PANDEMIA Touradas na Espanha podem estar chegando ao fim

Os mentirosos da “Protoiro”, também afirmam que a tourada em Portugal se subsidia a si própria. E também afirmam que não recebem subsídios da União Europeia e do Estado. Quando todos nós sabemos duas coisas: 1 – recebem subsídios da União Europeia e do Estado e não são poucos. A cada ano recebem 16.000.000 de € de subsídios, Comunitários e Estatais. 2 – Recebem este enorme subsídio, anualmente, quando a tauromaquia em Portugal, é gerida por famílias que têm as contas bancárias, muito, muito, muito recheadas. Ou seja; são famílias riquíssimas; repito, riquíssimas. Então; qual é conclusão óbvia? – A conclusão óbvia, é que os 16.000.000 de € de subsídios anuais, apenas servem para tornar ainda mais ricas, famílias a quem não falta dinheiro.
E isto é uma vergonha…!

Espero que esta situação actual origine o fim desta monstruosidade, desta barbaridade, chamada tauromaquia. Em Portugal, na Espanha, na França, nos países latino-americanos e em qualquer outro país do mundo!

Mário Amorim


Um artigo publicado pelo portal britânico The Guardian aponta que a pandemia do coronavírus afectou drasticamente o negócio das touradas na Espanha. O surto de Covid-19 obrigou o cancelamento da temporada de espectáculos tauromáquicos e salvou centenas de animais que seriam torturados e mortos para o deleite sádico do público.

Enquanto o país luta para evitar a propagação do vírus e lida com a perda de mais de 26 mil vidas, o sector de touradas exige ajuda pública para conter parte dos prejuízos. O pedido incomodou grande parte da população espanhola e virou motivo de críticas por ONGs e activistas em defesa dos direitos animais, que acham a proposta indelicada.

O sector de touradas, que lucra milhões de euros com a morte e sofrimento de animais, agora pede em nome das milhares de pessoas que dependem da renda desse espectáculo cruel a injecção de recursos para a manutenção das actividades durante a pandemia. Há, ainda, o terrível projecto de promover touradas em ambientes fechados para transmissão televisiva.

Diversos fazendeiros que criam touros para vendê-los para a indústria tauromáquica anunciaram que romperão contratos e buscarão outras fontes de renda. Esse movimento é importante, pois além de desabas-tecer o sector, esvazia parte dos argumentos económicos usados pela indústria, que insiste em ser chamada e considerada uma vertente cultural que precisa ser valorizada

O engodo não está surtindo efeito. Uma petição assinada por mais de 100 mil pessoas pede que o governo não repasse nenhum fundo público para o sector tauromáquico. “É escandaloso – particularmente neste momento, quando há famílias que não têm o suficiente para comer e hospitais que foram dizimados por cortes”, disse a activista Aïda Gascón, da AnimaNaturalis.

Agora, activistas da França e de Portugal também estão lutando contra as touradas. “As touradas estão enfrentando o momento mais crítico de sua existência. Temos uma oportunidade única … de construir um mundo sem touradas”, diz uma das petições.

Fonte: ANDA

 

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