IRRADIAR AMOR

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É a ultima vez que falo disto, aqui neste meu blog.

Quem não irradiar amor, e tiver no seu coração a violência, a tortura, o sofrimento, a dor, o sangue, e aplaudir esta aberração, não irá poder estar na Nova Terra. Não haverá lugar para si na Nova Terra.
A Nova Terra, é só para quem vibra no Amor.
Convém no entanto dizer que o Amor da Nova Terra, é livre e ilimitado. Ou seja; na Nova Terra, só existirá Amor Incondicional. Não haverá outro Amor, que não o Incondicional, na Nova Gaia.
E quem não estiver inteiramente pronto, no seu coração, para vivenciar este amor, que é puro, não irá ter o oportunidade de estar na Nova Gaia.
Por tanto; a não existência de empatia dos defensores da tauromaquia, é um obstáculo decisivo para a presença deles na Nova Gaia. Não terão nela lugar.
Mas aqueles que vibram no Amor e não toleram práticas violentas contra outros seres censientes, irão poder estar presentes na Nova Gaia.
O fim da Transição de Gaia, está próximo. Pode acontecer a qualquer momento.
Quem idolatra homens e mulheres que são cruéis contra o touro e contra o cavalo. Quem bate palmas e gritas vivas e olés, a esta barbaridade. Quem é cruel para com o touro e para com o cavalo, ainda tem o seu livre arbítrio. Ou abandona totalmente esta prática. Ou abandona totalmente o mundo tauromáquico, e começa a vibrar no amor e a ter a empatia, a bondade e a compaixão no coração, enquanto ainda pode, ou irá ser retirado de Gaia, no dia do EVENTO final da Transição de Gaia!

Mário Amorim

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«A TAUROMAQUIA É UMA ESPÉCIE DE “DESPORTO” DOS “SENHORES FEUDAIS” DOS BURGOS QUE EXPLORAM A POBREZA DE ESPÍRITO DA PLEBE…»

… com a ajudinha dos outros senhores feudais, sentados no hemiciclo da Assembleia de uma República que, no que respeita à tauromaquia, tem um pé fincado na Monarquia.

Destaco este comentário, que recebi do Filipe Garcia, que faz uma análise lúcida e realista do que se passa neste submundinho da tauromaquia.

Aprendam com quem tem todos os neurónios a funcionar, senhores deputados do PS, do PSD, do PCP e do CDS/PP!

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A Praça de Touros do Norte, a que se refere o Filipe Garcia é a da Póvoa de Varzim, que está a cair de podre, e vai ser demolida, apesar do estrebuchar dos da prótoiro, que mandam no quintal deles, mas não, no quintal dos poveiros que já evoluíram.

Filipe Garcia comentou o comentário ANTÓNIO PEÇAS, O EX-FORCADO DE ESTREMOZ QUE INCITOU À VIOLÊNCIA CONTRA OS ANTI-TOURADAS, DIZ QUE «A AMI É UMA CAMBADA DE BANDALHOS» às 08:16, 24/06/2019 :

Estimada Isabel Nunca a expressão “Há bons médicos e há maus médicos” fez tanto sentido”… O exercício da medicina requer, desde logo, uma componente empática que é absolutamente essencial á boa e nobre prática da medicina, isto é, para ser bom médico, não basta ter os conhecimentos “técnicos” e de análise para definir diagnósticos correctos e respectivas terapêuticas, vai muito para além disso… É necessário a capacidade de perceber o sofrimento do outro, de ser solidário, de ser empático, isto é, de “entrar” no nosso interlocutor e perceber as suas angustias e anseios, ora, pelo que li até aqui, parece por demais evidente que este cavalheiro Peças, não tem essa capacidade. As touradas são uma prática aberrante, que nada têm que ver com “cultura”, mas que subsistem meramente por razões de natureza económica e financeira, atento a importância que assumem na economia regional (nas localidades onde se pratica), que é ainda subdesenvolvida. Este é o factor central que importa combater. Enquanto os governos sucessivos não apostarem verdadeiramente no interior, dotando de infra-estruturas que permitam instalar e fixar pessoas, desenvolver o tecido empresarial criando empregos e apostar na formação não apenas académica (está bom de ver porquê) mas também cívica e humana, este degradante e hediondo espectáculo irá manter-se. Mais, isto é uma espécie de “desporto” dos “senhores feudais” lá do burgo, que exploram a pobreza de espirito da plebe, numa espécie de feira de vaidades, de pseudo-afirmação, de poder, de protagonismo bacoco, para manter o “culto do Endeusamento” perante a plebe. Depois chamam-lhe “cultura”…um autêntico embuste. Recentemente, houve uma Câmara Municipal no Norte que resolveu a questão, de forma radical mas certamente eficaz. Perante a persistência destes energúmenos das touradas, tomou a corajosa decisão de “arrasar” a praça de touros, ou seja, vão demolir. Acabou-se o recreio! Cumprimentos para si.

Fonte: Arco de Almedina

 

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Obrigada, pelo seu lúcido testemunho, Filipe Garcia. Receba o meu apreço.

Isabel A. Ferreira