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Mário Amorim

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A QUINTA DIMENSÃO E A TAUROMAQUIA

Resultado de imagem para Quinta Dimensão

Antes de mais é necessário dizer que a Quinta Dimensão não é um lugar, é um estado de consciência!

Quem estiver preso, na sua consciência, a práticas com a Tauromaquia e a Caça, não terão lugar na Consciência de Quinta Dimensão.

Na Quinta Dimensão, estas práticas violentas e que não respeitam o direito à vida de outros seres sencientes, não existem.

Na consciência de Quinta Dimensão, a nossa consciência, é de amor, de respeito pela vida de todos os seres sensíveis, e de fraternidade. E a consciência de Quinta Dimensão, não se coaduna com consciência maldosa, coma a consciência de quem maltrata, quem é cruel, quem mata outros seres sensíveis, para divertimento.

A transição de Gaia, para a Quinta Dimensão, já está o ocorrer. E muito em breve, acontecerá o grande EVENTO final da transição. E nessa altura, práticas como a a Tauromaquia e a Caça, serão eliminadas de Gaia, pois a vibração negativa de tais práticas, não estará de acordo, com a vibração de Amor, de paz e de luz, da nova Gaia!

Mário Amorim

PRAÇA DE TOUROS DA PÓVOA DE VARZIM VAI SER DEMOLIDA E DAR LUGAR À “PÓVOA ARENA”

É bom saber que a Póvoa de Varzim vai livrar-se do LIXO tauromáquico, e entrar para o rol das cidades civilizadas.

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Maquete do novo pavilhão multiusos da Póvoa de Varzim – Foto: Amin Chaar/Global Imagens

Aproveitando a celebração do Dia da Cidade (16 de Junho) Aires Pereira, Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, anunciou que a Praça de Touros da cidade vai ser demolida para dar lugar a um pavilhão multiusos – a Póvoa Arena – que terá capacidade para três mil pessoas. O investimento é de sete milhões de euros e a obra deverá ser iniciada antes do fim do corrente ano. O novo pavilhão será utilizado para grandes concertos, feiras, conferências e actividades desportivas. Terá zonas de comércio e uma cobertura ventilada. O que só beneficiará a cidade.

A demolição do edifício, de acordo com Aires Pereira, prende-se ao estado de degradação da estrutura, que não permite salvar nada da antiga arena de tortura. O autarca referiu que aquilo que começou por ser um problema, revela-se uma oportunidade, porquanto ao demolir a praça, a autarquia aproveitará para fazer uma cave, onde serão alojados todos os serviços da Câmara, restando mais área para o comércio e para a utilização do recinto.

Conforme é visível na maquete, a nova arena manterá a forma circular. Para que não se esqueça que aquele lugar foi um lugar onde durante 70 anos se torturaram bovinos para divertir sádicos e psicopatas? Ficará no rol da triste memória, tal como o Coliseu de Roma.

O concurso para a empreitada será aberto já no próximo mês de Julho, e espera-se que a demolição comece já a seguir ao Verão, e a obra antes do fim do ano. Depois, aguardar-se-á  ano e meio até que esteja concluído a nova arena, agora sim, de espectáculos. As touradas nunca foram espectáculo, tão-só uma actividade cruel e violenta e indigna dos seres humanos.

Recorde-se que a arena de tortura de Touros da Póvoa de Varzim foi inaugurada em Junho de 1949. Em 1983 foi comprada pela Câmara. Nos últimos anos, acolhia apenas duas a três touradas por época.

Em Junho de 2018, a Póvoa de Varzim declarou-se cidade anti-tourada, dando-se início ao processo de reconversão da praça. Espera-se, entretanto, que a placa indicativa da “Praça de Touros”, plantada em frente ao antigo “Diana Bar” seja dali retirada. É que tal placa não combina com uma cidade anti-tourada.

Isabel A. Ferreira

Fonte da notícia e da imagem:

https://www.jn.pt/local/noticias/porto/povoa-de-varzim/interior/praca-de-touros-da-povoa-de-varzim-vai-ser-demolida-11015853.html?fbclid=IwAR2r7xM-xojurikfXFGVjcwQIl7FwPQxWYEAtkEk3npexoa55Gjvhefi6Wg

Fonte: Arco de Almedina

 

RELATÓRIO da Meditação em Massa – Vitória da LUZ

É com grande alegria e felicidade que partilho, aqui no meu blog, o relatório sobre a meditação em massa do passado dia 11 de Junho de 2019!

Vitória da Luz!

 

La tauromaquia en España siguió su tendencia a la baja en 2018

Un año más, AVATMA ha desmenuzado las estadísticas taurinas del Ministerio de Cultura, en este caso las correspondientes al año 2018. Una vez más, y siguiendo la tendencia que se inició en el año 2007, los festejos en plaza siguieron descendiendo. Y también los festejos populares.

La tauromaquia en España siguió su tendencia a la baja en 2018

La decadencia de la tauromaquia sigue su curso y cada año se organizan menos corridas de toros en España. Según datos oficiales del Ministerio de Cultura y del sector taurino analizados por la asociación veterinaria AVATMA, en 2018 se dio una caída del 58,4% de los festejos en plaza respecto al 2007 y del 2,1% respecto al 2017 y también el número de encierros y otros festejos populares disminuyó respecto a anteriores años.

Por primera vez en los últimos años, el número total de festejos populares ha disminuido, con elevaciones y descensos según cada comunidad autónoma. Llama la atención las bajadas en la Comunidad Valenciana en 2018, donde se realizaron 1.100 festejos con toros menos que en 2017.

El 80,96% de los toreros, el 82,8% de los rejoneadores y el 95,3% de los novilleros inscritos como tales no intervinieron en ningún festejo en plaza en 2018, según el mismo estudio. También se pone de manifiesto que una amplia mayoría de las plazas de toros no programó corridas y que entre el 66% y el 77% de las ganaderías de lidia, no vendieron ni un solo animal para un festejo en plaza durante 2018.

En la actualidad, 3 comunidades autónomas ya consideran abolidas las corridas de toros: Cataluña, Canarias e Islas Baleares.

A pesar de esto, se calcula que más de 9.000 toros morirán este 2019 y más de 50.000 serán alquilados para ser explotados en festejos populares, cuyo destino será igualmente la muerte, este año o los siguientes.

Solo en la comunidad de Madrid se destinarán este año más de 1.400.000 € de dinero público a la Tauromaquia.

Fonte: ANIMANATURALIS

Canadá prohíbe el cautiverio de delfines, ballenas y belugas

Esta na hora dos dolfinários do Zoo de Lisboa e do Zoo Marine serem encerrados. Basta de aprisionamento e crueldade de belíssimos seres sencientes, nestes dois locais. Tem de ser proibido em Portugal, a existência, de locais como estes, que utilizam animais não-humanos para divertimento público. Os golfinhos e focas, têm de ser respeitados e devolvidos à Natureza,  ao oceano, que é o seu habitat natural!

Mário Amorim


El Parlamento canadiense ha aprobado una ley largamente esperada por científicos y organismos de protección animal, y que afectará a delfines, orcas, marsopas y otros cetáceos. Aunque podrán mantener a los que ya tienen en MarineLand y en el Vancouver Aquarium, no podrán entrar nuevos individuos al país.

Canadá prohíbe el cautiverio de delfines, ballenas y belugas

De acuerdo al nuevo marco legal, que entrará en vigor a finales de este mes, quedará prohibido el cautiverio de ballenas, delfines y marsopas. También habrá interdicciones para la exportación e importación de estos animales, así como de sus embriones y esperma. Elizabeth May, diputada del Partido Verde, comentó tras la votación final de este lunes a The Canadian Press lo subrayado por diversos expertos consultados en este proyecto: “Los cetáceos necesitan del océano, requieren de espacio y de comunicación acústica a grandes distancias”.

Según el texto aprobado, solo habrá autorización para capturar y transportar estos animales cuando se encuentren en mal estado y requieran atención por parte de personal especializado. Asimismo, las actividades relacionadas con su reproducción estarán autorizadas únicamente con fines científicos, tras el visto bueno del Ministerio de Pesca y Océanos. En caso de infringir la ley, las multas pueden ascender a 200.000 dólares canadienses (unos 132.000 euros).

La ley no se aplicará tanto en el parque de diversiones Marineland (ubicado en Niagara Falls, Ontario) como en el acuario de Vancouver (Columbia Británica), los únicos centros que actualmente tienen cetáceos en cautiverio, pero que no podrán sumar otros más por medio de la importación o de la reproducción in situ. La ley no ha sido bien recibida por los directivos de Marineland.

El parque de Ontario cuenta con una orca, cinco delfines y 55 ballenas beluga. Pese a que la ley autoriza que Marineland siga albergando a estos animales, la diputada May manifestó que tanto ella como otros impulsores del proyecto buscarán que los cetáceos del recinto puedan encontrar sitio en santuarios.

Por su parte, el acuario de Vancouver tiene actualmente un solo delfín. En enero de 2018, el centro había anunciado públicamente la cancelación de esta práctica, tras fuertes presiones de organismos de protección animal y fricciones con la comisión de parques de esta ciudad canadiense. En 2016, fallecieron en esta instalación dos belugas, mientras que en 2017 perecieron dos marsopas y una orca. El pasado mayo, dos belugas que vivían en Marineland –pero que pertenecían al acuario de Vancouver- fueron trasladadas al Oceanogràfic de Valencia (España).

PROJECTO DO GOVERNO Países que injectam verba no Fundo Amazónia são contra uso de recursos para indemnizar proprietários rurais

A Alemanha e a Noruega, dois países que mais injectam dinheiro no Fundo de Preservação da Amazónia, posicionaram-se contra a intenção do governo brasileiro de usar parte dos recursos do fundo para indemnizar proprietários rurais em unidades de conservação e ao aumento da participação do governo nas decisões relacionadas à aplicação da verba.

Maior meio de transferência de recursos do mundo, entre nações, para preservar florestas, o Fundo Amazónia foi criado há mais de dez anos e depende basicamente da Noruega e da Alemanha que, juntas, são responsáveis por mais de 99% dos recursos doados, que representam mais de R$ 3 biliões. A verba já financiou projectos de pesquisa, gerou empregos e renda na floresta, além de ter sido usada em acções de redução do desmatamento.

Os ministros do Meio Ambiente e da Secretaria de Governo apresentaram, em maio, a embaixadores da Noruega e da Alemanha, a proposta de mudança. Os embaixadores responderam ao anúncio feito pelo governo por meio de uma carta que defende o modelo Actual de gestão do fundo. No documento, os embaixadores afirmaram que futuros projectos devem respeitar os acordos já estabelecidos. As informações são do Jornal Nacional.

Enviada aos ministros Ricardo Salles, do Meio Ambiente, Santos Cruz, da Secretaria de Governo, com cópia para Tereza Cristina, da Agricultura, Paulo Guedes, da Economia, para o embaixador Ruy Carlos Pereira e para o presidente do BNDES, Joaquim Levy, a carta lembra que o principal objectivo do fundo é apoiar a redução das “emissões de gases estufa que vêm do desmatamento e da degradação da floresta”. Segundo os embaixadores, como a experiência brasileira tem mostrado, governos sozinhos não são capazes de diminuir o desmatamento.

O documento elogia a estrutura e o modelo de governança do Fundo Amazônia, no qual decisões são feitas partindo da união entre governos, empresas privadas, ONGs e comunidades locais. A carta expõe ainda a competência e a independência do BNDES na gestão do fundo e ressalta que esse modelo tem funcionado há mais de uma década.

Ainda de acordo com os embaixadores, nenhuma irregularidade foi constatada nas auditorias realizadas. Por isso, Alemanha e Noruega defendem a manutenção do BNDES na gestão do fundo e na aprovação de projectos.

Sem apresentar qualquer denúncia ou fato, o ministro Ricardo Salles criticou a gestão do fundo há cerca de um mês. Um dia antes da crítica feita por ele, a chefe do departamento de Meio Ambiente do BNDES e gestora do Fundo Amazónia, Daniela Baccas, foi afastada do cargo.

Segundo auditoria do TCU feita em 2018, a verba destinada ao fundo foi aplicada correctamente. Os ministros Ricardo Salles, do Meio Ambiente, e Santos Cruz, da Secretaria de Governo, não se posicionaram sobre o caso até o fechamento da reportagem.

Fonte: ANDA

OS ANIMAIS NÃO-HUMANOS NÃO VOTAM, NÃO PAGAM IMPOSTOS, LOGO, NÃO TÊM DIREITO A TER DIREITOS COMO OS BEBÉS HUMANOS

Vê-se logo que este senhor, Rodrigo Alves Taxa, gosta de tauromaquia.
É que normalmente, aqueles que não são defensores dos animais não-humanos, não gostam dos nossos irmãos não-humanos e que falam deles desta maneira, não têm nada no coração. Aqueles que não gostam gostam dos animais não-humanos(não chega gostar-se apenas de cães e gatos. É preciso gostar-se de todos, da mesma forma), aqueles que gostam de tauromaquia, esquecem-se permanentemente, que nós seres humanos, também somos animais, racionais, mas animais. Esquecem-se permanentemente que os animais-humanos e os animais não-humanos, são irmãos!

Mário Amorim


Li no Blogue “Prótouro” que Rodrigo Alves Taxa, «opinador do “Jornal i”, num artigo intitulado “(PAN)tomineiros” ridiculariza o PAN e todos os que nele votaram porque de acordo com ele é um partido anedótico».

Mas dizer isto é algo vulgar em todos aqueles que já nascem velhos, com mentes tão mirradas, mas tão mirradas, que ali sequer entra um grão da mais fina poeira.

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Rodrigo Alves Taxa

Ainda de acordo com o texto do Blogue “Prótouro”, este cidadão opinou o seguinte, e isto sim, é de surpreender em alguém que, tenha ou não a idade que a imagem revela, vive na era da globalização da informação, mas ainda não se deu conta disso:(E atenção! este cidadão tem todo o direito de opinar. E eu tenho todo o direito de discordar com o que ele opina, e ele tem todo o direito de discordar com o que eu vou opinar).

Os animais pura e simplesmente não têm direitos. E não têm direitos desde logo porque não têm deveres. Um animal não vota; um animal não paga impostos; um animal não tem uma relação com um outro animal nos moldes que se exigem a um ser humano ter para com o seu semelhante.

Se um animal maltratar uma cria, ninguém o pode punir por ofensas à integridade física como se pune um pai ou uma mãe que agride um filho. Se um leão comer uma gazela, ninguém o vai punir por homicídio e muito menos por profanação de cadáver. Um animal é um animal. Um ser humano é, não só pelo seu desenvolvimento mental como pelas condutas de dever e moral que a si e aos seus semelhantes se impõem, um ser em tudo superior aos animais. Deixem-se de tretas. Quem não vir isto está doente.”

Não sei o que faz este Rodrigo Alves Taxa, nem quais as suas habilitações, nem me dei ao trabalho de pesquisar, porque faça o que fizer, tenha a profissão que tiver, tenha os canudos que tiver, é uma criatura nitidamente das trevas, mal informada, mal formada, e neste pedacinho de prosa demonstrou uma ignorância, que extravasa o Universo.

Começando pelo desconhecimento de si próprio, afastando a hipótese de ser também um animal. Ora não sendo um animal, o Rodrigo Alves Taxa será o quê? Uma erva daninha? Pois vê-se que ser humano também não é, porque para ele: um animal é um animal (algo que ele não é); e um ser humano, devido ao seu desenvolvimento mental e condutas de dever moral, blá, blá blá  é superior aos animais. Coisa que demonstrou não ser.

Então vejamos a superioridade desse ser humano que não é animal:O ser “humano”, com o seu desenvolvimento mental,e sendo superior ao animais, destrói o equilíbrio ecológico em todo o Planeta, violando as Sábias Leis da Natureza; envenena o ar, a terra, os oceanos, os rios, os lagos; destrói milhares de espécies animais e vegetais, e as que ainda vivem estão em perigo de extinção; esventra e viola a Terra até à exaustão para lhe arrancar o ouro, a prata, os diamantes, que constituem o equilíbrio cósmico vibratório do centro do Planeta; inventou a moeda e tornou-se escravo do dinheiro das formas mais hediondas; colocou a Ciência ao serviço dos tiranos e “poderosos”; inventou seitas e falsas religiões e em nome de Deus, persegue e mata milhões e milhões de inocentes; perverteu a Beleza e a Arte; escraviza e destrói os povos que habitam o Planeta com políticas corruptas; promove as guerras, a fome, a pobreza… (Idalete Giga); e fomenta a ignorância que se espelha no naco de prosa do Rodrigo Alves Taxa.

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Os animais, que não são humanos e, segundo o Rodrigo Alves Taxa são “inferiores” aos humanos são exímios mestres em arquitectura; são-nos fiéis em qualquer circunstância, nos bons e nos maus momentos, na fartura e na miséria, na saúde e na doença; não têm vícios, não se embebedam, não se drogam…; não são rancorosos; não usam da violência para maltratar os da sua espécie, a não ser em legítima defesa ou por uma questão de sobrevivência; não matam por prazer; não praticam a crueldade; mão sentem ódio, nem escárnio; não massacram em massa os da sua espécie; não são terroristas; não desprezam os seus; não poluem as águas, o ar, o solo, o ambiente…; não fazem guerras; não são bombistas suicidas; não destroem o seu meio ambiente; não inventam armas mortíferas; não sequestram os seus; não violam os seus; não torturam os seus; não impingem o seu modo de vida a ninguém; não são intolerantes por quem tem outra religião ou é de outro clube de futebol; não mentem nunca; são afectuosos; são pacíficos; não são hipócritas, nem cínicos; são amorosos, perspicazes, laboriosos, inteligentes, racionais; não agridem, se não os agredirem; não são ladrões; não são corruptos; não são vigaristas; não são traficantes de droga, nem de armas, nem dos seus; respeitam as Sábias Leis da Natureza e da Sobrevivência; não andam no mundo só por ver andar os outros: intuem o verdadeiro sentido da vida, porque a vivem de acordo com a Lei Natural… que é forma mais inteligente de viver… (Josefina Maller), e, sobretudo, não são ignorantes como os que acham que um animal é um animal, e um ser humano é outra coisa qualquer…

Os animais não têm direitos? Porque não votam, porque não pagam impostos? Os bebés humanos também não votam, nem pagam impostos, logo, não terão direitos?

Se a ignorância matasse, este senhor Rodrigo Alves Taxa estaria morto e enterrado, logo no dia seguinte àquele em que escreveu tamanhas patacoadas.

Isabel A. Ferreira

Fonte da notícia:

https://protouro.wordpress.com/2019/06/08/imbecil-pago-pelo-jornal-i-insulta-eleitores-do-pan/

Fonte: Arco de Almedina