Tão lindo. A mãe natureza é magnifica! China: Este é o primeiro panda fruto da união de mãe em cativeiro e pai selvagem

Um pequeno panda nasceu na passada segunda-feira, dia 31, na China, após a união de uma fêmea em cativeiro com um macho em liberdade — algo inédito, de acordo com a agência oficial de notícias Nova China.

O bebé panda, de cor rosa claro e pouco maior do que uma mão, nasceu na manhã de segunda-feira na província de Sichuan, na China.

É o primeiro panda nascido de um acasalamento entre uma mãe em cativeiro — Cao Cao, de 15 anos — e um pai que vive em liberdade.

De acordo com a agência Nova China, Zhang Zhizhong, do Centro de Conservação e de Investigação da China para o Panda Gigante, o nascimento desta cria resulta do esforço de uma equipa de investigadores, que esperam melhorar a saúde e a diversidade genética dos pandas em cativeiro, acasalando-os com os seus pares que vivem na natureza.

Com apenas 471 pandas em cativeiro em todo o mundo (números até final do ano passado) a espécie corre perigo de consanguinidade, explicou à agência.

Em cativeiro desde os seus dois anos de idade, Cao Cao foi posta em liberdade em março por um período de dois meses, com dispositivos de geolocalização, terá estado com o cio no dia 11 de março e acasalado com um macho selvagem, dias mais tarde, durante um minuto e 30 segundos.

O bebé panda nasceu com 216 gramas, ultrapassando o peso habitual de um recém nascido — 150 gramas —, graças ao bom apetite da mãe durante a gravidez.

Acredita-se que haja pelo menos 2.000 pandas gigantes em liberdade, em três províncias do centro-sul da China.

Em França, Huan Huan, uma panda emprestada pela China ao Jardim Zoológico de Beauval, está à espera de gémeos, segundo revela a última ultrassonografia feita antes do parto — previsto para a próxima sexta (ou sábado) — segundo anunciou a direção do Zoo. Este vai ser o primeiro nascimento de pandas gigantes no país.

Fonte: 24.sapo.pt

CONTEÚDO ANDA Japão aprova legislação que defende a liberação da caça às baleias

O Governo do Japão aprovou novas leis que podem resultar na liberação da caça de baleias pela primeira vez, desde a promulgação global em 1985.

Apesar do Japão defender a morte de baleias somente para pesquisas científicas, grande parte da carne desses animais é vendida no comércio local. Somente em 2016, a caça às baleias, segundo o governo motivada por pesquisas, matou 333 baleias minke, sendo que dessas, 200 estavam grávidas.

Baleias sendo caçadas por navios japoneses

Contudo, agora o Parlamento do país aprovou uma legislação que pode abrir caminho para liberação da prática cruel no país. A caça para consumo desses mamíferos marinhos pode acarretar diversos problemas para a conservação global das baleias.

Uma das medidas garantidas pela legislação aceita é o financiamento de “pesquisas de caça às baleias”, garantidas no orçamento nacional japonês.

O governo da Austrália já se posicionou contra a criação dessas novas medidas, que podem permitir que o Japão proteja suas frotas de caça contra ONGs de proteção as baleias, como a Sea Shepherd.

Todavia, grupos de defesa da causa animal tem surgido no Japão em oposição às novas leis. Uma coalização de grupos de bem-estar animal, como o Greenpeace Japão e o Centro de Direitos dos Animais, emitiu uma declaração criticando a legislação que permite a caça às baleias.

“O projeto de lei foi criado apenas para continuar pesquisando a caça às baleias, não importa o custo – seja para as baleias, para a reputação internacional do Japão ou para o contribuinte japonês”, afirmou no texto. “Os nossos impostos serão revestidos em programas desperdiçados todos os anos, prejudicando nosso relacionamento com outras nações de forma amigável ​​e acabando com a nossa reputação a nível internacional”, criticou.

Fonte: ANDA