho as minhas mãos no fogo, como não sabem.

João Soares diz que vai às touradas desde miúdo, porque tinha um tio, por afinidade, que foi governador civil, José Manuel Duarte, e lembra-se de no Verão ia às corridas de touros às Caldas da Rainha, a 15 de Agosto, e continuou a ir ao campo pequeno, quando frequentava o liceu.

E Elísio Summavielle disse que frequenta (estes antros) desde   que se conhece, pois, o avô materno era natural da Moita… E fala-se na Moita, fica tudo dito.

Quem vai às touradas desde miúdo, nunca mais consegue livrar-se desse mundo que lhe moldou o carácter. E fica-se desencaminhado para o resto da vida. Transformam-se em espíritos fechados à evolução.

Ficou tudo explicado, com esta explicação dos senhores doutores, porque o carácter de uma pessoa molda-se na infância e na adolescência. E se essa infância e adolescência são marcadas pela selvajaria, pela crueldade, pela violência, esse estigma nunca mais os abandonará, por mais universidades que frequentem. Porque as universidades podem dar conhecimentos, mas não dão bom carácter. E é bom carácter, sensibilidade e empatia que faltam a estes senhores doutores que, por uma disfuncionalidade cognitiva se desviaram das percepções mais básicas, e não conseguem ver num Touro um animal como eles, mas tão-só uma “coisa” que serve para ser espetada e sangrar e sofrer, para que eles se divirtam. E por mais informações que lhes facultemos, eles não conseguem apreendê-las.

Summavielle disse que tinha uma quinta em Sarilhos Pequenos, e desde que se conhece habituou-se a ir para lá passar fins-de-semana e a ir à festa, e chamar à tortura de seres vivos festa implica um descomunal sadismo. E Summavielle acha esse ambiente selvático fantástico. Diz que andou um bocadinho fora dessas lides quando era estudante, antes de o 25 de Abril, em que estava metido em algumas conspirações, e ia pouco, e depois reconciliou-se e tornou a ir. Trocou o futebol pela selvajaria tauromáquica, e para ele futebol passou a ser isto. E este isto é a tortura de bovinos. Diz que é benfiquista, mas ali, na arena, não há hooligans. Pois não há. Há sádicos e psicopatas. Que com certeza irá dar ao mesmo. Ao contrário de João Soares, Summavielle gosta muito da corrida à espanhola, ou seja, gosta de ver matar um touro já moribundo, obviamente com todos os requintes de malvadez. E isto diz muito do seu carácter. Porque qualquer indivíduo que se regozije diante do sofrimento e da morte é sádico.

João Soares diz que foi muitas vezes ao campo pequeno também em funções oficiais quando estava na Câmara Municipal de Lisboa. Tal como Jorge Sampaio, o denominado barranquenho, que um dia há-de ter, em Barrancos, uma estátua ao lado de um touro torturado. Mas uma vez houve que Jorge Sampaio levou uma vaia da praça e ficou um bocadinho… Diz João Soares. E acrescenta: «É normal, o público dos touros é um público tradicionalmente à direita(por isso estranhamos a posição do PS e do PCP, que se dizem de esquerda, e pactuam com políticas e actos da direita e monarquistas, contudo, isto não tem nada a ver com política, mas tão-só com berço) … E João Soares acrescenta: «Mas eu vim muito, quer como vereador quer como presidente da Câmara. O campo pequeno, além de tudo o mais, é um símbolo importante da cidade e ligado à vida política (é um símbolo da cultura inculta e das práticas sádicas, quis ele dizer). Por alguma razão o Otelo dizia “levá-los para o campo pequeno” (pois, para serem torturados, como fazem aos Touros). O 28 de Setembro começa também à volta de uma tourada em que houve uma vaia ao Vasco Gonçalves e o general Spínola foi aplaudido. Não há partido nenhum que não tenha feito aqui comícios, até partidos hoje completamente minúsculos (e tal coisa só desprestigia quem pisa um lugar tão manchado de sangue de inocentes e indefesos seres vivos, que são torturados para divertimento dos sádicos. Um lugar a cheirar a bosta, a urina, a sangue, a álcool, a suor e a sofrimento.

O resto da entrevista será mais do mesmo. Uma enxurrada de lugares comuns, com a desculpa da literatura de um tempo em que ainda havia uma enorme ignorância ao redor do sofrimento animal, e que é sempre para aqui chamada, como se os escritores e artistas aficionados de touradas, citados pelos aficionados, fossem deuses, e não se livrassem da praga do sadismo, ou de terem comportamentos patológicos. Basta consultar a biografia desses famosos.

Hoje, com toda a informação existente, é de uma pobreza de espírito extrema ver dois senhores doutores ainda tão agarrados a uma prática medievalesca, bruta, cruel, violenta, desadequada aos tempos modernos.

Mas é a tal coisa: de pequenino é que se torce o pepino, e estes senhores doutores cresceram neste ambiente perverso, mórbido, disfuncional, e perderam definitivamente o comboio que os levaria à Evolução. De modo que a tauromaquia acabará (já está acabar) com esta geração de marialvas. As novas gerações estão-se nas tintas para as touradas, que são o corolário  dos desvios comportamentais de todos os intervenientes.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

Fonte do texto e da imagem:

http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/os-adversarios-da-tourada-sao-ignorantes-atrevidos?utm_campaign=Newsletter&utm_content=22057732560&utm_medium=email&utm_source=diaria_ON

Fonte: Arco de Almedina