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Mário Amorim

MEDIO CENTENAR DE ACTIVISTAS SE MANIFIESTAN EN PALMA CONTRA EL REGRESO DE LAS CORRIDAS DE TOROS

Medio centenar de activistas se manifiestan en Palma contra el regreso de las corridas de toros

Medio centenar de activistas se han manifestado en la Plaça de Cort de Palma en contra del regreso de las corridas de toro a Mallorca, convocados por AnimaNaturalis y CAS Internacional.

La manifestación, que ha transcurrido sin incidentes, ha sido convocada por las asociaciones animalistas AnimaNaturalis y CAS Internacional. “Queremos dejar claro que se está invirtiendo mucho dinero para rescatar la tauromaquia, y estas dos entidades llevamos 190.000 firmas recogidas para que no se lleve a cabo”, ha expresado Eliana Guerreño, coordinadora de AnimaNaturalis. “Con la pandemia muchas empresas han cerrado o se han reinventado, y la tauromaquia se ha estancado, exige que se le rescate”, ha añadido.

 

 

La asociación animalista ha recordado también algunos datos sobre esta industria: según el Ministerio de Cultura, en el 2018, último año “normal” de la tauromaquia, hubo un 2,1% menos de actividad que en 2017. Además, según el mismo ministerio, el 80% de los espectáculos se concentran en cinco provincias: Madrir, Toledo, Salamanca, Ávila y Cuenca.

“La tauromaquia trata de convencernos de que es cultura, que representa el sentimiento de las mallorquinas y mallorquines, pero nadie echó de menos la matanza de toros con su suspensión en la pandemia”, ha finalizado la coordinadora de AnimaNaturalis.

 

 

 

Microplásticos encontrados na dieta dos pinguins antárticos

Uma equipa científica verificou “a ampla presença” de microplásticos na dieta dos pinguins antárticos, após analisar as fezes de três espécies desses animais em diferentes locais e anos.

Entre outras partículas de origem antrópica, os investigadores identificaram o poliéster e o polietileno.

O trabalho foi publicado na revista Science of the Total Environment e é assinado, entre outros, por investigadores do Museu Nacional de Ciências Naturais do Conselho Superior de Pesquisa Científica da Espanha (MNCN-CSIC).

O estudo enfatiza a necessidade de se conhecer os efeitos dessas partículas e estabelecer medidas mais eficazes de controlo da poluição por plásticos e outras partículas de origem humana no continente antártico.

Esses poluentes chegam aos mares e oceanos principalmente por meio do lixo e resíduos das atividades antrópicas ”, explicou à Agência EFE Andrés Barbosa, cientista do MNCN e autor do trabalho.

Dada a baixa presença humana no Oceano Antártico e na Antártida, seria esperada uma baixa contaminação por microplásticos.

Porém, estações de investigação, barcos de pesca e de turismo e correntes marinhas fazem com que estas partículas cheguem a estes habitats, o que pode causar uma elevada concentração a nível local, afirmou à mesma agência José Xavier, investigador da Universidade de Coimbra, outro dos autores.

O objetivo do estudo, do qual também participaram investigadores do Reino Unido, foi analisar a presença de microplásticos na península Antártica e no mar da Escócia, dada a importância ecológica desses habitats.

Para isso, foram analisadas as fezes de três espécies de pinguins: o pinguim-de-adélia (“Pygoscelis adeliae”), o pinguim-de-barbicha (“Pygoscelis antarcticus”) e o pinguim-gentoo (“Pygoscelis papua”).

“Os pinguins são utilizados para muitos estudos porque a sua biologia e ecologia são bem conhecidas e o facto de serem predadores torna-os bons indicadores da saúde dos ecossistemas em que vivem”, enfatiza Barbosa.

Os resultados mostram que a dieta das três espécies é composta por diferentes proporções de krill antártico, 85% no caso do pinguim-de-adélia; 66% no pinguim-de-barbicha e, finalmente, 54% no pinguim-gentoo.

“Os microplásticos foram encontrados em 15, 28 e 29% das amostras, respetivamente, nas três espécies estudadas”, explicou Joana Fragão, da Universidade de Coimbra.

A frequência de aparecimento dessas substâncias foi semelhante em todas as colónias, o que sugere que não existe um ponto específico de origem da contaminação no mar da Escócia.

“É necessário continuar a estudar nesta linha para melhor compreender a dinâmica destas substâncias e os seus efeitos nestes ecossistemas para orientar novas políticas de gestão no continente Antártico”, conclui Filipa Bessa, da mesma universidade.

Fonte: Green Savers

AS CONDIÇÕES

Não era para postar aqui, neste meu blog, o texto que esta manhã escrevi, no meu blog mais antigo. Mas porque o que escrevi é muito importante e verdadeiro, resolvi posta-lo!

Mário Amorim


O amor verdadeiro, é vazio de condições.
O amor que sentimos pela outra pessoa, não está dependente de qualquer condição. Ele é amor puro. E sendo amor puro, é amor por amor!

A partir do momento que uma pessoa diz, ou pensa, que só fica com a outra pessoa, se ela deixar de ser como é, o amor que diz sentir por ela, não é amor verdadeiro, é egocentrismo. Pois amar verdadeiramente é amar a outra pessoa, exactamente como ela é, não como se gostaria que ela fosse.

Mais; quando uma pessoa, aponta o dedo a quem diz amar, está na realidade a apontar o dedo a si própria. Está na verdade a vincar, não o que não lhe agrada na pessoa, que afirma amar, mas sim, o que não agrada em si mesma.

Ninguém é perfeito.
Todos nós temos virtudes e imperfeições!

Então; amar verdadeiramente, é amar incondicionalmente. É amar não somente as virtudes, mas também as imperfeições, da outra pessoa.

Podemos querer que a outra pessoa mude, nisto, ou naquilo. Mas nunca julgando. Nunca fazendo depender a união dos dois, de mudanças que a outra pessoa, faça em si!

Mário Jorge

Fonte: Amor Incondicional Blog

Ciência Chimpanzés vistos a matar gorilas pela primeira vez

Gorila

Cientistas anunciaram que, pela primeira vez, foram vistos chimpanzés no seu habitat natural a matar gorilas em ataques sem um motivo aparente.

Os ataques mortais foram observados no Parque Nacional de Loango, no Gabão, segundo um artigo publicado na revista “Nature”.

O primeiro caso foi registado a 6 de fevereiro de 2019, quando um grupo de 27 chimpanzés atacou cinco gorilas.

“De início, só registamos gritos de chimpanzés e pensámos estar perante um encontro típico entre indivíduos de comunidades vizinhas de chimpanzés”, explicou Lara M. Southern, responsável pela pesquisa, em comunicado.

“Mas depois ouvimos batidas no peito, uma característica de exibição dos gorilas, e percebemos que os chimpanzés tinham encontrado um grupo de cinco gorilas”, acrescentou.

Enquanto os gorilas adultos conseguiram fugir, uma cria que se separou da mãe não sobreviveu, refere o artigo da “Nature”. O ataque durou 52 minutos.

Os investigadores revelam que um ataque semelhante aconteceu a 11 de dezembro de 2019 – 27 chimpanzés atacaram sete gorilas – e a vítima foi igualmente uma cria de gorila. Neste caso, em vez de o gorila morto ser abandonado, “foi quase totalmente consumido por uma fêmea de chimpanzé adulta”, refere o estudo. O ataque durou 79 minutos.

Estes encontros foram totalmente diferentes de como as duas espécies normalmente interagem entre si, salientam os investigadores da Universidade de Osnabrück e do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, na Alemanha. Embora ambas as espécies possam ser territoriais e violentas, as lutas acontecem quase exclusivamente entre elementos da própria espécie.

“Temos observado regularmente interações pacíficas entre as duas espécies em árvores. Os nossos colegas do Congo testemunharam até interações divertidas entre as duas espécies de grandes primatas”, sublinhou Simone Pika, bióloga da Universidade de Osnabrück.

Os investigadores consideram que são precisos mais estudos para perceber o que está na origem desta mudança de comportamento.

“As nossas observações fornecem a primeira evidência de que a presença de chimpanzés pode ter um impacto letal sobre os gorilas. Agora queremos investigar os factores que desencadeiam essas interações surpreendentemente agressivas”, disse Tobias Deschner, primatologista do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, citado em comunicado.

Fonte: JN

DESTRUIÇÃO Desmatamento na Amazónia cresce 51% em comparação com anos anteriores

Em 11 meses, entre agosto de 2020 e junho de 2021, o desmatamento na Amazónia chegou a 8.381 km², segundo os dados divulgados na última segunda-feira (19), pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazónia). Esse número cresceu 51% em comparação com os 5.533 km², registrados entre agosto de 2019 e junho de 2020.

O instituto desenvolveu o SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento), mais uma forma de monitorar a floresta através de satélites. Com isso, apontam que haverá alta no calendário de desmatamento da Amazónia em julho deste ano, segundo o UOL.

“As áreas desmatadas em março, abril e maio foram as maiores dos últimos 10 anos para cada mês. E, se analisarmos apenas o acumulado em 2021, também é o pior da última década”, afirmou o pesquisador do Imazon Antônio Fonseca, para o portal UOL.

O Pará está na liderança desde 2006, no ranking dos estados mais atingidos. Seus municípios Altamira, São Félix do Xingu, Novo Progresso e Itaituba são responsáveis por 174 km² de área devastada em junho, cerca de 52% do índice registrado no estado.

O Amazonas está em segundo e o avanço segue em direção ao sul, onde estão os municípios Lábrea, Apuí, Boca do Acre e Novo Aripuanã, que somam 143 km² de devastação. Os estados que completam a lista são: Mato Grosso (14%), Rondônia (11%), Acre (9%), Maranhão (3%) e Roraima (2%).

Fonte: ANDA

Indústria de petróleo e gás vai impedir planeta de cumprir metas de Paris se nada for feito

A indústria do petróleo e do gás, sem uma acção imediata e decisiva, vai impedir que o mundo cumpra o cenário de evitar que o aquecimento global vá além dos 1,5 graus celsius até 2050.

A conclusão faz parte de uma análise feita por várias organizações, hoje divulgada, segundo a qual as emissões combinadas de 100 companhias petrolíferas e de gás, sem alterações drásticas e urgentes, vão representar quase 80% do orçamento global de carbono.

O orçamento de carbono do setor, para impedir um aumento das temperaturas além de 1,5°C em relação à época pré-industrial, será “queimado” até 2037, diz-se também na análise, que os responsáveis dizem ser o estudo mais abrangente do desempenho da indústria do petróleo e do gás.

O trabalho foi desenvolvido pela World Benchmarking Aliance (WBA), uma organização que avalia e classifica o desempenho das empresas mais influentes do mundo nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), em conjunto com o CDP, que gere o sistema mundial de divulgação ambiental para empresas, cidades, estados e regiões, e com o a ADEME, Agência Francesa para a Transição Ecológica.

De acordo com as conclusões do trabalho, a maioria das 100 empresas analisadas diz que precisa de reduzir as emissões, mas nenhuma se comprometeu a parar a exploração.

Das 100 empresas, as europeias têm um desempenho relativamente melhor do que as suas congéneres, sendo todas europeias as 10 com melhor desempenho em termos climáticos e investimento em tecnologias com baixo teor de carbono.

No quadro das 10 com melhor desempenho climático surge em primeiro lugar a Neste, uma empresa petrolífera finlandesa, seguida da francesa Engie e da espanhola Naturgy Energy. A portuguesa Galp Energia surge na lista também, em nono lugar. No fim da lista das 100 empresas, como pior, está a Petroecuador (do Equador).

As organizações responsáveis notam que foi a primeira vez que a indústria foi avaliada em relação a um cenário de 1,5°C – o mais ambicioso plano de redução de emissões proposto pelo Acordo de Paris – e que foi o primeiro estudo para avaliar as empresas petrolíferas e de gás utilizando o cenário da Agência Internacional de Energia (AIE) de emissões líquidas zero até 2050.

Do estudo conclui-se também que as maiores empresas petrolíferas estatais aumentaram a produção de petróleo ou gás entre 2014 e 2019, e que das 100 apenas 13 têm planos de transição de baixo carbono que se prolongam por pelo menos 20 anos no futuro.

Os responsáveis pelo trabalho hoje divulgado resumem a situação afirmando que o setor em análise é marcado pela falta de ambição e de ação.

“Metas e estratégias opacas, pouco ambiciosas ou inexistentes dos maiores contribuintes para as alterações climáticas mostram que o setor do petróleo e gás não está a aceitar a sua quota-parte de responsabilidade pelas emissões globais”, acusam.

O protocolo internacional de gases com efeito de estufa mais usado (GHG Protocol) estabelece três categorias de emissões: âmbito 1, as emissões diretas, âmbito 2, as indiretas derivadas da energia elétrica que a entidade compra, e âmbito 3, todas outras indiretas, não controladas mas relacionadas com as atividades da organização em causa.

As emissões de indiretas (âmbito 3) de algumas empresas “são equivalentes às emissões de países inteiros”, diz-se na análise, dando-se um exemplo: as emissões de âmbito 3 da norte-americana ExxonMobil em 2019 foram superiores às do Canadá.

E outro exemplo também: No mesmo ano as emissões de âmbito 1, 2 e 3 da Saudi Aramco (Arábia Saudita) eram superiores às emissões combinadas da Alemanha, França, Itália e Espanha.

E neste setor, dizem os responsáveis pela análise há também uma falta global de relatórios climáticos globais e abrangentes, com a maioria das empresas a partilharem apenas dados parciais (âmbitos 1 e 2). E notam que um terço das empresas divulga informações sobre emissões de âmbito 3, sendo uma delas a portuguesa Galp.

Na área da investigação e desenvolvimento há também uma grande diferença entre o que as empresas dizem e fazem. Mais de metade das 100 empresas relatou despesas em novas tecnologias mas só 17 foram precisas. E “preocupantemente” só 12 publicaram informações sobre planos de investimento de capital com baixo teor de carbono até 2024.

“Cada empresa, decisor político e investidor está consciente da necessidade urgente de dar prioridade à descarbonização e transformação energética, mas a sensibilização não conduziu a ações suficientes”, diz, citada no documento Vicky Sins, dirigente da WBA, avisando que as empresas petrolíferas e de gás ou se transformam ou tornam-se redundantes, porque “já não podem alegar ignorância sobre a urgência da mudança”.

E Nicolette Bartlett, diretora executiva do CDP: “O progresso da indústria do petróleo e do gás a nível mundial é terrivelmente desadequado se quisermos limitar o aquecimento global a 1,5°C até 2050”.

E ainda citado no documento Baptiste Perrissin Fabert, da ADEME, deixa também um aviso: as empresas de petróleo e gás têm menos de uma década para passar radicalmente do lado do problema para o lado da solução.

COMO SERÁ O TRABALHO NA NOVA TERRA?

Por que estamos pulando a Quarta, enquanto nos movemos para a Quinta Dimensão? - Makia Retiros, Cursos e Vivências

A Terra está-se a mover para a Quinta Dimensão.
Aliás; a Terra já vibra, da Quinta à Decima Segunda dimensão.

Durante 350 mil anos, o ser-humano foi escravizado pelos arcontes.
Eles criaram a Matrix, em que o trabalho é uma das principais componentes. E a Matrix foi criada, para controlar, para escravizar os seres-humanos.

Ora! A Matrix está a ser desmantelada pela Federação Galáctica da Luz.
Ela; depois do Evento, não existirá na Nova Terra!

Antes de continuar, tenho de dizer que a Quinta Dimensão, não é um lugar. É um estado de Consciência.

Os seres-humanos que ascenderem á 5D, não mais serão controlados, não mais serão escravizados.
O trabalho, na 5D, não será um dever, uma obrigação. Será uma forma de diversão. Sei que isto é difícil de entender para as mentes não despertas. Mas é verdade!

Mário Amorim