OU SE AGE NOS PRÓXIMOS MESES, OU DEPOIS QUANDO SE QUISER AGIR, QUEM SABE NÃO PODERÁ SER TARDE DEMAIS?!

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A recente decisão da Unesco, relativamente à falcoaria portuguesa, vai abrir um precedente.

Sabemos que Portugal, Espanha e França, querem candidatar a Tauromaquia a Património Cultural e Imaterial da Unesco. E esta decisão da Unesco, com toda a certeza, animou os Psicopatas tauromáquicos portugueses, a conseguirem que a tauromaquia em Portugal, venha a ser declarada Património Cultural e Imaterial da Unesco.

Com a muito recente decisão, o relógio começou a contar, no que refere à tauromaquia.

Por isso. Ou se age nos próximos meses, ou depois, quando se quiser agir, quem sabe não poderá ser tarde demais?!

É hora, de nos próximos meses, a maioria do povo português e que é contra a tauromaquia, de norte a sul, do continente e nas ilhas, sair à rua, e alto e em bom som, gritar NÃO À TAUROMAQUIA EM PORTUGAL!

Está literalmente nas nossas mãos, impedirmos que tauromaquia em Portugal, venha a ser declarada Património Cultural e Imaterial da Unesco. E, ou agimos, ou depois, já nada poderemos fazer contra a tauromaquia em Portugal.

Só uma bem grande jornada, nos próximos meses, contra a tauromaquia, pelo maior número possível de cidades, de norte a sul do continente, e das ilhas, o pode impedir.

Disse e repito, que está literalmente nas nossas mãos!

Mário Amorim

FALCOARIA COMO PATRIMÓNIO IMATERIAL DA UNESCO??????

UMA VERGONHA!

Considerar património cultural uma actividade medieval que mantém magníficas aves em CATIVEIRO é no mínimo repugnante.

Só se estiverem a referir-se a um património imaterial do HOMO PARVUS.

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Por alma de quem, manter seres alados em cativeiro é património material da UNESCO?

A candidatura reuniu 18 países, entre eles Espanha, Portugal e França (que também admitem touradas), mais os Emirados Árabes Unidos, a Síria e a Mongólia que são um exemplo maior de humanidade… não serão?????

E veja-se qual o município português que lançou esta candidatura: Salvaterra de Magos, uma localidade tauricida com um atraso civilizacional de séculos.

A prática do falcoaria, que mantém em cativeiro belíssimos falcões que, sendo aves de rapina, têm o direito de viver em liberdade, mantém-se inalterada desde o século XII. Até a vestimenta dos falcoeiros é ridícula, tal como a dos toureiros.

Em Portugal existe um fascínio patológico pelas práticas medievais, época em que, à falta de coisa mais civilizada, se usavam animais como divertimento.

A falcoaria começou por ser utilizada na caça, como meio de garantir alimentos (até aí compreensível) mas, dizem eles, foi ganhando outros valores ao longo dos séculos e «hoje é uma prática associada à camaradagem e à partilha de valores», à custa de seres alados que não podem voar em liberdade.

Que camaradagem e valores serão estes, assentes em tão baixos sentimentos humanos?

Dizem com muito orgulho, que esta “arte da caça”, ou seja, a «arte de matar animais cobardemente», como património da UNESCO, juntou-se à Arte da Olaria Negra de Bisalhães, à do Chocalho, à Dieta Mediterrânea, ao Cante Alentejano e ao Fado, que é tudo muito parecido com a arte de matar animais ou tê-los em cativeiro.

SHAME ON YOU, UNESCO.

Fonte: Arco de Almedina

CONTEÚDO ANDA Barcelona pode proibir confinamento de golfinhos e transferir animais para santuário

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Barcelona (Espanha) está atualmente decidindo se deve fechar seu Dolphinarium e acabar com o cativeiro de golfinhos e transferir os animais para santuários à beira-mar.

Localizado dentro do Zoológico de Barcelona, o Dolphinarium abriga quatro golfinhos em uma instalação extremamente pequena que não é aumentada há décadas. A partir de 2018, o local irá violar os novos padrões de bem-estar estabelecidos pela Associação Europeia de Mamíferos Aquáticos.

Funcionários da cidade e do zoológico sabem há muito tempo sobre os problemas do local. Em 2015, as performances dos golfinhos foram interrompidas e a antiga administração de Barcelona, comandada por Xavier Trias, aprovou um financiamento de aproximadamente US$ 15 milhões para que o estabelecimento cumprisse os regulamentos.

No entanto, a atual prefeita Ada Colau  paralisou o projeto e muitos de sua administração questionam a existência de um Dolphinarium.

Em outubro, uma reunião do conselho da cidade foi convocada para discutir a questão e o grupo local FAADA apresentou planos  para os golfinhos caso forem libertos, incluindo uma potencial instalação na Grécia. Espera-se que uma decisão final da administração seja feita em dezembro deste ano.

A cidade está lidando com questões relacionadas à exploração dos animais para entretenimento que são cada vez mais debatidas em todo o mundo. “Existe alguma maneira de manter os golfinhos de uma maneira ética? Existem boas razões para justificar o confinamento dessas espécies inteligentes, sociais e naturalmente oceânicas?” Um número crescente de pessoas e governos de vários países têm respondido isso com um sólido “não”.

O Aquário Nacional em Baltimore, por exemplo, anunciou recentemente a sua decisão de transferir os golfinhos para um santuário.

“O International Marine Mammal Project e muitos outros acreditam que Barcelona deve tomar a decisão ética e agir em benefício dos golfinhos. Ninguém quer trabalhar até o dia de sua morte ou ficar exposto durante toda a sua vida. Os golfinhos de Barcelona têm o direito de viver no mar novamente. Esperemos que a administração de Colau tome a decisão certa”, declarou o International Marine Mammal Project.

Fonte: ANDA

CARTA ABERTA A MICHEL TEMER, PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERAL DO BRASIL

Vaquejada

Apelo de uma cidadã que vive inserida num mundo que pertence ao século XXI D.C.

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Excelentíssimo Senhor Presidente da República Federativa do Brasil, Doutor Michel Temer

Excelência:

Tendo conhecimento de que está nas mãos de Vossa Excelência o poder de vetar o Projecto de Lei 24/2016, que visa proteger a violenta e cruel vaquejada como património cultural, que o Congresso Nacional, inacreditavelmente, aprovou, atrevo-me a apelar a Vossa Excelência que apoie a decisão do Supremo Tribunal Federal, que considerou inconstitucional esta prática bárbara.

Motivos básicos para o meu apelo:

1 – A vaquejada é uma actividade violenta, cruel e ofensiva aos mansos e herbívoros Bovinos, que, numa situação indefesa, são atacados cobardemente, por seres que dizem pertencer à espécie humana.

2 – A vaquejada é uma prática irracional, que está completamente ultrapassada e que não se justifica nos tempos modernos, nem se harmoniza com a evolução da Humanidade.

3 – Estas práticas são de uma violência extrema e demonstram uma enorme falta de respeito para com os Bovinos, seres sencientes e profundamente sensíveis (pois se até uma mosca os incomoda) provocando-lhes um sofrimento inenarrável e inútil, tanto físico como psicológico.

4 – A vaquejada é uma actividade bárbara e primitiva, que em nada dignifica a essência do ser humano, tortura animais inofensivos e indefesos, e envergonha o Brasil, um país que tem tudo para ser grande, mas nunca o será, enquanto apoiar estas práticas terceiro-mundistas, uma vez que, segundo Mahatma Gandhi, «a grandeza de um país mede-se pelo modo como ele trata os seus animais não-humanos».

5 – Num país que se quer civilizado e desenvolvido não se admite que animais não-humanos sejam perseguidos, torturados e mutilados em nome do entretenimento.

6 – Não pode considerar-se entretenimento a violência e a crueldade exercida sobre um ser vivo indefeso.

7 – A maioria da sociedade brasileira afirma-se hoje contra a obscena cultura de violência que a vaquejada representa.

8 – Os Brasileiros, como o restante mundo civilizado, apelam para que o Brasil seja um país evoluído e progressista onde os animais não-humanos sejam bem tratados, protegidos e respeitados.

9 – A prática da vaquejada além de integrar comportamentos brutos sobre um animal não-humano, constitui também um perigo para os praticantes.

10 – A nossa liberdade termina onde começa a liberdade de outro ser senciente, neste caso, a liberdade de Bovinos indefesos. O mundo evoluiu. Foram-se dando direitos aos seres humanos considerados, durante muitos séculos, seres sem alma: escravos, mulheres, crianças e animais não-humanos. A evolução tem passado ao lado de países onde ainda se mantém estas práticas bárbaras contra animais não-humanos. Porém, actualmente, os Direitos Universais dos Animais Não-Humanos são uma questão fundamental. Tal como foi em tempos a abolição da escravatura, que também teve os seus opositores, mas a racionalidade acabou por vencer, em nome da evolução da inteligência e consciência humanas, que nunca aconteceu em simultâneo a todos os seres humano: os mais conscientes lutam, e as leis vão mudando; os outros, menos evoluídos, acabam por ter de aceitar e ir a reboque… Sempre foi assim, e assim sempre será.

Por isso, se o Brasil não quiser ficar para trás na escala da evolução, tem de começar a olhar para os animais não-humanos, com olhos compassivos, e tentar sentir e compreender que apesar de eles terem uma fisionomia e algumas características diferentes das nossas, têm tanto direito a viver uma vida em liberdade, com saúde e bem-estar, quanto nós. Afinal, são nossos companheiros na aventura da Vida no Planeta Terra.

11 – A vaquejada não tem mais lugar numa sociedade civilizada. O ser humano tem evoluído no sentido de cada vez mais respeitar o sofrimento e vida dos animais e, por esse motivo, as vaquejadas têm vindo a ser repudiadas por todo o mundo civilizado. Trata-se de uma actividade bárbara que não serve absolutamente nenhum interesse do ser humano, mas apenas o interesse económico de alguns, e o de uma minoria que insiste em alimentar e perpetuar este “gostomórbido, leviano e sádico de se entreter à custa do sofrimento de um animal herbívoro, que mais não quer do que, pacificamente, pastar e conviver com os da sua espécie.

12 – As vaquejadas promovem a violência gratuita, deseducam as crianças que a elas assistem, inclusive provocam-lhes traumas (estudos provaram-no), representam uma afronta à Ciência que já demonstrou e provou sobejamente que os Bovinos são animais sencientes e conscientes, tal como nós, animais humanos.

Motivos científicos comprovados:

1 – Em Março de 2012, um grupo de neurocientistas de renome internacional, declarou pela Universidade de Cambridge que todos os mamíferos, aves, répteis e outros animais de várias espécies, além de serem sencientes têm também consciência. Quer isto dizer, que têm plena noção do que se passa à sua volta e que, tal como o animal humano, têm a capacidade de experimentar sofrimento físico e emocional, como dor, tristeza, medo, stress, pânico, mas também alegria, amor e emoção. Não há de facto, aos olhos da ciência e de qualquer pessoa civilizada e compassiva, diferenças fundamentais entre nós humanos e os restantes animais não-humanos.

2 – Segundo o Médico Veterinário Dr. Vasco Reis, as vaquejadas «contribuem para insensibilizar, habituar e até viciar crianças e adultos no abuso cruel exercido sobre animais, o que pode propiciar mais violência futura sobre animais humanos e não-humanos. No que respeita ao sofrimento e desenvolvimento de afectos eles estão ao nível dos seres humanos».

2 – A utilização de animais não-humanos, submetidos à violência e à brutalidade, não pode ser branqueada como «espectáculo que não tem sangue e é só para divertir o povo». Será para um povo sedento de violência.

3 – Ainda que não haja sangue (como por exemplo nas touradas), «a vaquejada provoca grande sofrimento aos animais, e contribuem para a perda de sensibilidade das pessoas, e para o gosto pela crueldade e violência».

4 – A vaquejada é uma prática fútil, sádica e cobarde, que revela um grande atraso civilizacional, por parte de quem a pratica, a aplaude e a apoia.

Posto isto, apelo ao raciocínio humano e à sensibilidade de Vossa Excelência, para que reflicta sobre este assunto e tome a decisão mais civilizada: a de vetar o Projecto de Lei 24/2016.

Esta é, sem dúvida, uma oportunidade única para Vossa Excelência ficar na História, como o Presidente que conduziu o Brasil para a Civilização e Modernidade, banindo do país uma prática terceiro-mundista.

Com os meus mais cordiais cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

CONTEÚDO ANDA Conheça o horror e os abusos sofridos pelos golfinhos confinados no Museu da Baleia de Taij

Foto: Dolphin Project

Há dois anos, enquanto documentava a atividade dos golfinhos-de-risso, notei um golfinho com uma coloração distinta. Ele era quase todo branco com áreas acinzentadas — um malhado. Por causa do cinza, o golfinho não era realmente albino, mas de qualquer forma era raro.

Eu assisti horrorizada enquanto o golfinho malhado, junto com outros de coloração normal, foram retirados da infame baía para serem despejados em um cativeiro no porto de Taiji, no Japão. Suas vidas mudaram para sempre e eles estavam destinados a viver aprisionados. O resto do pobre grupo foi morto.

Após alguns dias, fui checar o golfinho malhado e seu companheiro o máximo de vezes que consegui. Vi os treinadores jogarem lulas mortas nos cercados, e os pobres animais tinham que fazer o possível para sobreviver.

Dolphin Project

Observei-os sendo relocados para o Museu da Baleia de Taiji, escondido em um cercado atrás, onde eu não poderia enxergar muito bem. Infelizmente, tive que deixar Taiji, mas quando estava em um trem indo para o aeroporto, soube que mais um golfinho-de-risso distinto havia sido capturado. Dessa vez, um albino de verdade. Eu sabia qual seria o seu destino. Como vocês podem imaginar, eu deixei o Japão com um peso no coração.

No ano seguinte eu retornei a Taiji (2015), e fui direto para o Museu da Baleia de Taiji, para checar os golfinhos em cativeiro. Precisava ver com meus próprios olhos o que aconteceu com os golfinhos malhado e albino. Eu finalmente encontrei o malhado em um cercado junto com golfinhos nariz de garrafa. Não pude vê-lo muito bem, mas ele parecia agitado, não parava de se mover. Eu não sabia como ele estava e fiquei imaginando o porquê de ter sido separado dos outros golfinhos-de-risso.

Há alguns dias atrás, eu mais uma vez retornei a Taiji, como monitora da Dolphin Project Cove. Naturalmente eu estava ansiosa para ver como estava o malhado pelo qual eu senti uma conexão muito forte. Passei pelas piscinas na parte da frente, e na parte frontal da lagoa para ver o cercado dos golfinhos-de-risso.

Foto: Dolphin Project

Nada poderia me preparar para o que eu vi. Fiquei sem ar quando o encontrei. Aquele lindo animal estava cheio de cicatrizes de ancinho, grandes e pequenas, por quase todo o seu corpo. Algumas pareciam feridas abertas. Ele também possuía diversas lesões em volta da sua boca e aparentava ter sido espancado e estava ensanguentado.

Ele não foi apenas agredido sem dó, como também possuía uma espécie de problema de pele que fazia crescer calombos em diversas áreas do seu corpo. Enquanto eu tentava avaliar a sua situação, lágrimas caíam dos meus olhos. Entretanto, a coisa mais assombrosa foi a forma como ele olhava para mim. O pobre animal se ergueu na minha frente e olhou diretamente nos meus olhos. Não pude deixar de imaginar se ele sabia que eu estava com ele quando foi capturado e quis tão desesperadamente ajudá-lo. Seu olhar parecia um pedido de ajuda e partiu meu coração.

Foto: Dolphin Project

Eu me desculpei por não poder ajudá-lo e por tudo que minha espécie fez contra ele. Eu nunca vou entender como alguém pode achar que não há problemas em manter um golfinho em cativeiro, preso em um pequeno cercado com outros golfinhos frustrados. Não há como fugir quando um deles está sendo abusado, e não há escapatória dos ataques — um comportamento normal de um ser que está sendo preso contra a sua vontade. Como eu desejei que minha família nunca tivesse tentado migrar de Taiji, e que ele e sua família ainda estivessem nadando livremente no oceano. Enfrentei muito sofrimento aqui em Taiji, mas saber da profundidade de sua dor e se sentir impotente para ajudá-lo foi devastador.

(Vídeo do facebook, que não posso meter aqui, por não ter facebook)

Minha colega de monitoração, Alexandra Johnston, me mostrou outro animal que estava sofrendo — um golfinho nariz de garrafa, com cortes profundos em suas costas. Novamente, fiquei horrorizada. As lesões eram horríveis, e quando o golfinho se aproximou de nós no pier, implorando para que nós o déssemos algo, tive que me esforçar muito para eu não me abaixar e o confortar. Outros golfinhos nariz de garrafa apresentavam vários problemas de pele, e todos os golfinhos que documentamos passavam a maior parte do seu tempo nadando apáticos na superfície. Muitos atolavam seus rostos nas redes, o que os deixavam presos. O albino passava a maior parte do seu tempo no canto do cercado, pressionado contra a rede enquanto emitia diversos sons. Novamente, interpretei isso como um pedido de ajuda.

Antes que eu terminasse meu turno, retornei ao cercado onde estava o malhado. Seus calombos agora estavam roxos, cobertos de um tipo de remédio. Ele se ergueu perto de mim, e novamente, nos fitamos. Eu nunca vou esquecer o seu olhar e a culpa que senti por não poder ajudá-lo. Eu pedi para que ele tivesse força, e para que reagisse, para que os outros não abusassem tanto dele. Mesmo assim, enquanto eu dizia essas palavras, imaginava se a morte não seria a coisa mais humana para ele. Talvez assim, ele pudesse se juntar à sua família em um oceano livre de humanos e ser livre e selvagem por toda a eternidade.

Fonte: ANDA

Essa é uma luta que tenho há anos!

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Há anos, que sou da opinião, que as manifestações contra a tauromaquia que se realizam em Portugal, numa só cidade, não servem os interesses dos touros, e dos cavalos, por não terem a força de que eles desejam, por não terem o impacto publico de eles também desejam.

Perdi a conta, do numero de vezes que disse, que em termos de protesto de rua, só mesmo, um protesto em simultâneo, no maior numero possível de cidades, no continente e ilhas, serve os interesses do touro e do cavalo.

Há anos que luto por isso.

Sou coerente.
Mantenho a opinião que tenho há anos.

Em 2012 realizou-se no México, uma manifestação por todo o México, contra a tauromaquia. E tendo em conta, que México e Portugal, lutam contra a tauromaquia, em Portugal, não se fez o mesmo, em solidariedade com a luta no México, e também contra a tauromaquia em Portugal. Foi um erro!

Espero que em Portugal, se abra os olhos, de uma vez por todas, se olhe, de uma vez por todas, para os interesses do touro e do cavalo.
Espero que a Primavera, ou o inicio do Verão de 2017, seja, finalmente, o inicio, de uma verdadeira luta, nas ruas, pelos interesses do touro e do cavalo. E se tal não vier a acontecer, será a confirmação, de que em Portugal, não existe um verdadeiro movimento anti-tourada.

Estarei muito atento.

Quero ver, se em 2017, se vai cair no mesmo erro, de realizar uma manifestação, numa só cidade, que não resultará em nada, e que por tanto, não estará de acordo com os interesses do touro e do cavalo, ou se faz um verdadeiro protesto, de acordo com os interesses do touro e do cavalo, um pouco por todo o continente e ilhas!

Mário Amorim

Piauí Ativistas realizam protesto contra PEC da vaquejada em Teresina

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Assim como em outras cidades do país, dezenas de ativistas da causa de proteção aos animais, se reuniram em Teresina no final da tarde deste domingo (27), na Ponte Estaiada, zona Leste da capital. Eles são contrários à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 50, que pretende afrontar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e legalizar a vaquejada em todo o país.

Através do movimento “Crueldade Nunca Mais” os manifestantes saíram em caminhada pela Avenida Raul Lopes e levaram apresentações culturais no objetivo de alertar a sociedade para a causa.

No Piauí, no dia 10 de novembro deste ano, a Assembleia Legislativa aprovou em duas votações uma lei que regulamenta a vaquejada como prática desportiva e cultural. Foi acrescentada uma emenda que deixa o evento sob responsabilidades da Agência Estadual de Desenvolvimento Agropecuário do Piauí (Adapi), Conselho Regional de Medicina Veterinária e Associação de Vaqueiros Amadores do Piauí.

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2016/11/03-2.jpeg No entanto, os manifestantes que participaram de ato contra este tipo de lei alertam que os animais também sofrem prejuízos psicológicos e comportamentais gerados pelas agressões físicas.

“A ciência comprova que os animais têm sentimentos, pois sofrem todo tipo de agressão física e psicológica. Não podemos mais compactar com o que fazem com os animais. Ficamos completamente sem-teto, pois não há respeito pela constituição, o que é desfavorável para todos. Os políticos que fazem as leis deveriam estar atentos para isto”, disse a médica veterinária e responsável técnica da Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa).

Os ativistas acreditam que a prática da vaquejada não integra a cultura nordestina e nem o esporte. Ainda segundo eles, é necessário alertar à sociedade para impedir que novas leis surjam e regulamentem a prática.

“Acompanhamos com bastante apreensão essa desobediência dos políticos brasileiros. O senado federal está desobedecendo a nossa constituição e ao STF. Estamos aqui para fazer valer os 80% dos brasileiros, que responderam ser contra a vaquejada em uma pesquisa feita pelo senado federal”, afirmou Zélia Soares, presidente da Federação das Associações das Ongs de Proteção Animal do Piauí (Faos).

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PEC da Vaquejada
Com a apresentação de pedido de vista, foi adiada na última quarta-feira (23) a votação, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, de proposta de emenda à Constituição (PEC 50/2016) que reconhece a vaquejada como patrimônio cultural brasileiro. Após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter declarado haver “crueldade intrínseca” contra os animais, a atividade fica proibida no país.

No parecer favorável à PEC 50/2016, o relator, senador José Maranhão (PMDB-PB), sustentou que as regras da vaquejada para garantir o bem-estar animal estão disciplinadas em leis e regulamentos das entidades do esporte, como a Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ).

Dos 12 senadores que debateram a proposta, Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Gleisi Hoffmann (PT-PR) condenaram a vaquejada e declararam seu voto contrário.

Fonte: ANDA