O EVENTO – ACTUALIZAÇÃO ENERGÉTICA O PLANO DIVINO EM CHOQUE TOTAL

Por favor; não deixem de ouvir este vídeo tão bonito!

Muito Amor, Paz e Luz para sempre!
Mário Amorim


Audição com carácter de urgência: PAN quer que Governo esclareça o Parlamento sobre dragagens no Sado, um atentado ao ambiente e a toda a biodiversidade do estuário

Isto só é possível num país onde os interesses de uns poucos se sobrepõem aos interesses da maioria, aqui incluídos os golfinhos-roazes, daí que o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) tivesse requerido uma audição com carácter de urgência ao Ministro do Ambiente e Acção Climática (MAAC), João Pedro Matos Fernandes, e ao presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Nuno Lacasta, para que estes venham explicar os procedimentos de pós-avaliação de impacte ambiental das dragagens no rio Sado.

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Cristina Rodrigues, deputada do PAN, eleita pelo círculo de Setúbal, explica: «Segundo a legislação os documentos resultantes do procedimento de pós-avaliação deveriam estar disponíveis no site da APAmas ao arrepio do que está previsto na lei até à data não existe qualquer documento para consulta pública».

De acordo com o Decreto-Lei n.º 151-B/2013, de 31 de Outubro, compete à APA a execução do procedimento de Pós-Avaliação, que inclui a análise dos relatórios de monitorização e de outra documentação relevante, a realização de visitas ao local de implantação do projecto e a realização de auditorias, de forma a avaliar correctamente a eficácia das medidas fixadas para evitar, minimizar ou compensar os impactes negativos, e potenciar os efeitos positivos nas fases de construção, definindo, se necessário, a adopção de novas medidas.

Cristina Rodrigues esclarece que na sequência desta ausência de informação e de diversas denúncias quanto ao incumprimento da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) e dos Títulos de Utilização Privativa do Espaço Marítimo Nacional (TUPEM), nomeadamente o facto de a draga ter alegadamente trabalhado por diversas vezes fora do polígono de implantação do canal de dragagem, foram solicitados inúmeros pedidos de esclarecimento ao MAAC”, contudo, quer por parte do Ministro João Pedro Matos Fernandes, quer por parte do presidente da APA, não houve qualquer resposta num completo incumprimento do Regimento da Assembleia da República. Por isso, decidimos avançar para o requerimento desta audição, a fim de tentar obter os esclarecimentos devidos“.

É de recordar que o Projecto de Melhoria das Acessibilidades Marítimas do Porto de Setúbal (Dragagens do Sado) foi sujeito a Avaliação de Impacte Ambiental, tendo sido emitida a DIA em Junho de 2017 e iniciado a sua execução em Dezembro de 2019, não obstante os elevados impactes nomeadamente na comunidade residente de golfinhos-roazes.

Fonte: Arco de Almedina

RISCO DE EXTINÇÃO Portugal rejeita proposta de protecção ao lobo-ibérico apesar de restarem poucas alcateias no país

Absolutamente VERGONHOSO!
Que

Portugal!

Mas que VERGONHA!

Mário Amorim


Segundo as estimativas mais recentes do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), há 75 lobos ibéricos no território português


Lobo-ibérico tem cada vez menos alcateias em Portugal.

 luta pela sobrevivência do lobo-ibérico em Portugal está longe de acabar. O parlamento português rejeitou na última sexta-feira (06/03), uma proposta apresentada pelo PAN (Partidos das Pessoas, Animais e Natureza) que pedia um reforço na proteção do lobo-ibérico – cada vez mais perseguido por agricultores, caçadores e com perda acentuada do habitat natural.

Segundo as estimativas mais recentes do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), há 75 lobos ibéricos no território português. A proposta do PAN pretendia que o governo assegurasse “a concretização dos Objectivos operacionais que se encontram definidos no PACLobo (Plano de Acção para a Conservação do Lobo Ibérico em Portugal), que deveriam ter sido apresentados até Novembro de 2019”.

O documento recomendava ainda que fosse concluído, até final de 2020, o “novo censo nacional do lobo”, a proibição da alteração do uso de solos nas “áreas nas quais ocorre actualmente o lobo-ibérico e nas áreas onde ocorreu historicamente” e a implementação de “uma rede de censos populacionais das presas silvestres do lobo-ibérico (corço, veado, javali, cabra-montês)”.

Outras medidas propostas pelo PAN são: um mapa de risco de mortalidade ilegal, manual de a tuação em casos de suspeita de envenenamento, captura e morte ilegal de lobo e um protocolo de recuperação de lobos acidentados com objectivo de sua devolução à natureza. O PAN pretende continuar com um movimento em defesa do lobo-ibérico convencendo outros partidos políticos a abraçarem a causa.

Fonte: ANDA