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Mário Amorim

Ministério da Cultura (?) insulta a Cultura Portuguesa ao meter no mesmo saco torturadores de Touros, músicos, cantores, actores, cineastas, artistas plásticos e circenses, comediantes, bailarinos, escultores…

Foi com enorme perplexidade que ouvi dizer que o Ministério da Cultura (?) vai apoiar com 438 Euros cada, dos fundos públicos, os toureiros, a quem chamam “artistas” tauromáquicos, no âmbito das Medidas de Apoio à Cultura, à conta da suspensão de actividades, devido à Covid-19. Ouvi dizer e fui conferir. E não é que é verdade?

Que grande desilusão, senhora ministra da Cultura (?)! Isto é um insulto à CULTURA PORTUGUESA! Mas é o que temos: um Portugal que avalia muito por baixo os agentes culturais,  daí ser também avaliado por baixo, com uma ministra que ora diz que a questão da tauromaquia é uma questão civilizacional, ora considera os torturadores de Touros artistas, que já levam um chorudo subsídio do Estado, para andarem por aí a massacrar seres vivos, e agora põe-nos ao mesmo nível dos verdadeiros artistas portugueses; músicos, cantores, actores, cineastas, artistas plásticos e circenses, comediantes, bailarinos, escultores

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Bem sei que os torturadores de Touros e gente quejanda, estão elegíveis na Classificação Portuguesa das Actividades Económicas, contudo, não deixa de ser um colossal insulto à CULTURA PORTUGUESA, pois em parte alguma do Universo e arredores, a prática bárbara de torturar seres vivos para divertir sádicosjamais foi e jamais será do foro da Cultura, tão-só, do foro psiquiátrico, como um desvio comportamental, já bastamente estudado, e que envergonha a HUMANIDADE.

 

E atribuir um subsídio de 438 Euros a um torturador de Touros, e o mesmo valor a um bailarino, por exemplo, da Gulbenkian, é do foro da insensatez.

Envergonho-me deste Portugal terceiro-mundista, que não há meio de evoluir.

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Origem da imagem: http://www.villasegolfe.com/pt/arte-cultura/cultura/benvindo-fonseca/

Vale a pena consultar este link, e conhecer a fantástica história deste bailarino, e compará-la com a de um torturador de Touros, que nunca chegará a Embaixador da Boa-Vontade da Organização das Nações Unidas, nem jamais receberá o prémio Os Jovens na Criatividade com a ONU, porque a única coisa que sabe fazer na vida é ser CRUEL para com um ser vivo indefeso, fora do seu habitat, e inofensivo, quando na Natureza à qual pertence.

E este desequilíbrio cultural só acontece num país onde impera a mediocridade elevada ao infinito.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

Cotoneaster: A planta que pode ajudar a purificar o ar das nossas estradas

Com os níveis altos de poluição nas zonas urbanas, torna-se essencial encontrar soluções que permitam melhorar a qualidade do ar.

Um estudo da Royal Horticultural Society e da Universidade de Reading, no Reino Unido, analisou de que forma três plantas de arbusto de diferentes espécies – Cotoneaster, Photinia Crataegus – captavam as partículas poluentes do ar à beira de estradas com diferentes intensidades de tráfego.

A planta Cotoneaster franchetii foi a que teve uma maior concentração de material partículado (PM), três vezes mais que a Crataegus e duas vezes mais que a Photinia. “Confirmamos que as folhas cabeludas e mais complexas capturaram a maioria das partículas, principalmente na faixa de> 10 μm”, explicam no artigo.

“Sabemos que em apenas sete dias o comprimento de 1 metro de cerca viva densa e com uma boa manutenção irá limpar a mesma quantidade de poluição que um carro emite numa viagem de 500 milhas [o equivalente a 804 quilómetros]”, explica Tijana Blanuša, autora do estudo, no jornal The Guardian.

No entanto, a equipa a indica que a escolha das espécies só teve um impacto significativo nas estradas principais, onde a concentração de poluentes era mais alta. Com base na investigação, os especialistas recomendam a colocação da Cotoneaster em zonas de maior tráfego rodoviário para potenciar a qualidade do ar, mas que em outras zonas das cidades, é possível optar por uma variação das espécies.

Fonte: Green Savers

BE questiona Governo sobre lobos mortos encontrados em Montalegre e Bragança

No passado dia 15 de fevereiro o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) foi informado da descoberta de dois lobos ibéricos mortos, um na zona de Rio de Onor, em Bragança, e outro na zona de Cabril, em Montalegre. Em comunicado, o ICNF declarou ainda que a “GNR/SEPNA e os Vigilantes da Natureza” fizeram no local “uma série de procedimentos de investigação”.

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda (BE) enviou hoje uma pergunta escrita ao Ministro do Ambiente e da Ação Climática, a respeito da situação. “O lobo-ibérico continua a ser alvo de perseguição em Portugal, registando-se abates destes animais todos os anos, frequentemente mortos a tiro ou vítimas de armadilhas ilegais. Face a esta realidade, urge dotar as entidades competentes em matéria de vigilância e fiscalização das áreas protegidas com os meios humanos, técnicos e financeiros suficientes para poderem dissuadir com eficácia práticas ilegais que atentam contra a vida selvagem” sublinham, relembrando ainda que “a legislação nacional confere ao lobo-ibérico o (Canis lupus signatus) o estatuto de Espécie Protegida”, pelo que “o seu abate ou captura é proibido em todo o território nacional”.

No seguimento da questão, a deputada Maria Manuel Rola e os deputados Nelson Peralta e José Maria Cardoso, do BE, dirigiram ao Governo as seguintes perguntas:

  • 1. “Confirma o Governo que agentes do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR e Vigilantes da Natureza encontraram um cadáver de lobo-ibérico e um de cavalo garrano, na freguesia de Cabril, em Montalegre?”
  • 1.1. “Foram encontrados outros cadáveres de animais selvagens no local?”
  • 2. “Foram realizadas necropsias aos cadáveres de animais encontrados em Montalegre e em Bragança?”
  • 2.1. “Em caso afirmativo, quais foram as principais conclusões das necropsias?”
  • 3. “Os «laços» encontrados em Montalegre foram alvo de análise?”
  • 3.1. “Em caso afirmativo, o que resultou da análise?”
  • 4. “Foi possível identificar o(s) autor(es) da instalação das armadilhas e dos abates? Quais os procedimentos em curso para proceder a essa identificação?”
  • 5. “Nos últimos cinco anos, quantos lobos-ibéricos mortos foram encontrados pelas autoridades?”
  • 5.1. “Quais foram as causas de morte apuradas?”
  • 5.2. “Em que concelhos foram encontrados os animais abatidos?”
  • 6. “Vai o Governo tomar medidas para dissuadir a caça furtiva e evitar que sejam instaladas armadilhas no Parque Natural da Peneda-Gerês, Parque Natural do Montesinho e demais áreas sensíveis do território nacional?”
  • 6.1. “Em caso afirmativo, que medidas vai o Governo adotar?”
  • 7. “Quantos Vigilantes da Natureza estão destacados para o Parque Natural da Peneda-Gerês? Quantos estão destacados para o Parque Natural do Montesinho?”
  • 7.1. “Considera o Governo que o número de Vigilantes da Natureza destacados para o Parque Natural da Peneda-Gerês e para o Parque Natural do Montesinho é suficiente para vigiar toda a extensão daquelas áreas protegidas?”

Conheça Elizabeth Ann, a primeira doninha-de-patas-pretas clonada do mundo

A espécie, a única doninha nativa da América do Norte, já foi considerada extinta, mas foi trazida de volta do desaparecimento depois de um agricultor do Wyoming ter descoberto uma pequena população nas suas terras em 1981.

Uma equipa de cientistas norte-americanos clonaram com sucesso uma doninha-de-patas-pretas utilizando células congeladas de um animal selvagem morto, a primeira vez que uma espécie nativa em perigo de extinção foi clonada nos Estados Unidos.

Os esforços de recuperação da doninha-de-patas-pretas com o objetivo de aumentar a diversidade genética e a resistência a doenças deram um passo ousado em 10 de dezembro, com o nascimento de Elizabeth Ann, criada a partir das células de Willa, uma doninha que viveu há mais de 30 anos, indicou o US Fish and Wildlife Service.

“Embora esta pesquisa seja preliminar, é a primeira clonagem de uma espécie nativa ameaçada de extinção na América do Norte e fornece uma ferramenta promissora para esforços contínuos para conservar a doninha-de-patas-pretas”, afirmou Noreen Walsh, diretora do Serviço de Pradaria de Montanha Região.

A espécie, a única doninha nativa da América do Norte, já foi considerada extinta, mas foi trazida de volta do desaparecimento depois de um agricultor do Wyoming ter descoberto uma pequena população nas suas terras em 1981. Foram capturados para iniciar um programa de reprodução em cativeiro para recuperar a espécie .

Mas apenas sete dos animais selvagens originais se reproduziram, e todas as doninhas vivas hoje estão intimamente relacionados. Isto limita a diversidade genética das espécies, criando desafios para a resistência a ambientes em mudança e ameaças emergentes de doenças.

Elizabeth Ann é uma cópia genética de Willa, uma doninha-de-patas-pretas capturada entre os últimos indivíduos selvagens, que morreu na década de 1980 e não tem descendentes vivos.

O Wyoming Game & Fish Department teve a visão de preservar os seus genes e enviou amostras de tecido de Willa para o Frozen Zoo da SanDiego Zoo Global em 1988. Anos depois, estes genes forneceram culturas de células viáveis ​​para o projeto.

A equipa – que inclui o grupo de conservação de biotecnologia Revive & Restore, a empresa privada de clonagem de animais de estimação ViaGen Pets & Equine, a SanDiego Zoo Global e a Associação de Zoos e Aquários – está a trabalhar para produzir mais clones de doninhas-de-patas-negras nos próximos meses como parte da investigação.

Glaciares da Antártida ocidental estão a acelerar deslizamento até ao oceano

Os glaciares da região de Getz, na Antártida ocidental, estão a acelerar a velocidade de deslizamento até ao oceano, segundo um estudo publicado na Nature Communications que analisou 25 anos de observações por satélite.

A investigação dirigida pela Universidade de Leeds, no Reino Unido, baseou-se em dados das missões Copérnico Sentinel-1 e CryoSat da Agência Espacial Europeia e mostra que, entre 1994 e 2018, os 14 glaciares da região aceleraram, em média, o seu deslizamento em quase 25% e três deles em mais de 44%.

Os resultados indicam também que os glaciares perderam 315 giga toneladas de gelo, fazendo subir em 0,9 milímetros o nível global médio do mar, o equivalente a 126 milhões de piscinas olímpicas de água.

Segundo a Agência Espacial Europeia, o estudo vai “ajudar a determinar se estes glaciares podem colapsar nas próximas décadas e como é que isso afetaria a futura subida no nível global do mar”.

A região de Getz, na Antártida, é tão remota que os humanos nunca pisaram a sua maior parte, destacou a diretora da investigação, Heather Selly, da Universidade de Leeds, mas é possível monitorizar o que ali acontece através dos satélites.

As “elevadas taxas de aumento” da velocidade dos glaciares, juntamente com a diminuição da espessura do gelo, confirmam que a bacia de Getz está em “desequilíbrio dinâmico”, o que significa que está a perder mais gelo do que aquele que ganha com os nevões, explicou a cientista.

Através de uma combinação de observações e modelos matemáticos, a equipa de investigação observou a maior alteração na região central de Getz, com um glaciar que desliza 391 metros por ano mais rápido em 2018 do que em 1994.

A responsável pela investigação destacou, ainda, que esta é “uma mudança substancial, uma vez que agora flui a um ritmo de 669 metros por ano, um aumento de 59% em apenas duas décadas e meia”.

Outra das autoras do estudo, Anna Hogg, destacou que “é necessária uma amostra consistente e extensa tanto da velocidade do gelo como da temperatura do oceano para fazer progressos na nossa compreensão da dinâmica de perda do gelo, que representa agora 98,8% da contribuição da Antártida para o aumento do nível do mar”.

Ao examinar 25 anos de medições oceânicas, a equipa conseguiu mostrar variações complexas e anuais das temperaturas do oceano e os seus resultados sugerem que “o aquecimento das águas oceânicas é o principal responsável por este desequilíbrio dinâmico”.

União Europeia vai investir quase 10 mil milhões de euros na transição ecológica e digital

A Comissão Europeia (CE) propôs esta terça-feira, 23 de fevereiro, a criação de dez novas associações europeias e o investimento da UE de quase 10 mil milhões de euros para “acelerar a transição para uma Europa ecológica, neutra para o clima e digital”, para além de aumentar a competitividade e a resiliência da sua indústria .

Este investimento das autoridades comunitárias deve ser respondido pelos seus parceiros por outro investimento “pelo menos equivalente”, que se espera venha a ter um efeito positivo no ambiente, no emprego e na sociedade a longo prazo, de acordo com um comunicado divulgado pela CE.

As parcerias, algumas delas baseadas em joint ventures existentes, são ‘Europa circular de base biológica’ – para preparar o caminho para a neutralidade climática e aumentar a sustentabilidade e economia circular – ‘Hidrogénio limpo’ – contribuição para sistemas de energia sustentáveis-, ‘Aviação limpa ‘-desenvolvimento de aviões ultra-eficientes com baixas emissões- ou’ Ferrovia da Europa ‘- uma transformação “radical” do sistema ferroviário.

Do ponto de vista tecnológico, e também em relação ao ambiente, pelo que significa atingir objetivos de poupança e maior respeito pelo ambiente natural, existem ‘Tecnologias digitais essenciais – para contribuir para a transformação digital -,’ Single European Sky ATM Research 3 ‘- melhoria do tráfego aéreo- e ‘Redes e serviços inteligentes ‘- suporte para a transição digital e ecológica e a recuperação económica.

A quota de associações fica completa com a  ‘Global Heath EDCTP3’ e a ‘European Association for Innovative Healthcare’ – do ponto de vista da saúde -, juntamente com ‘Metrology’ – para acelerar a liderança europeia nesta matéria.

Estas dez parcerias são abordagens incluídas no programa de pesquisa e inovação da UE conhecido como Horizon Europe, mas também contribuirão para os objetivos do Acordo Verde Europeu e fortalecerão o Espaço Europeu de Investigação, acrescentou o comunicado.
Por este motivo, estarão abertos a “uma grande variedade de parceiros” públicos e privados: desde indústrias a universidades, organismos de investigação, fundações e ONGs, entre outros.

A vice-presidente executiva, Margrethe Vestager, garantiu que “vão mobilizar recursos para que possamos aproveitar em conjunto as tecnologias digitais, especialmente com vista à nossa transição ecológica ”, Enquanto a Euro-Comissária para os Transportes, Adina Vălean, indicou que graças a estas novas tecnologias será possível, por exemplo, introduzir “navios e aeronaves com emissões zero” no mercado.

Fonte: Green Savers

Caça recreativa: uma forma de conservar a biodiversidade?

A caça recreativa levanta questões éticas e morais. No entanto, este tipo de caça é frequentemente sugerida como uma forma de conservar a natureza e apoiar a subsistência da população local.

Num novo artigo publicado na revista One Earth, citado pelo portal EurekaAlert, cientistas da Universidade de Helsínquia na Finlândia e da Universidade Flinders na Austrália analisaram mais de 1.000 estudos sobre caça recreativa – a primeira tentativa de resumir a literatura científica examinando a biodiversidade e os efeitos sociais da caça recreativa em todo o mundo.

O co-autor e professor associado da Universidade de Helsínquia, Enrico Di Minin, afirma que, embora possa parecer contra-intuitivo, há evidências que sugerem que a caça recreativa pode trazer benefícios ambientais e sociais.

A colega e co-autora da Universidade de Helsinque, Dra. Hayley Clements, indica que são necessárias mais análises e estudos para entender como e porquê a caça recreativa pode funcionar de forma positiva e as áreas em que pode ser prejudicial.

Por sua vez, o professor Corey Bradshaw da Universidade Flinders afirma que é um paradoxo que atinge o cerne dos prós e contras da caça recreativa.

“Determinamos a extensão geográfica e a diversidade das espécies caçadas ao redor do globo, investigamos e resumimos os principais tópicos em torno da caça recreativa para considerar as implicações positivas e negativas da caça recreativa para a conservação da natureza, a subsistência e o bem-estar das pessoas”, afirmou o professor Bradshaw, que lidera o Flinders Global Ecology Lab.

“Por um lado, a caça recreativa pode reduzir o número de animais individuais numa população, enquanto, por outro lado, desviar terras de áreas agrícolas ou outros tipos de desenvolvimento para áreas de caça prioritárias pode de facto beneficiar ecossistemas inteiros”, afirma.

A investigação sobre caça tem se concentrado principalmente no comportamento e na dinâmica populacional dos grandes mamíferos na América do Norte, Europa e África.

O Dr. Clements indica que ainda faltam evidências, no entanto, para responder às questões urgentes do porquê a caça contribuir para a conservação sustentável da biodiversidade em alguns lugares e não em outros.

“Dois terços da investigação sobre caça concentra-se em mamíferos. Veados-vermelhos, veados-de-cauda-branca, javalis, alces e leões são os mais bem estudados. Dessas espécies, apenas o leão é de preocupação para a conservação, com muitas recomendações sobre como a caça pode se tornar sustentável através de cotas ou limites sazonais ”, conclui o especialista.

“Muito menos investigações tentaram examinar os impactos mais amplos da caça na integridade e função do ecossistema, e como afeta os meios de subsistência da população local, ou documentar as perceções da população local sobre a caça”.

Por exemplo, aproximadamente 1.394.000 km2 de terra são dedicados à caça de troféus na África Subsaariana, mas há pouca investigação sobre a eficácia dessas áreas na conservação de ecossistemas e como as comunidades locais beneficiam da caça.

O professor Di Minin, que lidera o Laboratório de Ciências da Conservação Interdisciplinar de Helsínquia, afirma que as investigações futuras devem concentrar-se na contribuição da caça recreativa para atingir a biodiversidade e os objetivos sociais.

“Nós delineamos uma agenda de investigação para avaliar o papel da caça recreativa em diversos sistemas sócio-ecológicos, e para considerar os valores e necessidades dos habitantes locais.

A necessidade de tais evidências é urgente, dado o número cada vez menor de caçadores recreativos em algumas regiões e a crescente oposição à caça de troféus em outras “, indicou o professor.

“Devemos também expandir a investigação para além das espécies carismáticas e comuns para avaliar o impacto da caça recreativa em espécies ameaçadas e menos carismáticas”, conclui.

Oração para Gaya Mãe Terra (Planeta Terra)

Amada Mãe Terra Gaya,

Solo sagrado que nos acolhe,
louvamos e agradecemos por toda a vida gerada em todos os vossos reinos.

Hoje, depois de tantos ciclos, depois de tanto tempo…
Percebemos e sabemos o tamanho de vossa beleza,
a sacralidade de vossa pureza,
a magnitude de vossa grandeza;
a divindade de vossa natureza.

Nutridos e acolhidos em vosso amor divino,
Sabemos a simplicidade de nosso destino.

Perdoa-nos por todas as vezes que esquecemos a magnitude de vossa existência,
Por todas as vezes que deixamos de protegê-la, negando a tão sagrada consciência.

Terra sagrada das quatro estações, das oito visões, dos ciclos divinos que ensinam as grandes lições…
o tempo de semear, de cultivar, de crescer, de nutrir, de colher…
o tempo de mudar, de trocar, de partilhar, de deixar ir, de contemplar…
o tempo de ser, de viver, de saber; de morrer…

Terra sagrada dos ciclos da vida, Grande Mãe, tão amada e querida, Vos louvamos, vos agradecemos, Vos abençoamos e à vós prometemos:

Que vosso fogo incendeie nosso espirito;
Que vossas águas renovem nossos corações;
Que vossos ares libertem nossas mentes;
Que vossas terras nutram nossos corpos;
E assim seremos UM com vossa Presença!!!

E assim, sua alma será para sempre sentida e vivida dentro de nós,
E em unidade, honraremos a sabedoria e a vida que existe em Tudo. Na Terra, como no céu!

Amada Gaya, recebei de nós, vossos filhos, a gratidão infinita.
Que possamos colocar no vosso sagrado coração todo o nosso imenso amor e todo o nosso absoluto reconhecimento.”

Sarah Tamar por Joanita Molina

 

SUBSIDIAR A TAUROMAQUIA É O MESMO QUE…

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Subsidiar a tauromaquia, com qualquer tipo de subsidio é o mesmo que subsidiar as Mafias.
Por tanto; isto significa que é o mesmo que subsidiar os carteis da droga, os carteis de tráfico humano. Os cartais de tráfico de armas.
Subsidiar a tauromaquia, é o mesmo que subsidiar, um grupo de pessoas, que em matéria de princípios e de valores, são do mais abjecto que existe no país, em cada um dos oito países!

Mário Amorim