Caça: Proposta do PAN e Bloco é “fruto de prepotência e ignorância total”

Enfim.
Este tipo, de mentalidade horrenda, mais uma vez mostra o quão é vazio de sentimentos, como a empatia, e a compaixão.

Todas as pessoas que gostam e defendem a caça, e a tauromaquia, como este tipo, são pessoas que não têm nada no coração. O carácter delas é execrável.

Em cada pessoa que gosta e que defende a caça e a tauromaquia, como este senhor, existe um monstro da pior espécie!

Ninguém, de bom coração, de um coração com empatia e compaixão, defende a caça e a tauromaquia!

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Miguel Sousa Tavares analisou a proposta do PAN e do Bloco de Esquerda sobre caça, que o Parlamento discutirá amanhã(hoje).

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O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), juntamente com o Bloco de Esquerda, quer reduzir o número de dias de caça e acabar com o uso de matilhas de cães. Propostas que vão ser discutidas esta terça-feira no Parlamento, no debate sobre a alteração do regime jurídico daquela atividade.

Sendo Miguel Sousa Tavares um conhecido amante de caça, o tema foi discutido esta segunda-feira na SIC. Assumindo-se um “caçador com prazer e com a consciência muito sossegada“, o comentador considerou a proposta dos partidos “fruto apenas de prepotência e ignorância total”.

Trata-se de uma proposta de quem “desconhece completamente aquilo de que se está a falar“, vinda de quem quer “proibir a caça, passo a passo”.

Ora, segundo Miguel Sousa Tavares, acabar com uso de matilhas de cães é fazer com que desapareçam as raças. “É preciso que as pessoas entendam que só há cães de caça porque há caçadores. Um cão de caça dá muito trabalho a criar, custa muito dinheiro para manter, e é um cão que nasceu para aquilo”, explicou o escritor.

Desaparecendo os cães matilheiros, prosseguiu, “sobram os javalis, que já temos uma praga em Portugal. E o javali destrói todos os outros animais, é omnívoro“, argumentou Sousa Tavares, lembrando que a caça “é fundamental ao equilíbrio das espécies”.

“Qualquer pessoa que perceba o mínimo de natureza, sabe que quando uma espécie é predominante, vão extinguir-se outras”, realçou. Sousa Tavares desmitificou ainda o caso das coelhos e rolas bravas, espécies que pouco se encontram no seu habitat.

“Diz o PAN que não existem coelhos porque os caçadores caçaram demais. Mentira, eu caçei um coelho nos últimos dois anos. Não há coelhos porque há uma epidemia que os está a matar. Em vez de se investir para saber qual é a doença dos coelhos, acham que o mais simples é proibir”, referiu.

Quanto às rolas bravas, o problema, explicou, é que “importaram rolas turcas que não se podem caçar, é uma ave que não tem nada a ver connosco. Como são maiores, comem as sementeiras que se fazem para as rolas bravas”.

Acho perfeitamente legitimo que as pessoas sejam contra a caça, como eu sou a favor. O que eu não acho legitimo é que se leve ao Parlamento uma proposta que é fruto de um preconceito e de uma profunda ignorância sobre aquilo que se está a legislar“, rematou o comentador.

Fonte: Observador

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