CONTEÚDO ANDA Touro explorado em rodeio tem a perna quebrada e agoniza de dor

Um vídeo perturbador mostra o momento em que um touro quebra a perna traseira após tentar tirar um toureiro de suas costas em um rodeio

Nas imagens, capturadas por um expectador chocado, é possível ver o touro ficando seriamente ferido depois que ele e seu agressor caem no chão no meio da arena de Adelaide, na Austrália.

Enquanto o toureiro parece sair ileso da queda, o touro se contorce em agonia enquanto os organizadores da crueldade tentam contê-lo.

Acredita-se que o touro quebrou a perna traseira enquanto tentava se livrar do homem.

Os espectadores ficaram claramente angustiados e suspiros podem ser ouvidos no vídeo, já que o touro manco foi retirado da arena.

Quando o animal saiu do local, ele tentou se libertar novamente do aperto do adestrador e começou a pular freneticamente com a perna quebrada.

Um homem disse em um alto-falante que o animal ferido receberia o “melhor atendimento médico”.

De acordo com o Daily Mail, a RSPCA Australia condenou o incidente terrível depois de lutar arduamente para impedir a continuidade do rodeio.

“Nossos piores temores foram confirmados quando um touro sofreu um ferimento terrível na perna durante o evento Professional Bullriders Australia sediado no Adelaide Entertainment Center – um evento que lutamos para que fosse cancelado devido ao potencial de sofrimento animal. Estamos chocados e consternados com este incidente e nossos inspetores farão uma investigação”, declarou um porta-voz da RSPCA South Australia.

“O ferimento deste touro era desnecessário e poderia ser evitado. A RSPCA South Australi reunirá um time de consultores jurídicos para investigar o que pode ser feito para mudar as leis e tornar os rodeios ilegais em todo o estado”, acrescentou.

A organização também iniciou uma petição para proibir o Adelaide Entertainment Center de sediar um evento como esse, descrevendo-o como “desumano, antiético e arcaico”. A condição atual do touro é desconhecida.

Fonte: ANDA

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¿LLEGÓ EL FIN DE LAS CORRIDAS DE TOROS EN MARACAIBO?

¿Llegó el fin de las corridas de toros en Maracaibo?

El pasado 17 de noviembre de 2017 puede que haya sido la última corrida de toros en Maracaibo. Y no es sólo porque la asistencia de la Feria Internacional de La Chinita a los espectáculos taurinos fue patética, ya que no llegó siquiera a los mil asistentes en un recito con aforo a un poco menos de quince mil.

A la paupérrima asistencia hay que agregarle que desde 2011 la Iglesia Católica de la mano del Arzobispo del Zulia, mons. Ubaldo Santana eliminó la celebración de espectáculos taurinos en nombre de la Virgen de Chiquinquirá y sacó estos eventos del calendario de las fiestas patronales de la ciudad (ver aquí)

También recordemos que en 2012 el Zulia fue el primer estado que por sentencia judicial del Tribunal de Protección de Niños, Niñas y Adolescentes prohibió el ingreso de menores de 18 años a corridas de toros.

También hay que resaltar los recursos de amparo introducidos por las organizaciones AnimaNaturalisColectivo Nevado Zulia y Matar No Es Arteante el Tribunal Supremo de Justicia y que la Sala Constitucional ya ha acumulado los casos similares para extenderlo a nivel nacional.

Y lo que puede dar la estocada final (para hablar en términos taurinos), es la elección de Willy Casanova como alcalde del Municipio Maracaibo.

El ahora burgomaestre de la principal ciudad de provincia de Venezuela, en su campaña electoral resaltó ante todos los medios “Estoy proponiendo el rescate integral de la plaza de Toros, cambiar su denominación y su uso, porque no estoy de acuerdo con la matanza de animales por recreación y deporte,  para que sea la plaza de Todos, un espacio de espectáculos y de dividendos. Queremos que vuelva el festival de La Orquídea”.

Las condiciones están dadas, la voluntad política parece estar del lado de la justicia. Ya el pueblo zuliano las rechazó, las bases judiciales están sentenciadas y sólo falta que se materialice.

Fonte: ANIMANATURALIS

CONTEÚDO ANDA Caça de elefantes e girafas financia ação de grupos militares africanos

A República Democrática do Congo (RDC) é um dos países mais pobres do mundo, onde um número sem precedentes de animais é vítima de caçadores

Um novo relatório da TRAFFIC, a rede global de monitoramento do comércio de animais selvagens, documenta os maiores problemas enfrentados pela vida selvagem da RDC. Entre eles estão os caçadores locais, os pastores e o grupo militar e cristão Exército de Resistência do Senhor.

Infelizmente, isso não impediu a crueldade de Joseph Kony, líder do Exército de Resistência do Senhor, que visa “limpar” a população e instalar uma teocracia.

O grupo tem usado estratégias avançadas para caçar elefantes, como, por exemplo, atirar nos animais de helicópteros. Eles transportam e comercializam marfim para comprar armas. Diversos outros grupos militarizados perseguem os animais para também lucrar com o tráfico.

De acordo com a Newsweek, outra ameaça observada no relatório são os pastores de animais que também caçam, pois o comércio de partes dos corpos de animais selvagens é muitas vezes mais lucrativo do que o pastoreio.

Há também os caçadores africanos, que matam animais legalmente protegidos por uma série de razões. Alguns fazem isso sob o pretexto de proteger suas plantações ou pela carne.

Surpreendentemente, algumas pessoas até matam girafas raras apenas para arrancar seus rabos, que são vendidos para serem utilizados para dotes. O problema ficou tão sério que, em 2016, a National Geographic informou que apenas 40 de 350 restavam no Garamba National Park.

No entanto, Liz Williamson, bióloga que participou do relatório da TRAFFIC, observou que a população girafa teve um pequeno aumento. Desde então, houve sete nascimentos de girafa e não ocorreram assassinatos recentes. Williamson atribui isso ao fato de que muitas delas têm usado coleiras de rastreamento.

Fonte: ANDA

 

PAN AVANÇA COM PROJECTO-LEI PARA ABOLIR O USO E ABUSO DE ANIMAIS NO CIRCO

Por todo o mundo esta gigantesca onda civilizacional já corre a passos velozes…

Em Portugal marca-se passo…

ELEFANTE652db931b03434af33c6ed02458509c9_L.jpgÉ inconcebível que se mantenha enjaulado durante toda uma vida, este magnífico animal, nascido para ser livre na savana ou nas florestas…

No próximo dia 21 de Dezembro será debatido na Assembleia da República o projecto-lei que resulta de vários meses de estudo e reuniões com várias entidades e ONGs nacionais e internacionais, visando a proibição de utilização de animais, de qualquer espécie, em circos.

Segundo comunicado do PAN, «a proposta prevê que após a aprovação da lei seja proibida a aquisição ou reprodução de animais para além dos já previstos na Portaria 1226/2009, de 12 de Outubro. Para os animais actualmente detidos pelos circos estabelecer-se-á uma moratória, por um lado, para que os circos se possam adaptar a uma realidade sem animais e, por outro, para que haja tempo para se reencaminharem os animais para reservas. Os tratadores/ treinadores dos circos que cedam gratuitamente os animais ao Estado terão direito a um apoio para efeitos de reconversão profissional. Será ainda estabelecido um regime contra-ordenacional para o incumprimento da lei e para os casos mais graves será prevista a criminalização de certas condutas.

Apesar de em diversos países já existir legislação que proíbe a utilização de animais nos circos como são os exemplos de Chipre, Malta, Grécia, Holanda, Bélgica, Áustria, Itália entre outros na Europa e no Mundo, Portugal tem agora a oportunidade de dar mais um passo para um relacionamento mais ético com os animais.

Vários circos e promotores culturais têm vindo a abdicar dos espectáculos que utilizam animais das mais diversas formas. Os Coliseus de Lisboa e do Porto já o fizeram, adoptando uma decisão ética e de consciencialização da sociedade ao deixar os números artísticos entregues, exclusivamente, a seres humanos.

Nos últimos anos tem havido uma crescente discussão sobre o uso de animais em circos. Isto reflecte-se em várias alterações legislativas sobre esta matéria sendo que, até agora, 19 países da UE adoptaram limitações ao uso de animais em circos, assentes num amplo consenso académico fundamentado por consistentes argumentos científicos. Esta discussão adquire particular relevância nos períodos festivos com um aumento da oferta de espectáculos de circo um pouco por todo o país. É importante fazermos escolhas informadas sobre o tipo de actividades que escolhemos para nos divertirmos e para entreter e educar as nossas crianças. A declaração do Intergrupo do Bem-Estar e Conservação de Animais sobre os efeitos da vida de circo em animais selvagens, de Setembro de 2015 apresenta as principais implicações para o bem-estar de animais selvagens numa vida de circo, que vão do confinamento extremo de espaço, à impossibilidade de expressão dos seus comportamentos naturais, à separação precoce da progenitora, à restrição forçada das interacções sociais, aos treinos rigorosos e comprovadamente desconfortáveis para os animais e às viagens frequentes que perturbam os seus ritmos naturais entre outros constrangimentos.

É relevante recordar que o ano passado a TripAdvisor anunciou que deixou de ser possível comprar bilhetes para atracções que envolvam animais selvagens. O maior website de viagens do mundo não vai vender mais entradas para centenas de atracções nas quais os turistas estão em contacto directo com animais selvagens ou espécies em vias de extinção que estão em cativeiro e numa iniciativa que coloca a responsabilidade social à frente do lucro e que contribui para uma sociedade civil mais participativa e organizada.

“Os animais explorados nos circos são meras sombras daqueles que se encontram na natureza. Os animais que se encontram nos circos devem ser resgatados e colocados em reservas onde possam recuperar e preservar a sua integridade. As pessoas devem ser sensibilizadas e incentivadas a escolher apenas circos onde não haja animais”, refere André Silva, deputado da Assembleia da Repúblico, pelo PAN.

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Força PAN, pode ser que desta vez a Lucidez consiga entrar na Assembleia da República.

Porque a verdadeira Arte Circense é apanágio exclusivo do Homo Sapiens Sapiens.

Fonte:

https://pan.com.pt/comunicacao/noticias/item/1479-pan-agenda-projeto-lei-abolir-animais-circos.html

(ADVERTÊNCIA: Este Blog rejeita automaticamente a ortografia brasileira, preconizada pelo falso acordo ortográfico de 1990, que foi imposto ilegalmente aos Portugueses. Este Blog adopta a Língua Oficial de Portugal – a Língua Portuguesa, na sua matriz culta e europeia.)

Fonte: Arco de Almedina

PARABÉNS FUNCHAL!

Como gostaria de poder saudar aqui os 308 Concelhos Portugueses!

Mas Portugal avança muito, muito lentamente, para o Bem, o Bom e o Belo.

Contudo, para o Mal, o Mau e o Feio, Portugal corre como um Falcão Peregrino, o animal mais rápido do mundo.

Isto é triste, mas é a mais pura verdade.

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Origem da imagem: Internet

Fonte: Arco de Almedina

Crueldade Ativistas franceses pedem proibição da caça de raposas

Uma coalizão de mais de 20 grupos franceses de direitos animais, incluindo uma liderada pela ex-estrela de cinema Brigitte Bardot, realizaram uma ação para proibir a caça com cães.

Uma coalizão de mais de 20 grupos franceses de direitos animais, incluindo uma liderada pela ex-estrela de cinema Brigitte Bardot, realizaram uma ação para proibir a caça com cães.

“Vários países europeus (incluindo a Alemanha, a Grã-Bretanha e a Bélgica) já proibiram esse esporte cruel”, escreveram em uma carta ao ministro do meio ambiente, Nicolas Hulot.

“O que a França está esperando para se juntar a esses países que teve a coragem de proibir a caça com cães?”, disse.

A caça de cervos e raposas com cães são legais na França, onde javali e lebres também são tradicionalmente caçados com cães de caça.

A chamada vem depois que Hulot, o ecologista mais famoso de França, indicou no mês passado que queria repensar as leis que regem a caça.

“Algumas práticas como a caça com cães prolongam a agonia e o estresse do animal. Isso me perturba profundamente”, disse Hulot em uma entrevista à revista francesa L’Obs.

“Isso não é o que eu chamo de civilizado”, disse ele, acrescentando que ele queria iniciar um “grande repensar” da maneira como os animais foram tratados com o ministro da agricultura.

Mais de 20 grupos de direito animais apoiaram o pedido de proibição, incluindo PETA, Sea Shepherd e o Fundo Internacional para o Bem-estar dos Animais.

Fonte: ANDA

Entrevista de Nelson Lima presidente da Associação das Tertúlias Tauromáquicas

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«Aprendi em criança que nas touradas só se deve aplaudir o que for bem feito»

Entrevista com Nelson Lima, 63 anos, presidente da Associação das Tertúlias Tauromáquicas

«Respeito os anti-taurinos e só quero que me respeitem a mim também. Infelizmente há aficionados que conseguem estragar a festa melhor que os anti-taurinos. Querem mesmo dar cabo da festa mas à maneira deles. Se a festa um dia acabar é por causa desses aficionados.»

A primeira frase do Senhor Nelson Lima, deveria ter sido: Aprendi em criança, nas touradas, a ser Psicopata.
Depois, quero dizer ao Senhor Nelson Lima, que os Anti-Taurinos, são aqueles que gostam de touradas.
Nós, que não gostamos de touradas e que contra elas lutamos, aprenda, senhor Nelson Lima; somos ANTI-TOURADA.
A “festa” da Psicopatia, Sociopatia, da Butalidade, da Crueldade, da Tortura, do Sangue, do Crime, da Máfia, está cada vez mais perto do fim, senhor Nelson Lima. Não é se um dia vai acabar. Ela vai acabar, e bem mais depressa do que julga!
Mário Amorim