Movimento antitouradas anuncia ação pacífica domingo contra tourada em Ponte de Lima

Um grupo de ativistas que contesta as touradas anunciou hoje a realização de uma concentração pacífica, no domingo, em Ponte de Lima, próximo do local onde está prevista uma corrida de touros, integrada no programa das Feiras Novas.

“Somos contra a violência. O nosso único objetivo com esta concentração pacífica, mas de protesto contra a tourada, é sensibilizar a pessoas para a necessidade de se acabarem com estes espetáculos bárbaros”, afirmou hoje à Lusa, a porta-voz do movimento cívico, Liliana Marques.

Liliana Marques adiantou que, “na segunda-feira foi comunicada à câmara, PSP e GNR”, a realização daquela iniciativa durante a edição 2017 das Feiras Novas, que decorre entre os dias 08 e 11.

O protesto “pacífico”, que decorrerá entre as 16:00 e as 20:00, está a ser convocado através das redes sociais, numa página criada para o efeito, intitulada “Ponte de Lima Sem Tauromaquia”.

Na publicação, o movimento cívico refere que Ponte de Lima “tem tradições e costumes que, em pleno século XXI, não fazem sentido algum, como maltratar animais para divertimento do ser humano”, apelando à participação de “todos os que são contra um ato bárbaro, doentio, psicopata e sádico” naquela concentração.

O espetáculo tauromáquico anunciado para domingo vai decorrer às 18:00 numa arena amovível instalada no recinto da Expolima, numa organização da Associação Concelhia das Feiras Novas.

As corridas de touros regressaram ao programa das Feiras Novas, em 2014, depois de oito anos de interregno.

O espetáculo tauromáquico anunciado para domingo vai decorrer às 18:00 numa arena amovível instalada no recinto da Expolima, numa organização da Associação Concelhia das Feiras Novas. O cartel integra os cavaleiros Marcos Bastinhas, João Salgueiro Júnior e a cavaleira praticante Soraia Costa.

Contactada pela agência Lusa, a presidente Ana Maria Machado escusou-se a prestar declarações sobre o assunto.

Fonte: Sapo24

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CONTEÚDO ANDA Beagles resgatados de laboratório sentem a luz do sol pela primeira vez

Infelizmente, os testes em animais ainda ocorrem em nossa sociedade

Embora muitas empresas de cosméticos tenham acabado com a prática, que são ineficientes em mostrar os efeitos dos produtos nos seres humanos, cães ainda são abusados em laboratórios farmacêuticos nos Estados Unidos.

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A maioria dos 70 mil a 75 mil cães usados em laboratórios é da raça beagle. Eles são obrigados a viver em gaiolas por toda a vida, nunca brincam ou sentem a grama.

Um vídeo retrata um grupo de beagles em seu primeiro dia de liberdade depois de serem resgatados de um laboratório no Centro-Oeste dos Estados Unidos, informa o One Green Planet.

Os cãezinhos nunca mais olharão para as paredes estéreis e para seres humanos frios em busca de conforto. A partir de agora, eles terão uma vida de amor, carinho e brinquedos.

Suas expressões mostram que alguns filhotes não conseguem sequer processar o que está acontecendo com eles e estão deslumbrados em finalmente poder sentir a luz do sol e conhecer humanos que os levarão para seus novos lares.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Orca órfã exibe feridas profundas decorrentes do estresse no Seaworld

Fotos perturbadoras mostram a condição terrível da orca Makani, de quatro anos, que ficou órfã quando sua mãe Kasatka morreu no SeaWorld San Diego, nos Estados Unidos

Nas imagens, é possível ver seu corpo coberto com marcas profundas, ferimentos provocados pelos dentes de outras orcas mantidas em cativeiro no parque.

As lutas entre orcas confinadas e frustradas são relativamente comuns, pois os animais estressados são muitas vezes incompatíveis e e vivem em recintos estéreis e apertados.

Porém, John Hargrove – ex-treinador do SeaWorld que se tornou um defensor das orcas – explica que sempre que uma jovem orca do sexo masculino em cativeiro é separada da mãe, ela é muitas vezes vítima de outros machos aprisionados no mesmo local.

Por isso, muitas vezes ela prefere ficar isolada ao invés de ficar com sua própria espécie devido ao medo de sofrer ataques. De acordo com uma testemunha, Makani chegou ao ponto de sair da água para fugir das agressões.

Na natureza, Makani ficaria ao lado da mãe durante décadas. Grupos familiares consistem em uma mãe, seus filhos e filhas adultas e seus descendentes. Os membros do grupo se comunicam por meio de um dialeto específico.

O SeaWorld sabia que Kasatka sofria de uma infecção bacteriana no pulmão há pelo menos três anos quando a inseminou artificialmente mais uma vez em 2011 e a obrigou a ter Makani, seu quarto filhote explorado no parque.

Um vídeo feito em 2016 mostra como Makani ainda era extremamente dependente da mãe.

A fonte da PETA, chamada de “Chelsy S.”, é uma estudante de biologia marinha que foi detida pelo SeaWorld San Diego ao documentar a saúde ruim de Kasatka. Ela também fez uma filmagem de orcas que parecem lutar umas com as outras em um minúsculo tanque de concreto em Maio deste ano.

“Agora que Kasatka se foi, temo pela vida de Makani. Ainda que ela estivesse viva, era a mais agredida [orca] no parque. Eu o chamo de ‘Frankenstein’ porque ele está tão mutilado. Só posso imaginar o que irá acontecer agora que ela se foi. … Nunca perdoarei o SeaWorld pelo que fizeram”, disse Chelsy.

Fonte: ANDA