DIGAM-ME

Digam-me onde está a beleza de ver um ser sensível cravado de bandarilhas e de ferros, com o sangue a jorrar, num enorme sofrimento, físico e psicológico. Digam-me, sem tentarem insultar a minha inteligência!

Gostar de tauromaquia, é gostar da violência, da crueldade.
Quem gosta da crueldade para com o touro e para com o cavalo, gosta da violência, do homem, para com o próprio homem.
Violência é sempre violência.

Não se pode afirmar que não se gosta da violência do homem, para com o próprio homem, e se gosta da violência tauromáquica. Isso tem um nome. Chama-se hipocrisia. Ou não se gosta da violência, seja ela contra o animal não-humano, ou contra o animal-humano, ou se gosta. Não há meio termo!

Mário Amorim

1 thought on “DIGAM-ME

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